domingo, julho 19, 2009

a 19 de Julho de 1870, foi promulgada a DOGMÁTICA PASTOR AETENUS, ou DOGMA DA INFALIBILIDADE PAPAL

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Dogma Infalibilidade papal


Na teologia católica, a infalibilidade papal consiste no dogma que afirma que o Papa, quando delibera e define (clarifica) solenemente algo em matéria de fé ou moral (os costumes), ex cathedra [1], está sempre correcto. Isto porque a Igreja Católica acredita que, na clarificação solene e definitiva destas matérias, o Papa goza de assistência sobrenatural do Espírito Santo, que o preserva de todo o erro.

O uso da infalibilidade é restrito somente às questões e verdades relativas à fé e à moral (costumes), que são divinamente reveladas ou que estão em íntima conexão com a Revelação divina. Uma vez proclamadas e definidas solenemente, estas matérias de fé e de moral transformam-se em dogmas, ou seja, em verdades imutáveis e infalíveis que qualquer católico são obrigados a aderir, aceitar e acreditar de uma maneira irrevogável . Logo, a consequência da infalibilidade é que a definição ex catedra dos Papas não pode ser revogada e é por si mesma irreformável.

As declarações de um Papa em ex cathedra não devem ser confundidas com ensinamentos que são falíveis, como uma bula. Até a atualidade, a ex cathedra foi utilizado uma única vez pelo Papa Pio XII, em 1950, para declarar o dogma da Assunção de Maria. O dogma da infalibilidade papal foi explicitado e clarificado na Constituição Dogmática Pastor Aeternus, sobre o primado e infalibilidade do Papa, promulgada pelo Concílio Vaticano I. A Constituição foi promulgada na Quarta Sessão do Concílio, em 19 de julho de 1870, pelo Papa Pio IX.



A parte dispositiva do documento tem o seguinte teor:

O Romano Pontífice, quando fala "ex cathedra", isto é, quando no exercício de seu ofício de pastor e mestre de todos os cristãos, em virtude de sua suprema autoridade apostólica, define uma doutrina de fé ou costumes que deve ser sustentada por toda a Igreja, possui, pela assistência divina que lhe foi prometida no bem-aventurado Pedro, aquela infalibilidade da qual o divino Redentor quis que gozasse a sua Igreja na definição da doutrina de fé e costumes. Por isto, ditas definições do Romano Pontífice são em si mesmas, e não pelo consentimento da Igreja, irreformáveis.

Além do Papa, quando ele fala ex cathedra, goza também de infalibilidade o episcopado católico pleno, em união com o Papa, que é a cabeça do episcopado, mas só quando reunido em concílio ecuménico; ou quando, disperso em toda a Terra, o episcopado ensina e promove uma verdade de fé ou de costumes professada e sustentada já por toda a Igreja Católica.

A Igreja Católica acredita no dogma da infalibilidade papal porque ela, governada pelo Papa em união com os seus Bispos, professa que ela é o autêntico "sacramento de Jesus Cristo, a Verdade em pessoa e Aquele que veio trazer as verdades fun­da­mentais" à humanidade para a sua salvação . A Igreja Católica acredita também que este dogma é o "efeito concreto" da "promessa de Cristo de preservar a sua Igreja na verdade" .

Malformações de espírito

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Para a igreja, a pílula do dia seguinte já é aborto,
A punheta é homicídio prematuro ou premeditado?
E o sexo oral? Será canibalismo?
Então, podemos considerar o coito interrompido como abandono de menor?
E o que dizer do preservativo (camisinha)? Por acaso seria homicídio por sufocamento?
Tudo se pode esperar quando Ratzinger..é Papa!!!

sábado, julho 18, 2009

preliminares

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Gislaine era uma caipirinha deliciosa de 17 anos, ainda virgem.
João Gafanhoto era o cara mais tarado da região, que vivia convidando
a moça pra ir pra cama, pro sofá, pro mato, pra qualquer lugar, desde
que fosse pra fazer sexo.
Certo dia ela finalmente concordou e os dois foram pra uma moita,
atrás da casa da moça. Mas, como não sabia nada sobre o assunto, ela
pediu instruções:
- Ai, Jão... Cumé qui é esse negócio de sexo?
- Simpres, Gislaine! E é bão dimais, sô!
- Mas como que eu faço? Me explica, homi!
- Primero você levanta a saia!
- Assim? - disse a gostosona, mostrando a calcinha.
- Hummm! Isso memo, Gislaine! Assim memo, sô!
- I agora?
- Agora você baixa a calcinha! - disse ele, excitadíssimo.
- E agora, Jão?
- Hummmm... ?... Agora agacha e mija que tem seu pai olhando prá nóis
com uma espingarda na mão.

sexta-feira, julho 17, 2009

ELES DISSERAM

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Se Santana voltar ao palco, depois de tudo o que protagonizou, fica de novo certificado que os sistemas políticos mais perfeitos têm fraquezas inacreditáveis
(J.BRITO)
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As mulheres não querem saber o que pensas, quErem ouvir o que elas pensam, mas numa vozmais grave
(BILL COSBY)
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As democracias não são perfeitas, também produzem os seus excrementos, em Portugal produziram o Alberto João Jardim.
(FERNANDO SEQUEIRA)
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O "homunculus madeirensis" há já muito deixou de ser uma simples vergonha partidária.
É uma vergonha nacional.
Lideranças cobardes como a actual, sempre o permitiram, houve até um, que após ser tratado por Sr Silva, foi ao beija-mão prestar vassalagem a quem só regurgita alarvidades
(J.FAUSTINO)

a 17 de Julho de 1936, deflagra a GUERRA CIVIL ESPANHOLA

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Guerra Civil Espanhola
Data 17 de julho de 1936 – 1 de abril de 1939
Local Península Ibérica, Marrocos, Saara, Canárias, Baleares, Guiné Equatorial e Mar


Intervenientes
Segunda República Espanhola
União Soviética
Brigadas Internacionais Espanha Nacionalista
Corpo Truppe Volontarie
Legião Condor



A chamada Guerra Civil Espanhola foi um conflito bélico deflagrado após um fracassado golpe de estado de um setor do exército contra o governo legal e democrático da Segunda República Espanhola. A guerra civil teve início em 17 de julho de 1936 e terminou em 1° de abril de 1939, com a vitória dos rebeldes e a instauração de um regime ditatorial de caráter fascista, liderado pelo general Francisco Franco.

[editar]
O século XIX espanhol foi um período especialmente conflitivo, com lutas entre liberais e absolutistas, entre membros rivais da Casa de Bourbon (isabelinos e carlistas), e mais tarde entre monarquistas e republicanos, sobre o pano de fundo da perda das colônias americanas e filipinas.

A economia espanhola teve um crescimento rápido desde o final do século XIX até ao início do século XX. Em especial, as indústrias mineiras e metalúrgicas lucraram e expandiram-se enormemente durante a Primeira Guerra Mundial, fornecendo insumos a ambos os lados.

Entretanto, os resultados desse crescimento não se refletiram em mudanças nas condições sociais. A agricultura, sobretudo na Andaluzia, continuou em mãos de latifundiários, que deixavam grandes extensões de terra sem cultivar. Somava-se a isto a forte presença da Igreja Católica, que se opunha às reformas sociais e se alinhava aos interesses da elite agrária. Finalmente, a monarquia espanhola apoiava-se no poder militar para manter o seu regime. O fim da monarquia e o advento da república, em 1931, em nada mudou esta configuração política básica, com a agravante de que Igreja e Exército se mantiveram monárquicos e as tentativas de golpe tornaram-se constantes.

Com o crescimento da economia, cresceu também o movimento operário. Após a fundação da primeira sociedade operária em Barcelona (1840), o movimento cresceu e se espalhou pelo país. Desde o início, e principalmente na Catalunha, a principal região industrial de Espanha, o anarquismo tornou-se a tendência política mais difundida entre os operários. A principal confederação sindical, a CNT (Confederación Nacional del Trabajo), sob influência anarcossindicalista, recusava-se a participar na política partidária.

O choque entre classes é freqüente e violento. Desde o fim do século XIX até o início do século XX, grupos de extermínio, como o Sindicato Libre, procuram suprimir os sindicatos através do assassinato dos seus principais militantes. Do outro lado, grupos de militantes sindicalistas, como o famoso Nosotros, também assassina religiosos e industriais suspeitos de apoiar o Sindicato Libre. Insurreições armadas, tanto de direita como de esquerda, ocorrem com regularidade.

O fim da monarquia, a eleição da Frente Popular e o golpe
Com a renúncia do ditador Primo de Rivera após uma onda de escândalos de corrupção, o rei Alfonso XIII procurou restaurar o regime parlamentar e constitucional. Foram convocadas eleições municipais em Abril de 1931 e, embora os monarquistas tivessem sido vitoriosos, os republicanos conquistaram a maioria nas grandes cidades. Prevendo uma guerra civil, o rei Alfonso XIII prefere abdicar e é proclamada a Segunda República.

Novas eleições são convocadas para compor uma assembléia constituinte em Junho, que institui a separação entre Igreja e Estado. Por este motivo, Alcalá Zamora, chefe do governo provisório, abdica.

Novas eleições acontecem em Dezembro de 1931, nas quais a esquerda sai vitoriosa. Alcalá Zamora é eleito presidente da República e encarrega Manuel Azaña de organizar um governo. O governo da República não consegue avançar na resolução da questão das autonomias regionais, nem no encaminhamento da questões agrária e trabalhista. Na questão religiosa, a governo Azaña cedeu moderadamente ao espírito anticlerical que predominava no parlamento, através da dissolução da Companhia de Jesus na Espanha, ficando preservadas as demais ordens religiosas, que no entanto foram proibidas de dedicar-se ao ensino. Comprimido entre a direita e a Igreja - que viam a laicização do Estado e da educação de maneira muito negativa - e a esquerda e os anarquistas - os quais consideravam as mesmas reformas insignificantes - o governo Azaña é incapaz de agradar a população.

Como economia predominantemente agrário exportadora, a Espanha havia sido pouco atingida pela Crise de 1929: o desemprego era pequeno e o salário médio por dia trabalhado havia aumentado significativamente nos primeiros anos da Segunda República. Este aquecimento da economia aguçava as tensões sociais já existentes, e com elas a aguda divisão político-ideológica da sociedade, que já vinha do século anterior.

Em maio de 1931, os anarquistas incendiaram a Igreja dos Jesuítas na Calle de la Flor, no centro de Madrid. Em agosto de 1932, o general monarquista Sanjurjo tenta dar um golpe, mas fracassa. Condenado à morte, é depois indultado, continuando a conspirar na prisão.

Em 1933, a recusa dos anarquistas em dar apoio aos partidos de esquerda e sua propaganda pela "greve do voto" permitem a vitória eleitoral da direita, representada pela Confederação das Direitas Autônomas (CEDA) de José Maria Gil Robles. Segue-se uma insurreição da esquerda, que foi mal sucedida em toda a Espanha, menos nas Astúrias, onde os operários dominaram Gijón por 13 dias. Este evento ficou conhecido como Comuna das Astúrias.

Com milhares de militantes feitos prisioneiros, os anarquistas decidem apoiar a esquerda nas eleições de 1936. Espera-se que o novo governo lhes conceda anistia. A esquerda vence em 16 de Fevereiro, com 4.645.116 votos, contra 4.503.524 da direita e 500 mil votos do centro, mas as particularidades do sistema eleitoral - que favorecia as maiorias - dão à esquerda a maioria das cadeiras no parlamento.[1]

Alcalá Zamora encarrega Azaña de formar um governo. Em maio de 1936, Alcalá Zamora é destituído e Azaña assume a Presidência da República, tendo como seu primeiro-ministro o socialista Largo Caballero. A direita então lança-se a preparar um golpe militar que se concretiza em 17 de Julho.

QUE GOLO!!!

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Assisti a este fantástico golo do Carlos Alberto, na final do campeonato do mundo de 1970, na velha sala de convívio do 7º.andar do edificio 25, do Aeroporto.

Tinha apenas 4 meses de companhia quando se disputou o Mundial do México 1970, estava no horário "quatro-meia noite" e se bem me recordo estava de serviço com o Fiuza, o Cabrita, o Serrão e mais alguém que me não recordo.

O Brasil venceu a Itália e foi tricampeão do mundo.

No dia 21 de junho de há quase 40 anos Brasil e Itália mediram forças no México, na que foi considerada por muitos a melhor final da história dos Mundiais.


O placar final foi de 4 a 1 para o Brasil. Os quatro gols brasileiros foram marcados por Pelé, Gérson, Jairzinho e Carlos Alberto, enquanto que para a Itália marcou Roberto Boninsegna.


Pelo Brasil jogaram aquela história partida no Estádio Azteca :Félix; Carlos Alberto, Brito, Piazza, Everaldo, Clodoaldo, Gérson, Jairzinho, Tostão, Pelé, Rivelino. Pel Itália jogaram Albertosi; Cera, Burgnich, Bertini (Juliano), Rosato, Facchetti, Domenghini, Mazzola, de Sisti, Boninsegna (Rivera), Riva.

preliminares

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Uma mulher está na cama com o amante quando ouve o marido chegar. Vai logo
recomendando ao amante: - Depressa, fique em pé ali no canto.
Rapidamente, ela cobre o corpo do amante com óleo e sapeca talco por cima,
acrescentando:
- Não se mexa até eu mandar. Finja que é uma estátua. Eu vi uma igualzinha
na casa dos Almeida! Nisso, o marido entra e pergunta: - O que é isto?
Ela, fingindo naturalidade:
- Isso? Ah, é só uma estátua. Os Almeida botaram uma no quarto deles. Gostei
tanto que comprei esta igual para nós! E não se falou mais da estátua.
Às duas da madrugada, a mulher já está dormindo e o marido ainda vendo
televisão. De repente, o marido se levanta, caminha até a cozinha, prepara
um
sanduíche, pega uma latinha de cerveja e vai para o quarto. Ali, se dirige
para a estátua e diz:
- Toma! Come e bebe alguma coisa, seu filho da puta! Eu fiquei dois dias,
que nem um idiota, no quarto dos Almeida e nem um copo de água me
ofereceram.

quinta-feira, julho 16, 2009

frase do dia

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"ERA UM PAÍS TÃO PEQUENINO, TÃO PEQUENINO QUE QUANDO ALGUÉM IA LÁ FORA FUMAR INVADIA O PAÍS VIZINHO"

NA SILY SEASON, O PALHAÇO DO COSTUME

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O nosso país arrisca-se a ser conhecido pelo único país da Europa a ter um palhaço num lugar de Poder Público.

Já vai sendo tempo de evitar continuarmos a ser o motivo de riso pelos corredores de Bruxelas, e de assumir uma vez por todas que aquela "coisa" tem de ser internado, pois tem um problema de saude mental irreversível.
O "cromo" é bipolar, salta da asneira para o disparate sem se conseguir conter.
Temos porém de definir uma vez por todas se o consideramos ininputável ou palhaço. Se nos decidirmos pela segunda hipótese ,metemos-lhe um nariz vermelho e tiramo-lo qualquer cargo de decisão política ,pois, suas tolices são pagas com o dinheiro dos contribuintes, que somos nós.

ALMOÇO DE 30 DE JULHO

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SOBRE O NOSSO ENCONTRO DESTE MÊS
QUE VAI TER LUGAR EM 30 DE JULHO



Pensámos realizar este mês o nosso almoço no Clube TAP, por ser perto dos nossos companheiros que estão no activo, na esperança que alguns pudessem estar presentes, ainda que só no seu período do almoço.
Fizemos uma pequena sondagem através da nossa colega Antónia, mas constatou-se que a esmagadora maioria se encontra de férias nessa altura, fóra de Lisboa.

Assim sendo, decidiu-se por fazer essa tentativa lá para Outubro ou Novembro, pelo que o almoço deste mês irá ter lugar num restaurante em Benfica.

A TRANCA reproduz aqui um email da Dina, que centralizará as "reservas" deste mês.

"Caríssimos e caríssimas, este mês o nosso repasto vai ter lugar em Lisboa. Como não faço ideia de quantos estarão presentes precisava que me enviassem mails ou telefonassem dizendo se irão comparecer.
Há um restaurante em Benfica, muito simpático e com muito boa comida mas que não é muito espaçoso.
Como estamos em Julho e há pessoas de férias não sei se teremos muitas adesões.
Fico esperando vossas confirmações.
Beijocas.
Dina
"

Nota: Estando agora a TRANCA a ser lida em todo o mundo
recebemos já a reserva da Angelina Jolie e de Paris Hilton,,,

RAMIRES

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RAMIRES CHORA A DERROTA DO BENFICA, PERDÃO, DO CRUZEIRO ESTA MADRUGADA

O Cruzeiro perdeu esta madrugada com o Estudiantes de La Plata (1-2), na final da copa

CAPA DA TRANCA 28


UMA CAPA DE AUTORIA DO MÁRIO FILIPE

quarta-feira, julho 15, 2009

FESTA DO 2º.ANIVERSÁRIO DO MUSEU BERARDO

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ESTA NOITE O MUSEU BERARDO
NÃO FECHA, A FESTA POR LÁ
CONTUINUA

O Museu Colecção Berardo começou, esta quarta-feira à noite, pelas 19h00, a festa de celebração do seu segundo aniversário, com entrada gratuita. A «festa de 24 horas, que apela a todos os sentidos dos visitantes», só termina quinta-feira ao final da tarde. Quem passar pelo Centro Cultural de Belém (CCB) tem muitas surpresas a descobrir.

Os primeiros visitantes puderam degustar de um gaspacho volante e, ao mesmo tempo, ouvir o Grupo Coral dos Mineiros de Aljustrel. Um grupo de

várias gerações que canta e encanta há 85 anos. O público, alguns conhecedores, outros nem tanto, «gostaram e aplaudiram», disse António, uma das vozes do grupo.

Sugira uma nova regra para o museu

A viagem «pela festa» parece não ter fim, num roteiro que apresenta aos visitantes diversas actividades. Uma das que atrai mais atenção é sem dúvida «Where Art You?»: uma grande parede com balões em branco, convida as pessoas a participarem na dinâmica de funcionamento do museu. O público deverá escrever, em cada balão, uma sugestão para uma nova regra a aplicar no espaço cultural.

A 15 DE JULHO, nasceu D.ESTEFÂNIA,

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Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen

Casa Real Hohenzollern-Sigmaringen
Pai Carlos António de Hohenzollern
Mãe Josefina de Baden

Dona Estefânia Josefa Frederica Guilhermina Antónia de Hohenzollern-Sigmaringen (Krauchenwies, 15 de Julho de 1837 — Lisboa, 17 de Julho de 1859) foi a rainha consorte de D. Pedro V de Portugal.

Seu nome completo, em alemão, era Stephanie Josepha Friederike Wilhelmine Antonia von Hohenzollern-Sigmaringen.


Nascida no Castelo de Krauchenwies, Estefânia era a filha mais velha de Carlos António, príncipe de Hohenzollern, e da princesa Josefina de Baden. Teve cinco irmãos, entre os quais estavam aquele que viria a ser o primeiro rei da Romênia da dinastia Hohenzollern, Carlos I, e a mãe de Alberto I da Bélgica, Maria Luísa, a condessa de Flandres.

Recebeu, naturalmente, educação católica.

Quando Estefânia tinha onze anos, seu pai abdicou seus direitos ao principado em nome do rei da Prússia, e mudou-se com a família para o Palácio de Jägerhof, em Dusseldorf, onde ela cresceu .

Casamento

O casamento foi feito por procuração em 29 de Abril de 1858, na Igreja de Santa Hedwig em Berlim. O conde de Lavradio foi responsável pelo contrato do matrimónio. Em 3 de Maio, D. Estefânia partiu de Düsseldorf, chegando de comboio em Ostende, de onde embarcou no barco a vapor "Mindelo" a Plymouth, Inglaterra. A corveta "Bartolomeu Dias" estava à sua espera para partir à sua nova pátria.

A princesa Estefânia chegou à barra do Tejo no dia 17 de Maio de 1858, a bordo da corveta "Bartolomeu Dias". O pintor João Pedroso retratou sua chegada, e hoje o quadro está presente no Palácio Nacional da Ajuda[. No dia seguinte, em 18 de Maio, na Igreja de São Domingos, em Lisboa, a princesa Estefânia casou-se com o rei D. Pedro V, tornando-se assim rainha consorte de Portugal.

Eles passaram sua lua-de-mel em Sintra.
D. Pedro V, para impressionar sua consorte, não poupou despesas com a decoração dos aposentos de D. Estefânia, no Palácio das Necessidades. Mandou vir de Paris móveis, candeeiros, carpetes e tecidos para estofos e cortinados.

Bela e instruída, D. Estefânia escreveu cartas íntimas à sua mãe em francês. Em uma delas, ela critica a alta sociedade portuguesa: "Os portugueses têm o sentido do luxo e da pompa, mas não o da dignidade"]. Embora tivesse sentido saudades das margens do Reno e não gostado do calor e da aridez de Lisboa, D. Estefânia escreveu que apreciara Sintra e Mafra.

Caridade

Juntamente com o marido, Estefânia fundou diversos hospitais e instituições de caridade, o que lhe granjeou uma grande aura de popularidade entre os portugueses de todos os quadrantes políticos e sociais.

O Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa, foi assim chamado em sua honra.


Morte
Decorrido pouco tempo depois de seu casamento de um ano, a rainha faleceu aos vinte e dois anos de idade, vítima de difteria. A doença teria sido contraída durante uma visita a Vendas Novas[.

A morte de D. Estefânia deixou grandemente consternado não só o rei, como também o povo em geral, que por ela desenvolvera um grande afeto. Devido à sua morte precoce, o casal não teve quaisquer filhos.

Estefânia jaz no Panteão dos Braganças, no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa.

O rei viúvo faleceu dois anos mais tarde, de febre tifóide.

gente nossa - AZEVEDO E DANI



O AZEVEDO E O DANI.

preliminares

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Um bêbado morre e vai para o Inferno. Chegando lá, encontra o Diabo e pergunta-lhe:
- Onde é que param as mulheres?
- Mulheres??!! - Exclama o Diabo - Aqui não há mulheres !!
E diz o bêbado:
- Olha...olha...Não há mulheres!!!! Vais dizer-me que esses cornos te saíram numa rifa...??!!

terça-feira, julho 14, 2009

os nossos artistas


MAIS UM TRABALHO DE ZÉ CARLOS CARVALHO

Retrato do que seria um colega do RC ,após 2 anos de trabalho, a ser visto ao Raio X...

JOANA VASCONCELOS

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RECENTEMENTE, UM TRABALHO DE
JOANA VASCONCELOS O JÁ FAMOSO
"CORAÇÃO INDEPENDENTE DOURADO",

FOI ARREMATADO NA CHISTIE'S DE
LONDRES POE 192 MIL EUROS...


QUEM É JOANA VASCONCELOS?

Joana Vasconcelos


Joana Vasconcelos (Paris, 8 de Novembro de 1971) é uma artista plástica portuguesa contemporânea, considerada como uma das mais marcantes da última década. Formou-se no AR.CO, em 1996. Trabalha frequentemente com a escultura e a instalação. A sua

mais famosa obra, Nectar pertence à Colecção Berardo e está exposta no Museu Colecção Berardo, instalado no CCB. Muitos dos seus trabalhos estão patentes em colecções privadas europeias. Na Bienal de Veneza, em 2005, a artista representou Portugal com A Noiva. Já ganhou diversos prémios, incluindo o concurso do Museu Berardo.

Em Fevereiro de 2008 inaugurOU na Pinacoteca de São Paulo, o projecto "Contaminação", descrito como "um corpo têxtil, colorido, disforme e tentacular".

Em junho de 2009, uma das suas obras intitulada "Coração Independente Dourado" foi vendido em Londres por 192 mil euros.A peça foi arrematada por uma coleccionadora britânica anónima, que a emprestará ao Museu Berardo, em Lisboa.

Obras
Flores do meu desejo
Cama Valium
Néctar
Ouro sobre azul
Independent Heart
A noiva, 2001
Santiago de Compostela (escultura)
Barco da Mariquinhas, 2002
Pega, 2002
Blup, 2002
Nécessaire, 2003
Filtra, 2003
Valquíria', 2004
Vigoroso e poderoso, 2006-2007
Jóia do Tejo, 2008

Prémios
Prémio Fundo Tabaqueira Arte Pública (2003)
Inclusão de mais uma obra sua no Museu Colecção Berardo, após vencer o concurso lançado pela instituição

concursos de crianças

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a 14 de Julho nasceu GUSTAV KLIMT

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Gustav Klimt


Gustav Klimt (Baumgarten, Viena, 14 de Julho de 1862 - Viena, 6 de Fevereiro de 1918) foi um pintor simbolista austríaco.



Em 1876 estudou desenho ornamental na Escola de Artes Decorativas. Associado ao simbolismo, destacou-se dentro do movimento Art nouveau austríaco e foi um dos fundadores do movimento da Secessão de Viena, que recusava a tradição académica nas artes, e do seu jornal, Ver Sacrum. Klimt foi também membro honorário das universidades de Munique e Viena. Os seus maiores trabalhos incluem pinturas, murais, esboços e outros objetos de arte, muitos dos quais estão em exposição na Galeria da Secessão de Viena.

Biografia
Klimt foi o segundo dos sete filhos de Ernst Klimt (1832-1892), gravador de profissão, pertencente a uma família de agricultores da Boêmia, e de Anna (Flinster) Klimt (1836-1915), natural de Viena. Seus irmãos eram Klara (1860 – 1937), Ernst (1864- 1892), Hermine (1865 – 1938), Georg (1867 – 1931), Anna (1869 – 1874) e Johanna (1873 – 1950).[1]

Formação
Após concluir os estudos na “Escola Primária do VII bairro vienense”, Klimt é admitido, aos 14 anos, na "Escola das Artes Decorativas", ligada ao "Museu Austríaco Imperial e Real de Arte e Indústria de Viena", [2] onde foi aluno de Michael Rieser, Ludwig Minnigerode e Karl Hrachowina. Klimt adquiriu a prática de desenho ornamental, além de cursos sobre a teoria de projeções, perspectiva, teoria do estilo e outros temas que acompanhavam as aulas práticas. Em seguida, freqüentou a aula especializada de pintura de Ferdinand Laufberger e, após a morte deste (1881), a de Julius Vicktor Berger, ligado a Hans Makart.

Dois dos irmãos de Klimt, Ernst e Georg, realizaram trabalhos para ele e também se formaram na Escola de Artes Decorativas. [3] A formação na pintura e no desenho a partir do "original histórico" e dos "métodos de cópias naturalistas", constituíam, até então, a base do curso. O trabalho de admissão de Klimt na Escola de Artes Decorativas, foi um desenho, segundo um molde de gesso, de uma cabeça feminina da Antiguidade.

Carreira
Klimt foi o único aluno da Escola das Artes Decorativas, no século XIX, que conseguiu dar início a uma grande carreira artística, impulsionado pelos seus professores e pelo diretor do Museu, Rudolf von Eitelberger. Michael Rieser utilizou seus serviços, bem como o de Franz Matsch (1861–1942) e do seu irmão Ernst, para os vitrais da "Igreja Votiva" – o primeiro grande edifício da "era da Ringstraße". [4]

Klimt, Ernst e Matsch fundaram a Künstlercompagnie (Companhia dos Artistas), aproveitando-se do boom da construção. Através da empresa Fellner und Hellmer, especializada na construção de teatros, a Companhia dos Artistas conseguiu trabalhos.

Mesmo depois de formados, Klimt, Ernst e Matsch, continuaram ligados à Escola. Uma carta dos três dirigida ao diretor do Museu (1884), reforça o desejo de serem contratados para grandes empreendimentos (demonstração de que Klimt tentou afirmar-se no mundo da arte historicista), principalmente na sua cidade natal: "(...)Os trabalhos que até agora realizamos foram... na sua maioria, para a província e o estrangeiro; o nosso maior desejo seria, por conseguinte, executar um trabalho importante na nossa cidade natal e teríamos talvez agora a oportunidade visto que as novas construções monumentais de Viena se aproximam do seu termo. De certo, a sua decoração pictórica vai ser exclusivamente atribuída segundo as partes mais importantes, ocupando, consequentemente, apenas os melhores artistas(...)".[5]

O desejo de trabalhar na Ringstraße foi realizado (1886-1888). A Companhia trabalhou em quadros de tetos das escadarias do Teatro Imperial. Na época, Klimt criou os quadros A Carroça de Téspis, O Teatro do Globo em Londres, O Altar de Dionísio, O Teatro de Taormina e O Altar de Vênus. A decoração das imponentes escadarias do Museu da História da Arte, estava destinada a Hans Makart. Com a sua morte, a Companhia dos Artistas foi contratada para a conclusão: pintura dos quadros dos cantos e dos intercolúnios (espaços de pintura entre as colunas).

As duas obras – a segunda, inicialmente destinada a Hans Makart, deveria se manter fiel ao modelo histórico – confrontaram Klimt com o "optimismo e a crença no progresso da burguesia liberal". Klimt colaborou com a decoração do Teatro Imperial e, também sob encomenda, fez o seu retrato. Em 1887, a Companhia é contratada pela Câmara Municipal de Viena para pintar o interior do antigo Teatro Imperial. Ao final dos trabalhos, Klimt é premiado com a "Cruz de Mérito de Ouro" (1888), pelos seus trabalhos nas escadarias do Teatro Imperial. Foi um momento importante para Klimt. O quadro [6] contribuiu para a obtenção do reconhecimento da sociedade vienense, sem, entretanto, seduzir Klimt a alinhar-se com a elite cultural que se intitulava, pouco antes da virada do século, como a verdadeira responsável pelo progresso material e cultural (Optimismo cultural da burguesia liberal).[

segunda-feira, julho 13, 2009

O CLÃ GUEDES VAZ EM CASTRO VERDE



Passaram hoje aqui por Castro Verde, os Guedes Vaz.
Não, não foi só o José Manuel Guedes Vaz, veio também a família ,a mulher, o Pedro (também nosso colega), e a sogra.

Entradas começa a estar no mapa devido à excelência dos seus restaurantes, e foi aí que almoçaram. Desta vez um belo almoço no "Celeiro".

Aqui em Castro foram recebidos pela TRANCA (??!!) no Jardim do Padrão onde foram trocadas figurinhas, se relembraram estórias antigas, e se cortou na pele do senhor Prior por não ter a porta da Basilica aberta.

No final aqui o escriba, agora provinciano assumido, congratulou-se por receber gente da cidade grande, a trazer novas de engarrafamentos e businadelas, de que tantas saudades tem....!!!!

O IMPÉRIO OTOMANO

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Império Otomano

↓ 1299 – 1922 →
Capital Söğüt (1299–1326)
Bursa (1326–1365)
Edirne (1365–1453)
Constantinopla (1453–1922)

Língua oficial Turco-otomano
Governo Monarquia
Sultões da Dinastia Otomana
• 1299-1326 Osman I
• 1918-1922 Mehmed VI
Grão-Vizir
• 1320-1331 Alaeddin Pasha
• 1919-1919 Damat Ferid Pasha
• 1920-1920 Damat Ferid Pasha
• 1920-1922 Ahmed Tevfik Pasha


O Império Otomano (دولت عالیه عثمانیه, transl. Devlet-i Âliye-yi Osmâniyye em turco otomano) foi um Estado que existiu entre 1299 e 1922 e que no seu auge compreendia a Anatólia, o Médio Oriente, parte do norte de África e do sudeste europeu. Foi estabelecido por uma tribo de turcos oguzes no oeste da Anatólia e era governado pela dinastia Osmanlı.

Em círculos diplomáticos, muitas vezes, fazia-se-lhe referência como "Sublime Porta" ou simplesmente como "A Porta", devido à cerimónia de acolhimento com que o sultão agraciava os embaixadores, à entrada do palácio.

Fundado por Osman I (em árabe Uthmān, de onde deriva o nome "otomano"), nos séculos XVI e XVII o império constava entre as principais potências políticas da Europa e vários países europeus temiam os avanços otomanos nos Balcãs. No seu auge, no século XVII, o território otomano compreendia uma área de 11.955.000 km² e estendia-se desde o estreito de Gibraltar, a oeste, até o mar Cáspio e o golfo Pérsico, a leste, e desde a fronteira com as atuais Áustria e Eslovênia, no norte, até os atuais Sudão e Iêmen, no sul.

Sua capital era a cidade de Constantinopla, tomada ao Império Bizantino em 1453. O Império Otomano foi a única potência muçulmana a desafiar o crescente poderio da Europa Ocidental entre os séculos XV e XIX. Declinou marcadamente ao longo do século XIX e terminou por ser dissolvido após sua derrota na Primeira Guerra Mundial. Ao final do conflito, o governo otomano desmoronou e o seu território foi partilhado. O cerne político-geográfico do império transformou-se na República da Turquia, após a guerra de independência turca.

A partir de 1517, o sultão otomano era também o Califa do Islão, e o império otomano era entre 1517 e 1922 (ou 1924) o sinónimo de Califado, o Estado Islâmico. O auge do Império Otomano foi durante o governo de Solimão, o Magnífico, no qual seus exércitos chegaram às portas de Viena, e Constantinopla foi transformada em capital cultural e política. Durante este breve período, o Califado atingiu sua máxima extensão, estendendo-se do Atlântico até Oceano Índico; do norte do Sudão até o sul da Rússia. Foi também durante o seu governo que ocorreu a Batalha de Rodes, Batalha de Tabriz, Batalha de Málaca, Batalha de Manila e o Cerco de Viena.

domingo, julho 12, 2009

JULIAN BEAVER



Para os curiosos que não entendem a técnica artística do inglês Julian Beaver, ele cria imagens 100% planas com giz e as transforma em 3-D através da arte de morphing. As imagens aparentemente anamórficas olhadas a partir do ângulo correto desafiam as leis da perspectiva.

preliminares

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Um velho fazendeiro tinha um bonito lago na sua enorme fazenda.
Depois de muito tempo sem ir ao local, decidiu dar uma olhada geral
para ver se estava tudo em ordem.
Pegou num balde para aproveitar o passeio e trazer umas frutas
existentes no caminho.
Ao aproximar-se do lago, escutou vozes femininas, animadas, divertindo-se.
Chegando mais perto, avistou um grupo de jovens mulheres banhando-se,
completamente nuas.
Ele fez-se presente e, com isso, todas fugiram para a parte mais funda
do lago, mantendo somente a cabeça fora d'água.
Uma das mulheres gritou:
-Não sairemos enquanto o senhor não for para bem longe!
O velho respondeu:
-Eu não vim até aqui para as ver a nadar ou a sairem nuas do lago!
Levantando o balde, ele disse:
-Eu só vim dar comida ao jacaré

gente nossa

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Esta imagem já tem quase 4 anos.
Foi captada na sala do back office e poucos dias antes do Viana sair ,o Augusto ainda ficaria mais uns tempos.
A Rita Chemela, a dar os primeiros passos entre nós, estava ainda no Back Office, como se sabe, agora pertence à equipa da Europa 1.
A Susana é a única que permanece .

sábado, julho 11, 2009

MORANDO NA PAREDE NO RIO DE JANEIRO

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Os irmãos e artistas plásticos Tiago e Gabriel Primo tiveram uma ideia inusitada para exibir a arte deles. Simplesmente montaram uma casa em uma parede a dez metros de altura no Rio de Janeiro.

A casa conta até com móveis e decoração, como rede, cama e mesa. O objetivo dos artistas é aproximar obras artísticas ao grande público. E está realmente fazendo sucesso, tanto que eles pensam em dar uma festa com direito a DJ e tudo mais.

A obra ficará exposta no centro do Rio até o dia 20 de agosto. Interessante, não?

GENTE NOSSA

ACTUALIDADE

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SENTENÇA...de 1487

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Arquivo Nacional da Torre do Tombo

SENTENÇA PROFERIDA EM 1487 NO PROCESSO CONTRA O PRIOR DE TRANCOSO

(Autos arquivados na Torre do Tombo, Armário 5, Maço 7)

"Padre Francisco da Costa, prior de Trancoso, de idade de sessenta e
dois anos, será degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas
públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os
quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi
arguido e que ele mesmo não contrariou, sendo acusado de:

...ter dormido com vinte e nove afilhadas e tendo delas noventa e sete
filhas e trinta e sete filhos;

de cinco irmãs teve dezoito filhas;
de nove comadres trinta e oito filhos e dezoito filhas;
de sete amas teve vinte e nove filhos e cinco filhas;
de duas escravas teve vinte e um filhos e sete filhas;
dormiu com uma tia, chamada Ana da Cunha, de quem teve três filhas, da
própria mãe teve dois filhos.

Total: duzentos e noventa e nove filhos, sendo duzentos e catorze do
sexo feminino e oitenta e cinco do sexo masculino...

...tendo concebido em cinquenta e três mulheres".

[agora vem o melhor:]

"El-Rei D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos
dezassete dias do mês de Março de 1487, com o fundamento de ajudar a
povoar aquela região da Beira Alta, tão despovoada ao tempo, e mandou
arquivar os papéis da condenação
."

sexta-feira, julho 10, 2009

VAI UMA AJUDINHA?

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DI STEFANO

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LA SAETA RUBIA, O GENIAL DONO DA CAMISOLA 9 DO REAL QUE AGORA PASSA PARA RONALDO

GRIPE A

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GRIPE A humana H1N1


43 PERGUNTAS E RESPOSTAS:

1 .- P: Quanto tempo pode durar o vírus vivo em uma superfície?
R: Até 10 horas.

2. -P: Qual a utilidade do álcool para limpar as mãos?
R: Deixa o vírus inativo e mata-o.

3 ..- Q: Qual é o meio mais eficaz de infecção deste vírus?
R: O ar não é a forma mais eficaz de transmissão do vírus, o fator mais importante para a fixação do vírus é a umidade, (revestimento do nariz, boca e olhos), o vírus não voa e não atinge mais de um metro distância.

4 .- Q: É fácil a infectar-se em aviões?
R: Não é um meio propício.

5 .- Q: Como posso evitar a infecção?
R:Não levar as mãos ao rosto, olhos, nariz e boca. Não ter contato com pessoas doentes. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia..

6 .- Q: Qual é o período de incubação do vírus?
R: Em média 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase que imediatamente.

7 .- Q: Quando você deve começar a tomar medicação?
R: Se tomada até 72 horas depois, as perspectivas são muito boas, a melhora é de 100%.

8 .- Q: Qual é a forma como o vírus entra no corpo?
A: Contato ao dar a mão ou beijar na bochecha. Ele penetra pelo nariz, boca e olhos.

9 .- Q: O vírus é letal?
R: Não, o que provoca a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é pneumonia

10 ..- Q: Quais os riscos dos familiares de pessoas que morreram?
R: Elas podem ser portadoras e formam uma cadeia de transmissão.

11 .- Q: A água nas piscinas transmite o vírus?
A: Não, porque ele contém substâncias químicas e clorados

12 .- Q: O que faz o vírus para provocar a morte?
R: Uma cascata de reações, tais como insuficiência respiratória, a pneumonia grave é a causa da morte.

13 .- Q: Quando pode iniciar o contágio, mesmo antes ou só quando os sintomas ocorrem?
R: Desde que se tenha o vírus antes dos sintomas

14 .- Q: Qual é a probabilidade de recaída com a mesma doença?
R: 0%, pois fica-se imune ao vírus.

15 .- Q: Onde é que o vírus se encontra no meio ambiente?
R: Quando uma pessoa contagiada tosse ou espirra , o vírus pode permanecer em superfícies lisas, como portas, dinheiro, papéis, documentos, desde que haja

umidade. Uma vez que não se pode esterilizar o ambiente é extremamente recomendada higiene das mãos.

16 .- Q: Se eu for para um hospital particular podem cobrar-me o remédio?
R: Não, existe um acordo de não cobrar, porque o governo o está proporcionando a todas as instituições de saúde públicas e privadas.

17 .- Q: O vírus ataca mais os asmáticos?
R: Sim, esse pacientes são mais sensíveis, mas este é um germe novo, todos são igualmente suscetíveis.

18 .- Q: Qual é a população que este vírus está atacando?
R: 20 a 50 anos de idade.

19 .- Q: A máscara é útil para cobrir a boca?
R: Há algumas melhores do que outras, mas se você for saudável é contraproducente, pois o vírus, por seu tamanho, atravessa-a como se ela não existisse e

usando a máscara, é criado dentro da área do nariz e da boca um microclima úmido favorável ao desenvolvimento do vírus. Mas se você já está infectado,

melhor usá-la para evitar infectar outras pessoas, neste caso ela é relativamente eficiente.

20 .- Q: Posso fazer exercício ao ar livre?
R: Sim, o vírus não vai para o ar e não tem asas.

21 .- Q: Existe alguma vantagem em tomar vitamina C?
R: Não serve de nada para evitar a infecção por este vírus, mas ajuda a resistir aos sintomas.

22 .- Q: Quem está a salvo da doença ou quem é menos suscetível?
R: Não há ninguém a salvo, o que ajuda é a higiene dentro de casa, escritório, utensílios e não ir a lugares públicos.

23 .- Q: Será que o vírus se move?
R: Não, o vírus não tem nem pernas nem asas, só com um empurrão para entrar no interior do corpo.

24 .- Q: Os bichos de estimação podem propagar o vírus?
R: Este vírus não, talvez alguns outros vírus.

25 .- Q: Se eu for a um velório de alguém que morreu deste vírus posso infectar-me?
R: NÃO.

26 .- Q: Qual é o risco de mulheres grávidas com o vírus?
R: As mulheres grávidas têm o mesmo risco de qualquer pessoa, mas é por dois, elas podem tomar antivirais em caso de infecção, mas com rigorosa

supervisão médica.

27 .- Q: O feto pode ter lesões se uma mulher grávida é infectada por este vírus?
R: Não sabemos o que pode acontecer, pois é um vírus novo.

28 .- Q: Posso tomar ácido acetilsalisílico (aspirina)?
R: Não é recomendado, pode causar outras doenças, a menos que tenha sido receitado para problemas coronários, nesse caso, deve-se continuar.

29 .- Q: Existe alguma vantagem em tomar antivirais antes dos sintomas?
R: Não é bom.

30 .- Q: As pessoas com HIV, diabetes, aids, câncer, etc. podem ter mais complicações do que uma pessoa saudável, quando do contágio pelo vírus?
R: Sim.

31 .- Q: A gripe convencional poderia tornar-se Influenza A?
R: NÃO.

32 .- Q: O que mata o vírus?
R: O sol, mais de 5 dias no ambiente, o sabão, os antivirais específicos, o álcool gel.

33 .- Q: O que fazer para prevenir infecções, nos hospitais, para outros pacientes que não têm o vírus?
R: Isolamento

34 .- Q. O álcool gel é eficaz?
R: Sim, muito eficaz.

35 .- Q: Se eu sou vacinado contra a gripe sazonal eu estou segura?
R: Não serve de nada, ainda não há vacina para o vírus.

36 .- Q: Este vírus está sob controle?
A: Não totalmente, mas estão sendo tomadas medidas agressivas de contenção.

37 .- Q: O que acontece com a mudança de alerta 4 para 5?
R: Fase 4 não é diferente da fase 5, só significa que o vírus se propagou de pessoa a pessoa em mais de 2 países, e a fase 6, é que se propagou para

mais de 3 países.

38 ..- P. Quem foi infectado por este vírus e está saudável, é imune?
R: Sim.

39 .- Q: As crianças que têm tosse e constipações podem estar com a gripe A?
R: É pouco provável, as crianças são pouco afetadas.

40 .- Q: Quais medidas as pessoas que trabalham devem tomar?
R: Lave as mãos várias vezes ao dia.

41 .- Q: Eu posso pegá-lo ao ar livre?
R: Se as pessoas estão infectadas e tossem ou espirram perto de você, pode acontecer, mas o ar é um meio de pouco contágio.

42 .- Q: Pode você comer porco?
R: Sim você pode e não há risco de contágio.

43 .- Q: Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está sob controle?
R: Embora a epidemia esteja controlada agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode retornar e provavelmente não haverá vacina ainda.

a 10 de JULHO nasceu MARCEL PROUST

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Marcel Proust


O desejo floresce, a posse faz murchar todas as coisas.
(Marcel Proust)


Valentin Louis Georges Eugène Marcel Proust (Auteuil, 10 de Julho de 1871 — Paris, 18 de Novembro de 1922) foi um escritor francês.

Filho de Adrien Proust, um célebre professor de medicina, e Jeanne Weil, alsaciana de origem judaica, Marcel Proust nasceu numa família rica que lhe assegurou uma vida tranqüila e lhe permitiu freqüentar os salões da alta sociedade da época.

Após estudos no liceu Condorcet, prestou serviço militar em 1889. Devolvido à vida civil, assistiu na École Libre des Sciences Politiques aos cursos de Albert Sorel e Anatole Leroy-Beaulieu; e na Sorbonne os de Henri Bergson cuja influência sobre a sua obra será essencial.

Em 1900, efectuou uma viagem a Veneza e se dedica às questões de estética. Em 1904, publicou várias traduções do crítico de arte inglesa John Ruskin (1904). Paralelamente a artigos que relatam a vida mundana publicados nos grandes jornais (entre os quais Le Figaro), escreveu Jean Santeuil, uma grande novela deixada incompleta e que continuará a ser inédito, e publicou Os Prazeres e os Dias (Les Plaisirs et les Jours), uma reunião de contos e poemas.

Após a morte dos seus pais, a sua saúde já frágil deteriorou-se mais. Ele passou a viver recluso e a esgotar-se no trabalho. A sua obra principal, Em Busca do Tempo Perdido (À la Recherche du Temps Perdu), foi publicada entre 1913 e 1927, o primeiro volume editado à custa do autor na pequena editora Grasset ainda que muito rapidamente as edições Gallimard recuaram na sua recusa e aceitaram o segundo volume À Sombra das Raparigas em Flor pela qual recebeu em 1919 o prêmio Goncourt.

A homossexualidade é tema recorrente em sua obra, principalmente em Sodoma e Gomorra e nos volumes subseqüentes. Trabalhou sem repouso à escrita dos seis livros seguintes de Em Busca do Tempo Perdido, até 1922. Faleceu esgotado, acometido por uma bronquite mal cuidada.

AYATOLLAH VIEIRA


O AYATOLLAH VIEIRA VENCEDOR DAS ELEIÇÕES (???)PARA LÍDER SUPREMO, CONCLAMA QUE A PARTIR DE AGORA OS JOGADORES DO GLORIOSO VÃO TER DE DEIXAR CRESCER A BARBA, E O ESTÁDIO VAI FICAR INTERDITO A MULHERES, PASSANDO A CHAMAR-SE NÃO CATEDRAL, MAS SIM "MESQUITA DA LUZ"

ATRÁS PODE-SE VER OS MUFTIS RUI COSTA E O BARBAS, DO CONSELHO DE GURDIÕES.
à ESQUERDA O GUARDA DA REVOLUÇÃO YUOSSEF VEIGA.

O PRÉMIO FOTOGRAFIA DA INATEL

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A NOSSA BANDEIRA E O
NOSSO HINO FLANOU E
E SUOU NA CERIMÓNIA
DA ENTREGA DOS PRÉ-
MIOS "fotografia" DA
INATEL.


O PEREIRA DE SOUSA, VENCEDOR DO 1º.PRÉMIO FOTOGRAFIA, DA INATEL, AQUI FESTEJANDO COM A NOSSA COLEGA ADELAIDE


Um prémio ganho por gente nossa é sempre notícia para a TRANCA.

Aquando do nosso almoço em Cabeção, o Pereira de Sousa captou ,como sempre faz, imensas imensas ,não só do nosso encontro, mas também dos locais onde nos deslocamos.

Com uma dessa fotos , o Pereira de Sousa acaba de ganhar o 1º.Prémio do Concurso de

fotografia da Inatel, que vem publidada na Revista "TEMPO TIVRE" da Inatel Julho-Agosto.


Parabéns da TRANCA.

quinta-feira, julho 09, 2009

preliminares

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Uma amiga minha fez sua primeira viagem a NY. Tudo era novidade!
Hospedou-se num tremendo cinco estrelas.
Ao chegar á sua suite foi fazer um pipizinho. Estava apertada e já
quase a pingar a calcinha.
Sentou naquele luxuoso banheiro e, ao terminar, notou que faltava
papel higiênico!
Muito chateada, de dentro do banheiro mesmo, telefonou para a
recepcionista bilingue:
- Minha filha...que absurdo! Um hotel dessa categoria sem papel
higiênico? Como vou limpar a minha...?
- Desculpe senhora, mas não usamos mais esse tipo de material em
nossos hotéis...
- Por gentileza, veja o painel a seu lado. Aperte o primeiro botão à
sua esquerda.
A minha amiga, curiosa, seguiu as instruções. Imediatamente um jatinho
delicioso de água morna foi esguichado.
- Senhora, agora aperte o segundo botão, ao lado do primeiro.
Imediatamente, um ventinho quente rapidamente a secou.
- Que maravilha, disse a hóspede.
- Espere senhora. Por favor agora aperte o terceiro botão.
Ela apertou, e sentiu uma borrifada de um delicioso perfume francês
que foi lançado.
Maravilhada com tanta tecnologia, não se conteve e exclamou:
- C a a a a r a a a a a l h o!!!
E a recepcionista bilingue imediatamente respondeu:
- É no botão vermelho, senhora. Queira, por gentileza, especificar
cor, comprimento e a espessura.

quarta-feira, julho 08, 2009

HOJE VOLTEI À "CAVALARIÇA" EM ENTRADAS

-
O NOSSO ENCONTRO DE ABRIL
DECORREU EM ENTRADAS .
-CASTRO VERDE.

Hoje, voltei a almoçar na Cavalariça , o excelente Restaurante de Entradas-
A Feijoada de porco preto estava de estalo.
À conversa com a proprietária saltou da memória o almoço que lá se realizou na yltima semana de Abril e que foi de muito agrado do pessoal.

Recordo aqui algumas imagens desse dia


O COTRIM FOI A ESTREIA ABSOLUTA

Entradas é uma localidade muito interessantem que em 1845 já foi sede de Concelho, que perdeu para Castro Verde a quem pertence administrativamente.
Tem um jardim único pelo seu tamanho e configuração, que logo arrancaram algumas palavras de admiração no pessoal.

O almoço constrou de "Sopa de cação" que na opinião generalizada estava muito
Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!
saborosa e de "ensopado de cabrito" igualmente do agrado do pessoal.
















Mais uma vez, e após a degustação dos primeiros pratos, se estabeleceu uma circulaão mais ou nemos anárquica do pessoal entre as mesas, possibilitando as habituais conversas,piadas, recordações.





NO LARGO DA IGREJA EM ENTRADAS


O FARINHO,UM ALENTEJANO DA VIDIGUEIRA EM ENTRADAS

preliminares

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Um koala estava sentado numa árvore, fumando um charro...

Uma lagartixa que passava, olhou para cima e disse:
- Hei, Koala...tá tudo bem? O que estás a fazer?'

O koala disse:
- Curtindo uma broca. Sobe, pá...
A lagartixa subiu na árvore e sentou-se ao lado do koala, curtindo alguns charros. Após algum tempo, a lagartixa disse:
- Porra, Koala, tenho a boca sêca, vou beber água ao rio....

A lagartixa, desorientada com o fumo, inclinou-se muito e caiu directamente no rio.
Um jacaré, quando a viu cair, nadou até ela, ajudando-a a subir p'rá margem.
Depois, perguntou:
- Então, lagartixa? O que aconteceu?
A lagartixa explicou que ela estava curtindo umas brocas com o koala numa árvore, ficou azambuada e caiu no rio.
O jacaré disse que ia verificar esta história e, entrando da floresta, encontrou o koala sentado num galho, ganzado de todo.
O jacaré olhou para cima e disse:
- Ei! Ó tu aí em cima!
O koala olhou para baixo e disse:
- Fodasse, Puta que pariu ... , Lagartixa.
Quanta água é que tu bebeste?!!

"QUARTA FEIRA DA CALÇA BRANCA" NO REV


A TERESA ABRAÇOS, FILIPA,RITA,MARTA,MÓNICA,TERESA MENDES E LEONOR, DESLUMBRARAM

O REV, teve hoje um dia diferente.
Celebrou-se A "QUARTA DA CALÇA BRANCA" , com o êXito que se imagina pela imagem que acima mostro.
A TRANCA saúda e incita a outros eventos que agitem e embelezem aquele espaço, e agradece ao Ricardo Dinis o envio da imagem.

terça-feira, julho 07, 2009

17º-FESTIVAL DE CURTAS DE VILA DO CONDE

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ESTÁ A DECORRER DESDE
O DIA 4 E PROLONGA-SE
ATÉ 12 DESTE MÊS O
17º.FESTIVAL DE CURTAS
DE VILA DO CONDE


17º Curtas Vila do Conde
4 a 12 DE JULHO 2009

Primeira edição em 1993

De 4 a 12 de Julho de 2009, o CURTAS VILA DO CONDE – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA está de regresso. A sua 17ª edição marcou a reabertura do Teatro Municipal de Vila do Conde, em remodelação desde 2006, obra que resulta da recuperação de um edifício emblemático, o antigo Cine-Teatro Neiva, um espaço aberto ao público em 1949 e que se encontra encerrado há cerca de duas décadas. O novo edifício tem a dimensão ideal para o Festival, que permitirá concentrar todos os espaços necessários à sua realização.
O 17º Curtas Vila do Conde propõe uma programação dinâmica que privilegia a diversidade de abordagens e propostas do universo cinematográfico, cruzando-as com outras linguagens artísticas como as artes plásticas, vídeo-arte, ou a música.

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL
Apresentará 46 filmes que atestam o excelente momento que atravessa o panorama mundial de produção de curtas, caracterizados pelas abordagens às temáticas que marcam a actualidade, com incidência na complexidade de culturas em mutação e histórias singulares. Com um total de 27 países representados, assiste-se a um reforço na variedade e abordagens artísticas, de géneros e de origens geográficas, com predominância para a produção europeia mas também para o número significativo de filmes vindos da América Latina, região que tem vindo a afirmar-se como a que mais tem dado que falar nos recentes festivais internacionais, tanto nas longas como nas curtas-metragens. Este ano marca também o regresso à competição de diversos conceituados autores que já passaram em edições anteriores do Festival, como são exemplo Eija-Liisa Ahtila, Yann Gonzalez, Bill Plympton ou Frank Beauvais, entre muitos outros.

COMPETIÇÃO NACIONAL
Mostrará uma selecção de 10 filmes que reflectem o momento de prestígio internacional que o cinema português atravessa no presente instante. A grande parte das obras a apresentar são estreias, garantindo a importância que a competição nacional do Festival assumiu desde a sua criação em 1995.

Uma das características essenciais do Curtas tem sido a sua capacidade de mutação face à diversidade da linguagem cinematográfica e de adaptação às exigências do público que nos acompanha todos os anos. Seguindo estas linhas orientadoras de programação, o Festival apresenta em 2009 duas novas secções competitivas.

COMPETIÇÃO REMIXED
A competição Remixed, para filmes experimentais, é a conclusão de uma ideia de programação iniciada em 2006, em volta das linguagens e apresentações mais arrojadas esteticamente. Em três sessões de curtas metragens de carácter experimental, esta nova competição é uma oportunidade para descobrir obras de realizadores consagrados e novas propostas de autores emergentes, todos realizados entre 2008 e 2009. Também aqui são evidentes as escolhas do Festival, ao programar autores como Ken Jacobs, a artista holandesa Manon de Boer ou o cineasta austríaco Siegfried Fruhauf.

No campo das propostas mais experimentais, o Remixed propõe um programa de filmes concerto e performances que assinalam a flexibilidade e heterogeneidade dos territórios do cinema com outras áreas artísticas, em que a maior parte dos projectos resulta de convites do Festival para o desenvolvimento de bandas sonoras originais para um conjunto de filmes que cruzam autores que se destacaram em diferentes alturas do universo cinematográfico do século XX. O primeiro filme-concerto é uma estreia em Portugal.

TAKE ONE!
O Take One! completa em 2009 a sua 5ª edição e continua a ser o espaço privilegiado para a apresentação de trabalhos dos estudantes das escolas de cinema e audiovisuais portuguesas. Composto por uma competição de filmes de escola, o Take One!, conta com a participação de filmes produzidos exclusivamente nas escolas nacionais, com uma selecção final que resultou num total de 12 filmes, divididos em 2 sessões, representando 9 diferentes escolas. O Take One! proporciona ainda um programa formativo, sob a forma de workshops, este ano a cargo de Simon Schäfer e Randy Tack, masterclasses, conferências e a maratona de vídeo realizada em 48 horas, o VídeoRun Restart.

BACK TO THE FUTURE: THE FUTURE IS NOT WHAT IT USED TO BE
Desde os seus primórdios que o cinema sonhou com o futuro, em fantasias idealizadas ou em antevisões catastrofistas. A ficção científica, tanto no cinema como na literatura, sempre existiu nestes dois pólos opostos, isto é, tanto como um alerta para os perigos da ciência e da evolução da sociedade, como uma exaltação do melhor que existe no progresso científico. Mas é verdade que há 50 anos muitas das visões do futuro eram mais positivas. Basta olharmos para os filmes actuais de ficção científica, em que imperam visões mais negativas de sociedades totalitárias, de calamidades ecológicas globais, para vermos que o futuro já não é o que era… As curtas metragens que integram este programa temático são, pois, utopias do século passado que nos levam de regresso ao futuro, tal como sonhado pela imaginação humana em vários aspectos da vida quotidiana, da ciência, da sociedade, do design, da arquitectura ou do urbanismo.

EXPOSIÇÕES
A pensar na cidade em que se inscreve, o Curtas propõe 3 exposições inscritas num percurso por Vila do Conde, que passa por diferentes espaços como o Centro de Memória, Solar Galeria de Arte Cinemática e Teatro Municipal.
A exposição “No Cinema”, patente no Centro de Memória, é uma colectiva de diversos artistas relacionados com a programação do próprio Curtas e da Solar Galeria de Arte Cinemática, que apresenta um conjunto de obras que se articulam em torno das ruínas do cinema enquanto espaço físico e dos vestígios materiais dessa experiência, presentes na memória do espectador.
A Solar – Galeria de Arte Cinematográfica, irá acolher o trabalho da fotógrafa e realizadora finlandesa Salla Tykkä, que tem vindo a desenvolver um percurso singular entre a fotografia, o vídeo e o cinema, e cuja obra tem vindo a ser vindo a ser aclamada a nível internacional. Insere-se numa geração de artistas nórdicos, cujo trabalho fortemente influenciado pelo imaginário da televisão e da música Pop, reflecte sobre o papel da mulher e do homem na sociedade e cultura contemporâneas.
O trabalho dos franco-libaneses Khalil Joreighe e Joana Hadjithomas estará em destaque com a exposição "Wish We Could tell" no Teatro Municipal de Vila do Conde. A esta exposição, acrescentam-se ainda as sessões especiais de cinema e uma masterclass dedicadas aos 2 cineastas e artistas visuais.

CURTINHAS
A pensar no público mais jovem, o Festival apresenta em 2009 a nova secção Curtinhas, uma aposta na formação e sensibilização de públicos que resulta das experiências anteriores do Curtas e do projecto anual ANIMAR, que há 4 anos programa actividades de educação pela imagem dirigidas a crianças e jovens de diferentes faixas etárias. Partindo deste conceito de aproximação das crianças e jovens ao universo cinematográfico, nasce uma nova competição dedicada aos mais novos. Para além de uma série de outras iniciativas – workshops para pais e filhos, espaço dedicado nas instalações do Festival – será apresentada, em três sessões competitivas para diferentes escalões etários (M/3, M/6 e M/12) e público em geral, com a particularidade de que o júri será composto por crianças. Um destaque especial vai para o espaço infantil que permitirá aos espectadores do Festival – grande público, convidados e membros do júri -, assistir às sessões, sabendo que em simultâneo os seus filhos usufruem de um lugar de diversão e aprendizagem, sob a orientação de uma equipa de formadores. Este espaço terá, num horário coincidente com o das sessões de cinema, uma programação permanente constituída por ateliers de construção de brinquedos ópticos, ateliers de animação, oficinas de expressão plástica e outras experiências tendo como ponto de partida o cinema de animação.

FILMES-CONCERTO
Espaço do Festival que apresenta uma selecção de curtas, filmes concerto e performances audiovisuais, destacando-se em 2009 as presença de Tigrala, projecto de Norberto Lobo (PT) com “Tabu”, de Robert Flaherty e F. W. Murnau, Dean & Britta (US) (ex- Galaxie 500, Luna), com os Screen Tests de Andy Warhol, e Vinicius Cantuária (BR) e Takuya Nakamura (JP), com Manhatta, De Paul Strand, entre outras curtas metragens.

IN PROGRESS
A secção In Progress, especialmente dedicada à apresentação de vídeos, instalações e outros trabalhos que dificilmente poderiam ser apresentados dentro do conceito tradicional de festival de cinema, focando autores cujas obras foram já exibidas em Vila do Conde, acolhe o mais recentre trabalho do realizador norte americano Jim Jarmusch. Outro dos destaques desta secção é a apresentação da colectânea de 22 curtas metragens “Stories on Human Rights”, a partir de um convite lançado a diversos cineastas pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos do Homem tendo como ponto de partida os seis temas que traduzem os ideais consagrados na Declaração dos Direitos do Homem: Cultura, Desenvolvimento, Dignidade e Justiça, Meio Ambiente, Género e Participação. Alguns dos cineastas convidados são presenças habituais no Curtas Vila do Conde, casos de Dominique Gonzalez-Foerster, Charles de Meaux, Abderrahmane Sissako ou Apichatpong Weerasethakul.?Ainda no In progress e a marcar a sessão de encerramento do Festival, Manoel de Oliveira regressa a Vila do Conde após a homenagem realizada em 2008 pelo Curtas a propósito da comemoração do seu 100º aniversário, com a curta-metragem “Romance de Vila do Conde”, gravado na década de 60.

A finalizar os destaques ao 17º Curtas Vila do Conde, surge a selecção de filmes dos programas Panorama Nacional e do Panorama Europeu, este ano dedicado à produção cinematográfica da Grécia, Suécia, Dinamarca, Finlândia e Roménia.

Referência ainda para os dois debates agendados para o Festival. Um primeiro debate será dedicado ao tema “Estado Crítico”, onde serão convidados alguns dos principais críticos portugueses e espanhóis para uma conversa sobre o estado actual da crítica cinematográfica, no contexto nacional e internacional. A crítica do cinema das salas comerciais, do cinema dos festivais, dos jornais diários, dos semanários, das revistas de cinema, dos blogs. Num segundo momento, e num ano em que a Agência da Curta Metragem celebra 10 anos de actividades, o Festival a partir do tema “Curtas portuguesas 10 anos depois”, reflecte sobre a produção nacional recente de curta-metragem, o seu papel no perfil percebido do cinema nacional em Portugal e além fronteiras, entre os quais a legitimação do formato curta-metragem, a diversidade de abordagens e percursos seguidos pelos criadores nacionais, ou o espaço público da curta-metragem nacional fora dos festivais de cinema.

Como vem sendo habitual, o Festival organiza o 13º Mercado da Curta Metragem, dedicado exclusivamente a profissionais, que permite o visionamento em vídeo de todos os títulos inscritos e curtas-metragens recentes de todo o mundo listadas com todos os dados mais importantes.


Existe muito mais a descobrir, durante os 9 dias do Festival!

viajar de pé de avião??

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Viajar de avião em pé está nos planos da Ryanair

A ‘low-cost' irlandesa Ryanair está a estudar a possibilidade de vender bilhetes de avião a passageiros que estejam dispostos a viajar de pé em rotas de pequeno curso.

De acordo com a empresa, a medida pode aumentar a capacidade dos aviões em 30% e reduzir custos em 20%.

O presidente executivo da empresa, Michael O'Leary, afirmou que, caso a ideia seja aprovada pela autoridade de aviação irlandesa, esta será implementada através da adaptação de aviões já existentes e nos novos aparelhos que entretanto sejam comprados, já com o interior modificado.

Segundo o mesmo responsável, a empresa já falou com a Boeing sobre a viabilidade de um projecto para modificar a parte traseira dos aviões para instalar uma série de "assentos verticais", semelhantes às cadeiras de um balcão de bar.

Assim, acrescenta, o passageiro poderá sentar-se e colocar o cinto ou permanecer de pé, quando as condições de voo permitirem e a viagem não superar os 90 minutos de duração.

Para o porta-voz da empresa, Stephen McNamara, a iniciativa está em total conformidade com os procedimentos de segurança. O mesmo responsável afirmou ainda que os passageiros vão pagar menos pelo bilhete caso optem por viajar em pé. Segundo o "Daily Mail", um esquema similar foi posto em prática recentemente pela companhia chinesa Spring.

Esta é a última de uma série de medidas de redução de custos postas em prática pela Ryanair. Entre as outras iniciativas estão a intenção de obrigar os passageiros a levar a sua própria bagagem até ao avião, a cobrança de 1 libra esterlina para a utilização da casa de banho durante o voo e a introdução de um imposto de obesidade para passageiros com excesso de peso.

Desde Outubro do ano passado que a companhia irlandesa não dispõe de balcões de 'check-in' nos aeroportos, sendo o cliente obrigado a fazer o procedimento via internet. Caso tenha bagagem a despachar, o passageiro é obrigado a pagar uma taxa.

preliminares

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Marcelina era uma daquelas moças feias. Feia com força! Mas pensa numa moça feia!
Tão desengonçada que nunca tinha conseguido arranjar um namorado.
Foi pedir auxílio a uma vidente:
Disse a vidente:
- Minha filha! Nesta vida você não vai ser muito feliz no amor... Mas na próxima encarnação, você será uma mulher muito cobiçada e todos os homens se arrastarão aos seus pés...
Marcelina saiu de lá muito feliz e, ao passar por um viaduto, pensou: 'Quanto mais cedo eu morrer, mais cedo começará a minha outra vida! '
E decidiu atirar-se lá de cima, do viaduto na mesma hora.
Mas, por uma dessas incríveis coincidências, Marcelina não morreu...
Marcelina caiu de costas em cima de um caminhão carregado de bananas, perdendo, então, os sentidos...
Assim que se recuperou, ainda atordoada e sem enxergar direito nem saber onde estava, começou a apalpar à sua volta e, sentindo as bananas, murmurou, com um sorriso nos lábios...
- 'Senhores, por favor! Um de cada vez...!!! '

FERNANDEL

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QUEM SE LEMBRA DO
ACTOR FRANCÊS
FERNANDEL?



Fez rir muitas gerações.

Fernandel, cujo nome verdadeiro era Fernand Joseph Désiré Contandin, nasceu em 8 de Maio de 1903 em Marselha. Ela começa em 1922 em Nice como troupier quadrinhos e, em seguida, foi para Paris e triunfo na comic canção no Concert Mayol. Em 1930, o filme começa Fernandel, paralelamente Raimu em um filme de Robert Florey, "The Black and White". Fernandel rapidamente se tornou um ator popular, bem como cinema, com os seus originais física que explora plenamente em ambos os papéis cômico que dramático. Seu encontro com Marcel Pagnol permite-lhe para mostrar o seu talento como actor e da sua grande sensibilidade: "Angel" (1934), "recuperar" (1937), "Le Schpountz" (1938), "La Fille du coveiro" (1940), "Naïs" (1945) e "Topázio" (1950). Seu talento multifacetado foi destacado, a partir de 1930 para 1969 em cerca de cento e cinqüenta filmes, mais ou menos memorável. Morreu em 26 de Fevereiro de 1971.

CAPA DA TRANCA 26


CAPA DA TRANCA 26, de autoria de ZÉ CARLOS CARVALHO

a 7 de Julho nasceu MARC CHAGAL

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Marc Chagall

Marc Chagall (Vitebsk, Bielorrússia, 7 de julho de 1887 — Saint-Paul de Vence, França, 28 de março de 1985) foi um pintor, ceramista e gravurista surrealista russo-francês.

De seu verdadeiro nome Moishe Zakharovich Shagalov (em bielorusso: Мойша Захаравіч Шагалаў; em russo: Мовшa Хацкелевич Шагалов), iniciou a sua formação artística quando entrou para o ateliê de um retratista famoso da sua cidade natal. Lá aprendeu não só as técnicas de pintura, como a gostar e a exprimir a arte. Ingressou, posteriormente, na Academia de Arte de São Petersburgo, de onde rumou para a próspera cidade-luz, Paris.

Ali entrou em contacto com as vanguardas modernistas que enchiam de cor, alegria e vivacidade a capital francesa. Conheceu também artistas como Amedeo Modigliani e La Fresnay. Todavia, quem mais o marcou, deste próspero e pródigo período, foi o modernista Guillaume Apollinaire, de quem se tornou grande amigo.

É também neste período que Chagall pinta dois dos seus mais conhecidos quadros: Eu e a aldeia e O Soldado bebé, pintados em 1911 e em 1912, respectivamente.

Os títulos dos quadros foram dados por Blaise Cendrars. Coube a Guillaume Apollinaire selecionar as obras que seriam posteriormente expostas em Berlim, no ano em que a 1º Grande Guerra rebentou, em 1914.

Neste ano, após a explosão da guerra, Marc Chagall volta ao seu país natal, sendo, portanto, mobilizado para as trincheiras. Todavia, permaneceu em São Petersburgo, onde casou um ano mais tarde com Bella, uma moça que conheceu na sua aldeia.

Depois da grande revolução socialista na Rússia, que pôs fim ao regime autoritário czarista, foi nomeado comissário para as belas-artes, tendo inaugurado uma escola de arte, aberta a quaisquer tendências modernistas. Foi neste período que entrou em confronto com Kasimir Malevich, acabando por se demitir do cargo.

Retornou então, a Paris, onde iniciou mais um pródigo período de produção artística, tendo mesmo ilustrado uma Bíblia. Em 1927, ilustrou também as Fábulas de La Fontaine, tendo feito cem gravuras, somente publicadas em 1952. São também deste ano conhecidas, as suas primeiras paisagens.

Visitou, em 1931, a Palestina e, depois, a Síria, tendo publicado, em memória destas duas viagens o livro de carácter autobiográfico Ma vie (em português: Minha vida).

Desde o ano de 1935, com a perseguição dos judeus e com a Alemanha prestes a entrar em mais uma guerra, Chagall começa a retratar as tensões e depressões sociais e religiosas que sentia na pele, já que também era judeu convicto.

Anos mais tarde, parte para os Estados Unidos da América, onde se refugia dos alemães. Lá, em 1944, com o fim da guerra a emergir, Bella, a sua mulher, falece, facto que lhe causa uma enorme depressão, mergulhando novamente no mundo das evocações, dos chamamentos, dos sonhos. Conclui este período com um quadro que já havia iniciado em 1931:Em torno dela.

Dois anos depois do fim da guerra, regressa definitivamente à França, onde pintou os vitrais da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Na França e nos Estados Unidos da América pintou, para além de diversos quadros, vitrais e mosaicos. Explorou também os campos da cerâmica, tema pelo qual teve especial interesse.

Em sua homenagem, em 1973, foi inaugurado o Museu da Mensagem Bíblica de Marc Chagall, na famosa cidade do sul da França, Nice. Em 1977 o governo francês condecorou-o com a Grã-cruz da Legião de Honra.

Tendo sido um dos melhores pintores do século XX, Marc Chagall faleceu em Saint-Paul-de-Vence, no sul da França, em 1985.



Algumas obras do artista
Eu e a Aldeia, 1911
O prometido, 1911
A Chuva, 1911
Maternidade, 1912
Paris à Janela, 1913
Sobre Vitebsk, c. 1914
Mania cortando o pão, 1914
O violinista verde, 1923-1924
A sirene, 1945
A Praça da Concórdia, Paris, 1960
Vila cinzenta, 1964
Cesta de frutas e ananás, 1964
O círculo vermelho, 1966
Alegria, 1880
Canção: A tora vermelha, 1981
O palhaço voador, 1981

segunda-feira, julho 06, 2009

OS "CEBOLA MOL"

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A TRANCA CHAMA A ATENÇÃO
PARA A "DENSIDADE" DESTE
PROJECTO



Cebola Mol é um duo famoso da música portuguesa. Constituído, diz a a lenda, por dois gémeos com 7 anos de diferença. De entre os seus temas mais famosos temos: joli ", "E os meus irmões bateram-me", "Olá, Olá", "Paulada nos queixos".

DESTE ULTIMO ESPECTÁCULO(?)


aqui vai um exerto da sua actuação, também conhecid como "QUEIXADAS DE SINTRA"

eles disseram

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"De manhã é o Vilarinho, à tarde o Alvarinho e à noite é qualquer vinho!"
(MANUEL VILARINHO)
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As companhias aéreas de aviação continuam a perder passageiros.
É aí que se vê como os nossos grandes clubes têm enorme sentido de responsabilidade.
Contratam "paletes" de sul-americanos para incrementar as viagen aéreas...
(BARBA & CABELO- A BOLA)
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O emprego é a foma mais poderosa de coesão social.O desemprego não é apenas um problema económico, é um grave risco para a democarcia
(DANIEL OLIVEIRA)
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Deixar o problema do emprego às mãos da iniciativa privada, sem regulação, é irreponsável e um crime sem perdão.
(SAMUEL CHAVES)

DIZ-ME, ESPELHO MEU, HAVERÁ ALGUM CANDIDATO MELHOR QUE EU?

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BIAFRA

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BIAFRA REPRESENTOU DURANTE
MUITOS ANOS SINÓNIMO DE
FOME, MAGREZA,GENOCIDIO


Biafra


1967 – 1970 →

A República do Biafra foi um estado secessionista no sudeste da Nigéria. O Biafra era habitado maioritariamente pelo povo ibo e existiu de 30 Maio de 1967 a 15 de Janeiro de 1970. A secessão foi liderada pelos igbos dadas as tensões económicas, étnicas, culturais e religiosas entre os vários povos da Nigéria e a criação do novo país, batizado segundo a Bight of Biafra (a baía atlântica no sul), esteve entre as causas para a Guerra Civíl Nigeriana, também conhecida por Guerra Nigéria-Biafra.

O Biafra foi reconhecido pelo Gabão, Haiti, Costa do Marfim, Tanzânia e Zâmbia. Outras nações não deram reconhecimento oficial, mas providenciaram assistência ao Biafra. Israel, França, Portugal, a Rodésia, a África do Sul e a cidade do Vaticano providenciaram apoio. O Biafra também recebeu ajuda de organizações não governamentais como a Joint Church Aid, a Holy Ghost Fathers of Ireland, a Caritas International, a MarkPress e a U.S. Catholic Relief Services.

História
] Secessão
Em 1960, a Nigéria tornou-se independente do Reino Unido. De forma semelhante aos outros novos estados africanos, as fronteiras do país não tinham sido desenhadas de acordo com territórios antigos. Daí surgiu que a região norte desértica do país contivesse estados muçulmanos feudais semi-autónomos, enquanto que a população do sul era predominantemente cristã e animista. O seu precioso petróleo, principal fonte de receitas, localizava-se no sul do país.

Após a independência, a Nigéria estava dividida por linhas étnicas, com os haussas e os fulanis no norte, os iorubas no sudoeste e os ibos no sudeste. Em resposta a motins ocorridos no ano anterior, de onde tinham resultado 30.000 ibos mortos e aproximadamente um milhão de ibos refugiados, em Janeiro de 1966, um grupo maioritariamente constituído por ibos, levou uma revolta militar com o objetivo de se separar da Nigéria.

Em Julho de 1966, oficiais do norte e unidades do exército preparam um golpe de estado. Oficiais muçulmanos nomeiam um cristão proveniente de um pequeno grupo étnico (os angas) no centro da Nigéria, o tenente-coronel Yakubu "Jack" Gowon, como cabeça do Governo Militar Federal (FMG). A violência contínua impediu o regresso do poder aos cidadãos; entre 8 a 10 milhares de ibos foram mortos no norte e nortenhos foram mortos nas cidades do leste.

Em Janeiro de 1967, os líderes militares e os polícias oficiais séniores de cada região encontraram-se em Aburi, no Gana e concordaram com uma confederação ampla de regiões. Os nórdicos não simpatizaram com o acordo de Aburi; Obafemi Awolowo, o líder da região oeste ameaçou que se a região leste se tornasse independente, a região oeste seguiria o exemplo. Tal ameaça persuadiu os líderes nórdicos.

O governo do leste rejeitou o plano para a reconciliação. A 26 de Maio votou para se tornar independente da Nigéria. A 30 de Maio, Chukwuemeka Odumegwu Ojukwu, o governador militar da região, declarou a República do Biafra, referindo os habitantes do leste mortos durante a violência pós-golpe de estado. A enorme quantidade de petróleo na região desencadeou o conflito, dado o petróleo ser um elemento importante na economia nigeriana.

Língua
A língua predominante no Biafra era o ibo. Existem centenas de dialetos diferentes e de línguas Igbóides incluídos na língua ibo, tais como os dialectos ikwerre e ekpeye. Juntamente com o ibo, co-existiam na república uma variedade de outras línguas diferentes, incluindo o ibibio e o ijaw entre outros.

Militar
No início da guerra, o Biafra tinha 3.000 tropas, mas no final da guerra totalizavam já 30.000 elementos. Não houve apoio oficial ao exército biafrense por outra nação durante a guerra. Os biafrenses possuíam ao início dois B-25 Mitchells, um B-26 Invader e um DC-3 convertido. Devido à falta de apoio oficial, os biafrenses produziram as suas armas localmente. Em 1968 o piloto sueco Carl Gustaf von Rosen sugeriu o projecto MiniCOIN ao general Ojukwu. Na Primavera de 1969, o Biafra tinha construído cinco MFI-9Bs no Gabão, dando-lhes o nome de "Biafra Babies". Eram de cor verde, capazes de suportar seis 68 mm anti-armour rockets e tinham lados simples. Os seis aviões eram pilotados por três plotos suecos e três biafrenses.

Portugal (de Salazar) apoiou o Biafra, ainda que de forma dissimulada, como estratégia de causar problemas a um país - a Nigéria - que apoiava a luta contra o colonialismo .

Um colega nosso que então esteve a cumprir serviço militar em São Tomé, lembra um episódio divertido que então sucedeu no aquartelamento onde estava sediado.

Todos os dias um grupo de pilotos estrangeiros, levantava voos de solidariedade de São Tomé, com alimentos para as crianças biafrenses.
Um desses pilotos era português.
Um dia ,o nosso colega que estava de oficial de dia à Unidade, foi surpreendido com os gritos de uma lavadeira são tomense, que fazia serviço no quartel.
Correu à parada,e logo a rapariga muito ofegante, e apontando para o piloto portuga que vinha atrás dela, foi acusanfo:
-Alferes, alferes, socorro, "Biafra" (o piloto) quer comer minha catota...!!!