quinta-feira, dezembro 17, 2009

A 17 DE DEZEMBRO DE 1903 OS IRMÃOS WRIGHT REALIZARAM OS 1º.VOO COM APARELHO MAIS PESADO QU O AR

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Irmãos Wright

Wilbur Wright

Orville Wright


Os Irmãos Wright, Orville Wright (19 de Agosto de 1871 - 30 de Janeiro de 1948) e Wilbur Wright (16 de Abril de 1867 - 30 de Maio de 1912), são, oficialmente, reconhecidos pela Fédération Aéronautique Internationale, pelos Estados Unidos da América e pela maioria dos países do mundo por projetarem e por realizarem o primeiro vôo controlado num aparelho mais pesado que o ar em Kitty Hawk, Carolina do Norte, que teria sido realizado em 17 de Dezembro de 1903 (foto registrada com data), além de outras realizações marcantes na história da aviação.

Os irmãos Wright utilizaram um percurso muito mais ponderado e tinham melhor conhecimento de física básica, bem como, talento necessário para conseguir fazer levantar do chão, um aparelho mais pesado que o ar e controlá-lo assim que estivesse no ar.

A sua avaliação foi cautelosa quando construíram o "Flyer".

Eles precisavam de uma estrutura apropriada, um motor com potência razoável, uma asa que lhes proporcionasse força suficiente para levantar um aparelho do chão, e o mais importante de tudo, a ver deles, desenvolver um método de controlo funcional no ar.

O trabalho já produzido por outros em estruturas era apropriado e uma grande ajuda para construir um avião. Por outro lado, o progresso realizado nos motores de combustão interna também os ajudaram muito ao projectar o seu motor.

Mas foi o controlo de estabilidade o factor que lhes provocava a maior dor de cabeça, provavelmente ao inverso dos seus antecessores, por e terem dedicado com maior consistência em controlar um aparelho em três dimensões. Outros imaginavam que um avião daria a volta num plano, usando apenas um leme. Os irmãos Wright analisaram correctamente que se o avião efectuasse um rolamento à volta do seu eixo longitudinal, conseguiria dar a volta mais facilmente. Primitivamente os meios para o obter era pela deformação da asa... Mas não levou muito tempo a ser inventado o "aileron", para melhor alcançar este movimento.

Após repetidas falhas e algumas surpreendentes descobertas, Wilbur de 35 anos e Orville de 31, decidiram planear para 1903, voar uma máquina mais pesada que o ar, tripulada, controlada, com capacidade de descolar com a sua própria propulsão e aterrar em segurança.

A Contagem decrescente para Kitty Hawk.

Foram para Kitty Hawk em 25 de Setembro de 1903, totalmente confiantes de ser um sucesso, iniciando a montagem do "Flyer" em Kill Devil Hills.

Os irmãos Wright tiveram que construir o seu próprio motor, com a ajuda do mecânico Charles Taylor, uma vez que a indústria de motores de combustão interna se encontrar ainda numa fase muito primitiva. Duas hélices de madeira foram montadas atrás das asas, rodando em sentidos opostos para cancelar o efeito de torção e ligadas por correntes de bicicleta (lembrem-se que os Wright tinham uma fábrica de bicicletas), que faziam a transmissão do movimento proveniente do motor.

Não querendo perder mais um dia, os irmãos Wright levantaram-se no dia 17 de Dez. preparados para voar. O vento era muito forte do lado norte, com uma velocidade de 45 km/h, e o tempo estava frio. Eles esperaram que o vento acalmasse, mas como isso não acontecia, decidiram fazer uma tentativa.

Pelas 10 Horas da manhã, fizeram sinal aos homens do posto de socorros a náufragos. O carril foi colocado desta vez, em terreno plano, mas a temperatura baixa dificultou este trabalho. Nesta tentativa estavam presentes John T. Daniels, Will S. Dough e Adam D. Etheridge, e alguns elementos do posto de socorros a náufragos.

Pelas 10:35, com Orville aos comandos, o "Flyer" rolou pelo seu carril de lançamento e elevou-se no ar.

O Wilbur, que tinha corrido ao lado, segurando a ponta da asa direita para manter o avião estável durante a descolagem, deu mais uns passos. Daniels tirou uma daquelas mais famosas fotografias — o primeiro voo da máquina voadora dos irmãos Wright — o triunfo do homem sobre os céus.

Orville escreveu no seu diário: "Com a largada da corda, a máquina começou a aumentar de velocidade provavelmente 7 ou 8 milhas. A máquina iniciou a subida mesmo ao atingir a quarta secção do carril. O senhor Daniels tirou uma fotografia no momento logo que deixou o carril. Notei o controlo do leme da frente difícil por estar compensado muito perto do centro e assim tinha tendência para inverter por si quando iniciado, por o leme estar muito longe de um dos lados e muito longe do outro. Como resultado, a máquina bruscamente subia à volta de 10 ft. e logo de seguida com o girar do leme, embicava para o chão. Uma flecha repentina quando atingiu os 100 ft. do final do carril, finalizou o voo. Tempo de 12 segundos (não sei exactamente porque o cronómetro não foi parado imediatamente)".

A fotografia de John T. Daniels é uma das imagens mais notáveis do século XX, e com certeza, um dos mais extraordinários documentos históricos.

Esta foto mostra o momento grandioso: o "Flyer" descolou do carril de lançamento, Orville está aos comandos e Wilbur agitado corre a seu lado.
"Flyer I", 17 de Dezembro, 1903.


Se pensarmos em termos puramente estatísticos, foi apenas um pequeno triunfo. O voo de Orville só durou doze segundos e percorreu uma distância de 36 metros (120 ft), praticamente metade da distância da envergadura de um avião moderno de transporte como o Jumbo B-747. Mas os irmãos Wright efectuaram mais três voos nesse dia; o segundo voo realizado por Wilbur durou 12 segundos e percorreu a distância de 53 metros e o terceiro, foi tripulado por Orville e durou 15 segundos percorrendo 60 metros. O quarto e último voo foi o mais longo e foi pilotado por Wilbur. Durou cerca de 59 segundos e cobriu 260 metros antes de embater num pequeno monte de areia partindo o leme trazeiro do avião. Quaisquer dúvidas sobre a autenticidade sobre esta máquina voadora, foram assim desfeitas para sempre nesta altura.

No regresso a casa para tentar reparar os pequenos estragos do avião, eles foram surpreendidos por uma rajada de vento que começou a levantar a máquina. Orville e Daniels seguraram as asas mas sem resultado. Daniels ficou pendurado num dos montantes da estrutura do "Flyer" e começou a embrulhar-se. Com alguma intensidade, o vento fez a máquina dar uma "cambalhota" com Daniels ainda no meio dos destroços.

Com algumas escoriações, o aventureiro Daniels, foi retirado das "ripas" partidas. Os voos de 1903 chegaram ao fim.

No final da tarde, um telegrama de Orville Wright foi entregue em casa de seu Pai em Dayton. As suas modestas palavras explicavam: "Sucesso quatro voos quinta de manhã todos com vento de 35 quilómetros por hora (21 milhas) iniciados em nível plano com apenas potência de motor média de velocidade através do ar trinta e uma milhas mais longo 57 segundos informar imprensa em casa para o Natal".

Era uma época em que vários inventores de diversos países estavam tentando criar a primeira aeronave mais pesada do que o ar capaz de voar com sucesso. Os Irmãos Wright não queriam derramar informações ao seu principal rival Samuel Pierpont Langley, o então secretário do Instituto Smithsonian.

Eles cresceram em Dayton, Ohio, onde abriram em 1882 uma companhia de manutenção, design e fabricação de bicicletas (a Wright Cycle Company), operando a companhia até 1909.

quarta-feira, dezembro 16, 2009

ALMOÇO DE NATAL DA REDE-TAP - REALIZOU-SE HOJE

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REALIZOU-SE HOJE A FESTA DE NATAL
DA REDE,TAP, COM UM LUXO DE EMENTA

ESTA FOI A COMISSÃO ORGANIZADORA: SOFIA,ANA FILIPA, LIDIA E PEDRO RITA
Teve o brilho e o calôr humano já habitual, e no que toca aos petiscos foi o festim do costume, nem o Ritz, nem o Tavares Rico t^rm um tal cardápio.

Quando as fotos e fimes estiverEm todos "pós-produzidos" poderás vê-los aqui na tua TRANCA em todo o seu esplendor.

a 16 de DEZEMBRO,nasceu LUDWIG VAN BEETHOVEN

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Na data do seu nascimento nada melhor que a TRANCA lembrar a sua "5ª.sinfonia"

LIVROS PARA TIMOR

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A TRANCA RECEBEU PEDIDO
DE DIVULGAÇÃO VINDO DE
DILI, NESTES TERMOS:



From: joana.ads@gmail.com

"Caros amigos,

Alguns sabem e outros nem por isso (e assim aqui vai a notícia) mas
estou em Timor a dar aulas na UNTL (Universidade Nacional de Timor
Leste) no âmbito de uma colaboração com a ESE do Porto.
Aquilo que vos venho pedir é o seguinte: livros. Não vou dar a grande
conversa que é para montar uma biblioteca ou seja o que for, porque
não é. O que se passa é o seguinte... não sei muito bem como funcionam
as instituições, nem fui mandatada para angariar seja o que for, mas o
que é certo é que sou (somos!) muitas vezes abordados na rua por
pessoas que desejariam aprender português mas não possuem um livro
sequer e vão pedindo, o que é mto bom.
O que é certo é que a minha biblioteca pessoal não suportaria tanta
pessão e nem eu, nos míseros 50 quilos a que tive direito na viagem,
pude trazer grande coisa para além dos livros de trabalho de que
necessito.

COMO MANDAR?
Basta dirigirem-se aos correios (CTT) e mandarem uma encomenda tarifa
económica para Timor (insistam porque nem todos os funcionários
conhecem este tarifário!) e mandam a coisa por 2,49 €. Claro que a
encomenda não pode exceder os 2 quilos para poder ser enviada por este
preço.
Devem enviar as encomendas em meu nome (Joana Alves dos Santos) para:
Embaixada de Portugal em Díli
Av. Presidente Nicolau Lobato
Edifício ACAIT
Díli - TIMOR LESTE

E O QUE MANDAR?
Mandem por favor livros de ficção, romances, novela, ensaio, livros
infantis etc, etc. Evitem gramáticas e manuais escolares. Dicionários,
mesmo que um pouquinho desatualizados são bem vindos. Este critério é
meu e explico porquê. Alguns timorenses (estudantes e não só) são um
bocado fixados em aprender gramática mas ainda não têm os skills
básicos de comunicação. Parece-me melhor ideia que possam ler outras
coisas, deixar-se apaixonar um bocadinho pelas histórias mesmo que não
entendam as palavras todas, do que andarem feitos tolinhos a marrar
manuais e gramáticas. O caso dos dicionários é outro. Um aluno, por
exemplo, usa um dicionário português-inglês para tentar adivinhar o
significado das palavras. Como o inglês dele tb não é grande charuto
imaginam como é a coisa.

Bom, espero ter vendido bem o peixe do povo timorense. Falam pouco e
mal mas na sua grande maioria manifesta simpatia pela língua
portuguesa. De qualquer forma isto não vai lá (muito sinceramente) com
umas largas dezenas de professores portugueses por cá. É preciso ter a
língua a circular em vários meios e suportes. Espero que respondam ao
meu apelo!! Eu por cá andarei sempre com um livrito na carteira para
alguém que peça!

beijos grandes
j.
"

terça-feira, dezembro 15, 2009

preliminares

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A senhora aceita um uisque?
- Não posso. Faz-me mal às pernas...
- As suas pernas incham?
- Não. Abrem-se...

ALAN KARDEC, DO VASCO PARA O BENFICA

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O BENFICA ACABA DE COMPRAR AO
VASCO DA GAMA DO BRASIL O
INTERNACIONAL ALAN KARDEC.

QUEM É ALAN KARDEC?


Nome completo Alan Kardec de Souza Pereira Junior
Data de nasc. 12 de janeiro de 1989 (20 anos)
Local de nasc. Barra Mansa (RJ), Brasil
Altura 1,88 m
Peso 75 kg
Posição Atacante
Clubes de juventude
2000–2007 Vasco da Gama
Clubes profissionais1
→ Internacional DE Porto Alegre (emp.)
2009 Brasil Sub-20 015 000(6)

ALAN KARDEC ERA CONHECIDO NO VASCO COMO O "MATADOR DA COLINA"



Alan Kardec de Souza Pereira Junior, mais conhecido como Alan Kardec (Barra Mansa, 12 de janeiro de 1989), é um futebolista brasileiro que atua como atacante. Atualmente, joga pelo Benfica.

Carreira
Alan Kardec chegou às categorias de base do Vasco em 2000. Em 2007 conseguiu uma vaga na equipe principal do clube cruzmaltino, fazendo sua estreia na vitória sobre o Fast-AM, válida pela Copa do Brasil, no dia 14 de fevereiro de 2007. Seu primeiro golo como profissional aconteceu num empate contra o Botafogo, válido pela Taça Rio, no dia 11 de abril de 2007. No Brasileiro de 2007, Alan fez uma boa campanha pela equipe cruzmaltina, marcando oito gols em vinte e seis jogos.

Em 2009, Alan Kardec chega ao Internacional por empréstimo até maio de 2010, com opção de compra por 3 milhões de reais. Jogou apenas duas partidas pelo time colorado.

No dia 13 de dezembro, foi confirmada a sua venda ao Benfica, de Portugal, por R$ 6 milhões.

Seleção Sub-20
Alan Kardec participou da campanha da Seleção Brasileira de Futebol Sub-20 que conquistou o Campeonato Sul-Americano Sub-20 de 2009. Novamente convocado, vestiu a camisa 9 da mesma seleção Sub-20 que disputou o mundial da categoria, sendo goleador da equipe

Se se ambientar ao futebol europeu será um bom goleador

MAS, ONDE FOI ELE BUSCAR O NOME?

ALLAN KARDEC, é um nome ícone do espiritismo



Conhecido por codificar e sistematizar a Doutrina Espírita
Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 — Paris, 31 de março de 1869) teve formação acadêmica em Matemática e Pedagogia, interessando-se mais tarde pela Física, principalmente o Magnetismo. Como escritor, dedicou-se a tradução e a elaboração de obras de cunho educacional. Sob o pseudônimo de Allan Kardec[1], notabilizou-se como o codificador[2] do Espiritismo, também denominado de Doutrina Espírita.


O pseudônimo "Allan Kardec", segundo biografias, foi adotado pelo Prof. Rivail a fim de diferenciar a Codificação Espírita dos seus trabalhos pedagógicos anteriores. Segundo algumas fontes, o pseudônimo foi escolhido pois um espírito revelou-lhe que haviam vivido juntos entre os druidas, na Gália, e que então o Codificador se chamava "Allan Kardec".[

No 4o Congresso Mundial em Paris (2004), o médium brasileiro Divaldo Pereira Franco, psicografou uma mensagem do espírito Leon Denis em francês (invertido) declarando que Allan Kardec fora a reencarnação de Jan Hus.

[editar] Biografia
[editar] A juventude e a atividade pedagógica
Nascido numa antiga família de orientação católica[4] com tradição na magistratura e na advocacia, desde cedo manifestou propensão para o estudo das ciências e da filosofia.

Fez os seus estudos na Escola de Pestalozzi, no Castelo de Zahringenem, em Yverdon-les-Bains, na Suíça[ (país protestante), tornando-se um dos seus mais distintos discípulos e ativo propagador de seu método, que tão grande influência teve na reforma do ensino na França e na Alemanha. Aos quatorze anos de idade já ensinava aos seus colegas menos adiantados.

Concluídos os seus estudos, o jovem Rivail retornou ao seu país natal. Profundo conhecedor da língua alemã, traduzia para este idioma diferentes obras de educação e de moral, com destaque para as obras de François Fénelon, pelas quais manifestava particular atração.

Era membro de diversas sociedades, entre as quais da Academia Real de Arras, que, em concurso promovido em 1831, premiou-lhe uma memória com o tema Qual o sistema de estudos mais de harmonia com as necessidades da época?

A 6 de fevereiro de 1832 desposou Amélie Gabrielle Boudet.

Como pedagogo, o jovem Rivail dedicou-se à luta para uma maior democratização do ensino público. Entre 1835 e 1840, manteve em sua residência, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia[7] comparada, Astronomia e outros. Nesse período, preocupado com a didática, criou um engenhoso método de ensinar a contar e um quadro mnemônico da História de França, visando facilitar ao estudante memorizar as datas dos acontecimentos de maior expressão e as descobertas de cada reinado do país.

Publicou diversas obras sobre educação.

Das mesas girantes à Codificação
Conforme o seu próprio depoimento, publicado em Obras Póstumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das "mesas girantes", bastante difundido à época, através do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita atenção ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal de que era estudioso, só em maio de 1855 sua curiosidade se voltou efetivamente para as mesas, quando começou a freqüentar reuniões em que tais fenômenos se produziam.

Convencendo-se de que o movimento e as respostas complexas das mesas deviam-se à intervenção de espíritos, Rivail dedicou-se à estruturação de uma proposta de compreensão da realidade baseada na necessidade de integração entre os conhecimentos científico, filosófico e moral, com o objetivo de lançar sobre o real um olhar que não negligenciasse nem o imperativo da investigação empírica na construção do conhecimento, nem a dimensão espiritual e interior do Homem. Adotou, nessa tarefa, o pseudônimo que o tornaria conhecido – Allan Kardec – nome esse, segundo o que teria lhe dito o espírito Zefiro, que teria utilizado em uma encarnação anterior como Druida.

Tendo iniciado a publicação das obras da Codificação em 18 de abril de 1857, quando veio à luz O Livro dos Espíritos, considerado como o marco de fundação do Espiritismo, após o lançamento da Revista Espírita (1 de janeiro de 1858), fundou, nesse mesmo ano, a primeira sociedade espírita regularmente constituída, com o nome de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

Os últimos anos

Kardec passou os anos finais da sua vida dedicado à divulgação do Espiritismo entre os diversos simpatizantes, e defendê-lo dos opositores. Faleceu em Paris, a 31 de março de 1869, aos 64 anos (65 anos incompletos) de idade[8], em decorrência da ruptura de um aneurisma, quando trabalhava numa obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo, ao mesmo tempo em que se preparava para uma mudança de local de trabalho. Está sepultado no Cemitério do Père-Lachaise, uma célebre necrópole da capital francesa. Junto ao túmulo, erguido como os dólmens druídicos, Acima de sua tumba, seu lema: "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei", em francês.

Em seu sepultamento, o astrônomo francês e amigo pessoal de Kardec, Camille Flammarion, proferiu o seguinte discurso, ressaltando a sua admiração por aquele que ali baixava ao túmulo:

Voltaste a esse mundo donde viemos e colhes o fruto de teus estudos terrestres. Aos nossos pés dorme o teu envoltório, extinguiu-se o teu cérebro, fecharam-se-te os olhos para não mais se abrirem, não mais ouvida será a tua palavra... Sabemos que todos havemos de mergulhar nesse mesmo último sono, de volver a essa mesma inércia, a esse mesmo pó. Mas, não é nesse envoltório que pomos a nossa glória e a nossa esperança. Tomba o corpo, a alma permanece e retorna ao Espaço. Encontrar-nos-emos num mundo melhor e no céu imenso onde usaremos das nossas mais preciosas faculdades, onde continuaremos os estudos para cujo desenvolvimento a Terra é teatro por demais acanhado. (...) Até à vista, meu caro Allan Kardec, até à vista!

Camille Flammarion [


Obras didáticas

As cinco obras fundamentais que versam sobre o Espiritismo, sob o pseudônimo Allan Kardec, são:

O Livro dos Espíritos, Princípios da Doutrina Espírita, publicado em 18 de abril de 1857;
O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores, em janeiro de 1861;
O Evangelho segundo o Espiritismo, em abril de 1864;
O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo, em agosto de 1865;
A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo, em janeiro de 1868.
Além delas, como Kardec, publicou mais cinco obras complementares:

Revista Espírita (periódico de estudos psicológicos), publicada mensalmente de 1 de janeiro de 1858 a 1869;
O que é o Espiritismo (resumo sob a forma de perguntas e respostas), em 1859;
Instrução prática sobre as manifestações espíritas (substituída pelo Livro dos Médiuns; publicada no Brasil pela editora O Pensamento)
O Espiritismo em sua expressão mais simples, em 1862;
Viagem Espírita de 1862 (publicada no Brasil pela editora O Clarim).
Após o seu falecimento, viria à luz:

Obras Póstumas, em 1890. psicografadas
Outras obras menos conhecidas foram também publicadas no Brasil:

O principiante espírita (pela editora O Pensamento)
A Obsessão (pela editora O Clarim)

O ALMOÇO DE NATAL DA REDE É JÁ AMANHÃ, 16

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IMAGENS DO ALMOÇO EM 2007

É já amanhã, quarta feira que se realiza o ALMOÇO DE NATAL DA REDE.
Espera-se que pelo menos haja a animação que tem havido em anos anteriores, e que as iguarias sejam,pelo menos, da qualidade que tem havido ao longo dos anos.

Já agora vou recordar um texto que saiu na TRANCA em Dezenbro de 2003, descrevendo o que foi então o Açmoço de Nataç de 2003.e a festa de despedida do Mascarenhas e do Cabral, que nesse final de ano partiram para a reforma.

JÁ LÁ VÃO 6 ANOS!!!

"NOTICIA DE DUAS FESTAS"

"Cumpriu-se mais um ritual de época.
Dois banquetes, dois!!!. Com tanta, tanta iguaria, que em nenhum hotel, restaurante, refeitório, tasca,, retiro, casa de pasto, grill ou casamento, se comeria melhor.
Aconteceu em dois locais. O primeiro , na sala em open space do Revenue/Markting/Backoffice, o outro, na sala de arquivo das Irregularidades.
Na primeira, as desculpas foram o Natal e o aniversário da Sandra, na outra, o jubileu e a passagem "à peluda" do Mascarenhas e do Cabral .
Em ambas se "deu ao serrote", se bebeu, e se curtiu muito a presença de colegas e amigos, de agora, e de alguns dos que já se podem levantar ao meio-dia, e/ou, "pegarem um cineminha" depois do almoço sem terem de picar o ponto ou de meter dispensa de banco...
Contaram-se vantagens, mentiras, lamentos, glórias, piadas, saudades; lembraram-se estórias com barbas, e as últimas fofócas de "hoje de manhã".
O semi-frio da Teresa Abraços tinha música e legendas, tinha, porque ouvimos todos os sons e comemos as letras todas.
Os pastéis da tia da Sofia das Irregularidades eram arredondados, circulares, tubulares, cremosos. Eram, já não são...
O leitão do Back-office desapareceu sem deixar rastro, os brigadeiros da Ondina já são generais, os kishes não sei de quem marcharam todos...
Por um par de horas, os overbookings, os offloades, os grupos sem nomes, os códigos de tarifas, os kapaéles, as cunhas prós árbitros, os kapa.pontos, os baby basketes, os G-quatro, os handbaks, ficaram em prisão preventiva.
A Maria Ilidia recordou as conversas a "sós" com os pianares e ensinou ao Nuno Matos como se consegue. A Dina vibrou com as boutades do Canelas. A MArta corou de um vermelho tão vivo, com os piropos do Tó Mendonça ,que foi visível na outra banda e na Rua Direita de Cascais. A Vera não corou. O Brito de Sousa lembrou com a Antónia os tempos heróicos dos Domésticos. O Faustino reeditou as suas velhas ameaças ao articulista. O Raposo e o Luciano foram noshows..As Claudias, com a Mónica e a Vera, esmagaram com o seu charme qualquer tentativa de resistência, e nós pensámos que se o velho Patricio entrasse hoje na sala, desabaria redondo no chão, ele que não queria mulheres na Secção.
O Gomes continua com aquele bom aspecto, mais parecendo um daqueles príncipes casadoiros dos Hohenzollernes-Gotha, Saxe-Coburgo, Bourbons e Bragança, sempre assediados por jovenzinhas à caça de títulos de nobreza. Também veio o Coelho de Almeida, que encheu a sala com os estridentes decíbeis das suas gargalhadas, só superadas pelas da Teresa Mendes e da Ana. O Giavanni abandonou-nos mais cedo, para ir vêr o Sporting perder com o Vitória de Setúbal. A Ana Novais, que chegou no finalzinho . ainda teve tempo de provar uma fatia de bolo.
O registo de imagens teve dois paparazzi diligentes. O Pereira de Sousa e a Sofia das Irregularidades.
Por fim, no "quinto" afinadìssimos, todos cantaram "os verdes anos da Sandra, que em boa hora motivaram aquele delicioso bolo de chocolate.
No "sexto" aplaudiu-se o mOmento em que o Mascarenhas e o Cabral cortaram o bolo do seu jubileu, onde se podia vêr escrito em letras de chantilLy: "MASCARENHAS E CABRAL, VOLTEM, ESTÃO PERDOADOS
"

segunda-feira, dezembro 14, 2009

O FORRÓ DO BODE E DA CABRA DE RITA LEE

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pensamento do dia

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''No mundo actual está-se investindo cinco vezes mais em remédios para virilidade masculina e silicone para mulheres do que na cura do Mal de Alzheimer. Daqui a alguns anos teremos velhas de mamas grandes e velhos de pila dura, mas que não se lembrarão para que servem''...
(DR. DRÁUZIO VARELA)

preliminares

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Composição sobre o sexo

A professora mandou os alunos fazerem uma composição sobre o tema sexo
e assuntos relacionados com esse tema. No dia seguinte, cada aluno leu
a sua composição:
A da Joana era acerca de métodos contraceptivos, a do Zé 'falava' da
masturbação, a Joaquina escreveu sobre rituais sexuais antigos,
etc...
Chegou a vez do Luizinho :
- Então Luizinho, fizeste a composição que eu mandei?
- Sim Sra. professora.
- Vá, lê lá então!
E o Luizinho começou a ler alto :
- 'Era uma vez no velho Oeste, há muitos, muitos anos. No relógio da
igreja batiam as 19h. Nuvens de poeira arrastavam-se pela cidade
semi-deserta. O Sol ofuscava o horizonte, e tingia as nuvens de tons
de sangue.
De súbito, no horizonte, recortou-se a silhueta de um cavaleiro..
Lentamente, foi-se aproximando da cidade...
Ao chegar à entrada, desmontou.
O silencio pesado foi perturbado pelo tilintar das esporas.
O cavaleiro chamava-se Johny! Vestia todo de preto, à excepção do
lenço vermelho que trazia ao pescoço e da fivela de prata que
'prendia' os dois revolveres à cintura.
O cavalo, companheiro de muitas andanças, dirigiu-se hesitante por uma
poça de água..
PUM! PUM! PUM!
O cheiro a pólvora provinha do revólver que já tinha voltado para o
coldre de Johny. Johny não gostava de cavalos desobedientes!
Johny dirigiu-se para o bar.
Quando estava a subir os três degraus, um mendigo que até ali dormia,
tocou na perna de Johny e pediu uma esmola...
PUM! PUM! PUM!
Johny não gostava que lhe tocassem! Entrou no bar.
Foi até ao balcão, e pediu uma cerveja. O barman serviu-lhe a cerveja.
Johny provou...
PUM! PUM! PUM!
Johny não gostava de cervejas mornas! As outras pessoas olharam todas
surpreendidas...
PUM! PUM! PUM!
Johny não gostava de ser o centro das atenções! Saiu do bar.
Deslocou-se até ao outro lado da cidade para comprar um cavalo.
Passaram por ele um grupo de crianças a brincar e a correr...
PUM! PUM! PUM!
Johny não gostava de poeira e alem disso as crianças faziam muito
barulho! Comprou o cavalo, e quando pagou, o Sr. enganou-se no
troco...
PUM! PUM! PUM!
Johny não gostava que se enganassem no troco! Saiu da cidade.
Mais uma vez a sua silhueta recortou-se no horizonte, desta vez com o
Sol já quase recolhido.
O silêncio era pesado.'

FIM

O Luizinho calou-se.
A turma estava petrificada!
A professora chocada pergunta:
- Mas...mas...Luizinho...o que esta composição tem a ver com sexo?
Luizinho com as mãos nos bolsos, responde:
- O Johny era fodido...

EXPOSIÇÃO DE PINTURA

No dia 21 deste mês de Dezembro inaugura-se uma EXPOSIÇÂO DE PINTURA com obras de dois nossos antigos colegas do RC. - o CASCADA E O SERENO.



Vai ser na Avenida de Berna, mesmo ao lado da Universidade Nova.

A 14 DE DEZEMBRO, nasceu ERRICO MALATESTA

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Errico Malatesta



Errico Malatesta (Santa Maria Capua Vetere, 14 de dezembro de 1853 — Roma, 22 de julho de 1932) foi um teórico e ativista anarquista italiano.

Nasceu em 1853 em uma família abastada do sul da Itália. De fato, os Malatesta dominaram a província de Rimini e, no período de maior expansão, os castelli do norte de San Marino, a província de Pesaro, parte de Ancona, Forlì e Ravenna, entre 1295 e 1528.

Desde muito jovem, Errico adere aos ideais republicanos de Giuseppe Mazzini. Aos catorze anos de idade, protesta contra uma injustiça local, enviando uma carta ao rei Vítor Emanuel II, considerada por Luigi Fabbri como “insolente e ameaçadora”. As autoridades levaram o fato a sério e ordenaram a sua prisão, em 25 de março de 1868. Seu pai conseguiu libertá-lo recorrendo a amigos. Dois anos mais tarde foi novamente preso em Nápoles, por liderar uma manifestação, sendo suspenso por um ano da Universidade de Nápoles, onde estudava medicina.

Em 1871, após a Comuna de Paris abandona as idéias republicanas e adere ao anarquismo, ingressando na Associação Internacional dos Trabalhadores, AIT (Primeira Internacional) . Nessa época, entusiasmado com a actividade revolucionária, escreveria sobre a Internacional:

Todos entregavam para a propaganda tudo o que podiam, e também o que não podiam, pois quando o dinheiro escasseava, vendiam tranqüilamente os objetos de suas casas, aceitando com resignação as censuras das respectivas famílias. Pela propaganda esquecíamos o trabalho e os estudos! Enfim, a Revolução estava a ponto de eclodir a qualquer momento e consertaria tudo. Alguns acabavam com freqüência na cadeia, todavia, saíam dali com mais energias do que antes: as perseguições não tinham outro efeito senão consolidar nosso entusiasmo. É verdade que as perseguições daquele momento eram fracas comparadas com as que viriam mais tarde. Naquela época, o regime havia saído de uma série de revoluções e as autoridades, rígidas desde o início com os trabalhadores, em particular no campo, mostravam certo respeito pela liberdade na luta política, uma espécie de indisposição parecida com a dos governantes austríacos e a dos Bourbons, que, todavia, se desfez tão rápido quanto se consolidou o regime, e a luta pela independência nacional foi relegada a um segundo plano.

Nessa época, Malatesta se dedica de corpo e alma à Federação Italiana e colabora com Carlo Cafiero em L’Ordine e La Campana de Nápoles, abandonando seus estudos para dedicar os próximos sessenta anos de sua vida à agitação anarquista. Ao longo desse período passou várias vezes pela prisão e lutou não só na Itália como em outros países distantes e tão diferentes entre si quanto a Turquia e a Argentina. Participou também de insurreições na Bélgica, Espanha e Itália.

Em 1872, no Congresso de Saint-Imier, no cantão de Berna, conheceu Bakunine, de quem iria sofrer profunda influência:

... e assim fui para a Suíça com Cafiero. Encontrava-me enfermo, cuspia sangue e tinha em mente a idéia de que estava tuberculoso... Enquanto atravessava à noite o Gotardo (naquela época ainda não havia o túnel, sendo necessário atravessar a montanha coberta de neve em diligência) resfriei-me e cheguei à casa de Zurique, onde vivia Bakunin, tiritando de febre. Depois das primeiras saudações, Bakunine me preparou uma cama e me convidou – ou melhor, me forçou – a deitar-me, cobriu-me com todos os cobertores que pôde encontrar e insistiu para que eu descansasse e dormisse. Tudo isso com um cuidado e uma ternura maternal que me chegaram diretos ao coração. Quando me encontrava envolto nos cobertores e todos pensavam que eu dormia, ouvi Bakunin dizer coisas admiráveis sobre mim e comentava melancolicamente:“É uma pena que tenha ficado tão enfermo, em breve o perderemos; não lhe restam sequer seis meses!”

Entre as influências que determinaram o desenvolvimento de Malatesta, a de Bakunin foi a mais importante.

No ano de 1873 eclodem os movimentos insurrecionais preparados por Bakunin e Cafiero. A polícia, advertida, faz fracassar esses movimentos. Malatesta se encontra em Puglia, foge numa carroça de feno, mas é reconhecido, preso e novamente encarcerado na prisão de Trani. No processo, em 1875, a propaganda pela Internacional não cessa e ele é absolvido. Junta-se então a Bakunin e Cafiero na Suíça. Nesse mesmo ano, apesar dos conselhos de Bakunin, parte para a Hungria a fim de participar da insurreição da Herzegovina contra os turcos. É preso e entregue à polícia italiana.

Juntamente com Carlo Cafiero e outros militantes prepara uma insurreição em Letino, província de Caserta, em 1877, que se tornou legendário na luta social italiana. Ele e seus companheiros distribuiram armas para à população e queimaram arquivos públicos, proclamando o socialismo libertário. Malatesta e Cafiero, ainda que sabendo como fugir permaneceram no local e foram presos. A aventura durou doze dias, um policial foi morto, um outro foi ferido. No processo, todos declararam ter disparado contra os policiais, mas o júri os absolveu.

Malatesta volta a Nápoles em 1878 e é constantemente vigiado pela polícia. Gasta sua herança em propaganda. Parte por um tempo para o Egito. Lá, o cônsul italiano o expulsa para Beirute; o de Beirute o envia para Esmirna. A bordo de um navio francês, torna-se amigo do capitão, que o conserva no navio até a Itália. Em Livorno, a polícia quer prendê-lo, mas o capitão se recusa a entregá-lo. Finalmente, Malatesta desce para Marselha e dali vai para Genebra onde ajuda Kropotkin a publicar Le Revolté. Expulso, dirige-se à Romênia, em seguida, à França, em 1879. De novo expulso, vai para a Bélgica, depois para Londres. Fixa-se, enfim, em Londres, onde trabalha como vendedor de sorvetes e bombons, antes de abrir uma nova oficina mecânica.

No Congresso Anarquista de Londres de 1881 defendeu a criação de uma Internacional Anarquista.

Em 1885 exilou-se na Argentina, onde colaborou com os primeiros núcleos anarquistas, desenvolvendo uma ativa propaganda do Anarquismo, publicando o jornal Questione Sociale.

Regressou à Europa em 1889, desta vez indo para França. Mas logo teve de se exilar na Inglaterra.

Em 1913, vai à Itália, encontra-se com Mussolini, diretor do Avanti, importante jornal operário. Ao longo do ano de 1914 dedica-se a acalmar as querelas pessoais entre os anarquistas. Entra em contato com as outras organizações revolucionárias, faz conferências e encoraja os sindicalistas ).

Em Ancona, durante manifestações antimilitaristas das quais Malatesta participava, a polícia dispara e o povo se apodera da cidade. Os sindicatos decretam greve geral. É a “semana vermelha”. Porém, o exército intervém. Mussolini apóia o movimento em palavra, mas nada faz. Malatesta foge não sem declarar: Continuaremos a preparar a revolução libertadora que deverá assegurar a todos a justiça, a liberdade e o bem-estar.

Ainda em 1914, durante a Primeira Guerra Mundial, proclama o Internacionalismo e manifesta-se contra aqueles que defendiam a causa aliada, inclusive seu amigo Kropotkin.

Em 1920, já na Itália, inicia negociações com os socialistas para fazer a revolução. A polícia tenta provocar desordens e assassiná-lo. Apesar dos obstáculos legais, seu jornal Umanità Nova tem uma tiragem inicial de 50.000 exemplares. Malatesta impulsiona a União Sindicalista Italiana (U.S.I.), de influência anarquista. No mesmo ano, em Ancona, eclode uma insurreição e as fábricas são ocupadas. Mas o movimento é traído pelos os social-democratas da C.G.T., que devolvem as fábricas.

Após um encontro anarquista em Bolonha, no qual Malatesta toma a palavra, eclodem incidentes, há vítimas e feridos do lado dos operários e da polícia. Malatesta e a equipe do Umanità Nova são presos. Os protestos se multiplicam, ocorrem atentados fascistas. O fascismo, financiado pela burguesia e ajudado pelo governo, avança. Em contrapartida, Malatesta favorece a formação dos grupos armados.

Em julho de 1922, a greve geral é proclamada pela Aliança do Trabalho - união de diversos sindicatos estimulados por Malatesta. Mas os fascistas dizima pela força. Em seguida, em outubro, acontece a “marcha sobre Roma” e, na praça Cavour, os fascistas queimam um retrato de Malatesta. Umanitá Nova é proibido. Malatesta, aos sessenta e nove anos, retoma sua profissão de eletricista. A polícia o vigia em todos os seus movimentos.

Em 1924, surge a revista Pensiero e Volontà. O fascismo, no seu início, permite a liberdade de imprensa, mas a censura se faz cada vez mais severa até a proibição da revista em 1926. A oficina de Malatesta é destruída pelos fascistas e ele é obrigado a sobreviver com a ajuda dos camaradas, assim como de sua companheira, Elena Mulli e a filha desta última, Gemma.

Malatesta passou os últimos anos de sua vida na Itália e, durante o regime fascista, correspondeu-se com Makhno e criticou duramente a Plataforma Organizacional dos Comunistas Libertários. Foi mantido em prisão domiciliar, morrendo em 22 de julho de 1932. Tal era o medo que inspirava às autoridades da época que, ao morrer, seu corpo foi jogado em uma vala anônima, para impedir que seu túmulo se transforma-se em um símbolo e ponto de partida para as agitações dos dissidentes.

Obras
Escritos revolucionários
Entre camponeses
A Anarquia
Anarco-comunismo na Itália (em co-autoria com Luigi Fabbri)

ELES DISSERAM

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Até personalidades como o Platini se enganam.Deve ter sabido que o Apito Dourado acabou...Antecipou-se e, às vezes, morremos pela boca quando queremos dizer coisas que desconhecemos...
(JESUALDO FERREIRA)
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A atitude de Djalmir tem razão de ser.Queria vêr se o cabelo do Coentrão é verdadeiro ou cabeleira. Eu também tenho essa dúvida,Já gravei anúncios em que uso uma peruca igualzinha.
(ZÉ DIOGO QUINTELA)
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Depois de Olhão o Benfica já só pensa em ocupar o lugar habiTual do Sporting nos ultimos anos - o segundo .A pré época festiva lá lá vai, o tal campeonato de Inverno está a acabar, agora já é a sério.
(JOÃO FAUSTINO)

RIQUEZA? SÓ DEPOIS DO 40

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A riqueza depois dos 40

- prata nos cabelos
- ouro nos dentes
- pedras nos rins
- açúcar no sangue
- chumbo nos pés
- ferro nas articulações
e uma fonte inesgotável de gás natural

domingo, dezembro 13, 2009

preliminaries

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Having already downed a few power drinks, she turned around, faced him, looked him straight in the eye and said, "Listen here good looking, I screw anybody, anytime, anywhere, your place, my place, in the car, front door, back door, on the ground, standing up, sitting down, naked or with clothes on, dirty, clean . . ..
it doesn't matter to me. I've been doing it ever since I got out of college and I just love it."

Eyes now wide with interest, he responded, "No kidding. I'm a lawyer too. What firm are you with?"

BRANCA DE NEVE - A VERDADEIRA HISTÓRIA


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Agora falando sério - FOI ASSIM O FINAL VERIDICO DA HISTÓRIA DA BRANCA DE NEVE!!!

sábado, dezembro 12, 2009

preliminares

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- Sabe comadre, ontem á noite estive a ver um programa sobre sexo, mas houve algumas expressões que não entendi...
- Então diga lá quais foram as suas dúvidas, pode ser que eu a possa ajudar.
- Olhe, não sei o que é sexo oral!?!?
- Isso tá-se mesmo a ver o que é: Sexo de hora a hora...
- Então e sexo anal?
- Isso é sexo de ano a ano.
E homossexual?
- Oh comadre!!! Vocemecê não percebe nada disto. Tá-se mesmo a ver que é um detergente para lavar os tomates!!!...

sexta-feira, dezembro 11, 2009

A TRANCA ENSINA


...COMO É QUE SE VAI DE "REPENTE" PARA "KAGAR"

É só seguir o mapa...

APUCARANA - PARANÁ

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HOJE FOMOS ACESSADOS POR UM
CYBERNAUTA DE APUCARANA, UMA
CIDADE DO ESTADO BRASILEIRO
DO PARANÁ.



Troca de emails, o nosso visitante é neto de português de Torre Dona Chama ,que ele não conhece ,pois nunca veio a Portugal, nem sabe se ten ainda familiares mesmo afastados por cá.
O mais curioso para mim, é que a cidade de APUCARANA foi fundada em 28 de Janeiro de 1944, exactamente no dia em que ,aqui o voso escriba, nasceu!!!



Ele descobriu a TRANCA e nos acessa muitas vezes, segundo afirma.



Apucarana é um município brasileiro localizado no centro do estado do Paraná, distante 369 quilômetros da capital Curitiba, em uma região conhecida como Norte central paranaense. Com uma população estimada em 121.290 habitantes e também é a 10 mais populosa do Paraná . A cidade é também conhecida como "Cidade Alta".

A cidade nasceu numa região cafeeira, e foi desenvolvida com a ajuda de eimigrantes portugueses, polacos, ucranianos de quem descinde grande parte da população

Mesmo com o declínio após a ciclo de geadas de 60 e 70, o café ainda é um importante produto agrícola da região, sendo ainda o que mais gera renda na atividade agrícola do município.

Soja, feijão e milho
Com uma área menos expressiva que em outros municípios, que fosse adequada para o plantio, mesmo assim a soja ocupa um lugar de destaque na agricultura, sendo apenas lentamente superada pelo milho em anos recentes. O feijão, por ser cultura de rápido desenvolvimento, é plantado em alternância com as demais culturas.

Indústria
Cidade de destaque nacional como pólo na área de brindes, principalmente na fabricação de bonés, que gera milhares de empregos. Centro de Produção e Industrialização de derivados de milho que abastece diversas cidades do país. Centro de industrialização de couro que gera milhares de empregos, diretos e indiretos e têm seus produtos exportados para diversos países, responsável pela quase totalidade da exportação desse produto pelo Paraná e por 3% do total brasileiro.

Sendo o destaque da economia do município, o boné, é responsável pela geração de cerca de seis mil empregos diretos e 4 mil empregos indiretos. Com uma produção de aproximadamente 2 milhões de bonés por mês a cidade é responsável por 80% da produção nacional, consolidando-se como a capital nacional do boné.

PREMIO PESSOA 2009 vai para D.MANUEL CLEMENTE, Bispo do Porto

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O VENCEDOR PRÉMIO PESSOA 2009, FOI
FOI ANINCIADO, VAI PARA D.MANUEL
CLEMENTE ,BISPO DO PORTO



Prémio Pessoa 2009 para D. Manuel Clemente
BISPO DO PORTO SUCEDE A CARRILHO DA GRAÇA

Júri escolheu D. Manuel Clemente, Bispo do Porto

D. Manuel Clemente, Bispo do Porto e director do Centro de Estudos de História Religiosa, foi esta sexta-feira galardoado com o Prémio Pessoa.

O Prémio Pessoa é uma iniciativa do Expresso, patrocinada pela Caixa Geral de Depósitos, que teve início em 1987 e que visa distinguir a personalidade nacional que se destacou nesse ano. «D. Manuel Clemente é uma referência para a sociedade portuguesa», salientou Francisco Pinto Balsemão, durante a conferência de imprensa no Palácio de Seteais, onde foi feito o anúncio.

O júri, presidido por Francisco Pinto Balsemão e Faria de Oliveira, escolheu D. Manuel Clemente para receber o prémio no valor de 60 mil euros. O galardoado é licenciado em História, pela Faculdade de Letras de Lisboa e em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa e é uma das vozes mais ouvidas da Igreja católica portuguesa.

D. Manuel Clemente sucede ao arquiteto Carrilho da Graça, premiado em 2008.

Desde a sua criação (1987) até hoje foram laureados co o Prémio Pessoa:

O Prémio Pessoa é um prémio português instituído em 1987 pelo jornal Expresso e pela empresa Unisys. É concedido anualmente à pessoa ou pessoas, de nacionalidade portuguesa, que durante esse período, e na sequência de actividade anterior, se tenha distinguido como protagonista na vida científica, artística ou literária.

Lista de premiados
1987 - José Mattoso, historiador, medievalista e prof. universitário;
1988 - António Ramos Rosa, poeta;
1989 - Maria João Pires, pianista;
1990 - Menez, pintora;
1991 - Cláudio Torres, arqueólogo;
1992 - António Damásio e Hanna Damásio, investigadores neurocientistas;
1993 - Fernando Gil, filósofo e poeta;
1994 - Herberto Helder, poeta - recusou o prémio;
1995 - Vasco Graça Moura, ensaísta;
1996 - João Lobo Antunes, neurocirurgião;
1997 - José Cardoso Pires, escritor;
1998 - Eduardo Souto de Moura, arquitecto;
1999 - Manuel Alegre, poeta, e José Manuel Rodrigues, fotógrafo;
2000 - Emmanuel Nunes, compositor;
2001 - João Bénard da Costa, presidente da Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema e historiador de cinema;
2002 - Manuel Sobrinho Simões, investigador em medicina;
2003 - José Gomes Canotilho, constitucionalista;
2004 - Mário Cláudio, escritor;
2005 - Luís Miguel Cintra, actor e encenador;
2006 - António Câmara, professor e fundador da empresa de novas tecnologias YDreams;
2007 - Irene Flunser Pimentel, historiadora.
2008 - João Luís Carrilho da Graça, arquitecto.
2009 - D. Manuel Clemente, bispo.

ELES DISSERAM

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A Comissão disciplinar da Liga decidiu suspender Paulo Bento por 20 dias. Suspender como? Não o vão deixar levar as filhas à escola?
(BARBA E CABELO-A BOLA)
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Carvalhal diz que com ele o balneário já sorri.Não será desconsideração por Paulo Bento mas, certamente, pelo segundo golo do Liedson em Setubal
(LEONOR PINHÃO)
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Os chulos que operam em Portugal ficaram Muito contentes com a suspensão do Código contributivo pois temiam um agravamento brutal nos seus custos.As prostitutas já ficam com 5% do dinheiro do serviço, -se tivessemos ainda de pagar a segurança social, decerto iriamos à falência .
(INIMIGO PUBLICO)

preliminares

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UM CHEFE, BEM CHATO, ACHANDO QUE SEUS SUBORDINADOS NÃO ESTAVAM MAIS RESPEITANDO SUA LIDERANÇA, RESOLVEU COLOCAR A SEGUINTE PLACA NA PORTA DE SEU ESCRITÓRIO:
"AQUI QUEM MANDA SOU EU"
AO VOLTAR DE UMA REUNIÃO, ENCONTROU UM BILHETE JUNTO À PLACA:
"SUA ESPOSA LIGOU E DISSE QUE É PARA O SENHOR LEVAR A PLACA DELA DE VOLTA"

ALMOÇO DE NATAL DA REDE - 16 DE DEZEMBRO

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DA PAULA CORREIA DA COMISSÃO
DO ALMOÇO DA REDE RECEBEU A
TRANCA:

NATAL 2009


"Caros colegas,

É Natal outra vez!
E tal com tem vindo a ser tradição, temos o prazer de convocar o pessoal para um almocinho de Natal a realizar aqui no Open Space, 5º Andar Esquerdo, no próximo dia 16 de Dezembro, quarta-feira.

Em anexo circulará uma lista que está disponível para ser preenchida (na directoria \\Monsanto\departamental ta\TA\TA_RP\GT_GR_DR\ALMOÇO NATAL 2009) com as iguarias que cada um trará, na qual cada um inscreve a respectiva especialidade. Quem não tiver acesso à directoria favor enviar mail para os endereços abaixo mencionados (sugerimos que se faça forward em vez de reply to all).

A listagem de endereços não é exaustiva, agradecíamos que fizessem o reencaminhamento para os colegas da Rede que não se encontram mencionados, bem como gostaríamos de poder contar com a presença dos nossos colegas entretanto reformados, temos também uma lista na mesma directoria, para cada área contactar e/ou acrescentar quem julgar faltar.

Resposta via e-mail, para Lidia Ferreira (lsferreira@tap.pt), Ana Filipa Rocha (afrocha@tap.pt), Helena Amaro (hamaro@tap.pt) e Pedro Rita (prita@tap.pt).

Agradecemos preenchimento do ficheiro até segunda-feira – 14DEC09

Votos Natalícios
"

quinta-feira, dezembro 10, 2009

E SE FOSSEM RAINHAS MAGAS EM VEZ DE REIS...

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...QUEM VIAJOU DE CAMELO PARA
LEVAR OS PRESENTES AO MENINO
JESUS?

DECERTO:..



FREI FAUSTINO AFASTA-SE DO MUNDO TERRENO

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RECEBEMOS COM PEDIDO DE
PUBLICITAÇÃO UMA DECLARA
ÇÃO DE FREI FAUSTINO:

"Caríssimos amigos

Tomei uma decisão drástica em relação à minha vida.
Dedicar-me-ei à meditação.
Abandonarei este mundo cruel e recolher-me-ei à paz da mais rigorosa vida monacal.
De então em diante, uma espartana cela será o meu domínio e um simples catre
acolherá o meu fraco corpo de ainda mais fraco espírito.
No entanto receberei visitas (BREVES) de amigos (SÓ ALGUNS) que estejam
dispostos s partilhar os tristes momentos das minhas mágoas existenciais e
também se recolham em meditação.
Junto envio foto com vista (MUITO PARCIAL) da minha dita cela.


Frei Faustino
"

CARTA A UMA COLEGA AUSENTE

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FAZ HOJE 6 ANOS QUE FOI PUBLICADA
AQUI NA TUA TRANCA, UMA CARTA
IMAGIÁRIA A UMA COLEGA ENTÃO DE
FÉRIAS NO BRASIL.
É ESSA CARTA QUE HOJE VOLTAMOS
A EDITAR:

"CRÓNICA DE UM DIA DIFERENTE
...............carta a uma colega de férias

Ontem foi um dia de grande significado para a nossa sala. Que pena não teres estado presente.
Alguns deputados e membros do Governo, em visita às instalações da Companhia, escalaram por alguns minutos o nosso local de trabalho.
Já anteontem tinhamos sido avisados, que deveríamos, no dia seguinte, vir vestidos com "sobriedade e decência". Foram estes os termos empregados pela nossa chefia.Chegou a haver um certo burburinho de reprovação e alguma chama de rebelião:"Essa agora, então querem-nos obrigar a vir de fatinho e saia casaco?, era o que faltava", disse alguém. "Deveríamos é vir todos de bibe" opinaram outros. "Quem tiver a hortaliça no sítio, vem à Pai Adão", ouviu-se na confusão geral.
E o grande dia chegou.
Face à importância do acto, e para ciceronar tão selectas personalidades, foram recrutados a recibo verde, o Antonino Pirilau e a Ana Farpas.
O Pirilau, por causa daquele curso de gueixa que com os dinheiros da CEE, foi tirar ao Japão, a Ana, por via do seu saber estar, e do seu curso de "care team", que há bem pouco dirigiu com tanto êxito.
Ele , de fatinho de veludo-cócó Yves Saint Laurent, ela de modelito tipo "Rainha-mãe-Lady Di", de fartos folhos rocócó, redingotes e godés, de còr mostarda.
Ele, à medida que dirigia o grupo pela sala, ia entremeando com vénias, gestos harmoniosos, genoflexões, flic-flacs, cambalhotas, sermões e missas cantadas, a descrição minuciosa do que iam vendo: "Ali é onde pomos os passageiros em vinha -de- alhos, acolá salgamo-los, aqui tiramos-lhes as tripas, a pele e as unhas, bla bla bla...."
Ligeiramente atrás, a Ana Farpas , segurando fortemente o braço do Bagão Félix, ia destilando o seu veneno :-"Isto aqui , senhor Ministro , é uma cambada de imcompetentes, arrivistas- já- residentes", e ,bandarilhando com o olhar os seus ex-colegas: "Gente sem berço, sem principios, que nunca foi à ópera, nunca assistiu a uma conferência na Gulbenkhian"
Às tantas, destacando-se do grupo, o Paulinho Portas, de casaquinho Armani verde vomitivo, camisinha lilás e gravata rosa-marisco. perguntou: -"E a Teresa, onde está a Teresa?" Na sala fez-se um silêncio compungido. "Ouvi dizer que tem um namorado muito robusto, um passarão, dizem-me", e num arrôbo incontido :-"gostava de lhe morder a envergadura!!!" (suspiros).
A Odete Santos ia grasnando naquele seu fanhoso falajar :"Estamos mas é a ser colonizados pela Argentina" ,enquanto lhe oscilavam as penas do turbante e os colares de missangas de péssimo gosto.
O Durão Barroso, talvez chibado por algum bufo-de-mão, desatou , em tom eleitoraleiro, a gritar a sua indignação:- "Numa Companhia em crise, vamos proibir as borlas para a América do Sul, especialmente para o Brasil" , e numa de nacionalismo-enciumado:- "Contentem-se com gente cá da terra"...

E lá se foi o grupo de cinzentos porta-fóra, esmagado pelas vénias do Pirilau e os arrasos da Farpas
"

ooops

.


"A velocidade e a verticalidade dele são impressionantes. Pega na bola com um único sentido: a baliza. Não receia o um-para-um e, com a força que tem, consegue deixar para trás os defesas com muita facilidade, é fantástico vê-lo jogar. Contra o Atlético, voltou a desequilibrar com um golo sem dúvida espectacular."
(PAULO FUTRE)

quarta-feira, dezembro 09, 2009

estórias do RC

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A TRANCA HOJE VAI REPÔR
UAM VELHA "ESTÓRIA" VER-
DADEIRA DO VELHO RC DOS
SEUS PRIMEIROS ANOS DE
EXISTÊNCIA.

Para quen não saiba ou não se lembre, o RC (Controle de Reservas>) estrutura-primeira da actual REDE, nasceu a 19 de Janeiro de 1969.
No próximo dia 19 de Janeiro comemora-se a bonita idade de 40 anos

Bem, vamos então à tal "estória" do RC -redux:



estórias do rc - o potier
..
reedição

"O Potier é mais uma das figuras peculiares que passaram pelo RC.
A sua imagem de marca passa pela sua ansiosa e permanente vontade de ajudar toda a gente, e pelas monumentais e frequentes distrações.
Recordaremos hoje um episódio ocorrido no final de mais um turno "quatro-meia-noite", no Verão de 76.
Nesse final de jornada, O Ricardo, o Cascada e eu próprio (Herdeiro). preparavamo-nos para picar o ponto, quando apareceu o Potier, apressado como sempre, e oferecendo-se para nos dar boleia.
Já a bordo da carrinha do nosso benfeitor, fomos confrontados com a dificuldade de pegar, e a saber, que afinal o Potier havia esquecido de meter gasolina.
-"Sorry, sorry" lamentou-se ele.
A cena seguinte, apanha-nos aos três a empurrar a pesada carrinha, desde a frente do edificio 25, até á bomba de gasolina mais próxima , que na época se situava bem próxima da agora existente, junto à segunda circular. Foram perto de dois quilómetros a puxar pelo físico e a vêr o tempo a passar, e o autocarro da carris que deveríamos ter apanhado....
Concluída a operação "encher o depósito, e quando nos julgávamos a salvo de qualquer outra surpresa "made in Potier", eis que que, quando já rodávamos na segunda circular, o nosso benfeitor soltou um grito de grande alegria :
.-"Olhem ali um Wolkswagen parado na via, se calhar também não tem gasolina, vamos ajudá-lo".Entreolhámo-nos em pânico, prevendo mais complicações e atrasos. O Potier parou atrás do outro ,e apeando-se, logo ofereceu ajuda. O carro estava de facto sem gasolina.
-"Oh amigo, entre no carro, que eu encosto o meu à sua traseira, e empurro-o até à próxima bomba".O outro bem tentou resistir "àquela"`ajuda, argumentando que o próximo posto ficava longe, junto ao Estádio da Luz. Nada conseguiu, o Potier obrigou-o a aceitar e quase o empurrou para dentro da viatura dele.
-"Sorry, sorry", justificou-se na nossa direcção..
As cenas seguintes foram de grande hilariedade para nós, e terror absoluto para o pobre "ajudado".
O Potier, de príncipio foi cautelosamente devagarinho, mas logo logo ,se entusiamou, e foi carregando no prego, e em breve atingia velocidade pouco compatível com a operação de socorro que estava a protagonizar. Nas leves inclinações a descer, o Wolkswagen ganhava algum avanço, para logo a seguir o Potier tornar a acelerar e a embater com estrondo no para-choques dele, empurrando e impelindo-o para diante.
O pobre condutor "ajudado" bem gesticulava para pararmos, mas o Potier inflexível , só terminou a sua tarefa de ajuda, junto à bomba salvadora.
Agradecido, branco de susto, com o para-choques traseiro todo amolgado, o condutor do wolkswagen, suspirou de alívio. e nós aproveitámos para escapar da turbulenta boleia, quando já eram quase duas da madrugada.
-"Sorry, sorry", despediu-se o Potier, confortado por mais esta benfeitoria...
"

ALMOÇO DE NATAL DA REDE, É NO DIA 16

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NO DIA 16 , JÁ DE HOJE
A 1 SEMANA REALIZA-SE
O ALMLOÇO DE NATAL DA
REDE, COMO É JÁ DE TRA-
DIÇÃO.


A SOFIA do REV pede que através da TRANCA se CONVOQUE o pessoal para o nosso almoço de Natal .



O ano pasado foi assim:


Diz-se à boca cheia, que estes repastos natalicios primeiro no RC, depois no REV e agora abarcando toda a REDE, são a maior e melhor "boca-livre" do país, talvez da Peninsula, melhor da Europa.



As iguarias são de grande qualidade, e confecionadas pela arte de cada um de nós.



não têm rival nem em qualquer Ritz 6 estrelas, nem Pabe, nem Tasquinha do Pote de Agua.



Alem de que, é dos eventos onde há mais gente bonita do país...!!!



Dia 16, quarta feira póxima,vamos até ao 5º.andar do edificio 27, convocou a Sofia.

preliminares

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'Um cara meio fracote e raquítico, pega o elevador. Junto com ele entra um
negão imenso. O cara fica meio assustado com o tamanho do negão e o olha de cima a baixo.
O negão percebe e fala:
- Tenho 2 metros de altura, 180 quilos, 30 centímetros de pinto, o saco pesa
três quilos: FELIPE COSTA, seu criado!
O cara fracote e raquítico cai duro e desmaia!
O negão então da uns tapas na cara do coitado, acorda-o e lhe pergunta:
O que houve cara, por que você desmaiou? O cara ainda meio
desacordado - responde:
- Desculpe, o que foi mesmo que você disse?
- Eu disse: Tenho 2 metros de altura, 180 quilos, 30 centímetros de pinto, o
saco pesa três quilos, FELIPE COSTA, seu criado.
- Ah!!!!! Graças a Deus... Eu tinha entendido: "FIQUE DE COSTA, seu viado..."

RONALDO CONQUISTOU O REAL

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preliminares

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Uma viúva rica e solitária decidiu que precisava de ter um homem na sua
vida . Então, publicou um anúncio no qual podia ler-se :
"Viúva rica procura homem para partilhar vida e fortuna. Os requisitos
necessários são os seguintes:

1 - Não me bater ... 2 - Não fugir de mim ... 3 - Ser excelente na cama"..

Durante meses a fio o telefone tocou incessantemente, a campainha não
parava um segundo e recebeu toneladas de cartas. Contudo, nenhum dos
pretendentes se enquadrava nas qualificações exigidas. Porém, um dia, a
campainha tocou novamente. Ela abriu a porta e encontrou um preto, sem
braços nem pernas, deitado no tapete da porta. Perplexa, ela perguntou :
- Quem é você? O que quer?
- Olá! - disse ele. Sou eu o homem dos seus sonhos.
- Ah sim? E porque acha que é?
- Ora - ripostou ele -, não posso bater-lhe, porque não tenho braços,
e não posso fugir de si, porque não tenho pernas.
- Está certo! retorquiu ela
- E o que o faz pensar que é assim tão bom na cama?
Ele respondeu:
- Eu toquei à campainha, não toquei??

terça-feira, dezembro 08, 2009

O ALMOÇO DESTE MÊS DE DEZEMBRO É JÁ NO DIA 17

A NOSSA CIMEIRA DESTE MÊS VAI TER LUGAR
NO RICHARDS 2, EM MOSCAVIDE, DIA 17



A Dina espera as vossas confirmações.

Contemporâneos com a Lua em Caranguejo

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KIMI DJABATE

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A TRANCA RECOMENDA QUE
OUÇAS, E AVALIES ESTE
MUSICO DA GUINÉ BISSAU
QU DÁ PELO NOME DE
KIMI DJABATE.



Há já três anos e tal que, então conhecido através dos VJ.s José Budha e Ana Lúcia, venho ouvindo e seguindo o trabalho deste músico e assistindo ao progressivo upgrading de qualidade da sua música.

Agora o autor de "Teriké" (que continuo a escutar quase diariamente) e a sua "Mariana" ,volta com um novo trabalho, e aproveito para alertar o pessoal para a qualidade da obra.

Kimi Djabaté volta com "Karam"



Kimi Djabaté, guitarrista, percussionista e intérprete da kora e do balafón (instrumento que começou a aprender aos três anos e que hoje domina de forma magnífica), começou a dar nas vistas por Lisboa há um punhado de anos, principalmente com os espectáculos na ZDB (e não só). Oriundo da Guiné-Bissau, de uma família de griots, portadores geracionais da tradição oral, à semelhança dos bardos europeus, Djabaté tocou nos Tama Lá e colaborou com nomes como Mory Kanté, Waldemar Bastos, Manecas Costa ou Djumbai Jazz, entre outros. Em 2005 lançou o seu primeiro álbum a solo, "Teriké". Passados quatro anos, é altura de voltar a lançar disco novo. Brilhante, por sinal. E, desta vez, com a chancela da influente Cumbancha, casa editorial de Rupa & The April Fishes ou do falecido Andy Palácio. O álbum chama-se "Karam" e tem por tema central África e as actuais questões sociais e políticas do continente, cantado em mandinga.

actualidade

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CHAPECÓ - SANTA CATARINA

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A TRANCA FOI HOJE ACESSADA
POR UM CYNERNAUTA DE CHAPECÓ
DO ESTADO DE SANTA CATARINA



Saravá mermão

Chapecó é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. Considerada a capital brasileira da agroindústria, Possui 171.789 habitantes. Chapecó se localiza na região Oeste Catarinense, na inserção da bacia hidrográfica do Rio Uruguai, cujo curso define a divisa com o estado do Rio Grande do Sul. Os municípios vizinhos são basicamente distritos desmembrados, como Cordilheira Alta, Seara, Xaxim, Coronel Freitas e Nova Itaberaba.

Chapecó foi fundada em 25 de Agosto de 1917. A origem etimológica de seu nome provém do tupi Xapeco, que significa "lugar de onde se avista o caminho da plantação".

Em 1943 passou a integrar o recém criado Território do Iguaçu, retornando ao estado de Santa Catarina em 1946, quando o território federal foi extinto pela nova constituição. Chapecó, por ser atualmente uma das maiores cidades da região do antigo Território do Iguaçu, foi fortemente cotada (juntamente com Cascavel) para se constituir na capital de um eventual Estado do Iguaçu, então pretendido por alguns movimentos emancipacionistas das regiões oeste e sudoeste do Paraná e oeste catarinense nos últimos 60 anos.[5] Ambas as cidades recebem o apelido de "Capital do Oeste".
A Configuração Brasileira e Catarinense
Dentro de uma perspectiva histórica, desde os tempos do Brasil colonial, a atual região oeste catarinense foi objeto de litígios territoriais internacionais e internos. No âmbito externo, os impérios coloniais português e espanhol e, posteriormente, o Império do Brasil e a Confederação Argentina disputaram, por meio de tratados, a posse da região. A solução da chamada Questão de Palmas (ou Questão das Missões) apenas seria alcançada em 1895, com a concessão do domínio ao Brasil. No âmbito interno, a Questão de Limites, entre Santa Catarina e Paraná, que desencadeou, inclusive, a chamada Guerra do Contestado, dificultou o processo efetivo de povoamento. Documentos históricos comprovam que os primeiros momentos de povoamento regional estão ligados ao bandeirantismo paulista, no século XVII, época em que foram travados os contatos iniciais com os indígenas da região.

A colonização
A colonização substancial ocorreu quando os desbravadores se estabeleceram para explorar os recursos naturais, em especial a araucária. Nesse contexto, foram de fundamental importância as empresas colonizadoras, incentivadas pelo Estado a fim de ocupar efetivamente a região. A madeira retirada das florestas era transportada em balsas, nos períodos de cheia do rio Uruguai, até a Argentina, onde era comercializada. Esse impulso atraiu colonos oriundos do Rio Grande do Sul, que fundaram "Xapeco", em 1917. Por volta de 1940, iniciaram-se os grandes fluxos de imigrantes, provenientes do Rio Grande do Sul, de etnia alemã, italiana e polonesa. Esses colonos e seus descendentes seriam os responsáveis pela caracterização da cultura e da arquitetura européia atualmente presentes em Chapecó. A agroindústria se desenvolveu, determinando a vocação do município, que passou a ser reconhecido internacionalmente como grande produtor de aves e suínos. Atualmente, muito embora a agroindústria continue sendo a mais importante atividade econômica municipal, outros segmentos econômicos, tanto de ordem industrial como de serviços, têm obtido notório desenvolvimento. As características gerais do município conferem a Chapecó fundamental importância político-econômica no âmbito catarinense (é o centro polarizador de serviços do oeste), significativo destaque no panorama nacional (é a capital nacional da agroindústria) e expressão internacional de certa relevância.

O linchamento de 1950
Em 1950, um fato trágico marcou a então pequena cidade de Chapecó, que contava, na época, apenas 5 mil habitantes. A cidade foi acometida por uma série de incêndios, sendo o principal aquele que atingiu a Igreja de Santo Antônio (posteriormente reconstruída; hoje, catedral da cidade), causando grande comoção na comunidade. As suspeitas recaíram sobre dois irmãos recém chegados do Rio Grande do Sul. Presos e torturados, eles negaram os fatos. A certeza de impunidade, além de causas até hoje não bem esclarecidas, levaram um grupo de 50 pessoas a invadir a cadeia muncipal. Armados, os invasores promoveram uma grande confusão, que acabaria no linchamento dos acusados em praça pública. Depois de mortos a tiros, os irmãos tiveram seus corpos mutilados e incendiados. Jamais se soube quem foram de fato os incendiários; suspeitas recaíram até mesmo sobre as autoridades da cidade. Na época, o episódio chamou a atenção do país: a revista "O Cruzeiro", a mais importante edição nacional de então, noticiou o acontecido, em matéria do dia 11 de novembro de 1950, da seguinte maneira: "À 1 hora da manhã do dia 18 de outubro foi consumada a mais bárbara de tôdas as chacinas já cometida no Brasil …"

A 8 DE DEZEMBRO DE 1980, JOHM LENNON FOI ASSASSINADO

John Lennon partilhava com Paul McCartney o estatuto da figura mais importante de uma das mais importantes bandas da história da música: The Beatles.


O grupo desfez-se no início da década de 70 e Lennon segui uma carreira a solo. Em 1975, afastou-se dos palcos e dos estúdios, argumentando pretender dedicar-se mais mais à família, depois do nascimento de Sean, seu filho com Yoko Ono.

Em 1980, contudo, regressou às gravações, mas, na noite de 8 de Dezembro, quando se preparava para entrar no prédio de apartamentos onde residia, nas imediações do Cntral Park, em Nova Iorque, Lennon foi abordado por um rapaz que durante o dia havia lhe pedido um autógrafo, num exemplar do álbum "Double Fantasy". Tratava-se de Mark David Chapman, um perturbado fã dos Beatles e de John, que acabou por alvejar o seu ídolo.
CHAPMAN O ASSASSINO

A polícia ainda levou John na própria viatura para o hospital. No local, permanecera o assassino, com um livro nas mãos: "O Apanhador no Campo de Centeio" de J.D. Salinger.
John Lennon tinha 40 anos.

eles disseram

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O que está a matar o PSD não é novo, vem-se desenvolvendo e enquistando há muitos anos: há cada vez mais gente que precisa do partido, seja do grande lugar como do pequeníssimo lugar, e há cada vez menos gente que é livre e independente. Há cada vez mais gente que não existiria na sociedade, não teria o trem de vida que tem, que não teria o emprego que tem, que não teria as prebendas que tem, se não fosse serem alguém numa estrutura qualquer. Há cada vez mais gente que é empregado da social-democracia e há cada vez menos sociais-democratas.
(PACHECO PEREIRA)
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A estratégia das grandes corporações herdadas do fascismo salazarento, é a de manter sobre suspeita, quer seja de carácter, de ilegalidade ou corruptabilidade, todo aquele que ousa pôr em causa os pressupostos dos seus pruviégios.
(BRUNO MOITA)
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O Papa vem a Portugal em Maio do próimo ano, e além de Lisboa e Fátima o Sumo Pontifice visitará também o Porto, ou seja, pela primeira vez na História,haverá dois Papas na mesma cidade


(BARBA & CABELO-A BOLA)

segunda-feira, dezembro 07, 2009

NÃO É UM GOLO É UMA OBRA PRIMA

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Este golo do Saviola ´uma autêntica obra prima,só me custa, a mim "lagarto" assumido, que seja narcado por um "lamp"...

domingo, dezembro 06, 2009

O QUE É VIRGEM?

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O FLAMENGO É CAMPEÃO DO BRASIL

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O FLAMENGO É CAMPEÃO DO BRASIL

AO DERROTAR ESTA TARDE O GRÉMIO
DE PORTO ALEGRA NO MARACANÃ POR
2-1.



O Flamengo quebra assim a hegemonia do Estado de São Paulo, e trás para o Rio de Janeiro o tíulo que há muitos anos não era festejado na cidade maravilhosa.

Esta noite nunguém dorme no Rio

sábado, dezembro 05, 2009

O PIROLITO

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O Pirolito

O pirolito foi uma bebida muito apreciada durante a primeira metade do século XX.
Ficou no imaginário dos que a conheceram não só pelo seu gosto, mas também pela forma da garrafa.
Era uma bebida gaseificada, feita à base de um xarope feito com açúcar, água, ácido cítrico e essência de limão,
a que posteriormente era adicionado gás carbónico.
A receita deste xarope base variava de fábrica para fábrica, constituindo esse o seu segredo.
Para quem não a experimentou, pode dizer-se que o mais parecido, hoje em dia, é o Seven-Up.

Hiram Codd (1838-1887)

Apesar do nosso apego à forma da garrafa, o seu formato não é português.
A garrafa de pirolito foi inventada por um inglês, Hiram Codd, que registou a patente em 1872.
Foi criada com o fim de ser usada para bebidas gaseificadas, como a soda, águas minerais, limonadas
e foi usada em toda a Europa e Estados Unidos.
O formato da garrafa, também conhecida por «frasco de bola», distinguia-a de todas as outras bebidas gaseificadas.
Tinha uma forma cilíndrica na base, encimada por um gargalo cónico, com um aro de borracha na extremidade superior,
que se destinava a fechar hermeticamente a bebida por intermédio de uma bola de vidro.
Esta bola de vidro transformava-se num berlinde, apreciado pelos rapazes, quando se partiam as garrafas,
usados depois no jogo do berlinde.
Um estreitamento bilateral no gargalo, como se fosse feito por dois dedos, permitia fixar o berlinde, depois de aberta.
Para abrir a garrafa, bastava carregar no berlinde e este descia para a sua cavidade própria no gargalo.
Ao pegarmos numa garrafa de pirolito, ouvimos o som inconfundível do berlinde a bater nas paredes da garrafa.

Quando comecei a procurar a fábrica original de pirolitos, descobri que não era possível saber qual foi a primeira.
Em Portugal houve inúmeras fábricas de pirolitos, distribuídas por todo o território.
Assim, cada pessoa que conheceu o pirolito acha que o da sua zona foi o primitivo.

Mencionarei algumas das fábricas que encontrei numa busca não exaustiva.
Em Aveiro, em 1922, existiam 2 fábricas de pirolitos, de acordo com os jornais regionais.
Em Caria existiu uma fábrica de pirolitos. No Barreiro há referência, em 1927, a uma fábrica de Pirolitos de José Gouveia
e o mesmo se passou em Estremoz com a Fábrica do Massano.
Em Guetim (Espinho) existiu uma fábrica de pirolitos, feitos com a água da Gruta da Lomba.
Na baixa de Coimbra, há cerca de 80 anos, existia uma fábrica de pirolitos, no local onde hoje se encontra o restaurante Carmina de Matos.
Nos Açores, existiram várias fábricas de pirolitos: a de Francisco Pereira de Vasconcelos, cerca dos anos 30, na Ilha Terceira ,
a Fábrica da Rua dos Canos Verdes e a de Melo Abreu, em Ponta Delgada.
Há, igualmente, referência a fábricas em S. Jorge da Panasqueira, no Louriçal, no Alandroal e em Perafita.
Em Sesimbra existiu, em 1935, a Marítima, de Jorge Amaro Reis Neves.
Em Redondo existiram pelo menos duas fábricas: a do Botas, que utilizava a água da Fonte da Bicha e a
Fábrica de refrigerantes da Serra d’ Ossa.
Na Marinha Grande existiu a Fábrica de pirolitos e gasosas de Antunes & Reis, em 1929, e em Castelo de Vide
a fábrica de Olímpio Gonçalves Novo (1899 – 1960).
Esta última com uma referência especial pelo estudo que foi feito sobre esta empresa, e que se encontra disponível
no site do Museu de Castelo de Vide.
Também na Venda do Pinheiro, em 1926, Francisco Alves começou a produzir pirolitos, para além de outros refrigerantes.
Esta empresa então designada Francisco Alves e Filhos, viria também a produzir a Laranjina C e mais tarde, nos anos 70,
a Trinaranjus. Em 1990, foi adquirida pelo grupo Cadbury-Schweppes Portugal, SA.

Na Lourinhã existiu uma fábrica que era propriedade de José Maria de Carvalho e há referência à existência de duas fábricas
de pirolitos no Concelho do Cadaval, uma na própria vila do Cadaval, cerca dos anos 30 e outra, em Vilar, no final dos anos 40.

Esta lista de fábricas de pirolitos mostra-nos que deve ter havido muito mais, uma vez que se tratava de uma produção familiar
e cuja distribuição era normalmente regional.

Em comum, existiam as garrafas fabricadas na Marinha Grande.
Do que nos foi possível constatar, existiam vários tipos de garrafas.
Embora o modelo seja o mesmo, os tamanhos e o tipo de vidro variam ligeiramente.
Isto deve-se a que eram fabricadas em várias fábricas.
Algumas garrafas não tinham qualquer identificação na base, enquanto outras apresentam as marcas das fábricas em que eram produzidas.
Identificámos as seguintes marcas: SB- correspondendo á Vidreira Santos Barosa, RG que se refere à fábrica de Ricardo Santos Gallo,
CV à Companhia Industrial Vidreira e ainda as marcas DS e P, que desconheço a que fábricas pertencem.

Nos anos 50, preocupações com a higiene levaram a uma legislação que obrigou os fabricantes a melhoramentos nas suas fábricas e
à proibição de utilizar este tipo de garrafa de bola, por ser de difícil lavagem.
Em resultado, muitas fábricas de pirolitos foram obrigadas a fechar.

Acabaram os pirolitos. Ficou-nos a memória.


In: Garfadas online

sexta-feira, dezembro 04, 2009

PORTUGAL E BRASIL NA MESMA SÉRIE NA AFRICA DO SUL

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MARCA (ESPANHA)

CR9
"No hay que lamentarse sino ir bien preparados para ganar"
Cristiano Ronaldono quiere oir hablar de momento de los cruces porque no está "preocupado por España porque no está en mi grupo". "Si llega el enfrentamiento mejor porque significará que pasamos, pero me preocupa más Brasil, Costa de Marfil y Corea. No hay que lamentarse sino ir bien preparados para ganar. Ir motivados porque jugaremos contra grandes equipos", comentó. A su vez, reconoció que ya piensa en el debut de Portugal contra Costa de Marfil: "Hay que unir fuerzas para intentar ganar el primer partido y entrar con el pie derecho porque va a ser complicado derrotar a Costa de Marfil, pero creo que es posible".

Kaká
"A Brasil le ha tocado en el grupo de la muerte"
Kaká fue el más pesimista de todos al calificar a su grupo como "el de la muerte". "Es el grupo más difícil del Mundial, estamos en el grupo de la muerte, pero eso es bueno porque nos hará empezar muy concentrados". Sobre los cruces lo tiene claro: "Espero no encontrame en octavos con España, sino más adelante. España está jugando muy bien".

preliminares


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quinta-feira, dezembro 03, 2009

ENTÃO..????...ORGANIZEM-SE

BENFICA BATE, NO BATE

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preliminares

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A esposa grávida acorda durante a noite e chama o marido
- Amor... Amo-or!
- Hummmm ???!!!
- Acorda !!
- Hummm?!
- Acoorda!!!!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo...
- Desejo???
- Sim... De comer carne de corvo...
- Corvo???
- Mas onde é que eu vou arranjar um corvo, agora???
- Vai ao zoo...
- Estás maluca!!! não vou agora ao zoo !! vou mas é pintar um frango de preto, e depois comes!!!
- Se não comer carne de corvo vás-te arrepender pois o nosso filho pode nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses e chega o dia do parto e, quando o homem vai ver seu querido filho , vê que o seu herdeiro é pretinho, mesmo pretinho.
Meio transtornado, cheio de remorso, corre para casa da mãe e diz:
- Mamãe, eu não quis dar carne de corvo a minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo e agora nosso meu filho nasceu preto como o corvo!!!
A mãe, bem humorada, consola o filho que está em pranto:
- Não chores meu filho...Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de touro, não consegui...e tu nasceste com chifres e só agora é que se nota!!!

quarta-feira, dezembro 02, 2009

GENTE NOSSA - O RICARDO E O RAPOSO



Durante uma cerimónia secreta de "desmancho" da Expo-Cascada.

preliminares

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TEORIA DA RELATIVIDADE
Jaimito estava na sala de aulas quando o
professor lhe pregunta:
- Jaimito, quánto é dois e dois?.
- É relativo, Sr. professor, porque se os
números estiverem na horizontal são 22
e se estiverem na vertical são 4.
- Ah... Achas-te muito engraçadinho, não?
Então diz-me lá…
- Quantos são os Mandamentos de DEUS?
- Os Mandamentos de DEUS... Bom, é relativo.
- Como assim, é relativo?
- É relativo, porque se for para homens são 10,
mas se for para mulheres são 9, porque as
mulheres não podem desejar a mulher do próximo,
a menos que sejam lesbicas.
- És um grande filho da puta, Jaimito!...
- É relativo, Sr. professor, porque se sou
filho da minha mãe, não,
mas se for filho da sua, sim!...

a 2 de Dezembro de 1512, foram mostradas pela primeira vez AS PINTURAS DO TECTO DA CAPELA SISTINA, DE MIGUEL ANGELO

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Tecto da Capela Sistina

O Teto da Capela Sistina é um monumental afresco de Michelangelo realizado entre os anos de 1508 e 1512 na Capela Sistina, no Vaticano, como o nome indica.


Vista do teto da Capela Sistina, projetada por MichelangeloNa realização desta grandiloqüente obra concorreram amor e ódio... Michelangelo teria feito contrariado este trabalho convencido que era mais um escultor, que um pintor. Encarregado pelo Papa Júlio II, sobrinho do Papa Sisto IV, de pintar o teto da capela, julgou ser um conluio de seus rivais para desviá-lo da obra para a qual havia sido chamado a Roma: o mausoléu do Papa. Mas, dedicou-se a tarefa e fez com tanta mestria que praticamente ofuscou as obras primas de seus antecessores na empresa. Os afrescos no teto da Capela Sistina são, de fato, um dos maiores tesouros artísticos da humanidade.


É difícil acreditar que tenha sido obra de um só homem, e que o mesmo ainda encontraria forças para retornar ao local, duas décadas depois, e pintar na parede do altar, sacrificando, inclusive, alguns afrescos de Perugino, o “extraordinário espetáculo” do Juízo Final, entre 1535 e 1541, já sob o pontificado de Paulo III.



A superfície da abóbada foi dividida em áreas concebendo-se arquitetonicamente o trabalho de maneira que resultasse numa articulação do espaço dividido por pilares. Nas áreas triangulares alocou as figuras de profetas e sibilas; nas retangulares, os episódios do Gênese. Para entender estas últimas deve-se atentar para as que tocam a parede do fundo:

Deus separando a Luz das Trevas;
Deus criando o Sol e a Lua;
Deus separa a terra das águas;
A Criação de Adão;
A Criação de Eva;
o Pecado Original e a expulsão do Paraíso;
o Sacrifício de Noé;
o Dilúvio Universal;
e o Noé Embriagado.
Deus separando a Luz das Trevas
Deus criando o Sol e a Lua;
A Criação de Adão (Michelangelo)
Pecado original

Deus criando o Sol e a Lua(detalhe)
O Sacrifício de Noé
Dilúvio

Daniel
Ezequiel
Isaías
Jeremias
Joel
Jonas
Zacarias
Daniel
Ezequiel
Jeremias
Joel
Jonas
Zacarias

As 5 Sibilas
Cinco (5) sibilas, personagens da mitologia grega, foram retratadas no teto.

Ciméria, ou Cumana (de Cumes), sacerdotisa de Apolo;
Prisca, a sibila Eritréia
Dafne, a sibila Délfica
A sibila Líbia
Sambeta, sibila Pérsica
A sibila Líbica, Ciméria e Dafne ficam de um lado, separadas pelas imagens dos profetas Daniel e Isaías. No lado oposto, separadas pelo profeta Ezequiel: Eritréia e Sambeta.
Dafne
Prisca

Pendentes

Nos pendentes são apresentadas várias cenas da história do povo de Israel como narradas nos vários livros do Antigo Testamento, tais como: David e Golias; a punição de Amã, do Livro de Ester, a Serpente de Bronze.

Punição de Amã

"A PUNICÃO DE AMÃ
Serpente de Bronze
Golias e David
Judite e Holofernes

JULINHO

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JULINHO FOI UM DOS MAIORES
PONTAS DE LANÇA DO FUTEBOL
PORTUGUÊS, JOGOU NO BENFICA
E FEZ HÁ DIAS 90 ANOS


Um dos primeiros desafios de futebol que presenciei ao vivo,tinha eu 6 anos, foi um célebre Benfica-Bordeus, no Estádio Nacional, numa finalissima da então existente Taça Latina, que o Benfica venceu por 2-1, com o Julinho a marcar o primeiro do Benfica.



Julinho era um grande goleador, e formava uma grande linha avançada do Benfica:
Corona,Arsénio,Julinho,Rogério e Pascoal



Julinho - Júlio Correia da Silva

Nome Completo: Júlio Correia da Silva
Alcunha: Julinho
Nacionalidade: Portuguesa
Local de Nascimento: Ramalde / Porto
Data de Nascimento: 1 de Dezembro de 1919
Posição: Avançado
.Outros clubes:
Coruchense, Benfica e Castelo Branco e Marinhense

.Clubes:
1952/53 - S.L.Benfica - 1 Jogo / 0 Golos
1951/52 - ?
1950/51 - S.L.Benfica - 5 Jogos / 2 Golos
1949/50 - S.L.Benfica - 22 Jogos / 28 Golos
1948/49 - S.L.Benfica - 14 Jogos / 11 Golos
1947/48 - S.L.Benfica - 24 Jogos / 24 Golos
1946/47 - S.L.Benfica - 21 Jogos / 22 Golos
1945/46 - S.L.Benfica - 12 Jogos / 12 Golos
1944/45 - S.L.Benfica - 13 Jogos / 14 Golos
1943/44 - S.L.Benfica - 16 Jogos / 16 Golos
1942/43 - S.L.Benfica - 16 Jogos / 24 Golos
1941/42 - Académico do Porto - ? Jogos / ? Golos
1940/41 - Académico do Porto - ? Jogos / ? Golos
1939/40 - Boavista - ? Jogos / ? Golos
1938/39 - Boavista - ? Jogos / ? Golos
1937/38 - Boavista - ? Jogos / ? Golos
1936/37 - Boavista - ? Jogos / ? Golos
1935/36 - Boavista - ? Jogos / ? Golos
1934/35 - Boavista - ? Jogos / ? Golos


Totais no S.L.Benfica: 200 Jogos / 202 Golos (Total de 269Jogos/272 Golos em jogos oficiais)
(Campeonato 144/154, Taça de Portugal 23/26, Campeonato de Lisboa 30/20 e Taça Latina 3/2)
.Estreia:
11 de Outubro de 1942, na Tapadinha (Atlético 1 - S.L.Benfica 5) - Marcou 2 golos
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Último jogo:
8 de Março de 1953, no Barreiro (Barreirense 1 - S.L.Benfica 1)
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Taça Latina: 3 Jogos / 2 Golos
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Estreia:
10 de Junho de 1950, no Jamor (S.L.Benfica 3 - Lázio 0)
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Último jogo:
18 de Junho de 1950, no Jamor (S.L.Benfica 2 - Bordéus 1) - Marcou o golo de ouro.
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Selecção: 1 Jogo / 0 Golos
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Estreia: 21 de Março de 1948, em Madrid (Espanha 2 - Portugal 0)
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Último jogo: 21 de Março de 1948, em Madrid (Espanha 2 - Portugal 0)
.Palmarés:
3 Campeonatos Nacionais - 1942/43, 1944/45 e 1949/50 (S.L.Benfica)
2 Taças de Portugal - 1942/43 e 1943/44 (S.L.Benfica)
1 Taça Latina - 1949/50 (S.L.Benfica)
1 Taça General Craveiro Lopes - 1952 (S.L.Benfica)
2X Melhor Marcador Campeonato Nacional - 1942/43 e 1949/50 (S.L.Benfica)
.Curiosidades:
- Contratado em 1942, rendeu aos cofres do Académico do Porto 25 contos de réis e recebeu de "luvas" 10 contos de réis. Uma pequena fortuna para a época e que o F.C.Porto se predispôs a dobrar mas Julinho já havia dado a sua palavra aos encarnados e honrou-a. Estava desta forma consumada a aquisição de um dos 5 jogadores que haveriam de vir a ser apelidados de Os 5 Diabos Vermelhos. A saber: Mário Rui, Arsénio, Espírito Santo, Rogério Pipi e Julinho.
- Esteve presente numa das maiores goleadas infligidas ao F.C. Porto: No dia 7 de Fevereiro de 1943, no Campo Grande, sob arbitragem de Vasco Ataíde (Coimbra), o S.L.Benfica de Janos Biri brindou os portistas com um extraordinário 12-2. Julinho fez um poker.
- Embora não tivesse marcado, esteve no 7-2 com que o S.L.Benfica presenteou os leões, no dia 28 de Abril de 1946. Os marcadores foram: Arsénio (46', 72' e 78'), Mário Rui (52', 75' e 81') e Rogério Pipi (58'). Albano (67') e Peyroteo (85') marcaram os golos leoninos.
- A 27 de Abril de 1947 apontou seis golos na vitória por 13-1 imposta pelo S.L.Benfica à Sanjoanense, naquela que é uma das maiores goleadas de sempre no Campeonato Nacional.
- Foi ele que marcou o golo de ouro que valeu a conquista da Taça Latina 1949/50. No dia 18 de Junho de 1950 no Estádio Nacional, após dois prolongamentos, Julinho selou a vitória benfiquista com um golo aos 146'.
- A 28 de Maio de 1952 esteve pesente em mais uma goleada. Desta vez a vítima foi o F.C.Porto que na inauguração do Estádio das Antas recebeu como prenda dos benfiquistas um esclarecedor 8-2.
- Despediu-se da massa associativa encarnada a 10 de Junho de 1953, no Campo Grande, frente ao Belenenses, equipa que curiosamente o havia apadrinhado a 5 de Outubro de 1942.
- Julinho (ainda) é, a par com Nené, o 5º melhor marcador de sempre em finais da Taça de Portugal, com 4 golos.
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História da Taça Latina de 1950 por 4ever_SLB 2009-08-19 14h23m

Taça Latina, lançada em rescaldo da segunda guerra mundial, foi uma competição europeia de futebol, realizada entre 1949 e 1957, disputada pelos campeões de Portugal, Espanha, França e Itália. A onda de simpatia e desportivismo que envolveu a disputa do troféu, terá constituído um importante incentivo para a criação das competições europeias da UEFA nos moldes em que hoje as conhecemos. A competição teve um grande prestígio por ser a primeira competição internacional europeia que enfrentava os campeões dos países latinos, e foi considerada a segunda competição da Europa atrás da Taça Mitropa, criada anteriormente, e que enfrentava clubes de um conjunto de países do Este da Europa. A Taça Latina disputou-se em cada ano em sedes ou locais diferentes, num dos quatro países representados. Um sorteio decidia os emparelhamentos das meias-finais. Os vencedores das semi-finais disputavam a final. Os derrotados disputavam o jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares. A competição extinguiu-se em 1957 por força da consolidação da Taça dos Campeões Europeus, criada em 1955.
Não foi fácil a conquista da Taça Latina pelo campeão de Portugal. O Benfica começou por bater a Lázio de Roma por 3-0, com golos de Corona, Rogério e Arsénio. O Bordéus havia vencido a Atlético de Madrid por 4-2. Foram necessários 266 minutos, ou seja 2 jogos com prolongamento mais 26 minutos, para o Benfica e o Bordéus decidissem a conquista do troféu. O primeiro jogo, realizado em 11 de Junho, terminou empatado 3-3, com golos de Arsénio, Corona e Pascoal. Sob a arbitragem do juiz francês Todjam, o Benfica alinhou com: Bastos; Jacinto, Félix e Fernandes; Moreira e José da Costa; Corona, Arsénio, Julinho, Rogério e Pascoal. No outro jogo o Benfica empatou 1-1 no Estádio Nacional, conseguindo a vitória no prolongamento com golo de Julinho. “O Benfica venceu indiscutivelmente, o Bordéus”, escreveria a propósito o consagrado “L’Equipe”. O “Mundo Desportivo” titulava a toda a largura da sua página: “Lance teatral na final da Taça Latina. Aos 89 minutos de jogo os campeões de França (Bordéus) pareciam vencedores, mas 30 segundos depois os campeões de Portugal (Benfica) empataram e foi necessário jogar mais 56 minutos para atribuir a vitória”. “Foi a maior alegria da nossa vida desportiva” – disseram jogadores e dirigentes ao referido jornal. Com a arbitragem do juiz italiano Bertolio, o Benfica alinhou com a seguinte equipa: Bastos; Jacinto, Félix e Fernandes; Moreira e José da Costa; Corona, Arsénio, Julinho, Rogério e Rosário.
Fica aqui o historial da Taça Latina:
- 1948-1949: Campeão: Barcelona; Vice-Campeão: Sporting; Resultado 2-1; Terceiro Lugar: Torino; Quarto lugar: Stade de Reims; Resultado: 5-3
- 1949-1950: Campeão: Benfica; Vice-Campeão: Bordéus; Resultado 3-3 e 2-1; Terceiro Lugar: Atlético de Madrid; Quarto Lugar: Lázio; Resultado: 2-1
- 1950-1951: Campeão: AC Milan; Vice-Campeão: Lille; Resultado 5-0; Terceiro Lugar: Atlético de Madrid; Quarto Lugar: Sporting; Resultado: 3-2
- 1951-1952: Campeão: Barcelona: Vice-Campeão: Nice; Resultado 1-0; Terceiro Lugar: Juventus; Quarto Lugar: Sporting; Resultado 3-2
- 1952-1953: Campeão: Stade de Reims: Vice-Campeão: AC Milan; Resultado 3-0; Terceiro Lugar: Sporting; Quarto Lugar: Valência; Resultado 4-1
- 1953-1954: Não se disputou
- 1954-1955: Campeão: Real Madrid; Vice-Campeão: Stade de Reims; Resultado 2-0; Terceiro Lugar: AC Milan; Quarto Lugar: Belenenses; Resultado 3-1
- 1955-1956: Campeão: AC Milan; Vice-Campeão: Athletic Club; Resultado 3-1; Terceiro Lugar: Benfica; Quarto Lugar: Nice; Resultado 2-1
- 1956-1957: Campeão: Real Madrid; Vice-Campeão: Benfica; Resultado 1-0; Terceiro Lugar: AC Milan; Quarto Lugar: Saint-Etienne; Resultado 1-0

terça-feira, dezembro 01, 2009

GENTE NOSSA - DOIS LEÕES NA BATALHA



O RUI BRITO DE SOUSA E O MENDONÇA, DOIS LEÕES PRESENTES NA NOSSA CIMEIRA DA BATALHA

crime organizado - uma carreira

preliminares

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Um homem vê uma mulher linda, com seios espetaculares, a saltar do autocarro.
Corre até ela e pergunta:
- Deixaria eu morder seus seios por 50€?
- Você deve estar maluco - diz a rapariga.
- E por 500€ você deixaria?
- Olhe, não me leve a mal, mas não sou desse tipo de mulher
De olho no volume daqueles seios, ele insiste:
- Por 5.000€ você deixaria eu morder seus seios maravilhosos?
A mulher hesita, pensa um pouco e finalmente responde:
- Por 5.000€ tudo bem.
- Então vamos até aquele cantinho...
Ela abre a blusa, deixa os seios à mostra e à disposição do homem.
O sujeito beija, passa as mãos, encosta a cabeça, lambe, chupa e nada de morder...
Até que a mulher perde a paciência:
- Então? Vai morder ou não?
- Eu não! É muito caro!