.
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"Aneis Durex".
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Cuidado!!! Se os teus contactos o aceitam, tu também serás agarrado.
TRANCA - Revista do antigo RC / Controle de Reservas.
Actual Revenue/QRL/SQQ/Irregularidades/Comunidade ex-RC.


quarta-feira, abril 14, 2010
terça-feira, abril 13, 2010
PALPITES - 1ª.jornada ABRIL-MAIO
.
CONCLUIDOS OS 4 JOGOS DESTA
1ª.JORNADA COM A SORAIA A
VENCER E A TORNAR-SE LÍ-
DER COM 3 PONTOS DE AVANÇO
SOBRE A CARMEN E 4 SOBRE
O JOÃO MORAIS.
A SORAIA SABOREANDO A LIDERANÇA...
JOGOS:
.
U.LEIRIA-BRAGA......1-2 (CARMEN,FRANCISCO,HERDEIRO,JOÃO MORAIS)
RIO AVE-PORTO.......0-1 (VITOR SANTOS)
GUIMARÃES-OLHANENSE.1-1 (SORAIA,JOÃO MORAIS)
BENFICA-SPORTING....2-0 (LIGIA)
.
CLASSIFICAÇÃO DA JORNADA E GERAL
1.SORAIA..............1..(CODESAHRES-BENFICA)
2.Carmen............4..(B.OFFICE/BENFICA)
3.João Morais.......5..(TAP-COPENHAGEN/SPORTING)
4.Celia...............6..(CODESHARES-SPORTING)
5.João Roque.......8..(TAP-GENEVE/SPORTING)
..Francisco..........8..(REV-AFRICAS/SPORTING)
6.Ligia................9..(CHF.REV/BENFICA)
..Vitor Santos.......9..(B.OFFICE/ATLETICO)
..Azevedo...........9..(EX-RC-LISRY/SPORTING)
..Herdeiro..........9..(EX-RC/SPORTING)
7.Pedro Pereira....10..(B.OFFICE/BENFICA)
8.Leonor.............11..(GRP.DESK/SPORTING)
9.Valente.............12..(GRP.DESK/SPORTING)
..Peixoto...........12..(EX-RC-CALL CENTER/BENFICA)
10Mendonça..........15..(EX-RC-LISRY/SPORTING)
CONCLUIDOS OS 4 JOGOS DESTA
1ª.JORNADA COM A SORAIA A
VENCER E A TORNAR-SE LÍ-
DER COM 3 PONTOS DE AVANÇO
SOBRE A CARMEN E 4 SOBRE
O JOÃO MORAIS.
JOGOS:
.
U.LEIRIA-BRAGA......1-2 (CARMEN,FRANCISCO,HERDEIRO,JOÃO MORAIS)
RIO AVE-PORTO.......0-1 (VITOR SANTOS)
GUIMARÃES-OLHANENSE.1-1 (SORAIA,JOÃO MORAIS)
BENFICA-SPORTING....2-0 (LIGIA)
.
CLASSIFICAÇÃO DA JORNADA E GERAL
1.SORAIA..............1..(CODESAHRES-BENFICA)
2.Carmen............4..(B.OFFICE/BENFICA)
3.João Morais.......5..(TAP-COPENHAGEN/SPORTING)
4.Celia...............6..(CODESHARES-SPORTING)
5.João Roque.......8..(TAP-GENEVE/SPORTING)
..Francisco..........8..(REV-AFRICAS/SPORTING)
6.Ligia................9..(CHF.REV/BENFICA)
..Vitor Santos.......9..(B.OFFICE/ATLETICO)
..Azevedo...........9..(EX-RC-LISRY/SPORTING)
..Herdeiro..........9..(EX-RC/SPORTING)
7.Pedro Pereira....10..(B.OFFICE/BENFICA)
8.Leonor.............11..(GRP.DESK/SPORTING)
9.Valente.............12..(GRP.DESK/SPORTING)
..Peixoto...........12..(EX-RC-CALL CENTER/BENFICA)
10Mendonça..........15..(EX-RC-LISRY/SPORTING)
a 13 de ABRIL nasceu SAMUEL BECKETT
.
Samuel Beckett

Samuel Beckett (Dublin, 13 de abril de 1906 — Paris, 22 de dezembro de 1989) foi um dramaturgo e escritor irlandês.
Recebeu o Nobel de Literatura de 1969. Utiliza em suas obras, traduzidas em mais de trinta línguas, uma riqueza metafórica imensa, privilegiando uma visão pessimista acerca do fenômeno humano. É considerado um dos principais autores do denominado teatro do absurdo. Sua obra mais famosa no Brasil é a peça Esperando Godot.
Biografia
Beckett nasceu numa família burguesa e protestante, e em 1923 ingressa no Trinity College de Dublin, para se formar em Literatura Moderna, especializando-se em francês e italiano. Em 1928, meses após sua mudança para Paris, conhece James Joyce, apresentado por um amigo em comum. Torna-se grande admirador do escritor, e sua obra posterior é fortemente influenciada por ele.
Após lecionar durante o ano de 1930 na Irlanda, Beckett volta no ano seguinte para Paris, fixando residência na cidade, e escreve sua primeira novela, “Dream of Fair to Middling Women” (publicada após a morte do autor, em 1993) Em 1933, Beckett retorna novamente a Dublin, pois, devido ao falecimento de seu pai, encarrega-se de cuidar de sua mãe. Retorna a Paris em 1938, quando é marcado por dois acontecimentos de grande importância: fica gravemente ferido ao ser agredido por um estranho, que lhe desferiu uma facada no peito, e conhece Suzanne Deschevaux-Dusmenoil, com quem viveria o resto da vida e se casaria em 1961.
Depois da eclosão da Segunda Grande Guerra, vincula-se à resistência francesa, na ocasião da invasão de Paris pelo exército nazista, em 1941, juntamente com sua esposa. Afasta-se da resistência em 1942, quando ambos foram obrigados a fugir da França. Morre em 1989, cinco meses depois de sua esposa, de enfisema pulmonar, contra o qual já lutava havia três anos. Foi enterrado no cemitério de Montparnasse.
A produção beckettiana foi um dos principais ícones do Teatro do Absurdo que faz uma intensa crítica à modernidade. Recebeu o Nobel de Literatura de 1969.
Obra
Nas obras traduzidas por Beckett, indica-se o título original e traduzido separados por barra. A data de edição (ou de composição, no caso de textos publicados em colectâneas) é do original.
Peças
Teatro
Eleutheria (1947; publicado em 1995)
En attendant Godot/Waiting for Godot (Esperando Godot) (1948; publicado em 1952)
Act Without Words I (1956)
Act Without Words II (1956)
Endgame (1957)
Krapp's Last Tape (1958)
Rough for Theatre I (fins de 1950)
Rough for Theatre II (fins de 1950)
Happy Days (1960)
Play (1963)
Come and Go (1965)
Breath (1969)
Not I (1972)
That Time (1975)
Footfalls (1975)
A Piece of Monologue (1980)
Rockaby (1981)
Ohio Impromptu (1981)
Catastrophe (1982)
What Where (1983)
[editar] Rádio
All That Fall (1956)
Embers (1959)
Rough for Radio I (1961)
Rough for Radio II (1961)
Words and Music (1961)
Cascando (1962)
The Old Tune (1963)
[editar] Televisão
Eh Joe (1965)
Ghost Trio (1975)
... but the clouds ... (1976)
Quad I + II (1981)
Nacht und Träume (1982)
[editar] Cinema
Film (1965)
[editar] Prosa
Collected Shorter Prose 1945-1980 (1984)
As the Story Was Told: Uncollected and Late Prose (1990)
Romances e novelas
Dream of Fair to Middling Women (1932)
Murphy (1938; traduzida para francês, 1948)
Mercier and Camier (1946)
Watt (1953; escrita c. 1943; traduzida para francês, 1968)
Molloy (1951; original em francês; traduzida para inglês, 1955)
Malone Meurt (1951; traduzida para inglês como Malone Dies, 1956)
L'innommable (1953; traduzida para inglês como The Unnameable, 1958)
Comment C'est (1961; traduzida para inglês como How It Is, 1964)
Company (1980)
Ill Seen Ill Said (1982)
Worstward Ho (1983)
Ends and Odds: Plays and Sketches (1977)
[editar] Contos e textos breves
Assumption (1929)
Sedendo et Quiesciendo (1932)
Text (1932)
A Case in a Thousand (1934)
More Pricks than Kicks (1934)
Nouvelles et Textes Pour Rien/Stories and Texts for Nothing (1945-50)
Premier Amour/First Love (1945)
From an Abandoned Work (1954-55)
L'image/The Image (1958)
All Strange Away (19763-64)
Imagination Morte Imaginez/Imagination Dead Imagine (1965)
Assez/Enough (1966)
Bing/Ping (1966)
Sans/Lessness (1969)
Le Depeupleue/The Lost Ones (1970)
Fizzles (1973-75)
Heard in the Dark 1
Heard in the Dark 2
One Evening
As the Story was Told (1973)
La Falaise/The Cliff (1975)
Company (1980, adaptado para o teatro)
Stirrings Still (1988)
Nohow On (1989)
[editar] Ensaios
Proust (1931; publicado em 1989)
Disjecta: Miscellaneous Writing and a Dramatic Fragment (1983)
[editar] Poesia
Collected Poems in English and French/Coleção de Poemas em Inglês e Farancês (1977)
Poèmes/Poems/Poemas (1979)
Collected Poems 1930-1978/Coleção de Poemas 1930-1978 (1984)
Samuel Beckett
Samuel Beckett (Dublin, 13 de abril de 1906 — Paris, 22 de dezembro de 1989) foi um dramaturgo e escritor irlandês.
Recebeu o Nobel de Literatura de 1969. Utiliza em suas obras, traduzidas em mais de trinta línguas, uma riqueza metafórica imensa, privilegiando uma visão pessimista acerca do fenômeno humano. É considerado um dos principais autores do denominado teatro do absurdo. Sua obra mais famosa no Brasil é a peça Esperando Godot.
Biografia
Beckett nasceu numa família burguesa e protestante, e em 1923 ingressa no Trinity College de Dublin, para se formar em Literatura Moderna, especializando-se em francês e italiano. Em 1928, meses após sua mudança para Paris, conhece James Joyce, apresentado por um amigo em comum. Torna-se grande admirador do escritor, e sua obra posterior é fortemente influenciada por ele.
Após lecionar durante o ano de 1930 na Irlanda, Beckett volta no ano seguinte para Paris, fixando residência na cidade, e escreve sua primeira novela, “Dream of Fair to Middling Women” (publicada após a morte do autor, em 1993) Em 1933, Beckett retorna novamente a Dublin, pois, devido ao falecimento de seu pai, encarrega-se de cuidar de sua mãe. Retorna a Paris em 1938, quando é marcado por dois acontecimentos de grande importância: fica gravemente ferido ao ser agredido por um estranho, que lhe desferiu uma facada no peito, e conhece Suzanne Deschevaux-Dusmenoil, com quem viveria o resto da vida e se casaria em 1961.
Depois da eclosão da Segunda Grande Guerra, vincula-se à resistência francesa, na ocasião da invasão de Paris pelo exército nazista, em 1941, juntamente com sua esposa. Afasta-se da resistência em 1942, quando ambos foram obrigados a fugir da França. Morre em 1989, cinco meses depois de sua esposa, de enfisema pulmonar, contra o qual já lutava havia três anos. Foi enterrado no cemitério de Montparnasse.
A produção beckettiana foi um dos principais ícones do Teatro do Absurdo que faz uma intensa crítica à modernidade. Recebeu o Nobel de Literatura de 1969.
Obra
Nas obras traduzidas por Beckett, indica-se o título original e traduzido separados por barra. A data de edição (ou de composição, no caso de textos publicados em colectâneas) é do original.
Peças
Teatro
Eleutheria (1947; publicado em 1995)
En attendant Godot/Waiting for Godot (Esperando Godot) (1948; publicado em 1952)
Act Without Words I (1956)
Act Without Words II (1956)
Endgame (1957)
Krapp's Last Tape (1958)
Rough for Theatre I (fins de 1950)
Rough for Theatre II (fins de 1950)
Happy Days (1960)
Play (1963)
Come and Go (1965)
Breath (1969)
Not I (1972)
That Time (1975)
Footfalls (1975)
A Piece of Monologue (1980)
Rockaby (1981)
Ohio Impromptu (1981)
Catastrophe (1982)
What Where (1983)
[editar] Rádio
All That Fall (1956)
Embers (1959)
Rough for Radio I (1961)
Rough for Radio II (1961)
Words and Music (1961)
Cascando (1962)
The Old Tune (1963)
[editar] Televisão
Eh Joe (1965)
Ghost Trio (1975)
... but the clouds ... (1976)
Quad I + II (1981)
Nacht und Träume (1982)
[editar] Cinema
Film (1965)
[editar] Prosa
Collected Shorter Prose 1945-1980 (1984)
As the Story Was Told: Uncollected and Late Prose (1990)
Romances e novelas
Dream of Fair to Middling Women (1932)
Murphy (1938; traduzida para francês, 1948)
Mercier and Camier (1946)
Watt (1953; escrita c. 1943; traduzida para francês, 1968)
Molloy (1951; original em francês; traduzida para inglês, 1955)
Malone Meurt (1951; traduzida para inglês como Malone Dies, 1956)
L'innommable (1953; traduzida para inglês como The Unnameable, 1958)
Comment C'est (1961; traduzida para inglês como How It Is, 1964)
Company (1980)
Ill Seen Ill Said (1982)
Worstward Ho (1983)
Ends and Odds: Plays and Sketches (1977)
[editar] Contos e textos breves
Assumption (1929)
Sedendo et Quiesciendo (1932)
Text (1932)
A Case in a Thousand (1934)
More Pricks than Kicks (1934)
Nouvelles et Textes Pour Rien/Stories and Texts for Nothing (1945-50)
Premier Amour/First Love (1945)
From an Abandoned Work (1954-55)
L'image/The Image (1958)
All Strange Away (19763-64)
Imagination Morte Imaginez/Imagination Dead Imagine (1965)
Assez/Enough (1966)
Bing/Ping (1966)
Sans/Lessness (1969)
Le Depeupleue/The Lost Ones (1970)
Fizzles (1973-75)
Heard in the Dark 1
Heard in the Dark 2
One Evening
As the Story was Told (1973)
La Falaise/The Cliff (1975)
Company (1980, adaptado para o teatro)
Stirrings Still (1988)
Nohow On (1989)
[editar] Ensaios
Proust (1931; publicado em 1989)
Disjecta: Miscellaneous Writing and a Dramatic Fragment (1983)
[editar] Poesia
Collected Poems in English and French/Coleção de Poemas em Inglês e Farancês (1977)
Poèmes/Poems/Poemas (1979)
Collected Poems 1930-1978/Coleção de Poemas 1930-1978 (1984)
preliminares
.
Um índio vai à Conservatória e solicita mudança de nome.
O escrivão pergunta qual é o seu nome.
- "Grande Nuvem Azul Que Leva Mensagem Para o Mundo"
- E como se quer chamar?
- "Email"!
Um índio vai à Conservatória e solicita mudança de nome.
O escrivão pergunta qual é o seu nome.
- "Grande Nuvem Azul Que Leva Mensagem Para o Mundo"
- E como se quer chamar?
- "Email"!
segunda-feira, abril 12, 2010
TEXTO SEM A LETRA "A"
.
Um texto sem a letra "A". Isto é possível?????
> É possível sim...
> Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o
> português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o
> que de início, e somente de início, se pode ter como impossível.
> Pode dizer-se tudo, com sentido completo, como se isso fosse mero ovo
> de Colombo, desde que se tente. Sem se inibir, pode muito bem o leitor
> empreender este belo exercício dentro do nosso fecundo e peregrino
> dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores
> e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de
> eterno e honroso reconhecimento.
> Trechos difíceis resolvem-se com sinónimos.
> Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites
> com este divertimento instrutivo.
> Brinque-se mesmo com tudo.
> É um belíssimo desporto do intelecto, pois escrevemos o que quisermos
> sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo,
> escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo sem o "P", "R"
> ou "F", o que quiser escolher. Podemos, em corrente estilo, repetir um
> som sempre ou mesmo escrever sem verbos.
> Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se
> todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor
> melhor preferir.
> Porém, mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito
> se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem
> impedimentos.
> Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e
> oprimirem hoje o nosso português, culto e belo, querendo substituí-lo
> pelo inglês. Porquê?
> Cultivemos o nosso polifónico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém
> incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos,
> escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de
> condores.
> Honremos o que é nosso, oh moços estudiosos, escritores e professores!
> Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde,
> porém viril e cheio de sentimentos estéticos, púgil, de heróis e de
> nobres descobridores de mundos novos!
Um texto sem a letra "A". Isto é possível?????
> É possível sim...
> Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o
> português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o
> que de início, e somente de início, se pode ter como impossível.
> Pode dizer-se tudo, com sentido completo, como se isso fosse mero ovo
> de Colombo, desde que se tente. Sem se inibir, pode muito bem o leitor
> empreender este belo exercício dentro do nosso fecundo e peregrino
> dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores
> e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de
> eterno e honroso reconhecimento.
> Trechos difíceis resolvem-se com sinónimos.
> Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites
> com este divertimento instrutivo.
> Brinque-se mesmo com tudo.
> É um belíssimo desporto do intelecto, pois escrevemos o que quisermos
> sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo,
> escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo sem o "P", "R"
> ou "F", o que quiser escolher. Podemos, em corrente estilo, repetir um
> som sempre ou mesmo escrever sem verbos.
> Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se
> todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor
> melhor preferir.
> Porém, mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito
> se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem
> impedimentos.
> Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e
> oprimirem hoje o nosso português, culto e belo, querendo substituí-lo
> pelo inglês. Porquê?
> Cultivemos o nosso polifónico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém
> incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos,
> escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de
> condores.
> Honremos o que é nosso, oh moços estudiosos, escritores e professores!
> Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde,
> porém viril e cheio de sentimentos estéticos, púgil, de heróis e de
> nobres descobridores de mundos novos!
PALPITES - 1ª.jornada ABRIL-MAIO - info intercalar
.
COM 3 JOGOS JÁ CONCLUIDOS
E QUANDO FALTA SÓ DISPUTAR
O BENFICA-SPORTING DE AMA-
NHÃ, HÁ DOIS LÍDERES EX-
AEQUO - O JOÃO MORAIS E
A SORAIA, COM 2 PONTOS DE
VANTAGEM SOBRE A CARMEN.
JOGOS JÁ CONCLUIDOS;
U.LEIRIA-BRAGA......1-2 (CARMEN,FRANCISCO,HERDEIRO,JOÃO MORAIS)
RIO AVE-PORTO.......0-1 (VITOR SANTOS)
GUIMARÃES-OLHANENSE.1-1 (S0RAIA,JOÃO MORAIS)
classificação actual intercalar
A SORAIA SABOREANDO A LIDERANÇA...
...QUE DIVIDE COM O JOÃO MORAIS DE COPENHAGUE
.
1.JOÃO MORAIS,SORAIA...1
2.Carmen...3
3.Francisco,Herdeiro...4
4.Célia...5
5.Leonor,João Roque...7
6.Vitor Santos,Pedro Pereira,Valente,Azevedo...8
7.Ligia,Mendonça,Peixoto...10
COM 3 JOGOS JÁ CONCLUIDOS
E QUANDO FALTA SÓ DISPUTAR
O BENFICA-SPORTING DE AMA-
NHÃ, HÁ DOIS LÍDERES EX-
AEQUO - O JOÃO MORAIS E
A SORAIA, COM 2 PONTOS DE
VANTAGEM SOBRE A CARMEN.
JOGOS JÁ CONCLUIDOS;
U.LEIRIA-BRAGA......1-2 (CARMEN,FRANCISCO,HERDEIRO,JOÃO MORAIS)
RIO AVE-PORTO.......0-1 (VITOR SANTOS)
GUIMARÃES-OLHANENSE.1-1 (S0RAIA,JOÃO MORAIS)
classificação actual intercalar
...QUE DIVIDE COM O JOÃO MORAIS DE COPENHAGUE.
1.JOÃO MORAIS,SORAIA...1
2.Carmen...3
3.Francisco,Herdeiro...4
4.Célia...5
5.Leonor,João Roque...7
6.Vitor Santos,Pedro Pereira,Valente,Azevedo...8
7.Ligia,Mendonça,Peixoto...10
O CLÃ GUEDES VAZ EM CASTRO VERDE
.
ONTEM PASSARAM CÁ POR
CASTRO VERDE, ONDE
A TRANCA TEM SIDO
EDITADA, OS COMPA-
NHEIROS JOSÉ MANEL
O PEDRO E A TERESA
GUEDES VAZ.

Sempre que o Guedes Vaz (pai) passa junto a Castro Verde, não resiste a vir até cá, a degustar as deliciosas iguarias dos restaurantes de Entradas, e a tomar um cafezinho no Café Paraíso em Castro, de onde se avista a planicie, agora verde.
CAVALARIÇA
CAFÉ PARAÍSO, EM CASTRO VERDE, DE ONDE A TRANCA É MUITAS VEZES EDITADA
Pusemos a conversa em dia e lá foram eles a caminho do Algarve.
ONTEM PASSARAM CÁ POR
CASTRO VERDE, ONDE
A TRANCA TEM SIDO
EDITADA, OS COMPA-
NHEIROS JOSÉ MANEL
O PEDRO E A TERESA
GUEDES VAZ.
Sempre que o Guedes Vaz (pai) passa junto a Castro Verde, não resiste a vir até cá, a degustar as deliciosas iguarias dos restaurantes de Entradas, e a tomar um cafezinho no Café Paraíso em Castro, de onde se avista a planicie, agora verde.
Pusemos a conversa em dia e lá foram eles a caminho do Algarve.
A 12 DE ABRIL, nasceu CHICO ANYSIO
.
Chico Anysio

Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho, conhecido como Chico Anysio (Maranguape, 12 de abril de 1931), é um humorista, ator, escritor, compositor e pintor brasileiro, notório por seus inúmeros quadros e programas humorísticos na Rede Globo, onde possui contrato até 2012.
Ao lado de Chacrinha, Chico é considerado um dos maiores nomes de todos os tempos da televisão brasileira.
Chico Anysio trabalhou ao lado, ou mesmo dirigindo, os maiores nomes do humor brasileiro no rádio ou na televisão, como: Paulo Gracindo, Grande Otelo, Costinha, Walter D'Ávila, Jô Soares, Renato Corte Real, Agildo Ribeiro, Ivon Curi, entre muitos outros brilhantes humoristas.
Biografia
Chico Anysio mudou-se com sua família para o Rio de Janeiro quando tinha seis anos de idade. Iniciou no rádio na Rádio Guanabara, onde exercia várias funções: radioator, comentarista de futebol, etc. Participou do programa Papel carbono de Renato Murce. Trabalhou, na década de 1950, nas rádios "Mayrink Veiga", "Clube de Pernambuco e Clube do Brasil. Nas chanchadas da década de 50, Chico passou a escrever diálogos e, eventualmente, atuava como ator em filmes da Atlântida Cinematográfica.
Na TV Rio estreou em 1957 o Noite de Gala. Em 1959, estreou o programa Só Tem Tantã, lançado por Joaquim Silvério de Castro Barbosa, mais tarde chamado de Chico Total. Além de escrever e interpretar seus próprios textos no rádio, televisão e cinema, sempre com humor fino e inteligente, Chico se aventurou com relativo destaque pelo jornalismo esportivo, teatro, literatura e pintura, além de ter composto e gravado algumas canções.
Canções
Hino ao Músico .... de: Chico Anysio, Nancy Wanderley e Chocolate
Foi tema de abertura do seu programa Chico Anysio Show, na TV Excelsior, TV Rio e TV Globo, e nos espetáculos teatrais, como o do Ginástico Português, no Rio, em 1974, acompanhado sempre do violonista brasileiro Manuel da Conceição, o "mão de vaca".
Rancho da Praça XI .... de: Chico Anysio e João Roberto Kelly .... gravação: Dalva de Oliveira
A música fez grande sucesso no carnaval do IV Centenário do Rio de Janeiro, em fevereiro de 1965.
Vários sucessos com seu parceiro Arnaud Rodrigues, gravados em discos e usados no quadro "Baiano e os Novos Caetanos", em Chico City.
Desde 1968, encontra-se ligado a Rede Globo, onde conseguiu o status de estrela num "cast" que contava com os artistas mais famosos do Brasil; e graças também a relação de mútua admiração e respeito que estabeleceu com o executivo Boni. Após a saída de Boni da Globo nos anos 90, Chico perdeu paulatinamente espaço na programação, situação agravada em 1996 por um acidente em que fraturou a mandíbula.
Em 2005, fez uma participação no Sítio do Picapau Amarelo, onde interpretava o "Dr. Saraiva" e, recentemente, participou da novela Sinhá Moça, na Rede Globo.
Carreira
Televisão
1973/80 - Chico City .... vários personagens
1982/90 - Chico Anysio Show .... vários personagens
1989 - Que Rei Sou Eu? .... Taji Namas
1990/02 - Escolinha do Professor Raimundo .... Professor Raimundo
1991 - Estados Anysios de Chico City .... vários personagens
1995 - Chico Total .... vários personagens
1995 - Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados .... vendedor de caixões
1999 - Zorra Total .... Alberto Roberto / Professor Raimundo / Dr. Rosseti
1999 - Terra Nostra .... Barão Josué Medeiros
1999 - O Belo e as Feras .... vários personagens
2002 - Brava Gente .... Detetive Brito
2004 - A Diarista .... Rúbio
2005 - Sítio do Pica-Pau Amarelo .... Dr. Saraiva
2006 - Sinhá Moça .... Everaldo
2007 - Pé na Jaca .... Cigano
2008 - Cilada .... Sandoval
2008 - Guerra e Paz .... Padre Santo
2009 - Caminho das Índias .... Namit Batra
2009 - Chico e Amigos .... vários personagens
2009 - Zorra Total .... Alberto Roberto
2010 - Zorra Total.... Justo Veríssimo
2010 - Zorra Total.... Bento Carneiro
Cinema
1996 - Tieta .... Zé Esteves
2009 - Se Eu Fosse Você 2 .... Olavo
2009 - Up - Altas Aventuras .... Carl Fredricksen (dublagem)
2010 - Uma Professora Muito Maluquinha .... Monsenhor Aristides
Chico Anysio

Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho, conhecido como Chico Anysio (Maranguape, 12 de abril de 1931), é um humorista, ator, escritor, compositor e pintor brasileiro, notório por seus inúmeros quadros e programas humorísticos na Rede Globo, onde possui contrato até 2012.
Ao lado de Chacrinha, Chico é considerado um dos maiores nomes de todos os tempos da televisão brasileira.
Chico Anysio trabalhou ao lado, ou mesmo dirigindo, os maiores nomes do humor brasileiro no rádio ou na televisão, como: Paulo Gracindo, Grande Otelo, Costinha, Walter D'Ávila, Jô Soares, Renato Corte Real, Agildo Ribeiro, Ivon Curi, entre muitos outros brilhantes humoristas.
Biografia
Chico Anysio mudou-se com sua família para o Rio de Janeiro quando tinha seis anos de idade. Iniciou no rádio na Rádio Guanabara, onde exercia várias funções: radioator, comentarista de futebol, etc. Participou do programa Papel carbono de Renato Murce. Trabalhou, na década de 1950, nas rádios "Mayrink Veiga", "Clube de Pernambuco e Clube do Brasil. Nas chanchadas da década de 50, Chico passou a escrever diálogos e, eventualmente, atuava como ator em filmes da Atlântida Cinematográfica.
Na TV Rio estreou em 1957 o Noite de Gala. Em 1959, estreou o programa Só Tem Tantã, lançado por Joaquim Silvério de Castro Barbosa, mais tarde chamado de Chico Total. Além de escrever e interpretar seus próprios textos no rádio, televisão e cinema, sempre com humor fino e inteligente, Chico se aventurou com relativo destaque pelo jornalismo esportivo, teatro, literatura e pintura, além de ter composto e gravado algumas canções.
Canções
Hino ao Músico .... de: Chico Anysio, Nancy Wanderley e Chocolate
Foi tema de abertura do seu programa Chico Anysio Show, na TV Excelsior, TV Rio e TV Globo, e nos espetáculos teatrais, como o do Ginástico Português, no Rio, em 1974, acompanhado sempre do violonista brasileiro Manuel da Conceição, o "mão de vaca".
Rancho da Praça XI .... de: Chico Anysio e João Roberto Kelly .... gravação: Dalva de Oliveira
A música fez grande sucesso no carnaval do IV Centenário do Rio de Janeiro, em fevereiro de 1965.
Vários sucessos com seu parceiro Arnaud Rodrigues, gravados em discos e usados no quadro "Baiano e os Novos Caetanos", em Chico City.
Desde 1968, encontra-se ligado a Rede Globo, onde conseguiu o status de estrela num "cast" que contava com os artistas mais famosos do Brasil; e graças também a relação de mútua admiração e respeito que estabeleceu com o executivo Boni. Após a saída de Boni da Globo nos anos 90, Chico perdeu paulatinamente espaço na programação, situação agravada em 1996 por um acidente em que fraturou a mandíbula.
Em 2005, fez uma participação no Sítio do Picapau Amarelo, onde interpretava o "Dr. Saraiva" e, recentemente, participou da novela Sinhá Moça, na Rede Globo.
Carreira
Televisão
1973/80 - Chico City .... vários personagens
1982/90 - Chico Anysio Show .... vários personagens
1989 - Que Rei Sou Eu? .... Taji Namas
1990/02 - Escolinha do Professor Raimundo .... Professor Raimundo
1991 - Estados Anysios de Chico City .... vários personagens
1995 - Chico Total .... vários personagens
1995 - Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados .... vendedor de caixões
1999 - Zorra Total .... Alberto Roberto / Professor Raimundo / Dr. Rosseti
1999 - Terra Nostra .... Barão Josué Medeiros
1999 - O Belo e as Feras .... vários personagens
2002 - Brava Gente .... Detetive Brito
2004 - A Diarista .... Rúbio
2005 - Sítio do Pica-Pau Amarelo .... Dr. Saraiva
2006 - Sinhá Moça .... Everaldo
2007 - Pé na Jaca .... Cigano
2008 - Cilada .... Sandoval
2008 - Guerra e Paz .... Padre Santo
2009 - Caminho das Índias .... Namit Batra
2009 - Chico e Amigos .... vários personagens
2009 - Zorra Total .... Alberto Roberto
2010 - Zorra Total.... Justo Veríssimo
2010 - Zorra Total.... Bento Carneiro
Cinema
1996 - Tieta .... Zé Esteves
2009 - Se Eu Fosse Você 2 .... Olavo
2009 - Up - Altas Aventuras .... Carl Fredricksen (dublagem)
2010 - Uma Professora Muito Maluquinha .... Monsenhor Aristides
O ALENTEJO PROFUNDO
.
ONTEM TIVE O PRIVILÉGIO DE PERCORRER
A PÉ OS CAMINHOS DO ALENTEJO PROFUNDO,
DE RESPIIRAR O SEU AR LIMPO, DE ENCHER
A VISTA COM A SUA BELEZA IMPAR, PINTAL-
GADA COM AS CORES DA PRIMAVERA.
E pensei partilhar com todos os leitores do nosso blogue algumas das imagens que colhi, para que atestem a grande beleza do Alentejo longe da estrada, nos caminhos, nas ribeiras.
Depois de me internar de carro nas primeiras curvas da estrada, perdão ,do caminho:
:
UMA PARAFRENÁLIA DE CÔRES , UM RÔR DE CHEIROS, UMA FESTA PARA OS SENTIDOS
DA VELHA AZINHEIRA ESPREITA O MONTE
Depois foi curtir a pé tanta beleza.

A DESLUMBRANTE RIBEIRA DE COBRES
A ANTIGA HORTA
UM DOS MUITOS FORNOS DA CAL,HOJE DESATINADOS,MAS MARCANTES NA PAISAGEM ALENTEJANA
MAIS UM FORNO DA CAL
O ROSMANINHO QUE DÁ AQUELA LINDO EFEITO LILÁS À PAISAGEM
ESTE FREIXO TEM 59 ANOS DE VIDA JUNTO À RIBEIRA DE COBRES
QUE BELA IMAGEM DO GADO A NA RIBEIRA .
A FLÔR DA SOAGEM, TAMBÉM LILÁS,TAMBÉM LINDISSIMA

TAMBÉM O GADO NOS QUIZ PRESENTEAR COM UM DESFILE...
COM DIREITO A SORRISOS E POSES...

NO ALENTEJO APROVEITA-SE A ÁGUA DAS CHUVAS RELIGIOSAMENTE
ONTEM TIVE O PRIVILÉGIO DE PERCORRER
A PÉ OS CAMINHOS DO ALENTEJO PROFUNDO,
DE RESPIIRAR O SEU AR LIMPO, DE ENCHER
A VISTA COM A SUA BELEZA IMPAR, PINTAL-
GADA COM AS CORES DA PRIMAVERA.
E pensei partilhar com todos os leitores do nosso blogue algumas das imagens que colhi, para que atestem a grande beleza do Alentejo longe da estrada, nos caminhos, nas ribeiras.
Depois de me internar de carro nas primeiras curvas da estrada, perdão ,do caminho:
:
UMA PARAFRENÁLIA DE CÔRES , UM RÔR DE CHEIROS, UMA FESTA PARA OS SENTIDOS
DA VELHA AZINHEIRA ESPREITA O MONTEDepois foi curtir a pé tanta beleza.

A DESLUMBRANTE RIBEIRA DE COBRES
A ANTIGA HORTA
UM DOS MUITOS FORNOS DA CAL,HOJE DESATINADOS,MAS MARCANTES NA PAISAGEM ALENTEJANA
MAIS UM FORNO DA CAL
O ROSMANINHO QUE DÁ AQUELA LINDO EFEITO LILÁS À PAISAGEM
ESTE FREIXO TEM 59 ANOS DE VIDA JUNTO À RIBEIRA DE COBRES
QUE BELA IMAGEM DO GADO A NA RIBEIRA .
A FLÔR DA SOAGEM, TAMBÉM LILÁS,TAMBÉM LINDISSIMA
TAMBÉM O GADO NOS QUIZ PRESENTEAR COM UM DESFILE...
COM DIREITO A SORRISOS E POSES...
NO ALENTEJO APROVEITA-SE A ÁGUA DAS CHUVAS RELIGIOSAMENTE
sábado, abril 10, 2010
PALPITES - 1ª.jornada - infoi intercalar
.
CUMPRIDOS 2 JOGOS DOS
NOSSOS PALPITES O
FRANCISCO É O LÍDER
ISOLADO.

O FRANCISCO RECEBENDO OS PARABENS PELA LIDERANÇA

U.LEIRIA-BRAGA....1-2 (FRANCISCO,CARMEN,JOÃO MORAIS,HERDEIRO)
R.AVE-PORTO.......0-1 (VITOR SANTOS)
classificação intercalar
1.FRANCISCO...0
2.Carmen,Herdeiro...1
3.João Morais,Célia,Soraia...2
4.Vitor Santos,Leonor...3
5.Azevedo,João Roque...4
6.Pedro Pereira,Valente...5
7.Ligia,Mendonça,Peixoto...6
.
Amanhã e terça feira realizam-se os dois jogos que faltam.
CUMPRIDOS 2 JOGOS DOS
NOSSOS PALPITES O
FRANCISCO É O LÍDER
ISOLADO.

O FRANCISCO RECEBENDO OS PARABENS PELA LIDERANÇA
U.LEIRIA-BRAGA....1-2 (FRANCISCO,CARMEN,JOÃO MORAIS,HERDEIRO)
R.AVE-PORTO.......0-1 (VITOR SANTOS)
classificação intercalar
1.FRANCISCO...0
2.Carmen,Herdeiro...1
3.João Morais,Célia,Soraia...2
4.Vitor Santos,Leonor...3
5.Azevedo,João Roque...4
6.Pedro Pereira,Valente...5
7.Ligia,Mendonça,Peixoto...6
.
Amanhã e terça feira realizam-se os dois jogos que faltam.
sexta-feira, abril 09, 2010
QUARTETO
.

Nesta, neste cinema, no Quarteto, se fez grande parte da aculturação cinéfila da nossa gente, dos companheiros que ao longo de muitos anos ,especialmente nos anos 70,80 e 90, quando faziam o turno "oito-quatro", à saída, prolongavam o turmo nas quatro salas do desta "universidade" cinéfila.
Foi nessa época que foi criado o tal placard com os nomes dos filmes em exibição, onde todos nós iamos colocando o nosso nome e a classificação (de 1 a 5) que dávamos aos filmes que íamos vendo .
Como neste exemplo:
..............correia....teresa....herdeiro....ceu
TAXI DRIVER..........4.........4..........5.........4
APOCALIPSE NOW...5.........4..........5.........5
NASHIVILLE...........4.........3..........4.........3
Estas notas não são reais ,apenas são exemplificativas.
Nesta, neste cinema, no Quarteto, se fez grande parte da aculturação cinéfila da nossa gente, dos companheiros que ao longo de muitos anos ,especialmente nos anos 70,80 e 90, quando faziam o turno "oito-quatro", à saída, prolongavam o turmo nas quatro salas do desta "universidade" cinéfila.
Foi nessa época que foi criado o tal placard com os nomes dos filmes em exibição, onde todos nós iamos colocando o nosso nome e a classificação (de 1 a 5) que dávamos aos filmes que íamos vendo .
Como neste exemplo:
..............correia....teresa....herdeiro....ceu
TAXI DRIVER..........4.........4..........5.........4
APOCALIPSE NOW...5.........4..........5.........5
NASHIVILLE...........4.........3..........4.........3
Estas notas não são reais ,apenas são exemplificativas.
a 9 de APRIL nasceu CHARLE BAUDELAIRE
.
Charles Baudelaire

.Charles-Pierre Baudelaire (Paris, 9 de Abril de 1821 — Paris, 31 de Agosto de 1867) foi um poeta e teórico da arte francês. É considerado um dos precursores do Simbolismo, embora tenha se relacionado com diversas escolas artísticas. Sua obra teórica também influenciou profundamente as artes plásticas do século XIX.
Nasceu em Paris a 9 de abril de 1821. Estudou no Colégio Real de Lyon e Colégio Louis-Le-Grand (de onde foi expulso por não querer mostrar um bilhete que lhe foi passado por um colega).
Em 1840 foi enviado pelo padrasto, preocupado com sua vida desregrada, à Índia, mas nunca chegou ao destino. Pára na ilha da Reunião e retorna a Paris. Atingindo a maioridade, ganha posse da herança do pai. Por dois anos vive entre drogas e álcool na companhia de Jeanne Duval. Em 1844 sua mãe entra na justiça, acusando-o de pródigo, e então sua fortuna torna-se controlada por um notário.
Em 1857 é lançado As flores do mal contendo 100 poemas. O livro é acusado no mesmo ano, pelo poder público, de ultrajar a moral pública. Os exemplares são presos, o escritor paga 300 francos e a editora 100, de multa.
Essa censura se deveu a apenas seis poemas do livro. Baudelaire aceita a sentença e escreveu seis novos poemas "mais belos que os suprimidos", segundo ele.
Mesmo depois disso, Baudelaire tenta ingressar na Academia Francesa. Há divergência, entre os estudiosos, sobre a principal razão pela qual Baudelaire tentou isso. Uns dizem que foi para se reabilitar aos olhos da mãe (que dessa forma lhe daria mais dinheiro), e outros dizem que ele queria se reabilitar com o público em geral, que via suas obras com maus olhos em função das duras críticas que ele recebia da burguesia.
Morre em 1867, em Paris, e seu corpo está sepultado no Cemitério do Montparnasse, em Paris.
Cronologia
1821 - (9 de abril) Nasce em Paris Charles-Pierre Baudelaire, filho de François Baudelaire e Caroline Archimbaut-Dufays.
1827 - Morre François Baudelaire.
1828 - A sua mãe casa em segundas núpcias com o militar Jacques Aupick.
1832 - O Coronel Jacques Aupick é transferido para Lyon levando consigo a esposa e o seu filho Charles Baudelaire.
1833 - Baudelarie é matriculado como aluno interno no Collège royal de Lyon.
1836 - O Coronel Jacques Aupick é nomeado para o Estado Maior do Exército em Paris. Recomeça os estudos em Paris.
1838 - Viagem aos Pirenéus com a mãe e o padastro. É após esta viagem que ele escreve o poema Incompatibilité.
1839 - Baudelaire conclui o curso colegial. Seu padastro é promovido a General da Brigada.
1840 - Baudelaire vive na pensão Lévêque et Bailly e faz amizade com dois jovens poetas, Gustave Le Vavasseur e Ernest Prarond
1841 - Pressionado pela família e pelo padastro, que não admitiam sua independência e determinação, Baudelaire é obrigado a embarcar num navio em Bordeaux com destino a Calcutá. Meses depois o General Aupick, seu padastro, recebe uma carta do comandante do navio dando conta de que o jovem Baudelaire decidiu abandonar a viagem na Ilha de Réunion, não indo mais a Calcutá.
1842 - Retorna a França. Ligação com Jeanne Duval, uma jovem mulata que ele conhece no teatro Porte Saint-Antoine. Conhece Félix Tournachon, fotografo conhecido como Nadar, de quem fica muito amigo. Baudelaire atinge a maioridade e recebe a herança deixada por sua pai no valor de 75 mil francos. Passa a morar na Ilha de Saint-Louis em Paris.
1843 - Estréia numa colectânea literária chamada Vers. Muda-se para o Hotel Pimodan, conhece muitas pessoas ligadas às artes, como poetas, pintores e marchands. É nesse hotel que Baudelaire reencontra o poeta Theóphile Gautier, sua futura paixão Apolonie Sabatier, e Fernand Boissard, pintor morto prematuramente. É aí que instala o famoso Club des Haschischins, que inspirará Baudelaire para escrever a primeira parte dos Paraísos Artificiais.
POEMA DE BAUDELAIRE
Obsessão
Os bosques para mim são como catedrais,
Com orgãos a ulular, incutindo pavor...
E os nossos corações, - jazidas sepulcrais,
De profundis também soluçam, n'um clamor.
Odeio do oceano as iras e os tumultos,
Que retratam minh'alma! O riso singular
E o amargo do infeliz, misto de pranto e insultos,
É um riso semelhante ao do soturno mar.
Ai! como eu te amaria, ó Noite, caso tu
Pudesses alijar a luz que te constéia,
Porque eu procuro o Nada, o Tenebroso, o Nu!
Que a própria escuridão é tambem uma téia,
Onde vejo fulgir, na luz dos meus olhares.
Os entes que perdi, - espectros familiares!
Charles Baudelaire, in "As Flores do Mal"
Charles Baudelaire
.Charles-Pierre Baudelaire (Paris, 9 de Abril de 1821 — Paris, 31 de Agosto de 1867) foi um poeta e teórico da arte francês. É considerado um dos precursores do Simbolismo, embora tenha se relacionado com diversas escolas artísticas. Sua obra teórica também influenciou profundamente as artes plásticas do século XIX.
Nasceu em Paris a 9 de abril de 1821. Estudou no Colégio Real de Lyon e Colégio Louis-Le-Grand (de onde foi expulso por não querer mostrar um bilhete que lhe foi passado por um colega).
Em 1840 foi enviado pelo padrasto, preocupado com sua vida desregrada, à Índia, mas nunca chegou ao destino. Pára na ilha da Reunião e retorna a Paris. Atingindo a maioridade, ganha posse da herança do pai. Por dois anos vive entre drogas e álcool na companhia de Jeanne Duval. Em 1844 sua mãe entra na justiça, acusando-o de pródigo, e então sua fortuna torna-se controlada por um notário.
Em 1857 é lançado As flores do mal contendo 100 poemas. O livro é acusado no mesmo ano, pelo poder público, de ultrajar a moral pública. Os exemplares são presos, o escritor paga 300 francos e a editora 100, de multa.
Essa censura se deveu a apenas seis poemas do livro. Baudelaire aceita a sentença e escreveu seis novos poemas "mais belos que os suprimidos", segundo ele.
Mesmo depois disso, Baudelaire tenta ingressar na Academia Francesa. Há divergência, entre os estudiosos, sobre a principal razão pela qual Baudelaire tentou isso. Uns dizem que foi para se reabilitar aos olhos da mãe (que dessa forma lhe daria mais dinheiro), e outros dizem que ele queria se reabilitar com o público em geral, que via suas obras com maus olhos em função das duras críticas que ele recebia da burguesia.
Morre em 1867, em Paris, e seu corpo está sepultado no Cemitério do Montparnasse, em Paris.
Cronologia
1821 - (9 de abril) Nasce em Paris Charles-Pierre Baudelaire, filho de François Baudelaire e Caroline Archimbaut-Dufays.
1827 - Morre François Baudelaire.
1828 - A sua mãe casa em segundas núpcias com o militar Jacques Aupick.
1832 - O Coronel Jacques Aupick é transferido para Lyon levando consigo a esposa e o seu filho Charles Baudelaire.
1833 - Baudelarie é matriculado como aluno interno no Collège royal de Lyon.
1836 - O Coronel Jacques Aupick é nomeado para o Estado Maior do Exército em Paris. Recomeça os estudos em Paris.
1838 - Viagem aos Pirenéus com a mãe e o padastro. É após esta viagem que ele escreve o poema Incompatibilité.
1839 - Baudelaire conclui o curso colegial. Seu padastro é promovido a General da Brigada.
1840 - Baudelaire vive na pensão Lévêque et Bailly e faz amizade com dois jovens poetas, Gustave Le Vavasseur e Ernest Prarond
1841 - Pressionado pela família e pelo padastro, que não admitiam sua independência e determinação, Baudelaire é obrigado a embarcar num navio em Bordeaux com destino a Calcutá. Meses depois o General Aupick, seu padastro, recebe uma carta do comandante do navio dando conta de que o jovem Baudelaire decidiu abandonar a viagem na Ilha de Réunion, não indo mais a Calcutá.
1842 - Retorna a França. Ligação com Jeanne Duval, uma jovem mulata que ele conhece no teatro Porte Saint-Antoine. Conhece Félix Tournachon, fotografo conhecido como Nadar, de quem fica muito amigo. Baudelaire atinge a maioridade e recebe a herança deixada por sua pai no valor de 75 mil francos. Passa a morar na Ilha de Saint-Louis em Paris.
1843 - Estréia numa colectânea literária chamada Vers. Muda-se para o Hotel Pimodan, conhece muitas pessoas ligadas às artes, como poetas, pintores e marchands. É nesse hotel que Baudelaire reencontra o poeta Theóphile Gautier, sua futura paixão Apolonie Sabatier, e Fernand Boissard, pintor morto prematuramente. É aí que instala o famoso Club des Haschischins, que inspirará Baudelaire para escrever a primeira parte dos Paraísos Artificiais.
POEMA DE BAUDELAIRE
Obsessão
Os bosques para mim são como catedrais,
Com orgãos a ulular, incutindo pavor...
E os nossos corações, - jazidas sepulcrais,
De profundis também soluçam, n'um clamor.
Odeio do oceano as iras e os tumultos,
Que retratam minh'alma! O riso singular
E o amargo do infeliz, misto de pranto e insultos,
É um riso semelhante ao do soturno mar.
Ai! como eu te amaria, ó Noite, caso tu
Pudesses alijar a luz que te constéia,
Porque eu procuro o Nada, o Tenebroso, o Nu!
Que a própria escuridão é tambem uma téia,
Onde vejo fulgir, na luz dos meus olhares.
Os entes que perdi, - espectros familiares!
Charles Baudelaire, in "As Flores do Mal"
PALPITES - 1ª.JORNADA DE ABRIL-MAIO
.
COMEÇA ESTE FIM DE SEMANA O
ULTIMO PALPITES DESTA ÉPOCA
E QUE VAI ABRANGER OS JOGOS
DE ABRIL E MAIO ATÉ À FINAL
DA TAÇA DE PORTUGAL.
E NESTA JORNADA TEMOS UM
BENFICA-SPORTING

ESTA SEMANA CONTAM ESTES JOGOS:
.
1-U.LEIRIA-BRAGA
2-RIO AVE-PORTO
3-GUIMARÃES-OLHANENSE
4-BENFICA-SPORTING
.
.................(1)...(2)...3)....(4)
.
VITOR SANTOS.....1-0...0-1...3-0...3-0
CARMEN............1-2...0-3...2-2...3-0
FRANCISCO.........1-2...0-2...2-0...1-1
LEONOR.............0-2...0-3...2-0...1-1
LIGIA................1-1...1-3...3-1...2-0
PEDRO PEREIRA....1-1...0-3...2-1...3-1
VALENTE............1-1...1-2...2-1...1-1
HERDEIRO...........1-2...0-3...2-1...2-3
MENDONÇA.........2-2...1-3...2-0...1-2
AZEVEDO............1-1...0-2...2-0...2-1
PEIXOTO.............2-1...1-2...2-0...3-1
JOÃO ROQUE.......1-1...0-2...2-1...1-0
SORAIA...............0-2...0-2...1-1...2-1
CELIA................0-2....0-2...2-1...2-1
JOÃO MORAIS.......1-2...1-3....1-1....2-2
COMEÇA ESTE FIM DE SEMANA O
ULTIMO PALPITES DESTA ÉPOCA
E QUE VAI ABRANGER OS JOGOS
DE ABRIL E MAIO ATÉ À FINAL
DA TAÇA DE PORTUGAL.
E NESTA JORNADA TEMOS UM
BENFICA-SPORTING

ESTA SEMANA CONTAM ESTES JOGOS:
.
1-U.LEIRIA-BRAGA
2-RIO AVE-PORTO
3-GUIMARÃES-OLHANENSE
4-BENFICA-SPORTING
.
.................(1)...(2)...3)....(4)
.
VITOR SANTOS.....1-0...0-1...3-0...3-0
CARMEN............1-2...0-3...2-2...3-0
FRANCISCO.........1-2...0-2...2-0...1-1
LEONOR.............0-2...0-3...2-0...1-1
LIGIA................1-1...1-3...3-1...2-0
PEDRO PEREIRA....1-1...0-3...2-1...3-1
VALENTE............1-1...1-2...2-1...1-1
HERDEIRO...........1-2...0-3...2-1...2-3
MENDONÇA.........2-2...1-3...2-0...1-2
AZEVEDO............1-1...0-2...2-0...2-1
PEIXOTO.............2-1...1-2...2-0...3-1
JOÃO ROQUE.......1-1...0-2...2-1...1-0
SORAIA...............0-2...0-2...1-1...2-1
CELIA................0-2....0-2...2-1...2-1
JOÃO MORAIS.......1-2...1-3....1-1....2-2
preliminares
.
> Num colégio de freiras, a professora pergunta:
> - Qual é a parte do corpo que chega primeiro ao céu?
> Uma menina levanta o braço:
> - As mãos, irmã!
> - E porquê?
> - Porque quando rezamos elevamos as mãos ao céu.
> Nisto, o Joãozinho retrucou.
> - Não é nada disso, são os pés !!
> - Ah sim, Joãozinho, e porquê? - pergunta a freira.
> - Bem, esta noite, fui ao quarto dos meus pais, a minha mãe tinha os
> pés no ar, e estava gritar:
> - "Meu Deus, meu Deus, estou indo ao céu... estou indo ao céu... " E
> ainda bem que o meu pai estava em cima dela segurando, senão, lá ia
> ela.
> Num colégio de freiras, a professora pergunta:
> - Qual é a parte do corpo que chega primeiro ao céu?
> Uma menina levanta o braço:
> - As mãos, irmã!
> - E porquê?
> - Porque quando rezamos elevamos as mãos ao céu.
> Nisto, o Joãozinho retrucou.
> - Não é nada disso, são os pés !!
> - Ah sim, Joãozinho, e porquê? - pergunta a freira.
> - Bem, esta noite, fui ao quarto dos meus pais, a minha mãe tinha os
> pés no ar, e estava gritar:
> - "Meu Deus, meu Deus, estou indo ao céu... estou indo ao céu... " E
> ainda bem que o meu pai estava em cima dela segurando, senão, lá ia
> ela.
quinta-feira, abril 08, 2010
BENFICA NA IMPRENSA ESTRANGEIRA
.
sport news, u.k.
Liverpool 4 Benfica 1; agg 5-3: match report
Now that’s playing with the hand-brake off. Now that’s how to attack and entertain. Liverpool produced a performance of sustained vibrancy, spiced with magnificent goals, including two more from the artistic collection of Fernando Torres to reach the semi-finals of the Europa League.
When Liverpool play with as much belief, commitment and adventure as this it makes their travails in the Premier League so difficult to comprehend. Liverpool could finish outside the Champions League places yet with a European trophy. Bizarre.
Liverpool must be allowed to grieve on the 20th anniversary of HillsboroughBenfica are a good side, blessed with talent in players like Angel di Maria and David Luiz, but they were swept aside by Rafa Benitez’s fired up side. Dirk Kuyt’s header put Liverpool on the way, Lucas then knocked in a deserved goal but it was Torres’ double, either side of Oscar Cordoza’s free-kick, that seized the imagination.
THE GUARDIAN - UK
Liverpool hold their nerve to book place in semi-finals (7)Tweet this (5)Guardian report
Rafael Benítez has not taken Liverpool as far as he can after all. The semi-finals of the Europa League beckon for a manager approaching the end of his tether at Anfield's financial mess after a night when both the nerves and Benfica's 27-game unbeaten run were shredded. The added bonus was that both Tom Hicks and George Gillett, the Liverpool co-owners, were here as witnesses.
Fernando Torres's sublime finish eight minutes from time lifted the tension that had been mounting inside Anfield from the moment Oscar Cardozo's free-kick had given Benfica hope of replicating Bayern Munich's recovery at Old Trafford 24 hours earlier. Unlike Manchester United, however, Liverpool held firm, and continued European adventure is their deserved reward.
While Jorge Jesus, the Benfica coach, had the luxury of rotating both his full-backs from the first meeting, Benítez was forced to deploy Daniel Agger as a makeshift left-back in the absence of the suspended Emiliano Insua and the injured Fabio Aurelio. The stop-gap would have caused greater concern had the Dane been required to stifle Angel Di María instead of the less threatening Ramires and, despite a start that stated a raucous Anfield held no fears for Benfica, Agger adapted comfortably as Liverpool's defence prevented the visitors turning possession into chances.
For all the confidence and skill in a Benfica team unbeaten in 27 matches before this contest, they did not test José Reina once in the Liverpool goal until Oscar Cardozo's low free-kick in the 38th minute. By that time, the hosts had taken command.
GAZZETA DELLO SPORT - ITALIA
liverpool-benfica 4-1 (5-3 tot.) — Il maestro di coppe Rafa Benitez potrebbe salvare la stagione con un altro trofeo europeo. Certo, non è la Champions con cui si era iniziata la stagione, ma Il Liverpool entra nelle prime quattro di Europa League. Ad Anfield, con Roberto Mancini spettatore interessato, i Reds ribaltano il 2-1 del Benfica in Portogallo con un 4-1 che solo per una decina di minuti tiene i dubbio i tifosi inglesi. Il tecnico dei portoghesi Jorse Jesus aveva detto di voler bloccare Kuyt, ma l'operazione non è che riesca proprio perfettamente: L'olandese prima segna il gol dell'1-0, su corner di Gerrard (prima annullato, poi concesso, non c'era deviazione di Kyrgiakos sul calcio d'angolo), poi serve di prima l'assist a Fernando Torres per il 3-0 che pare chiudere a inizio ripresa il discorso qualificazione
A MARCA - ESPANHA
El Liverpool no falló en Anfield y eliminó al Benfica en los cuartos de la Europa League. Los de Benítez ganaron 4-1 (en Lisboa perdió 1-2) con goles de Kuyt, Lucas Leiva y dos de Fernando Torres.
El 4-1 llevó la firma de Torres, que viajó al pasado y marcó un tanto muy similar al de la final de la Eurocopa. Parecía calcado
Con 3-0 en el marcador, Cardozo batió a Reina y asustó Anfield, que respiró con el segundo de Torres, en un gol que recordó al que nos dio la Eurocopa. El 'Niño', después de no jugar ninguno de los dos partidos del año pasado en Champions contra el Atleti, tendrá la oportunidad de volver al pasado y pisar el Calderón. No será cualquier cosa.
Los de Benítez tienen Europa en la cabeza y lo demostraron. La víctima fue un Benfica que rozó un billete a 'semis' que deja al Liverpool a un sólo escalón de estar en la final de Hamburgo.
Kuyt abrió el marcador y puso por delante a su equipo en la eliminatoria en el minuto 28. El holandés aprovechó las dudas de Julio César, portero visitante, para hacer el 1-0. El línea anuló el gol, pero el colegiado dio validez un tanto que merecía mover el luminoso.
sport news, u.k.
Liverpool 4 Benfica 1; agg 5-3: match report
Now that’s playing with the hand-brake off. Now that’s how to attack and entertain. Liverpool produced a performance of sustained vibrancy, spiced with magnificent goals, including two more from the artistic collection of Fernando Torres to reach the semi-finals of the Europa League.
When Liverpool play with as much belief, commitment and adventure as this it makes their travails in the Premier League so difficult to comprehend. Liverpool could finish outside the Champions League places yet with a European trophy. Bizarre.
Liverpool must be allowed to grieve on the 20th anniversary of HillsboroughBenfica are a good side, blessed with talent in players like Angel di Maria and David Luiz, but they were swept aside by Rafa Benitez’s fired up side. Dirk Kuyt’s header put Liverpool on the way, Lucas then knocked in a deserved goal but it was Torres’ double, either side of Oscar Cordoza’s free-kick, that seized the imagination.
THE GUARDIAN - UK
Liverpool hold their nerve to book place in semi-finals (7)Tweet this (5)Guardian report
Rafael Benítez has not taken Liverpool as far as he can after all. The semi-finals of the Europa League beckon for a manager approaching the end of his tether at Anfield's financial mess after a night when both the nerves and Benfica's 27-game unbeaten run were shredded. The added bonus was that both Tom Hicks and George Gillett, the Liverpool co-owners, were here as witnesses.
Fernando Torres's sublime finish eight minutes from time lifted the tension that had been mounting inside Anfield from the moment Oscar Cardozo's free-kick had given Benfica hope of replicating Bayern Munich's recovery at Old Trafford 24 hours earlier. Unlike Manchester United, however, Liverpool held firm, and continued European adventure is their deserved reward.
While Jorge Jesus, the Benfica coach, had the luxury of rotating both his full-backs from the first meeting, Benítez was forced to deploy Daniel Agger as a makeshift left-back in the absence of the suspended Emiliano Insua and the injured Fabio Aurelio. The stop-gap would have caused greater concern had the Dane been required to stifle Angel Di María instead of the less threatening Ramires and, despite a start that stated a raucous Anfield held no fears for Benfica, Agger adapted comfortably as Liverpool's defence prevented the visitors turning possession into chances.
For all the confidence and skill in a Benfica team unbeaten in 27 matches before this contest, they did not test José Reina once in the Liverpool goal until Oscar Cardozo's low free-kick in the 38th minute. By that time, the hosts had taken command.
GAZZETA DELLO SPORT - ITALIA
liverpool-benfica 4-1 (5-3 tot.) — Il maestro di coppe Rafa Benitez potrebbe salvare la stagione con un altro trofeo europeo. Certo, non è la Champions con cui si era iniziata la stagione, ma Il Liverpool entra nelle prime quattro di Europa League. Ad Anfield, con Roberto Mancini spettatore interessato, i Reds ribaltano il 2-1 del Benfica in Portogallo con un 4-1 che solo per una decina di minuti tiene i dubbio i tifosi inglesi. Il tecnico dei portoghesi Jorse Jesus aveva detto di voler bloccare Kuyt, ma l'operazione non è che riesca proprio perfettamente: L'olandese prima segna il gol dell'1-0, su corner di Gerrard (prima annullato, poi concesso, non c'era deviazione di Kyrgiakos sul calcio d'angolo), poi serve di prima l'assist a Fernando Torres per il 3-0 che pare chiudere a inizio ripresa il discorso qualificazione
A MARCA - ESPANHA
El Liverpool no falló en Anfield y eliminó al Benfica en los cuartos de la Europa League. Los de Benítez ganaron 4-1 (en Lisboa perdió 1-2) con goles de Kuyt, Lucas Leiva y dos de Fernando Torres.
El 4-1 llevó la firma de Torres, que viajó al pasado y marcó un tanto muy similar al de la final de la Eurocopa. Parecía calcado
Con 3-0 en el marcador, Cardozo batió a Reina y asustó Anfield, que respiró con el segundo de Torres, en un gol que recordó al que nos dio la Eurocopa. El 'Niño', después de no jugar ninguno de los dos partidos del año pasado en Champions contra el Atleti, tendrá la oportunidad de volver al pasado y pisar el Calderón. No será cualquier cosa.
Los de Benítez tienen Europa en la cabeza y lo demostraron. La víctima fue un Benfica que rozó un billete a 'semis' que deja al Liverpool a un sólo escalón de estar en la final de Hamburgo.
Kuyt abrió el marcador y puso por delante a su equipo en la eliminatoria en el minuto 28. El holandés aprovechó las dudas de Julio César, portero visitante, para hacer el 1-0. El línea anuló el gol, pero el colegiado dio validez un tanto que merecía mover el luminoso.
A 8 DE ABRIL nasceu JACQUES BREL
.
Jacques Brel
Jacques Romain Georges Brel ( pronúncia do nome em francês) (Schaerbeek, 8 de Abril de 1929 — Bobigny, 9 de Outubro de 1978) foi um autor de canções, compositor e cantor belga francófono. Esteve ainda ligado ao cinema de língua francesa. Tornou-se internacionalmente conhecido pela música Ne me quitte pas, intepretada e composta por ele.
Jacques Brel nasceu em 8 de Abril de 1929 no n.º 138 da avenue du Diamant em Schaerbeek, comuna de Bruxelas (Bélgica), de pai flamengo mas francófono e de mãe de sangue francês e italiano.
Ainda que em casa se falasse o francês, os Brel eram de ascendência flamenga, com uma parte da família originária de Zandvoorde, perto de Ieper. O pai de Brel era sócio de uma cartonaria e este estaria supostamente destinado a trabalhar na empresa da família.
A carreira dos palcos
No início dos anos 50, não se entusiasmando pelo trabalho na fábrica de cartão do pai (dizia-se "encartonado" neste trabalho), continua a escrever canções, que vai mostrando aos amigos e cantando pelos bares de Bruxelas sempre que se proporciona.
A pequena mas sólida fama na sua terra natal proporciona-lhe a gravação em 1953, do primeiro single, um 78 rpm, contendo as canções "Il y a" e "La foire". Persistente na sua ideia de fazer carreira com as suas canções, Brel deixa o emprego, a família, a sociedade burguesa de Bruxelas (que ele viria a retratar em "Les Bourgeois") e vai tentar a sorte na capital francesa[1], onde consegue ao fim de algum tempo ser ouvido pelo descobridor de talentos Jacques Canetti (irmão de Elias Canetti, o prémio Nobel da literatura de 1981). É apresentado no célebre cabaré parisiense Les Trois Baudets, do próprio Canneti, onde pouco tempo antes havia actuado em grande estilo Georges Brassens. Em 1959 é vedeta no Bobino em Paris e canta em Bruxelas no "L’Ancienne Belgique" com Charles Aznavour.
A segunda metade da década de 50 é passada num grande ritmo de espectáculos (chega a participar em 7 espectáculos numa única noite). Para além dos sucessos conseguidos no Olympia e no Bobino, em Paris, vai fazendo espectáculos por todo o mundo. Em 1954 é publicado o seu primeiro álbum "Jacques Brel et ses chansons". Torna-se notado por Juliette Gréco que grava uma das suas canções, "Le diable". Este encontro é marcante no futuro da carreira de Brel pois é então que se inicia uma frutuosa colaboração com Gérard Jouannest, pianista e acompanhante da cantora, e com o também pianista e orquestrador François Rauber. Em 1955 conhece Georges Pasquier ("Jojo"), percursionista no Trio Milson e de quem se torna amigo. O seu primeiro grande sucesso ocorre em 1956 com a música "Quand on a que l’amour". Em 1957 é laureado com o grande prémio do disco da academia Charles Cros e a sua digressão faz grande sucesso pela França. Em 1958 Miche, a mulher, retorna a Bruxelas. Desde então ele e a família vivem vidas separadas.
Sob a influência do seu amigo "Jojo" e dos pianistas Gérard Jouannest (que o acompanhava em palco) e François Raubert (orquestrador e pianista de estúdio), o estilo de Brel foi mudando. A música tornou-se mais complexa e os temas mais diversificados. Um apurado sentido de observação, de ironia e de humor, associado à sua capacidade poética, permitiram-lhe criar temas que abordam, das mais diferentes maneiras, várias das realidades do dia a dia. Nele encontram-se canções cómicas como Les bonbons, Le lion ou Comment tuer l’amant de sa femme, mas também canções mais emotivas como Voir un ami pleurer, Fils de, Jojo. Os temas vão desde o amor com Je t’aime, Litanies pour un retour, Dulcinéa, até à sociedade com Les singes, Les bourgeois, Jaurès, passando por preocupações espirituais como em Le bon Dieu, Si c’était vrai, Fernand.
O ritmo de espectáculos anuais continua intenso, chegando a ultrapassar 365 num único ano[2] Em 1966 anuncia que irá deixar de actuar em público como cantor. Seguem-se vários espectáculos de despedida nomeadamente em Paris (Olympia) e em Bruxelas (Palais des Beaux-Arts). Apesar da insistência dos seus amigos, Brel não muda de ideias e, em 16 de Maio de 1967 dá-se a sua última actuação ao vivo em Roubaix.[3].
A carreira no teatro e no cinema
O teatro torna-se a sua primeira experiência, com a adaptação da peça "L’homme de la manche". A personagem de Dom Quixote, que desempenhava, estava bem de acordo com o seu idealismo.[4]. A peça estreia em 1968 no Theatre Royal de la Monnaie, em Bruxelas e no mesmo ano no Theatre des Champs-Elysées em Paris, tendo ultrapassado as 150 representações. Entretanto volta-se para o cinema, participando durante os cinco anos seguintes como actor em mais de uma dezena de filmes e como realizador em dois deles Franz e Le Far West [5]. Após este último filme, Brel diz um novo adeus ao espectáculo, desta vez muito mais radical: deixa Paris, a França, os seus próprios afectos.
Dasua passagem pelo cinema, recordo aqui um filme que faz parte da minha memória do cinema de humôr e especialmente esta cena que aqui mostro,do filme de Claude Lellouch " L'aventure c'est l'aventure", quando Brel,Aldo Maccione,Lino Ventura, ricos com o dinheiro roubado, treinam um modo de andar de engate.
Ri até às lágrimas.
Lembras-te Ricardo?
Em 1977 desloca-se a Paris, onde grava discretamente em estúdio doze canções das 17 que havia escrito, e que virão a integrar o seu último álbum, esperado há mais de 10 anos, e chamado, simplesmente, "Brel" Em 1978 a saúde começa-se a degradar e retorna a Paris em Julho para novos tratamentos. Em Outubro é internado no Hospital com uma embolia pulmonar, vindo a falecer com 49 anos, às 4 e 10 da madrugada do dia 9 de Outubro de 1978 . O regresso a Hiva Oa, dá-se uma última vez: Jacques Brel é sepultado no cemitério local.
Discografia
Teve contratos com as editora Philips de 1954 a 1962, altura em assinou pela Barclay um contrato que viria a ser renovado em 1971 por 33 anos (até 2004), não fosse o prematuro falecimento do cantor em 1978. Segue-se a referência à data da edição de algumas das suas canções podendo ser encontrada uma listagem exaustiva da discografia de Jacques Brel
Em lingua francesa
1953 : Primeiro single gravado em Bruxelas : La Foire / Il y a
1954 : La haine - Grand Jacques - Il pleut - Le diable - Il nous faut regarder - C'est comme ça - Il peut pleuvoir - Le fou du roi - Sur la place - S'il te faut - La Bastille - Prière païenne - L'air de la bêtise - Qu'avons-nous fait bonnes gens ? - Pardons - Saint-Pierre - Les pieds dans le ruisseau - Quand on n'a que l'amour - J'en appelle - La bourrée du célibataire - Heureux - Les blés - Demain l'on se marie
1957 : Quand on n'a que l'amour - Qu'avons-nous fait bonnes gens - Les pieds dans le ruisseau - Pardons - La bourrée du célibataire/L'air de la bêtise - Saint-Pierre - J'en appelle - Heureux - Les blés
1958 : Demain l'on se marie - Au printemps - Je ne sais pas - Le colonel - Dors ma mie/La lumière jaillira - Dites, si c'était vrai - L'Homme dans la cité - Litanies pour un retour - Voici
1958 : Disco para a revista Marie-Claire : Je prendrai - La nativité selon Saint-Luc
1959 : La valse à mille temps - Seul - La dame patronnesse - Je t'aime - Ne me quitte pas/ Les Flamandes - Isabelle - La mort - La tendresse - La colombe
1961 : Marieke - Le moribond - Vivre debout - On n'oublie rien - Clara/ Le prochain amour - L'ivrogne - Les prénoms de Paris - Les singes
1962 : Olympia 1961 : Introduction - Les biches - Les bourgeois - Les Flamandes - L'ivrogne - Madeleine - Marieke - Le moribond/Ne me quitte pas - Les paumés du petit matin - Les prénoms de Paris - Quand on n'a que l'amour- Les singes - La statue - La valse à mille temps - Zangra.
1962 : Les bourgeois - Les paumes du petit matin - La statue - L'aventure/Madeleine - Les biches - Zangra - Voir
1962 : Les bourgeois - Les paumés du petit matin - Le plat pays - Zangra - Une île - Madeleine/Bruxelles - Chanson sans paroles - Les biches -Casse Pompon - La statue - Rosa(a primeira edição do novo contrato com a Barclay)
1963 : Les bigotes - Les vieux - Les fenêtres - Les toros/La Fanette - Les filles et les chiens - J'aimais - La parlote
1964 : Mathilde - Tango funèbre - Les bergers - Titine/Jef - Les bonbons - Le dernier repas - Au suivant
1964 : Olympia 1964 : Amsterdam - Les vieux - Tango funèbre - Le plat pays/Les timides - Les jardins du casino - Le dernier repas - Les toros
1965 : Ces gens-là - Jacky - L'âge idiot/Fernand - Grand-mère - Les désespéres
1966 : Ces gens-là - Jef - Jacky - Les bergers - Le tango funèbre/Fernand, Mathilde - L'âge idiot - Grand'mère - Les désespérés
1967 : Mon enfance - Le cheval - Mon père disait - La,la,la - Les coeurs tendres/Fils de... - Les bonbons 67 - La chanson des vieux amants - A jeun - Le gaz
1968 : J'arrive - Vesoul - L'Ostendaise Je suis un soir d'été/Regarde bien petit - Comment tuer l'amant... - L'eclusier - Un enfant - La bière
1968 : L'Homme de la Mancha
1969 : L'histoire de Babar/Pierre et le Loup
1977 : Jaurès - La ville s'endormait - Vieillir - Le Bon Dieu - Les F...-Orly/Les remparts de Varsovie - Voir un ami pleurer - Knokke-le-Zoute tango - Jojo - Le lion - Les Marquises
Em 23 de Setembro de 2003 foi publicado um conjunto de 16 CDs Boîte à Bonbons, o mais completo repositório da música de Brel e que inclui o álbum Chansons ou Versions Inédites de Jeunesse editado pela primeira vez nessa altura.
Jacques Brel
Jacques Romain Georges Brel ( pronúncia do nome em francês) (Schaerbeek, 8 de Abril de 1929 — Bobigny, 9 de Outubro de 1978) foi um autor de canções, compositor e cantor belga francófono. Esteve ainda ligado ao cinema de língua francesa. Tornou-se internacionalmente conhecido pela música Ne me quitte pas, intepretada e composta por ele.
Jacques Brel nasceu em 8 de Abril de 1929 no n.º 138 da avenue du Diamant em Schaerbeek, comuna de Bruxelas (Bélgica), de pai flamengo mas francófono e de mãe de sangue francês e italiano.
Ainda que em casa se falasse o francês, os Brel eram de ascendência flamenga, com uma parte da família originária de Zandvoorde, perto de Ieper. O pai de Brel era sócio de uma cartonaria e este estaria supostamente destinado a trabalhar na empresa da família.
A carreira dos palcos
No início dos anos 50, não se entusiasmando pelo trabalho na fábrica de cartão do pai (dizia-se "encartonado" neste trabalho), continua a escrever canções, que vai mostrando aos amigos e cantando pelos bares de Bruxelas sempre que se proporciona.
A pequena mas sólida fama na sua terra natal proporciona-lhe a gravação em 1953, do primeiro single, um 78 rpm, contendo as canções "Il y a" e "La foire". Persistente na sua ideia de fazer carreira com as suas canções, Brel deixa o emprego, a família, a sociedade burguesa de Bruxelas (que ele viria a retratar em "Les Bourgeois") e vai tentar a sorte na capital francesa[1], onde consegue ao fim de algum tempo ser ouvido pelo descobridor de talentos Jacques Canetti (irmão de Elias Canetti, o prémio Nobel da literatura de 1981). É apresentado no célebre cabaré parisiense Les Trois Baudets, do próprio Canneti, onde pouco tempo antes havia actuado em grande estilo Georges Brassens. Em 1959 é vedeta no Bobino em Paris e canta em Bruxelas no "L’Ancienne Belgique" com Charles Aznavour.
A segunda metade da década de 50 é passada num grande ritmo de espectáculos (chega a participar em 7 espectáculos numa única noite). Para além dos sucessos conseguidos no Olympia e no Bobino, em Paris, vai fazendo espectáculos por todo o mundo. Em 1954 é publicado o seu primeiro álbum "Jacques Brel et ses chansons". Torna-se notado por Juliette Gréco que grava uma das suas canções, "Le diable". Este encontro é marcante no futuro da carreira de Brel pois é então que se inicia uma frutuosa colaboração com Gérard Jouannest, pianista e acompanhante da cantora, e com o também pianista e orquestrador François Rauber. Em 1955 conhece Georges Pasquier ("Jojo"), percursionista no Trio Milson e de quem se torna amigo. O seu primeiro grande sucesso ocorre em 1956 com a música "Quand on a que l’amour". Em 1957 é laureado com o grande prémio do disco da academia Charles Cros e a sua digressão faz grande sucesso pela França. Em 1958 Miche, a mulher, retorna a Bruxelas. Desde então ele e a família vivem vidas separadas.
Sob a influência do seu amigo "Jojo" e dos pianistas Gérard Jouannest (que o acompanhava em palco) e François Raubert (orquestrador e pianista de estúdio), o estilo de Brel foi mudando. A música tornou-se mais complexa e os temas mais diversificados. Um apurado sentido de observação, de ironia e de humor, associado à sua capacidade poética, permitiram-lhe criar temas que abordam, das mais diferentes maneiras, várias das realidades do dia a dia. Nele encontram-se canções cómicas como Les bonbons, Le lion ou Comment tuer l’amant de sa femme, mas também canções mais emotivas como Voir un ami pleurer, Fils de, Jojo. Os temas vão desde o amor com Je t’aime, Litanies pour un retour, Dulcinéa, até à sociedade com Les singes, Les bourgeois, Jaurès, passando por preocupações espirituais como em Le bon Dieu, Si c’était vrai, Fernand.
O ritmo de espectáculos anuais continua intenso, chegando a ultrapassar 365 num único ano[2] Em 1966 anuncia que irá deixar de actuar em público como cantor. Seguem-se vários espectáculos de despedida nomeadamente em Paris (Olympia) e em Bruxelas (Palais des Beaux-Arts). Apesar da insistência dos seus amigos, Brel não muda de ideias e, em 16 de Maio de 1967 dá-se a sua última actuação ao vivo em Roubaix.[3].
A carreira no teatro e no cinema
O teatro torna-se a sua primeira experiência, com a adaptação da peça "L’homme de la manche". A personagem de Dom Quixote, que desempenhava, estava bem de acordo com o seu idealismo.[4]. A peça estreia em 1968 no Theatre Royal de la Monnaie, em Bruxelas e no mesmo ano no Theatre des Champs-Elysées em Paris, tendo ultrapassado as 150 representações. Entretanto volta-se para o cinema, participando durante os cinco anos seguintes como actor em mais de uma dezena de filmes e como realizador em dois deles Franz e Le Far West [5]. Após este último filme, Brel diz um novo adeus ao espectáculo, desta vez muito mais radical: deixa Paris, a França, os seus próprios afectos.
Dasua passagem pelo cinema, recordo aqui um filme que faz parte da minha memória do cinema de humôr e especialmente esta cena que aqui mostro,do filme de Claude Lellouch " L'aventure c'est l'aventure", quando Brel,Aldo Maccione,Lino Ventura, ricos com o dinheiro roubado, treinam um modo de andar de engate.
Ri até às lágrimas.
Lembras-te Ricardo?
Em 1977 desloca-se a Paris, onde grava discretamente em estúdio doze canções das 17 que havia escrito, e que virão a integrar o seu último álbum, esperado há mais de 10 anos, e chamado, simplesmente, "Brel" Em 1978 a saúde começa-se a degradar e retorna a Paris em Julho para novos tratamentos. Em Outubro é internado no Hospital com uma embolia pulmonar, vindo a falecer com 49 anos, às 4 e 10 da madrugada do dia 9 de Outubro de 1978 . O regresso a Hiva Oa, dá-se uma última vez: Jacques Brel é sepultado no cemitério local.
Discografia
Teve contratos com as editora Philips de 1954 a 1962, altura em assinou pela Barclay um contrato que viria a ser renovado em 1971 por 33 anos (até 2004), não fosse o prematuro falecimento do cantor em 1978. Segue-se a referência à data da edição de algumas das suas canções podendo ser encontrada uma listagem exaustiva da discografia de Jacques Brel
Em lingua francesa
1953 : Primeiro single gravado em Bruxelas : La Foire / Il y a
1954 : La haine - Grand Jacques - Il pleut - Le diable - Il nous faut regarder - C'est comme ça - Il peut pleuvoir - Le fou du roi - Sur la place - S'il te faut - La Bastille - Prière païenne - L'air de la bêtise - Qu'avons-nous fait bonnes gens ? - Pardons - Saint-Pierre - Les pieds dans le ruisseau - Quand on n'a que l'amour - J'en appelle - La bourrée du célibataire - Heureux - Les blés - Demain l'on se marie
1957 : Quand on n'a que l'amour - Qu'avons-nous fait bonnes gens - Les pieds dans le ruisseau - Pardons - La bourrée du célibataire/L'air de la bêtise - Saint-Pierre - J'en appelle - Heureux - Les blés
1958 : Demain l'on se marie - Au printemps - Je ne sais pas - Le colonel - Dors ma mie/La lumière jaillira - Dites, si c'était vrai - L'Homme dans la cité - Litanies pour un retour - Voici
1958 : Disco para a revista Marie-Claire : Je prendrai - La nativité selon Saint-Luc
1959 : La valse à mille temps - Seul - La dame patronnesse - Je t'aime - Ne me quitte pas/ Les Flamandes - Isabelle - La mort - La tendresse - La colombe
1961 : Marieke - Le moribond - Vivre debout - On n'oublie rien - Clara/ Le prochain amour - L'ivrogne - Les prénoms de Paris - Les singes
1962 : Olympia 1961 : Introduction - Les biches - Les bourgeois - Les Flamandes - L'ivrogne - Madeleine - Marieke - Le moribond/Ne me quitte pas - Les paumés du petit matin - Les prénoms de Paris - Quand on n'a que l'amour- Les singes - La statue - La valse à mille temps - Zangra.
1962 : Les bourgeois - Les paumes du petit matin - La statue - L'aventure/Madeleine - Les biches - Zangra - Voir
1962 : Les bourgeois - Les paumés du petit matin - Le plat pays - Zangra - Une île - Madeleine/Bruxelles - Chanson sans paroles - Les biches -Casse Pompon - La statue - Rosa(a primeira edição do novo contrato com a Barclay)
1963 : Les bigotes - Les vieux - Les fenêtres - Les toros/La Fanette - Les filles et les chiens - J'aimais - La parlote
1964 : Mathilde - Tango funèbre - Les bergers - Titine/Jef - Les bonbons - Le dernier repas - Au suivant
1964 : Olympia 1964 : Amsterdam - Les vieux - Tango funèbre - Le plat pays/Les timides - Les jardins du casino - Le dernier repas - Les toros
1965 : Ces gens-là - Jacky - L'âge idiot/Fernand - Grand-mère - Les désespéres
1966 : Ces gens-là - Jef - Jacky - Les bergers - Le tango funèbre/Fernand, Mathilde - L'âge idiot - Grand'mère - Les désespérés
1967 : Mon enfance - Le cheval - Mon père disait - La,la,la - Les coeurs tendres/Fils de... - Les bonbons 67 - La chanson des vieux amants - A jeun - Le gaz
1968 : J'arrive - Vesoul - L'Ostendaise Je suis un soir d'été/Regarde bien petit - Comment tuer l'amant... - L'eclusier - Un enfant - La bière
1968 : L'Homme de la Mancha
1969 : L'histoire de Babar/Pierre et le Loup
1977 : Jaurès - La ville s'endormait - Vieillir - Le Bon Dieu - Les F...-Orly/Les remparts de Varsovie - Voir un ami pleurer - Knokke-le-Zoute tango - Jojo - Le lion - Les Marquises
Em 23 de Setembro de 2003 foi publicado um conjunto de 16 CDs Boîte à Bonbons, o mais completo repositório da música de Brel e que inclui o álbum Chansons ou Versions Inédites de Jeunesse editado pela primeira vez nessa altura.
quarta-feira, abril 07, 2010
CASTRO VERDE - A SUECA E O BENFICA
o gato de graça do divôr
INDIE LISBOA 2010
,
O INDIE LISBOA DESTE ANO DE 2010
VAI DECORRER ENTRE 22 DE ABRIL
E 2 DE MAIO
Malta, há muita coisa boa para vêr
Secções do Festival
COMPETIÇÃO INTERNACIONAL
Longas e Curtas Metragens
A competição internacional do festival é composta por primeiras e segundas obras, nunca antes apresentadas publicamente em Portugal, ainda sem distribuição garantida para o nosso país e acabadas no próprio ano ou no ano anterior à realização do festival. Podem concorrer longas e curtas metragens (apresentadas em programas separados) de ficção, animação, documentários e filmes experimentais.
COMPETIÇÃO NACIONAL
Longas e Curtas Metragens
A competição nacional é composta por obras de autores portugueses, acabadas no próprio ano ou no ano anterior à realização do festival. Podem concorrer longas e curtas metragens (apresentadas em programas separados) de ficção, animação, documentários e filmes experimentais. A competição nacional tem como objectivo divulgar o cinema português além fronteiras e contribuir para uma maior identificação do público português com o seu cinema de autor.
OBSERVATÓRIO
Longas e Curtas Metragens
É um panorama sobre as obras essenciais do cinema independente contemporâneo do último ano, apresentando filmes de cineastas consagrados.
CINEMA EMERGENTE
É uma secção que dá espaço a novas linguagens do cinema contemporâneo, a experiências narrativas originais e a talentos emergentes, em curta e longa metragem.
O PULSAR DO MUNDO
É um programa composto por filmes que lidam com questões relevantes da actualidade mundial, em curta e longa metragem.
HERÓI INDEPENDENTE
Chamamos “Herói Independente” aos que mais admiramos, aos que trabalham em prol de um cinema totalmente livre de pré-conceptualizações e preconceitos, livre de indústrias pesadas e mercados autistas, livres, sobretudo, de resultados imediatos. Como nunca chegam a entrar no sistema, são sempre marginais ao mercado comercial e, como tal, não se tornam arrogantes, preguiçosos ou carreiristas.
Por isso, em cada edição deste festival, fazemos homenagens e retrospectivas, e apresentamos programas originais que extravasam o perfil de actualidade de programação do festival, mas ao mesmo tempo mostram a vontade que temos de mostrar o trabalho daqueles que consideramos os visionários, aqueles que trazem novidade ao cinema.
Em edições anteriores, foram homenageados: Johnnie To, José Luis Guerin, Shinji Ayoama, Novo Cinema Alemão, Jay Rosenblatt, Michael Glawogger, Jia Zhang-ke, Nobuhiro Suwa, Edgar Pêra, Novo Cinema Romeno, Sundance Film Festival, Cinema Independente Argentino.
INDIEJÚNIOR
Secção especialmente vocacionada para os mais jovens. Tem como principal objectivo a criação e alargamento dos públicos de cinema e visa possibilitar o encontro dos espectadores mais novos com um conjunto de filmes notáveis, aos quais muito provavelmente não teriam acesso de outra forma.
Esta secção visa contribuir para a formação estético-cultural das crianças e jovens através de uma experiência artística e lúdica – o cinema. Este relevante instrumento apela aos sentidos e desperta diversas emoções, representando lazer e diversão mas também apelo à reflexão e discussão de diversos temas.
CONSULTE AQUI O SITE OFICIAL INDIEJÚNIOR >>
DIRECTOR´S CUT
Com uma redefinição de conceito em 2007, a secção “Director’s Cut” alargou o seu âmbito deixando de incluir apenas versões remontadas de filmes célebres, para passar a abranger outras obras que fazem uma reflexão sobre o próprio cinema. Apresentaremos filmes sobre o cinema e a sua história ou então filmes em que o património da sétima arte seja a principal matéria-prima.
INDIEMUSIC
Este programa é constituído por uma dezena de filmes, sobretudo documentários, nos quais a música é o principal tema e algumas das suas figuras mais carismáticas os intervenientes em foco.
A competição oficial das longas-metragens contará com doze produções. “Guerra Civil” de Pedro Caldas é o único representante português nesta competição que também é composta por “The Roober” de Benjamin Heisenberg, “The Blacks” de Zvonimir Juric e Goran Devic, “Le Jour oú Dieu est Parti en Voyage” de Philippe Van Leeuw, “La Pivellina” de Tizza Covi e Rainer Frimmel, “La Bocca del Lupo” de Pietro Marcello, “Go Get Some Rosemary” de Josh Safdie e Benny Safdie, “C’est Dejà L’été” de Martijin Smits, “Castro” de Alejo Moguillansky,”Au Voleur” de Sarah Leonor” e “11’E10 Kala” de Pelín Esmer. Os grandes destaques cinematográficos não estão inseridos na competição oficial do certame mas sim nas sessões de exibição, assim sendo, passarão pelo IndieLisboa 2010 as antestreias portuguesas de “Bad Lieutenant: Port of Call - New Orleans” de Werner Herzog “My Son My Son What Have We Done?” de Werner Herzog, “The Vengeance” de Johnnie To, “Napoli Napoli Napol” de Abel Ferrara, “Lebanon” de Samuel Maoz
“9” de Shane Acker
“Greenberg” de Noah Baumbach (Sessão de Abertura) e “Mother” de Bang Joo-Ho. O IndieLisboa 2010 também vai contar com uma competição de curtas-metragens e com varias secções de exibições, como por exemplo, IndieJúnior, IndieMusic ou Director’s Cut. A secção Herói Independente irá homenagear Heddy Honigmann, uma das cineastas mais importantes dos documentários contemporâneos e a secção Fórum de Novo Cinema irá homenagear o Festival de Berlim, um dos maiores certames europeus. O IndieLisboa 2010 vai decorrer entre 22 de Abril e 2 de Maio no Cinema São Jorge, Cinema Londres, Cinema City Classic Alvalade e na Culturgest. Serão projectados 274 filmes, um número que inclui 102 longas-metragens e 172 curtas-metragens.
O INDIE LISBOA DESTE ANO DE 2010
VAI DECORRER ENTRE 22 DE ABRIL
E 2 DE MAIO
Malta, há muita coisa boa para vêr
Secções do Festival
COMPETIÇÃO INTERNACIONAL
Longas e Curtas Metragens
A competição internacional do festival é composta por primeiras e segundas obras, nunca antes apresentadas publicamente em Portugal, ainda sem distribuição garantida para o nosso país e acabadas no próprio ano ou no ano anterior à realização do festival. Podem concorrer longas e curtas metragens (apresentadas em programas separados) de ficção, animação, documentários e filmes experimentais.
COMPETIÇÃO NACIONAL
Longas e Curtas Metragens
A competição nacional é composta por obras de autores portugueses, acabadas no próprio ano ou no ano anterior à realização do festival. Podem concorrer longas e curtas metragens (apresentadas em programas separados) de ficção, animação, documentários e filmes experimentais. A competição nacional tem como objectivo divulgar o cinema português além fronteiras e contribuir para uma maior identificação do público português com o seu cinema de autor.
OBSERVATÓRIO
Longas e Curtas Metragens
É um panorama sobre as obras essenciais do cinema independente contemporâneo do último ano, apresentando filmes de cineastas consagrados.
CINEMA EMERGENTE
É uma secção que dá espaço a novas linguagens do cinema contemporâneo, a experiências narrativas originais e a talentos emergentes, em curta e longa metragem.
O PULSAR DO MUNDO
É um programa composto por filmes que lidam com questões relevantes da actualidade mundial, em curta e longa metragem.
HERÓI INDEPENDENTE
Chamamos “Herói Independente” aos que mais admiramos, aos que trabalham em prol de um cinema totalmente livre de pré-conceptualizações e preconceitos, livre de indústrias pesadas e mercados autistas, livres, sobretudo, de resultados imediatos. Como nunca chegam a entrar no sistema, são sempre marginais ao mercado comercial e, como tal, não se tornam arrogantes, preguiçosos ou carreiristas.
Por isso, em cada edição deste festival, fazemos homenagens e retrospectivas, e apresentamos programas originais que extravasam o perfil de actualidade de programação do festival, mas ao mesmo tempo mostram a vontade que temos de mostrar o trabalho daqueles que consideramos os visionários, aqueles que trazem novidade ao cinema.
Em edições anteriores, foram homenageados: Johnnie To, José Luis Guerin, Shinji Ayoama, Novo Cinema Alemão, Jay Rosenblatt, Michael Glawogger, Jia Zhang-ke, Nobuhiro Suwa, Edgar Pêra, Novo Cinema Romeno, Sundance Film Festival, Cinema Independente Argentino.
INDIEJÚNIOR
Secção especialmente vocacionada para os mais jovens. Tem como principal objectivo a criação e alargamento dos públicos de cinema e visa possibilitar o encontro dos espectadores mais novos com um conjunto de filmes notáveis, aos quais muito provavelmente não teriam acesso de outra forma.
Esta secção visa contribuir para a formação estético-cultural das crianças e jovens através de uma experiência artística e lúdica – o cinema. Este relevante instrumento apela aos sentidos e desperta diversas emoções, representando lazer e diversão mas também apelo à reflexão e discussão de diversos temas.
CONSULTE AQUI O SITE OFICIAL INDIEJÚNIOR >>
DIRECTOR´S CUT
Com uma redefinição de conceito em 2007, a secção “Director’s Cut” alargou o seu âmbito deixando de incluir apenas versões remontadas de filmes célebres, para passar a abranger outras obras que fazem uma reflexão sobre o próprio cinema. Apresentaremos filmes sobre o cinema e a sua história ou então filmes em que o património da sétima arte seja a principal matéria-prima.
INDIEMUSIC
Este programa é constituído por uma dezena de filmes, sobretudo documentários, nos quais a música é o principal tema e algumas das suas figuras mais carismáticas os intervenientes em foco.
A competição oficial das longas-metragens contará com doze produções. “Guerra Civil” de Pedro Caldas é o único representante português nesta competição que também é composta por “The Roober” de Benjamin Heisenberg, “The Blacks” de Zvonimir Juric e Goran Devic, “Le Jour oú Dieu est Parti en Voyage” de Philippe Van Leeuw, “La Pivellina” de Tizza Covi e Rainer Frimmel, “La Bocca del Lupo” de Pietro Marcello, “Go Get Some Rosemary” de Josh Safdie e Benny Safdie, “C’est Dejà L’été” de Martijin Smits, “Castro” de Alejo Moguillansky,”Au Voleur” de Sarah Leonor” e “11’E10 Kala” de Pelín Esmer. Os grandes destaques cinematográficos não estão inseridos na competição oficial do certame mas sim nas sessões de exibição, assim sendo, passarão pelo IndieLisboa 2010 as antestreias portuguesas de “Bad Lieutenant: Port of Call - New Orleans” de Werner Herzog “My Son My Son What Have We Done?” de Werner Herzog, “The Vengeance” de Johnnie To, “Napoli Napoli Napol” de Abel Ferrara, “Lebanon” de Samuel Maoz
“9” de Shane Acker
“Greenberg” de Noah Baumbach (Sessão de Abertura) e “Mother” de Bang Joo-Ho. O IndieLisboa 2010 também vai contar com uma competição de curtas-metragens e com varias secções de exibições, como por exemplo, IndieJúnior, IndieMusic ou Director’s Cut. A secção Herói Independente irá homenagear Heddy Honigmann, uma das cineastas mais importantes dos documentários contemporâneos e a secção Fórum de Novo Cinema irá homenagear o Festival de Berlim, um dos maiores certames europeus. O IndieLisboa 2010 vai decorrer entre 22 de Abril e 2 de Maio no Cinema São Jorge, Cinema Londres, Cinema City Classic Alvalade e na Culturgest. Serão projectados 274 filmes, um número que inclui 102 longas-metragens e 172 curtas-metragens.
A 7 DE ABRIL de 1915, nasceu BILLIE HOLLIDAY
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Billie Holiday
Billie Holiday (Filadélfia, 7 de Abril de 1915 — Nova Iorque, 17 de Julho de 1959), Lady Day para os fãs, é por muitos considerada a maior de todas as cantoras do jazz.

Nascida Eleanor Fagan Gough, foi criada em Baltimore por pais adolescentes. Quando nasceu, seu pai, Clarence Holiday, tinha quinze anos de idade e sua mãe, Sarah Fagan, apenas treze. Seu pai, guitarrista e banjista, abandonou a família quando Billie ainda era bebê, seguindo viagem com uma banda de jazz. Sua mãe, também inexperiente, frequentemente a deixava com familiares.
Menina americana negra e pobre, Billie passou por todos os sofrimentos possíveis. Aos dez anos foi violentada sexualmente por um vizinho, e internada numa casa de correção para meninas vítimas de abuso. Aos doze, trabalhava lavando o chão de prostíbulos. Aos catorze anos, morando com sua mãe em Nova York, caiu na prostituição.
Carreira
Sua vida como cantora começou em 1930. Estando mãe e filha ameaçadas de despejo por falta de pagamento de sua moradia, Billie sai à rua em desespero, na busca de algum dinheiro. Entrando em um bar do Harlem, ofereceu-se como dançarina, mostrando-se um desastre. Penalizado, o pianista perguntou-lhe se sabia cantar. Billie cantou e saiu com um emprego fixo.
Billie nunca teve educação formal de música e seu aprendizado se deu ouvindo Bessie Smith e Louis Armstrong.
Após três anos cantando em diversas casas, atraiu a atenção do crítico John Hammond, através de quem ela gravou seu primeiro disco, com a big band de Benny Goodman. Era o real início de sua carreira. Começou a cantar em casas noturnas do Harlem (Nova York), onde adotou seu nome artístico.
Cantou com as big bands de Artie Shaw e Count Basie. E foi uma das primeiras negras a cantar com uma banda de brancos, em uma época de segregação racial nos EUA (anos 1930). Consagrou-se apresentando-se com as orquestras de Duke Ellington, Teddy Wilson, Count Basie e Artie Shaw, e ao lado de Louis Armstrong.
Billie Holiday foi uma das mais comoventes cantoras de jazz de sua época. Com uma voz etérea, flexível e levemente rouca, Sua dicção, seu fraseado, a sensualidade à flor da voz, expressando incrível profundidade de emoção, a aproximaram do estilo de Lester Young, com quem, em quatro anos, gravou cerca de cinquenta canções, repletas de swing e cumplicidade. Lester Young foi quem lhe apelidou "Lady Day".
Billie Holiday, fotografada por Carl Van Vechten.A partir de 1940, apesar do sucesso, Billie Holiday, sucumbiu ao álcool e às drogas, passando por momentos de depressão, o que se refletia em sua voz.
Pouco antes de sua morte por overdose de drogas, Billie Holiday publicou sua autobiografia em 1956, Lady Sings the Blues, a partir da qual foi feito um filme, em 1972, tendo Diana Ross no papel principal.
Músicas de sua autoria
"Billie's Blues" (1936)
"Don't Explain" (1944)
"Everything Happens For The Best" (1939)
"Fine and Mellow" (1939)
"God Bless the Child" (1941)
"Lady Sings the Blues" (1956)
"Long Gone Blues" (1939)
"Now or Never"(1949)
"Our Love Is Different" (1939)
"Stormy Blues" (1954)
Billie Holiday
Billie Holiday (Filadélfia, 7 de Abril de 1915 — Nova Iorque, 17 de Julho de 1959), Lady Day para os fãs, é por muitos considerada a maior de todas as cantoras do jazz.
Nascida Eleanor Fagan Gough, foi criada em Baltimore por pais adolescentes. Quando nasceu, seu pai, Clarence Holiday, tinha quinze anos de idade e sua mãe, Sarah Fagan, apenas treze. Seu pai, guitarrista e banjista, abandonou a família quando Billie ainda era bebê, seguindo viagem com uma banda de jazz. Sua mãe, também inexperiente, frequentemente a deixava com familiares.
Menina americana negra e pobre, Billie passou por todos os sofrimentos possíveis. Aos dez anos foi violentada sexualmente por um vizinho, e internada numa casa de correção para meninas vítimas de abuso. Aos doze, trabalhava lavando o chão de prostíbulos. Aos catorze anos, morando com sua mãe em Nova York, caiu na prostituição.
Carreira
Sua vida como cantora começou em 1930. Estando mãe e filha ameaçadas de despejo por falta de pagamento de sua moradia, Billie sai à rua em desespero, na busca de algum dinheiro. Entrando em um bar do Harlem, ofereceu-se como dançarina, mostrando-se um desastre. Penalizado, o pianista perguntou-lhe se sabia cantar. Billie cantou e saiu com um emprego fixo.
Billie nunca teve educação formal de música e seu aprendizado se deu ouvindo Bessie Smith e Louis Armstrong.
Após três anos cantando em diversas casas, atraiu a atenção do crítico John Hammond, através de quem ela gravou seu primeiro disco, com a big band de Benny Goodman. Era o real início de sua carreira. Começou a cantar em casas noturnas do Harlem (Nova York), onde adotou seu nome artístico.
Cantou com as big bands de Artie Shaw e Count Basie. E foi uma das primeiras negras a cantar com uma banda de brancos, em uma época de segregação racial nos EUA (anos 1930). Consagrou-se apresentando-se com as orquestras de Duke Ellington, Teddy Wilson, Count Basie e Artie Shaw, e ao lado de Louis Armstrong.
Billie Holiday foi uma das mais comoventes cantoras de jazz de sua época. Com uma voz etérea, flexível e levemente rouca, Sua dicção, seu fraseado, a sensualidade à flor da voz, expressando incrível profundidade de emoção, a aproximaram do estilo de Lester Young, com quem, em quatro anos, gravou cerca de cinquenta canções, repletas de swing e cumplicidade. Lester Young foi quem lhe apelidou "Lady Day".
Billie Holiday, fotografada por Carl Van Vechten.A partir de 1940, apesar do sucesso, Billie Holiday, sucumbiu ao álcool e às drogas, passando por momentos de depressão, o que se refletia em sua voz.
Pouco antes de sua morte por overdose de drogas, Billie Holiday publicou sua autobiografia em 1956, Lady Sings the Blues, a partir da qual foi feito um filme, em 1972, tendo Diana Ross no papel principal.
Músicas de sua autoria
"Billie's Blues" (1936)
"Don't Explain" (1944)
"Everything Happens For The Best" (1939)
"Fine and Mellow" (1939)
"God Bless the Child" (1941)
"Lady Sings the Blues" (1956)
"Long Gone Blues" (1939)
"Now or Never"(1949)
"Our Love Is Different" (1939)
"Stormy Blues" (1954)
TAXA CAMARAE
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A Taxa Camarae é um tarifário promulgado, em 1517, pelo papa Leão X (1513-1521) destinado a vender indulgências, ou seja, o perdão dos pecados, a todos quantos pudessem pagar umas boas libras ao pontífice. Como veremos na transcrição que se segue, não havia delito, por mais horrível que fosse, que não pudesse ser perdoado a troco de dinheiro. Leão X declarou aberto o céu para todos aqueles, fossem clérigos ou leigos, que tivessem violado crianças e adultos, assassinado uma ou várias pessoas, abortado… desde que se manifestassem generosos com os cofres papais.
Vejamos o seus trinta e cinco artigos:
1. O eclesiástico que cometa o pecado da carne, seja com freiras, seja com primas, sobrinhas ou afilhadas suas, seja, por fim, com outra mulher qualquer, será absolvido, mediante o pagamento de 67 libras, 12 soldos.
2. Se o eclesiástico, além do pecado de fornicação, quiser ser absolvido do pecado contra a natureza ou de bestialidade, deve pagar 219 libras, 15 soldos. Mas se tiver apenas cometido pecado contra a natureza com meninos ou com animais e não com mulheres, somente pagará 131 libras, 15 soldos.
3. O sacerdote que desflorar uma virgem, pagará 2 libras, 8 soldos.
4. A religiosa que quiser alcançar a dignidade de abadessa depois de se ter entregue a um ou mais homens simultânea ou sucessivamente, quer dentro, quer fora do seu convento, pagará 131 libras, 15 soldos.
5. Os sacerdotes que quiserem viver maritalmente com parentes, pagarão 76 libras e 1 soldo.
6. Para todos os pecados de luxúria cometido por um leigo, a absolvição custará 27 libras e 1 soldo; no caso de incesto, acrescentar-se-ão em consciência 4 libras.
7. A mulher adúltera que queira ser absolvida para estar livre de todo e qualquer processo e obter uma ampla dispensa para prosseguir as suas relações ilícitas, pagará ao Papa 87 libras e 3 soldos. Em idêntica situação, o marido pagará a mesma soma; se tiverem cometido incesto com os seus filhos acrescentarão em consciência 6 libras.
8. A absolvição e a certeza de não serem perseguidos por crimes de rapina, roubo ou incêndio, custará aos culpados 131 libras e 7 soldos.
9. A absolvição de um simples assassínio cometido na pessoa de um leigo é fixada em 15 libras, 4 soldos e 3 dinheiros.
10. Se o assassino tiver morto a dois ou mais homens no mesmo dia, pagará como se tivesse apenas assassinado um.
11. O marido que tiver dado maus tratos à sua mulher, pagará aos cofres da chancelaria 3 libras e 4 soldos; se a tiver morto, pagará 17 libras, 15 soldos; se o tiver feito com a intenção de casar com outra, pagará um suplemento de 32 libras e 9 soldos. Se o marido tiver tido ajuda para cometer o crime, cada um dos seus ajudantes será absolvido mediante o pagamento de 2 libras.
12. Quem afogar o seu próprio filho pagará 17 libras e 15 soldos [ou seja, mais duas libras do que por matar um desconhecido (observação do autor do livro)]; caso matem o próprio filho, por mútuo consentimento, o pai e a mãe pagarão 27 libras e 1 soldo pela absolvição.
13. A mulher que destruir o filho que traz nas entranhas, assim como o pai que tiver contribuído para a perpetração do crime, pagarão cada um 17 libras e 15 soldos. Quem facilitar o aborto de uma criatura que não seja seu filho pagará menos 1 libra.
14. Pelo assassinato de um irmão, de uma irmã, de uma mãe ou de um pai, pagar-se-á 17 libras e 5 soldos.
15. Quem matar um bispo ou um prelado de hierarquia superior terá de pagar 131 libras, 14 soldos e y6 dinheiros.
16. O assassino que tiver morto mais de um sacerdote, sem ser de uma só vez, pagará 137 libras e 6 soldos pelo primeiro, e metade pelos restantes.
17. O bispo ou abade que cometa homicídio põe emboscada, por acidente ou por necessidade, terá de pagar, para obter a absolvição, 179 libras e 14 soldos.
18. Quem quiser comprar antecipadamente a absolvição, por todo e qualquer homicídio acidental que venha a cometer no futuro, terá de pagar 168 libras, 15 soldos.
19. O herege que se converta pagará pela sua absolvição 269 libras. O filho de um herege queimado, enforcado ou de qualquer outro modo justiçado, só poderá reabilitar-se mediante o pagamento de 218 libras, 16 soldos, 9 dinheiros.
20. O eclesiástico que, não podendo saldar as suas dívidas, não quiser ver-se processado pelos seus credores, entregará ao pontífice 17 libras, 8 soldos e 6 dinheiros, e a dívida ser-lhe-á perdoada.
21. A licença para instalar pontos de venda de vários géneros, sob o pórtico das igrejas, será concedida mediante o pagamento de 45 libras, 19 soldos e 3 dinheiros.
22. O delito de contrabando e as fraudes relativas aos direitos do príncipe contarão 87 libras e 3 dinheiros.
23. A cidade que quiser obter para os seus habitantes ou para os seus sacerdotes, frades ou monjas autorização de comer carne e lacticínios nas épocas em que está vedado fazê-lo, pagará 781 libras e 10 soldos.
24. O convento que quiser mudar de regra e viver com menos abstinência do que a que estava prescrita, pagará 146 libras e 5 soldos.
25. O frade que para sua maior conveniência, ou gosto, quiser passar a vida numa ermida com uma mulher, entregará ao tesouro pontifício 45 libras e 19 soldos.
26. O apóstata vagabundo que quiser viver sem travas pagará o mesmo montante pela absolvição.
27. O mesmo montante terá de pagar o religioso, regular ou secular, que pretenda viajar vestido de leigo.
28. O filho bastardo de um prior que queira herdar a cura de seu pai, terá de pagar 27 libras e 1 soldo.
29. O bastardo que pretenda receber ordens sacras e usufruir de benefícios pagará 15 libras, 18 soldos e 6 dinheiros.
30. O filho de pais incógnitos que pretenda entrar nas ordens pagará ao tesouro pontifício 27 libras e 1 soldo.
31. Os leigos com defeitos físicos ou disformes, que pretendam receber ordens sacras e usufruir de benefícios pagarão à chancelaria apostólica 58 libras e 2 soldos.
32. Igual soma pagará o cego da vista direita, mas o cego da vista esquerda pagará ao Papa 10 libras e 7 soldos. Os vesgos pagarão 45 libras e 3 soldos.
33. Os eunucos que quiserem entrar nas ordens, pagarão a quantia de 310 libras e 15 soldos.
34. Quem por simonia quiser adquirir um ou mais benefícios deve dirigir-se aos tesoureiros do Papa que lhos venderão por um preço moderado.
35. Quem por ter quebrado um juramento quiser evitar qualquer perseguição e ver-se livre de qualquer marca de infâmia, pagará ao Papa 131 librase15 soldos. Pagará ainda por cada um dos seus fiadores a quantia de 3 libras.
No entanto, para a historiografia católica, o Papa Leão X, autor de um exemplo de corrupção tão grande como o que acabamos de ler, passa por ser o protagonista da «história do pontificado mais brilhante e talvez o mais perigoso da história da Igreja».
(Fonte: Rodríguez, Pepe (1997). Mentiras fundamentais da Igreja católica.
Terramar – Editores, Distribuidores e Livreiros -
(1.ª edição portuguesa, Terramar, Outubro de 2001 – Anexo, pp. 345-348)
NOTA: Esta é a primeira vez que a Taxa Camarae do papa Leão X aparece na NET em português.
A Taxa Camarae é um tarifário promulgado, em 1517, pelo papa Leão X (1513-1521) destinado a vender indulgências, ou seja, o perdão dos pecados, a todos quantos pudessem pagar umas boas libras ao pontífice. Como veremos na transcrição que se segue, não havia delito, por mais horrível que fosse, que não pudesse ser perdoado a troco de dinheiro. Leão X declarou aberto o céu para todos aqueles, fossem clérigos ou leigos, que tivessem violado crianças e adultos, assassinado uma ou várias pessoas, abortado… desde que se manifestassem generosos com os cofres papais.
Vejamos o seus trinta e cinco artigos:
1. O eclesiástico que cometa o pecado da carne, seja com freiras, seja com primas, sobrinhas ou afilhadas suas, seja, por fim, com outra mulher qualquer, será absolvido, mediante o pagamento de 67 libras, 12 soldos.
2. Se o eclesiástico, além do pecado de fornicação, quiser ser absolvido do pecado contra a natureza ou de bestialidade, deve pagar 219 libras, 15 soldos. Mas se tiver apenas cometido pecado contra a natureza com meninos ou com animais e não com mulheres, somente pagará 131 libras, 15 soldos.
3. O sacerdote que desflorar uma virgem, pagará 2 libras, 8 soldos.
4. A religiosa que quiser alcançar a dignidade de abadessa depois de se ter entregue a um ou mais homens simultânea ou sucessivamente, quer dentro, quer fora do seu convento, pagará 131 libras, 15 soldos.
5. Os sacerdotes que quiserem viver maritalmente com parentes, pagarão 76 libras e 1 soldo.
6. Para todos os pecados de luxúria cometido por um leigo, a absolvição custará 27 libras e 1 soldo; no caso de incesto, acrescentar-se-ão em consciência 4 libras.
7. A mulher adúltera que queira ser absolvida para estar livre de todo e qualquer processo e obter uma ampla dispensa para prosseguir as suas relações ilícitas, pagará ao Papa 87 libras e 3 soldos. Em idêntica situação, o marido pagará a mesma soma; se tiverem cometido incesto com os seus filhos acrescentarão em consciência 6 libras.
8. A absolvição e a certeza de não serem perseguidos por crimes de rapina, roubo ou incêndio, custará aos culpados 131 libras e 7 soldos.
9. A absolvição de um simples assassínio cometido na pessoa de um leigo é fixada em 15 libras, 4 soldos e 3 dinheiros.
10. Se o assassino tiver morto a dois ou mais homens no mesmo dia, pagará como se tivesse apenas assassinado um.
11. O marido que tiver dado maus tratos à sua mulher, pagará aos cofres da chancelaria 3 libras e 4 soldos; se a tiver morto, pagará 17 libras, 15 soldos; se o tiver feito com a intenção de casar com outra, pagará um suplemento de 32 libras e 9 soldos. Se o marido tiver tido ajuda para cometer o crime, cada um dos seus ajudantes será absolvido mediante o pagamento de 2 libras.
12. Quem afogar o seu próprio filho pagará 17 libras e 15 soldos [ou seja, mais duas libras do que por matar um desconhecido (observação do autor do livro)]; caso matem o próprio filho, por mútuo consentimento, o pai e a mãe pagarão 27 libras e 1 soldo pela absolvição.
13. A mulher que destruir o filho que traz nas entranhas, assim como o pai que tiver contribuído para a perpetração do crime, pagarão cada um 17 libras e 15 soldos. Quem facilitar o aborto de uma criatura que não seja seu filho pagará menos 1 libra.
14. Pelo assassinato de um irmão, de uma irmã, de uma mãe ou de um pai, pagar-se-á 17 libras e 5 soldos.
15. Quem matar um bispo ou um prelado de hierarquia superior terá de pagar 131 libras, 14 soldos e y6 dinheiros.
16. O assassino que tiver morto mais de um sacerdote, sem ser de uma só vez, pagará 137 libras e 6 soldos pelo primeiro, e metade pelos restantes.
17. O bispo ou abade que cometa homicídio põe emboscada, por acidente ou por necessidade, terá de pagar, para obter a absolvição, 179 libras e 14 soldos.
18. Quem quiser comprar antecipadamente a absolvição, por todo e qualquer homicídio acidental que venha a cometer no futuro, terá de pagar 168 libras, 15 soldos.
19. O herege que se converta pagará pela sua absolvição 269 libras. O filho de um herege queimado, enforcado ou de qualquer outro modo justiçado, só poderá reabilitar-se mediante o pagamento de 218 libras, 16 soldos, 9 dinheiros.
20. O eclesiástico que, não podendo saldar as suas dívidas, não quiser ver-se processado pelos seus credores, entregará ao pontífice 17 libras, 8 soldos e 6 dinheiros, e a dívida ser-lhe-á perdoada.
21. A licença para instalar pontos de venda de vários géneros, sob o pórtico das igrejas, será concedida mediante o pagamento de 45 libras, 19 soldos e 3 dinheiros.
22. O delito de contrabando e as fraudes relativas aos direitos do príncipe contarão 87 libras e 3 dinheiros.
23. A cidade que quiser obter para os seus habitantes ou para os seus sacerdotes, frades ou monjas autorização de comer carne e lacticínios nas épocas em que está vedado fazê-lo, pagará 781 libras e 10 soldos.
24. O convento que quiser mudar de regra e viver com menos abstinência do que a que estava prescrita, pagará 146 libras e 5 soldos.
25. O frade que para sua maior conveniência, ou gosto, quiser passar a vida numa ermida com uma mulher, entregará ao tesouro pontifício 45 libras e 19 soldos.
26. O apóstata vagabundo que quiser viver sem travas pagará o mesmo montante pela absolvição.
27. O mesmo montante terá de pagar o religioso, regular ou secular, que pretenda viajar vestido de leigo.
28. O filho bastardo de um prior que queira herdar a cura de seu pai, terá de pagar 27 libras e 1 soldo.
29. O bastardo que pretenda receber ordens sacras e usufruir de benefícios pagará 15 libras, 18 soldos e 6 dinheiros.
30. O filho de pais incógnitos que pretenda entrar nas ordens pagará ao tesouro pontifício 27 libras e 1 soldo.
31. Os leigos com defeitos físicos ou disformes, que pretendam receber ordens sacras e usufruir de benefícios pagarão à chancelaria apostólica 58 libras e 2 soldos.
32. Igual soma pagará o cego da vista direita, mas o cego da vista esquerda pagará ao Papa 10 libras e 7 soldos. Os vesgos pagarão 45 libras e 3 soldos.
33. Os eunucos que quiserem entrar nas ordens, pagarão a quantia de 310 libras e 15 soldos.
34. Quem por simonia quiser adquirir um ou mais benefícios deve dirigir-se aos tesoureiros do Papa que lhos venderão por um preço moderado.
35. Quem por ter quebrado um juramento quiser evitar qualquer perseguição e ver-se livre de qualquer marca de infâmia, pagará ao Papa 131 librase15 soldos. Pagará ainda por cada um dos seus fiadores a quantia de 3 libras.
No entanto, para a historiografia católica, o Papa Leão X, autor de um exemplo de corrupção tão grande como o que acabamos de ler, passa por ser o protagonista da «história do pontificado mais brilhante e talvez o mais perigoso da história da Igreja».
(Fonte: Rodríguez, Pepe (1997). Mentiras fundamentais da Igreja católica.
Terramar – Editores, Distribuidores e Livreiros -
(1.ª edição portuguesa, Terramar, Outubro de 2001 – Anexo, pp. 345-348)
NOTA: Esta é a primeira vez que a Taxa Camarae do papa Leão X aparece na NET em português.
terça-feira, abril 06, 2010
GANDU, ESTADO DA BAHIA
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CIBERNAUTAS DE GANDU ,NO ESTADO
DA BAHIA ACESSARAM-NOS E
AQUI VAI O QUE NOS PEDEM,
MOSTRAR A VOSSA TERRA
Gandu

Gandu é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua população, de acordo com o IBGE (censo em 2007), é de 30.091 habitantes. Está situada na Microrregião de Ilhéus-Itabuna, dentro da Mesorregião do Sul Baiano.

História
Oficialmente, em 1903, quem primeiro visitou essas matas foi o Coronel Barachisio Lisboa acompanhado do engenheiro Horácio Lafer e Mesquita, reivindicando-as para o município de Santarém (Ituberá). No dia 6 de maio daquele mesmo ano, tal reivindicação era afinal reconhecida pelo governo do estado da Bahia. E quando o pequeno veleiro aportava no cais de Santarém (Ituberá), levando notícia tão importante e esperada, o lar do velho Barachísio Lisbôa era enriquecido com o nascimento que tomou, em razão das alegrias do evento, o nome de Vitória Libânio, tal personagem era a esposa de Manoel Libânio Da Silva Filho " Maneca Libânio", a quem muito devem o comércio, a política e toda a sociedade ganduense.
Logo depois, Joaquim Monteiro da Costa se fixou na Fazenda Paó. Na mesma, época migravam para esse território Manoel Cirilo de Carvalho e D. Rosalina Moura de Carvalho, formando a Fazenda Gavião na vila nova de Nova Ibiá e Salustiano Borges, donatário da fazenda Bom Jardim.
Em abril de 1904, um negro cortês e de jeito nobre - Fulgêncio Alves da Palma iniciava na zona do Braço do Norte, o plantio da fazenda Jenipapo.
Ainda no começo do século, precisamente no primeiro trimestre de 1907, visando investir na produção cacaueira, vindo da cidade de Areia, hoje Ubaíra, chegavam nestas matas José Amado Costa e Gregório Monteiro da Costa, mais conhecido este como Góes Monteiro, ambos lavradores em busca de solo fértil para a cultura do cacau. José Amado Costa se fixou nesta área, comprando uma fazenda e levantando casa em frente de um pé de pequí, onde nas noites frias da terra chuvosa e úmida, dormia um corujão onde construída a igreja matriz São José, sugerindo ao migrante o nome "corujão" para a fazenda adquirida.
Esta é a origem histórica desta cidade, que nasceu sob a sombra daquele majestoso pequí existente onde é hoje a praça São José.
Quanto ao Gregório Monteiro da Costa irmão do principal desbravador, plantou mais adiante suas primeiras roças de cacau no lugar que tomou o nome de Paiol para ser convertido posteriormente, acreditamos que por corruptela de assalariados agrícolas, no designativo simples e atual de "Paó". Outra versão é a de que o nome decorreria dos trinos de um pássaro com semelhante som, ou da existência de muitos pássaros com essa nome sempre em revoada no local.
Em 1919, Corujão já era um arraial de 37 palhoças e 15 casas de taipa. A construção de casas de taipas e palhoças para abrigar a população local, contribuiu para a formação do arraial "Corujão". O desenvolvimento desse arraial proporcionou o surgimento da vila nomeada de "Gandu", tomando o mesmo nome do rio gandu que o banha e tem nascente na serra da "pedra-chata". Habitavam muitos jacarés guandus nesse rio e nas lagoas da época, por isso a inspiração do nome atual da nossa cidade. Pois os dois rios que banham essa cidade eram "habitat" natural desses jacarés. E é por isso também que a bandeira ganduense tem como símbolo um jacaré.
Emancipação política
Em 6 de Agosto de 1920, a vila pertencente a Ituberá, tornou-se distrito. Este foi crescendo com o trabalho do seu povo a ponto de levantar um movimento para sua emancipação política, tendo a frente grandes nomes da terra, liderados pelo deputado estadual Nelson David Ribeiro (nome dado ao hospital da cidade).
Essa luta não foi em vão e, através do decreto estadual n°1008 de 28 de Julho de 1958, no governo de Manoel Libânio da Silva, foi concretizada a emancipação política de Gandu, tornando-se distritos dessa cidade, os povoados de Nova Ibiá e Itamari, que pertenciam ao município de Ituberá.
Em 1958, com o Decreto Estadual nº 1.008, de 28 de julho do mesmo ano, foi criado o município de Gandu, desmembrado, assim, de Ituberá e constituído dos distritos de Gandu (sede), Nova Ibiá e Itamari” (Hoje, Nova Ibiá e Itamari são municípios)".
CIBERNAUTAS DE GANDU ,NO ESTADO
DA BAHIA ACESSARAM-NOS E
AQUI VAI O QUE NOS PEDEM,
MOSTRAR A VOSSA TERRA
Gandu

Gandu é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua população, de acordo com o IBGE (censo em 2007), é de 30.091 habitantes. Está situada na Microrregião de Ilhéus-Itabuna, dentro da Mesorregião do Sul Baiano.
História
Oficialmente, em 1903, quem primeiro visitou essas matas foi o Coronel Barachisio Lisboa acompanhado do engenheiro Horácio Lafer e Mesquita, reivindicando-as para o município de Santarém (Ituberá). No dia 6 de maio daquele mesmo ano, tal reivindicação era afinal reconhecida pelo governo do estado da Bahia. E quando o pequeno veleiro aportava no cais de Santarém (Ituberá), levando notícia tão importante e esperada, o lar do velho Barachísio Lisbôa era enriquecido com o nascimento que tomou, em razão das alegrias do evento, o nome de Vitória Libânio, tal personagem era a esposa de Manoel Libânio Da Silva Filho " Maneca Libânio", a quem muito devem o comércio, a política e toda a sociedade ganduense.
Logo depois, Joaquim Monteiro da Costa se fixou na Fazenda Paó. Na mesma, época migravam para esse território Manoel Cirilo de Carvalho e D. Rosalina Moura de Carvalho, formando a Fazenda Gavião na vila nova de Nova Ibiá e Salustiano Borges, donatário da fazenda Bom Jardim.
Em abril de 1904, um negro cortês e de jeito nobre - Fulgêncio Alves da Palma iniciava na zona do Braço do Norte, o plantio da fazenda Jenipapo.
Ainda no começo do século, precisamente no primeiro trimestre de 1907, visando investir na produção cacaueira, vindo da cidade de Areia, hoje Ubaíra, chegavam nestas matas José Amado Costa e Gregório Monteiro da Costa, mais conhecido este como Góes Monteiro, ambos lavradores em busca de solo fértil para a cultura do cacau. José Amado Costa se fixou nesta área, comprando uma fazenda e levantando casa em frente de um pé de pequí, onde nas noites frias da terra chuvosa e úmida, dormia um corujão onde construída a igreja matriz São José, sugerindo ao migrante o nome "corujão" para a fazenda adquirida.
Esta é a origem histórica desta cidade, que nasceu sob a sombra daquele majestoso pequí existente onde é hoje a praça São José.
Quanto ao Gregório Monteiro da Costa irmão do principal desbravador, plantou mais adiante suas primeiras roças de cacau no lugar que tomou o nome de Paiol para ser convertido posteriormente, acreditamos que por corruptela de assalariados agrícolas, no designativo simples e atual de "Paó". Outra versão é a de que o nome decorreria dos trinos de um pássaro com semelhante som, ou da existência de muitos pássaros com essa nome sempre em revoada no local.
Em 1919, Corujão já era um arraial de 37 palhoças e 15 casas de taipa. A construção de casas de taipas e palhoças para abrigar a população local, contribuiu para a formação do arraial "Corujão". O desenvolvimento desse arraial proporcionou o surgimento da vila nomeada de "Gandu", tomando o mesmo nome do rio gandu que o banha e tem nascente na serra da "pedra-chata". Habitavam muitos jacarés guandus nesse rio e nas lagoas da época, por isso a inspiração do nome atual da nossa cidade. Pois os dois rios que banham essa cidade eram "habitat" natural desses jacarés. E é por isso também que a bandeira ganduense tem como símbolo um jacaré.
Emancipação política
Em 6 de Agosto de 1920, a vila pertencente a Ituberá, tornou-se distrito. Este foi crescendo com o trabalho do seu povo a ponto de levantar um movimento para sua emancipação política, tendo a frente grandes nomes da terra, liderados pelo deputado estadual Nelson David Ribeiro (nome dado ao hospital da cidade).
Essa luta não foi em vão e, através do decreto estadual n°1008 de 28 de Julho de 1958, no governo de Manoel Libânio da Silva, foi concretizada a emancipação política de Gandu, tornando-se distritos dessa cidade, os povoados de Nova Ibiá e Itamari, que pertenciam ao município de Ituberá.
Em 1958, com o Decreto Estadual nº 1.008, de 28 de julho do mesmo ano, foi criado o município de Gandu, desmembrado, assim, de Ituberá e constituído dos distritos de Gandu (sede), Nova Ibiá e Itamari” (Hoje, Nova Ibiá e Itamari são municípios)".
segunda-feira, abril 05, 2010
preliminares
.
Um chefão da Máfia descobriu que seu contador havia desviado dez
milhões de dólares do caixa.
O contador era surdo-mudo, por isto fora admitido, pois nada poderia ouvir e em caso de um eventual processo, não poderia depor como
testemunha.
Quando o chefão foi dar um arrocho nele sobre os US$10 milhões, levou
junto seu advogado, que sabia a linguagem de sinais dos surdos-mudos.
O chefão perguntou ao contador:
- Onde estão os U$10 milhões que você levou?
O advogado, usando a linguagem dos sinais, transmitiu a pergunta ao
contador que logo respondeu (em sinais):
- Eu não sei do que vocês estão falando.
O advogado traduziu para o chefão:
- Ele disse não saber do que se trata.
O mafioso sacou uma pistola 45 e encostou-a na testa do contador, gritando:
- Pergunte a ele de novo!
O advogado, sinalizando, disse ao infeliz:
- Ele vai te matar se você não contar onde está o dinheiro!
O contador sinalizou em resposta:
- OK, vocês venceram, o dinheiro está numa valise marrom de couro, que está enterrada no quintal da casa de meu primo Enzo, no nº 400, da Rua 26, quadra 8, no bairro Santa Marta!
O mafioso perguntou para advogado:
- O que ele disse?
O advogado respondeu:
- Ele disse que não tem medo de Viado e que você não é macho o bastante para puxar o gatilho, seu Corno!!!
Um chefão da Máfia descobriu que seu contador havia desviado dez
milhões de dólares do caixa.
O contador era surdo-mudo, por isto fora admitido, pois nada poderia ouvir e em caso de um eventual processo, não poderia depor como
testemunha.
Quando o chefão foi dar um arrocho nele sobre os US$10 milhões, levou
junto seu advogado, que sabia a linguagem de sinais dos surdos-mudos.
O chefão perguntou ao contador:
- Onde estão os U$10 milhões que você levou?
O advogado, usando a linguagem dos sinais, transmitiu a pergunta ao
contador que logo respondeu (em sinais):
- Eu não sei do que vocês estão falando.
O advogado traduziu para o chefão:
- Ele disse não saber do que se trata.
O mafioso sacou uma pistola 45 e encostou-a na testa do contador, gritando:
- Pergunte a ele de novo!
O advogado, sinalizando, disse ao infeliz:
- Ele vai te matar se você não contar onde está o dinheiro!
O contador sinalizou em resposta:
- OK, vocês venceram, o dinheiro está numa valise marrom de couro, que está enterrada no quintal da casa de meu primo Enzo, no nº 400, da Rua 26, quadra 8, no bairro Santa Marta!
O mafioso perguntou para advogado:
- O que ele disse?
O advogado respondeu:
- Ele disse que não tem medo de Viado e que você não é macho o bastante para puxar o gatilho, seu Corno!!!
domingo, abril 04, 2010
a 4 de Abril DE 1931 deu-se a REVOLTA DA MADEIRA
.
Revolta da Madeira

A Revolta da Madeira ou Revolta das Ilhas foi um levantamento militar contra o governo da Ditadura Nacional (1926-1933) que ocorreu na ilha da Madeira, iniciando-se na madrugada de 4 de abril de 1931. A 8 de abril, o levantamento alastrou a algumas ilhas dos Açores e, a 17 de abril, alastrou, também, à Guiné Portuguesa. Existiram também tentativas de levantamento militar em Moçambique e na ilha de São Tomé, que falharam logo no início. Os levantamentos militares, planeados para o continente, nunca ocorreram.
Os militares revoltosos nos Açores, sem apoio popular, rendem-se logo sem luta, entre 17 e 20 de Abril de 1931. Já na Madeira, onde os revoltosos conseguiram apoio popular, aproveitando-se do descontentamento gerado pela política económica restritiva do Governo para minorar os efeitos da crise internacional de 1929, o levantamento só foi neutralizado a 2 de Abril, com o envio de uma expedição militar que enfrentou as forças revoltosas durante sete dias de combate. Depois da neutralização do levantamento na Madeira, a 6 de Maio de 1931, os militares revoltosos na Guiné Portuguesa também se rendem.
Os primórdios da revolta
Dois meses antes da Revolta da Madeira tinha ocorrido um movimento popular, a chamada Revolta da Farinha, contra o governo da Ditadura Nacional. Para fazer face à Grande Depressão, iniciada em 1929, Salazar, então ministro das Finanças, tinha tomado algumas medidas que pretendiam atenuar os seus efeitos negativos sobre a economia portuguesa. A crise monetária europeia de 1931 e a interrupção das remesses de imigrantes decretada pelo Brasil, agravaram mais a situação, obrigando o governo a tomar medidas económicas e financeiras muito restritivas. Essas medidas tiveram um êxito global, mas geraram descontentamentos em setores específicos. Uma dessas medidas, decretada a 26 de Janeiro de 1931, foi a centralização no Estado, da importação de cereais, como meio de controlar o seu comércio. Essa centralização levou à suspensão da importação da farinha e ao consequente aumento do preço do pão. A situação, agravada pela crise económica e pelo desemprego que afetava a Madeira, levou a váriais greves e tumultos populares na ilha. Foram assaltadas várias moagens, sendo a situação explorada por várias organizações políticas. A situação volta, no entanto, à normalidade, alguns dias depois.
No entanto, o governo, enviou para a ilha um Delegado Especial do Governo da República, o coronel Feliciano António da Silva Leal, apoiado por um pequeno contigente militar. Foi naquele contigente militar que chegou à ilha o núcleo de oficiais que iria organizar, alguns meses depois, a Revolta da Madeira.
A revolta
Ao chegar o contigente militar vindo de Lisboa, já se encontravam deportados na Madeira alguns militares e políticos civis opositores ao regime, nomeadamente o general Sousa Dias, os coroneis Fernando Freiria e José Mendes dos Reis e o antigo ministro Manuel Gregório Pestana Júnior. O levantamento foi liderado pelos oficiais do contingente recém-chegado, chefiados pelo tenente médico Manuel Ferreira Camões, contando com a oposição inicial dos exilados.
O levantamento começou às 7h00 de 4 de Abril de 1931. A operação militar chefiada por Ferreira Camões leva à prisão das autoridades e à ocupação das repartições públicas. Perante o sucesso do levantamento os militares e políticos exilados aderem ao mesmo, sendo nomeada uma Junta Revolucionária presidida por Sousa Dias. Os revolucionários defendem a restauração da normalidade constituticional suspensa desde a Revolução de 28 de Maio de 1926. Os revolucionários aproveitam-se do descontentamento dos Madeirenses face à situação económica, para obterem apoio popular para fortalecimento da sua posição.
Depois do sucesso do levantamento na Madeira, um grupo de políticos e militares exilados nos Açores, consegue também realizar levantamentos nas ilhas de São Miguel, da Terceira, da Graciosa e de São Jorge. No entanto, ao contrário do que sucede na Madeira, nos Açores os revolucionários não conseguem apoio popular, permanencendo numa posição fraca. As restantes ilhas açorianas, mantêm-se sob controlo do governo.
Igualmente ocorrem levantamentos nas colónias. A 17 de Abril alguns militares opositores destacados na Guiné Portuguesa, também se revoltam, predendo o governador da colónia. Em Moçambique e em São Tomé também são organizados levantamentos, que falham logo no início, sendo os revolucionários detidos.
O movimento revolucionário foi apoiado pela Liga de Paris, constituída por políticos da Primeira República maioritariamente exilados em Paris, que espera que os levantamentos alastrem a Portugal, o que permitiria que recuperassem o seu poder político.
O alastramento da revolta ao Continente acaba por não ter sucesso, não ocorrendo, aí, nenhum levantamento militar. Essa não alastramento do movimento revolucionário, leva a Liga de Paris a começar a defender uma suposta República da Atlântida, constituída pelos territórios em poder dos revolucionários. Ao defender esta ideia, a Liga será acusada de fomentar o separatismo insular, colocando os interesses políticos pessoais dos seus membros à frente dos interesses de Portugal.
Face ao não alastramento da revolta, a Junta Revolucionária e a Liga de Paris, que o governo não tenha capacidade militar para derrotar os revolucionários da Madeira, o que lhe quebraria a moral, abrindo caminho à sua deposição. Por outro lado, caso o governo conseguisse reunir uma força suficiente para retomar o controlo da ilha, que isso só conseguisse ser feito com o envio das tropas mais fortes para a Madeira, deixando o Continente desguarnecido o que facilitaria, aí, a eventual ocorrência de movimentos revolucionários.
Entretanto a Junta Revolucionária e a Liga de Paris, não conseguem apoio internacional, nomeadamente do Reino Unido. Pelo contrário o Reino Unido manifesta simpatias por Salazar e apoia a Ditadura Nacional que considera, apesar de não ser democrática, mais representativa do Povo Português que os governos supostamente democráticos da Primeira República.
Um grupo de cidadãoes estrangeiros residentes no Funchal (especialmente Brasileiros, Britânicos e Norte-Americanos) estabelecem uma zona neutral em alguns hoteis da cidade. Igualmente, o Reino Unido envia uma força naval para as águas da Madeira. Essa força naval chega a desembarcar tropas na ilha, que, no entanto, não interferem no conflito.
O controlo da revolta
Com uma posição enfraquecida pelo, praticamente, nulo apoio popular, os revoltosos nos Açores rendem-se, sem lutar, a um pequeno contigente militar comandado pelo coronel Fernando Borges, instalado no Faial. Os vários núcleos das revolta, rendem-se entre os dias 17 e 20 de abril de 1931.
Na Madeira a situação é, contudo mais complicada. O apoio popular que dispõem, na ilha, os revolucionários faz prever que o controlo da revolta só poderá ser possível com uma intervenção em força. No entanto, o governo depara-se com um problema grave que é o fato da Marinha Portuguesa, graças à incúria dos governos da Primeira República, estar numa situação de quase "zero naval", dispondo de poucos navios militarmente capazes de participar numa expedição de retoma da Madeira[2]. A Ditadura Nacional também se depara com os problemas acrescidos, de uma possível intervenção militar estrangeira - sobretudo britânica - se a situação não fosse rapidamente normalizada e com a desguarnição militar do Continente se fossem enviadas as melhores tropas para a Madeira.
A inteligência e a eficiência dos líderes da Ditadura Nacional vai, no entanto, permitir ao governo a resolução da situação. A expedição militar à Madeira é organizada com um núcleo de tropas de elite, mas completada com tropas menos fortes, de modo a deixar algumas tropas fortes a guarnecer o Continente. O ministro da Marinha, comandante Magalhães Correia demonstra uma enorme eficiência ao conseguir mobilizar e organizar uma flotilha de navios civis - que incluía navios de passageiros, navios de carga e, até, barcos de pesca - que pode reforçar o pequeno número de navios de guerra existentes. Um cargueiro, o Cubango, foi até transformado em transporte de hidroaviões o que foi pioneiro na Marinha Portuguesa. A expedição larga de Lisboa, a 24 de abril de 1931, sob o comando do próprio Magalhães Correia, que embarca no paquete Nyassa, transformado em cruzador auxiliar.
A 26 de abril são iniciadas as operações, com uma tentativa de desembarque no Caniçal, que é infrutífera. No dia seguinte, realiza-se um desembarque com sucesso na ponta de São Lourenço. Ocorrem então sete dias de combates, enquanto as tropas leais ao governo, chefiadas em terra pelo coronel Fernando Broges, avançam para a capital da ilha. Depois da tomada do Machico, o avanço das tropas governamentais é dificultado pela destruição de várias pontes pelos revoltosos. No entanto, graças ao apoio dado por habitantes locais, que fornecem transportes e indicações às tropas, as mesmas conseguem proseguir o avanço para o Funchal. Finalmente, a 2 de abril, os revoltosos cessam a resistência, fugindo para bordo do navio de guerra HMS London que se encontrava a proteger os interesses britânicos na Madeira. Os Britânicos, no entanto, entregam o general Sousa Dias e mais de uma centena de militares revoltosos às autoridades portuguesas, que os enviam, imediatamente, para Cabo Verde.
Perante a resolução da situação na Madeira, a 6 de maio os militares revoltosos da Guiné Portuguesa enviam uma mensagem declarando a sua rendição.
Revolta da Madeira

A Revolta da Madeira ou Revolta das Ilhas foi um levantamento militar contra o governo da Ditadura Nacional (1926-1933) que ocorreu na ilha da Madeira, iniciando-se na madrugada de 4 de abril de 1931. A 8 de abril, o levantamento alastrou a algumas ilhas dos Açores e, a 17 de abril, alastrou, também, à Guiné Portuguesa. Existiram também tentativas de levantamento militar em Moçambique e na ilha de São Tomé, que falharam logo no início. Os levantamentos militares, planeados para o continente, nunca ocorreram.
Os militares revoltosos nos Açores, sem apoio popular, rendem-se logo sem luta, entre 17 e 20 de Abril de 1931. Já na Madeira, onde os revoltosos conseguiram apoio popular, aproveitando-se do descontentamento gerado pela política económica restritiva do Governo para minorar os efeitos da crise internacional de 1929, o levantamento só foi neutralizado a 2 de Abril, com o envio de uma expedição militar que enfrentou as forças revoltosas durante sete dias de combate. Depois da neutralização do levantamento na Madeira, a 6 de Maio de 1931, os militares revoltosos na Guiné Portuguesa também se rendem.
Os primórdios da revolta
Dois meses antes da Revolta da Madeira tinha ocorrido um movimento popular, a chamada Revolta da Farinha, contra o governo da Ditadura Nacional. Para fazer face à Grande Depressão, iniciada em 1929, Salazar, então ministro das Finanças, tinha tomado algumas medidas que pretendiam atenuar os seus efeitos negativos sobre a economia portuguesa. A crise monetária europeia de 1931 e a interrupção das remesses de imigrantes decretada pelo Brasil, agravaram mais a situação, obrigando o governo a tomar medidas económicas e financeiras muito restritivas. Essas medidas tiveram um êxito global, mas geraram descontentamentos em setores específicos. Uma dessas medidas, decretada a 26 de Janeiro de 1931, foi a centralização no Estado, da importação de cereais, como meio de controlar o seu comércio. Essa centralização levou à suspensão da importação da farinha e ao consequente aumento do preço do pão. A situação, agravada pela crise económica e pelo desemprego que afetava a Madeira, levou a váriais greves e tumultos populares na ilha. Foram assaltadas várias moagens, sendo a situação explorada por várias organizações políticas. A situação volta, no entanto, à normalidade, alguns dias depois.
No entanto, o governo, enviou para a ilha um Delegado Especial do Governo da República, o coronel Feliciano António da Silva Leal, apoiado por um pequeno contigente militar. Foi naquele contigente militar que chegou à ilha o núcleo de oficiais que iria organizar, alguns meses depois, a Revolta da Madeira.
A revolta
Ao chegar o contigente militar vindo de Lisboa, já se encontravam deportados na Madeira alguns militares e políticos civis opositores ao regime, nomeadamente o general Sousa Dias, os coroneis Fernando Freiria e José Mendes dos Reis e o antigo ministro Manuel Gregório Pestana Júnior. O levantamento foi liderado pelos oficiais do contingente recém-chegado, chefiados pelo tenente médico Manuel Ferreira Camões, contando com a oposição inicial dos exilados.
O levantamento começou às 7h00 de 4 de Abril de 1931. A operação militar chefiada por Ferreira Camões leva à prisão das autoridades e à ocupação das repartições públicas. Perante o sucesso do levantamento os militares e políticos exilados aderem ao mesmo, sendo nomeada uma Junta Revolucionária presidida por Sousa Dias. Os revolucionários defendem a restauração da normalidade constituticional suspensa desde a Revolução de 28 de Maio de 1926. Os revolucionários aproveitam-se do descontentamento dos Madeirenses face à situação económica, para obterem apoio popular para fortalecimento da sua posição.
Depois do sucesso do levantamento na Madeira, um grupo de políticos e militares exilados nos Açores, consegue também realizar levantamentos nas ilhas de São Miguel, da Terceira, da Graciosa e de São Jorge. No entanto, ao contrário do que sucede na Madeira, nos Açores os revolucionários não conseguem apoio popular, permanencendo numa posição fraca. As restantes ilhas açorianas, mantêm-se sob controlo do governo.
Igualmente ocorrem levantamentos nas colónias. A 17 de Abril alguns militares opositores destacados na Guiné Portuguesa, também se revoltam, predendo o governador da colónia. Em Moçambique e em São Tomé também são organizados levantamentos, que falham logo no início, sendo os revolucionários detidos.
O movimento revolucionário foi apoiado pela Liga de Paris, constituída por políticos da Primeira República maioritariamente exilados em Paris, que espera que os levantamentos alastrem a Portugal, o que permitiria que recuperassem o seu poder político.
O alastramento da revolta ao Continente acaba por não ter sucesso, não ocorrendo, aí, nenhum levantamento militar. Essa não alastramento do movimento revolucionário, leva a Liga de Paris a começar a defender uma suposta República da Atlântida, constituída pelos territórios em poder dos revolucionários. Ao defender esta ideia, a Liga será acusada de fomentar o separatismo insular, colocando os interesses políticos pessoais dos seus membros à frente dos interesses de Portugal.
Face ao não alastramento da revolta, a Junta Revolucionária e a Liga de Paris, que o governo não tenha capacidade militar para derrotar os revolucionários da Madeira, o que lhe quebraria a moral, abrindo caminho à sua deposição. Por outro lado, caso o governo conseguisse reunir uma força suficiente para retomar o controlo da ilha, que isso só conseguisse ser feito com o envio das tropas mais fortes para a Madeira, deixando o Continente desguarnecido o que facilitaria, aí, a eventual ocorrência de movimentos revolucionários.
Entretanto a Junta Revolucionária e a Liga de Paris, não conseguem apoio internacional, nomeadamente do Reino Unido. Pelo contrário o Reino Unido manifesta simpatias por Salazar e apoia a Ditadura Nacional que considera, apesar de não ser democrática, mais representativa do Povo Português que os governos supostamente democráticos da Primeira República.
Um grupo de cidadãoes estrangeiros residentes no Funchal (especialmente Brasileiros, Britânicos e Norte-Americanos) estabelecem uma zona neutral em alguns hoteis da cidade. Igualmente, o Reino Unido envia uma força naval para as águas da Madeira. Essa força naval chega a desembarcar tropas na ilha, que, no entanto, não interferem no conflito.
O controlo da revolta
Com uma posição enfraquecida pelo, praticamente, nulo apoio popular, os revoltosos nos Açores rendem-se, sem lutar, a um pequeno contigente militar comandado pelo coronel Fernando Borges, instalado no Faial. Os vários núcleos das revolta, rendem-se entre os dias 17 e 20 de abril de 1931.
Na Madeira a situação é, contudo mais complicada. O apoio popular que dispõem, na ilha, os revolucionários faz prever que o controlo da revolta só poderá ser possível com uma intervenção em força. No entanto, o governo depara-se com um problema grave que é o fato da Marinha Portuguesa, graças à incúria dos governos da Primeira República, estar numa situação de quase "zero naval", dispondo de poucos navios militarmente capazes de participar numa expedição de retoma da Madeira[2]. A Ditadura Nacional também se depara com os problemas acrescidos, de uma possível intervenção militar estrangeira - sobretudo britânica - se a situação não fosse rapidamente normalizada e com a desguarnição militar do Continente se fossem enviadas as melhores tropas para a Madeira.
A inteligência e a eficiência dos líderes da Ditadura Nacional vai, no entanto, permitir ao governo a resolução da situação. A expedição militar à Madeira é organizada com um núcleo de tropas de elite, mas completada com tropas menos fortes, de modo a deixar algumas tropas fortes a guarnecer o Continente. O ministro da Marinha, comandante Magalhães Correia demonstra uma enorme eficiência ao conseguir mobilizar e organizar uma flotilha de navios civis - que incluía navios de passageiros, navios de carga e, até, barcos de pesca - que pode reforçar o pequeno número de navios de guerra existentes. Um cargueiro, o Cubango, foi até transformado em transporte de hidroaviões o que foi pioneiro na Marinha Portuguesa. A expedição larga de Lisboa, a 24 de abril de 1931, sob o comando do próprio Magalhães Correia, que embarca no paquete Nyassa, transformado em cruzador auxiliar.
A 26 de abril são iniciadas as operações, com uma tentativa de desembarque no Caniçal, que é infrutífera. No dia seguinte, realiza-se um desembarque com sucesso na ponta de São Lourenço. Ocorrem então sete dias de combates, enquanto as tropas leais ao governo, chefiadas em terra pelo coronel Fernando Broges, avançam para a capital da ilha. Depois da tomada do Machico, o avanço das tropas governamentais é dificultado pela destruição de várias pontes pelos revoltosos. No entanto, graças ao apoio dado por habitantes locais, que fornecem transportes e indicações às tropas, as mesmas conseguem proseguir o avanço para o Funchal. Finalmente, a 2 de abril, os revoltosos cessam a resistência, fugindo para bordo do navio de guerra HMS London que se encontrava a proteger os interesses britânicos na Madeira. Os Britânicos, no entanto, entregam o general Sousa Dias e mais de uma centena de militares revoltosos às autoridades portuguesas, que os enviam, imediatamente, para Cabo Verde.
Perante a resolução da situação na Madeira, a 6 de maio os militares revoltosos da Guiné Portuguesa enviam uma mensagem declarando a sua rendição.
sexta-feira, abril 02, 2010
preliminares
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No confessionário:
- Meu filho, quais são os seus pecados?
- Padre, eu comunguei há três anos.
- Ok, meu filho, e quais são seus pecados?
- Eu comunguei há três anos.
- Está bem meu filho, eu sei que você comungou há três anos. Isso não
é pecado! Conte-me seus verdadeiros pecados....
- Padre, estou lhe dizendo:
EU - COMO - UM - GAY - HÁ - TRÊS - ANOS
No confessionário:
- Meu filho, quais são os seus pecados?
- Padre, eu comunguei há três anos.
- Ok, meu filho, e quais são seus pecados?
- Eu comunguei há três anos.
- Está bem meu filho, eu sei que você comungou há três anos. Isso não
é pecado! Conte-me seus verdadeiros pecados....
- Padre, estou lhe dizendo:
EU - COMO - UM - GAY - HÁ - TRÊS - ANOS
gente nossa

Tomada de posse de xxix Governo do RC,nos anos oitenta, pode ver-se o Chico Santos Costa, Jorge Tavares,Cascada,Marcelino ,Natália,Lourdinhas e marido e o nosso Matos.
Reparem o chic das farpelas, todo o pessoal com encadernação de marca, contraste absoluto com o dia a dia do sétimo andar do vinte cinco, quando o Engenheiro Mendes Barbosa nos chamou "Legião Estrangeira" do sétimo...
quinta-feira, abril 01, 2010
1 de ABRIL, DIA DAS MENTIRAS
.
Dia daS mentiraS

Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no Dia das Mentiras ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, o que significa literalmente "peixe de abril".
No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
Tradicionalmente, supõe-se que as peças encerrem à meia-noite. Supõe-se que os feitos posteriormente tragam a má sorte ao perpetrador. Contudo, isto não é universalmente aceito, e muitas peças já foram praticadas depois da meia-noite.
Alguém que não consegue aceitar os truques, ou tirar proveito deles dentro do espírito da tolerância e do divertimento também deve sofrer com a má sorte. Também se diz que aquele que for enganado por uma bonita menina será recompensado com o matrimônio, ou pelo menos a amizade dela.
Atualidade
A Internet faz com que seja difícil de saber se uma peça é perpetrada antes ou depois do meio-dia. Os fusos horários são diferentes em partes diferentes do mundo. O 1 de abril (ou primeiro de abril) não acontece simultaneamente em todo o mundo.
Pessoas não-residentes no ocidente pouco conhecem o costume do Dia das Mentiras e são mais vulneráveis a peças na internet.
Boatos
"Em primeiro de Abril vão os burros onde não devem ir". Muitas organizações de mídia propagaram inconscientemente ou deliberadamente peças no Dia das Mentiras. Mesmo agências de notícias sérias consideram o Dia das Mentiras uma brincadeira normal, e uma tradição anual.
O advento da internet como um meio de comunicação mundial serviu para facilitar os traquinas no seu trabalho.
Peças do Dia da Mentira que ficaram famosas
Kremvax: uma das primeiras peças pregadas na internet no Dia da Mentira.
Ilha de San Serriffe: O jornal britânico The Guardian publicou um suplemento em que mencionava esta ilha ficcional. O nome da ilha vem de "sans-serif", uma família de tipos tipográficos.
Plantação de espaguete: O canal de televisão BBC no programa Panorama apresentou em 1957 uma reportagem falsa sobre árvores de espaguete. Muitas pessoas interessaram-se em plantar árvores de esparguete em suas propriedades.
2005
Google Gulp: O Google cria a página sobre uma bebida sua.
Wikipedia:April 1, 2005/2005 Britannica takeover of Wikimedia: É criado na Wikipédia um artigo sobre a enciclopédica Britannica tomar o controle da Wikimedia e os seus projetos.
2006
1.o de abril de 2006 na Wikipédia em Inglês.
Pkislópodos - O 1º de abril da Wikipédia lusofona.
2008
O sítio de relacionamentos Orkut altera temporariamente a sua logomarca para Yogurt, um jogo de letras com o nome original.
A Wikipédia anuncia que apagará todas as imagens da Wikipédia lusófona por problemas de Copyright.
No site de imagens "deviantART" houve o aparecimento de Mudkips nos avatares.
A "Desciclopédia" anuncia que foi comprada pelo site Pudim.com.br, tornando-se a Pudimpédia.
2009
O site inglês "F1live" aproveitou o 1º de abril, dia da mentira, para lançar a falsa notícia de que Lewis Hamilton teria trocado a McLaren pela Brawn.
1º de abril tem Youtube de cabeça para baixo e piloto automático no Gmail.
O site de downloads BaixaKi anuncia o projeto Windows 8, uma versão revisada do Windows 7.
2010
O site oficial da banda de Metal Sinfônico Nightwish anunciou que Marco Hietala, baixista e vocal masculino, deixaria suas bandas e iria para um mosteiro para estudar canto de corais.
O site 'DeviantART' troca os avatares de todo mundo por ícones de TEAM Jacob, Edward, Seeker ou Lady Gaga.
A homepage do Google se disfarça de Topeka, uma cidade norte-americana que fez a mudança de seu próprio nome para Google, para tentar ganhar o projeto de banda larga da empresa
O site MSN com seu forum de informações e divulgações sobre tecnologia chamado 'Techguru' anunciou que deixaria de ser um forum de Tecnologia e passaria a ser um forum de Astrologia, o que geraria desanimo para todos os seguidores.
A 'Desciclopédia' anuncia que o site foi suspenso por medida cautelar por uso indevido de logomarca protegida por direitos autoraris solicitada pela The Coca-Cola Company.
Dia daS mentiraS
Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no Dia das Mentiras ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, o que significa literalmente "peixe de abril".
No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
Tradicionalmente, supõe-se que as peças encerrem à meia-noite. Supõe-se que os feitos posteriormente tragam a má sorte ao perpetrador. Contudo, isto não é universalmente aceito, e muitas peças já foram praticadas depois da meia-noite.
Alguém que não consegue aceitar os truques, ou tirar proveito deles dentro do espírito da tolerância e do divertimento também deve sofrer com a má sorte. Também se diz que aquele que for enganado por uma bonita menina será recompensado com o matrimônio, ou pelo menos a amizade dela.
Atualidade
A Internet faz com que seja difícil de saber se uma peça é perpetrada antes ou depois do meio-dia. Os fusos horários são diferentes em partes diferentes do mundo. O 1 de abril (ou primeiro de abril) não acontece simultaneamente em todo o mundo.
Pessoas não-residentes no ocidente pouco conhecem o costume do Dia das Mentiras e são mais vulneráveis a peças na internet.
Boatos
"Em primeiro de Abril vão os burros onde não devem ir". Muitas organizações de mídia propagaram inconscientemente ou deliberadamente peças no Dia das Mentiras. Mesmo agências de notícias sérias consideram o Dia das Mentiras uma brincadeira normal, e uma tradição anual.
O advento da internet como um meio de comunicação mundial serviu para facilitar os traquinas no seu trabalho.
Peças do Dia da Mentira que ficaram famosas
Kremvax: uma das primeiras peças pregadas na internet no Dia da Mentira.
Ilha de San Serriffe: O jornal britânico The Guardian publicou um suplemento em que mencionava esta ilha ficcional. O nome da ilha vem de "sans-serif", uma família de tipos tipográficos.
Plantação de espaguete: O canal de televisão BBC no programa Panorama apresentou em 1957 uma reportagem falsa sobre árvores de espaguete. Muitas pessoas interessaram-se em plantar árvores de esparguete em suas propriedades.
2005
Google Gulp: O Google cria a página sobre uma bebida sua.
Wikipedia:April 1, 2005/2005 Britannica takeover of Wikimedia: É criado na Wikipédia um artigo sobre a enciclopédica Britannica tomar o controle da Wikimedia e os seus projetos.
2006
1.o de abril de 2006 na Wikipédia em Inglês.
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2008
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2009
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1º de abril tem Youtube de cabeça para baixo e piloto automático no Gmail.
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2010
O site oficial da banda de Metal Sinfônico Nightwish anunciou que Marco Hietala, baixista e vocal masculino, deixaria suas bandas e iria para um mosteiro para estudar canto de corais.
O site 'DeviantART' troca os avatares de todo mundo por ícones de TEAM Jacob, Edward, Seeker ou Lady Gaga.
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O site MSN com seu forum de informações e divulgações sobre tecnologia chamado 'Techguru' anunciou que deixaria de ser um forum de Tecnologia e passaria a ser um forum de Astrologia, o que geraria desanimo para todos os seguidores.
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