.
Em Inglaterra um réu estava sendo julgado por assassinato...
Havia provas indiscutíveis sobre a culpa do réu,
mas o cadáver não aparecera.
Quase ao final da sua sustentação oral,
o advogado, temeroso de que seu cliente fosse condenado,
recorreu a um truque:
- "Senhoras e senhores do júri, senhor Juiz,
eu tenho uma surpresa para todos!"
- disse o advogado olhando para o seu relógio...
- "Dentro de dois minutos,
a pessoa que aqui se presume assassinada,
entrará na sala deste Tribunal."
E olhou para a porta.
Os jurados, surpresos, também ansiosos,
ficaram olhando para a porta.
Decorreram-se dois longos minutos e nada aconteceu.
O advogado, então, completou:
- "Realmente, eu falei e todos vocês olharam para a porta
com a expectativa de ver a suposta vítima.
Portanto, ficou claro que todos têm dúvida neste caso,
se alguém realmente foi morto.
Por isso insisto para que vocês
considerem o meu cliente inocente".
(In dubio pro reo) na dúvida a favor do réu.
Os jurados, visivelmente surpresos,
retiraram-se para a decisão final.
Alguns minutos depois,
o júri voltou e pronunciou o veredicto:
- "Culpado!"
- "Mas como?" perguntou o advogado...
"Eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta,
é de se concluir que estavam em dúvida!
Como condenar na dúvida?"
E o juiz esclareceu:
- "Sim, todos nós olhamos para a porta,
menos o seu cliente..."
"MORAL DA HISTÓRIA:"
"NÃO ADIANTA SER UM BOM ADVOGADO SE O CLIENTE FOR ESTÚPIDO ".
TRANCA - Revista do antigo RC / Controle de Reservas.
Actual Revenue/QRL/SQQ/Irregularidades/Comunidade ex-RC.


segunda-feira, agosto 23, 2010
a mais vendida
.
Do INIMIGO PUBLICO
NÃO SE SABE BEM PARA QUÊ
"Camisola mais vendida da Loja Oficial do FC Porto é a de Roberto
Segundo o departamento de marketing do Futebol Clube do Porto, a camisola amarela com o número 12 nas costas do guarda-redes do Benfica acaba de alcançar o primeiro lugar no top das camisolas mais vendidas.
A camisola de Roberto, que já tinha mostrado ser um enorme sucesso comercial depois do jogo da Supertaça, ultrapassou a camisola de João Moutinho, Hulk e Falcao, depois do jogo de ontem do Benfica contra o Nacional. Pinto da Costa está apostado em aumentar o número de sócios e decidiu colocar hoje à venda o Kit Roberto, um novo kit de sócio que inclui uma camisola de Roberto, um CD de cânticos dos Super Dragões em sua homenagem, um pano de 2 metros com a sua cara estampada e umas luvas com um buraco no meio."
Do INIMIGO PUBLICO
"Camisola mais vendida da Loja Oficial do FC Porto é a de Roberto
Segundo o departamento de marketing do Futebol Clube do Porto, a camisola amarela com o número 12 nas costas do guarda-redes do Benfica acaba de alcançar o primeiro lugar no top das camisolas mais vendidas.
A camisola de Roberto, que já tinha mostrado ser um enorme sucesso comercial depois do jogo da Supertaça, ultrapassou a camisola de João Moutinho, Hulk e Falcao, depois do jogo de ontem do Benfica contra o Nacional. Pinto da Costa está apostado em aumentar o número de sócios e decidiu colocar hoje à venda o Kit Roberto, um novo kit de sócio que inclui uma camisola de Roberto, um CD de cânticos dos Super Dragões em sua homenagem, um pano de 2 metros com a sua cara estampada e umas luvas com um buraco no meio."
domingo, agosto 22, 2010
V CIMEIRA DE MOSCAVIDE
.
REALIZOU-SE NA ULTIMA QUINTA FEIRA
A V CIMEIRA DE MOSCAVIDE
Nem em Agosto há férias para as nossas cimeiras mensais.
A divisa é "apareça quem apareça haverá sempre encontro mensal"
Agosto é um mês de "férias de férias" para a maioria de nós.
É que este stress de não picar ponto e de "não ter horas para nada" desgasta muito .
E depois há aquelas dúvidas que se nos deparam amiúde: "Não sei o que fazer, se ir à piscina, se à sessão das duas e meia do Monumental, se à esplanada da docas lamber um gelado"- Não mata, mas mói.
Daí a necessidade de "férias de férias"
A reunião deste mês teve lugar na espaçosa sala do "Richards 2" nas instalações do Clube Olivais e Moscavide.
Á mesa estiveram 20 trituradores :
Coelho de Almeida, Chico Dias, Dina, Carlos Correia,Giovanni, Manela Brito e Silva
, Manela Mascarenhas, Alice Teles, Maria João,Mário Oliveira, Mendonça,Marques,Pereira de Sousa,Regina,Reis Santos, Guedes Vaz,Teresa Guedes Vaz,
João Pedro neto do G.Vaz),Maria , neta do G.Vaz, e Guida
Desta vez ,aquii o vosso escriba não teve folga do Alentejo, e não estando presente fisicamente, esteve-o "by télélé".
Desta vez foi o Pereira de Sousa a fazer as despesas da captação de imagens para a TRANCA e que aqui faz pose ao lado ma Maria João.

A longa barba que ostenta deixou crescer para entrar nas filmagens da eição portuguesa da série HEIDI, onde interpreta o avô da protagonista.

Aqui a nossa MISNISTRA DOS TRANSPORTES ,MANELA BRITO E SILVA , com a MARIA JOÃO

O GUEDES VAZ esteve muito animado

Aqui o o ANTÓNIO MARQUES e o CARLOS CORREIA

A ELISA que sempre nos recebe bem no Richards 2,

Aqui com o MARQUES

O MÁRIO OLIVEIA

O MÁRIO OLIVEIRA e o REIS SANTOS

O CARLOS CORREIA numa saúde


O primeiro casal, não é assim que se diz ? afinal a DINA É A NOSSA PRIMEIRA...!!!
Ah, e falou-se que a próxima Cimeira , a de Setembro, deve ser em Castro D'Aire.
Logo,logo aparecerão os detalhes, aqui na tua TRANHCA
REALIZOU-SE NA ULTIMA QUINTA FEIRA
A V CIMEIRA DE MOSCAVIDE
Nem em Agosto há férias para as nossas cimeiras mensais.
A divisa é "apareça quem apareça haverá sempre encontro mensal"
Agosto é um mês de "férias de férias" para a maioria de nós.
É que este stress de não picar ponto e de "não ter horas para nada" desgasta muito .
E depois há aquelas dúvidas que se nos deparam amiúde: "Não sei o que fazer, se ir à piscina, se à sessão das duas e meia do Monumental, se à esplanada da docas lamber um gelado"- Não mata, mas mói.
Daí a necessidade de "férias de férias"
A reunião deste mês teve lugar na espaçosa sala do "Richards 2" nas instalações do Clube Olivais e Moscavide.
Á mesa estiveram 20 trituradores :
Coelho de Almeida, Chico Dias, Dina, Carlos Correia,Giovanni, Manela Brito e Silva
, Manela Mascarenhas, Alice Teles, Maria João,Mário Oliveira, Mendonça,Marques,Pereira de Sousa,Regina,Reis Santos, Guedes Vaz,Teresa Guedes Vaz,
João Pedro neto do G.Vaz),Maria , neta do G.Vaz, e Guida
Desta vez ,aquii o vosso escriba não teve folga do Alentejo, e não estando presente fisicamente, esteve-o "by télélé".
Desta vez foi o Pereira de Sousa a fazer as despesas da captação de imagens para a TRANCA e que aqui faz pose ao lado ma Maria João.

A longa barba que ostenta deixou crescer para entrar nas filmagens da eição portuguesa da série HEIDI, onde interpreta o avô da protagonista.

Aqui a nossa MISNISTRA DOS TRANSPORTES ,MANELA BRITO E SILVA , com a MARIA JOÃO

O GUEDES VAZ esteve muito animado

Aqui o o ANTÓNIO MARQUES e o CARLOS CORREIA

A ELISA que sempre nos recebe bem no Richards 2,

Aqui com o MARQUES

O MÁRIO OLIVEIA

O MÁRIO OLIVEIRA e o REIS SANTOS

O CARLOS CORREIA numa saúde


O primeiro casal, não é assim que se diz ? afinal a DINA É A NOSSA PRIMEIRA...!!!
Ah, e falou-se que a próxima Cimeira , a de Setembro, deve ser em Castro D'Aire.
Logo,logo aparecerão os detalhes, aqui na tua TRANHCA
eles disseram
.
José Eduardo Bettencourt e Costinha comçaram já a preparar a próxima época de 2011/2012
(INIMIGO PUBLICO)
.
Paulo Portas é monáquico e não assume, comprou carros de combate imprestáveis e não assume, comprou submarinos de sucata e não assume, péga de arrecuo e não sai do armário.
(AGOSTINHO BOAVIDA)
.
Alberto João Jardim outra vez comovido com nova ajuda de Sócrates aos incêndios diz que gosta do PM como um filho
(inimigo público)
José Eduardo Bettencourt e Costinha comçaram já a preparar a próxima época de 2011/2012
(INIMIGO PUBLICO)
.
Paulo Portas é monáquico e não assume, comprou carros de combate imprestáveis e não assume, comprou submarinos de sucata e não assume, péga de arrecuo e não sai do armário.
(AGOSTINHO BOAVIDA)
.
Alberto João Jardim outra vez comovido com nova ajuda de Sócrates aos incêndios diz que gosta do PM como um filho
(inimigo público)
E TUDO MUDOU, de LUIS FERNANDO VERISSIMO
.
E tudo mudou...
O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto
O brilho virou gloss
O rímel virou máscara incolor
A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma
O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib
Que virou silicone
A peruca virou aplique,interlace,megahair, alongamento
A escova virou chapinha
'Problemas de moça' viraram TPM
Confeti virou MM
A crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou mousse
Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal
Ninguém mais vê...
Ping-Pong virou Babaloo
O a-la-carte virou self-service
A tristeza, depressão
O espaguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão
O que era praça virou shopping
A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD
A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email
O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do 'não' não se tem medo
O break virou street
O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também
O forró de sanfona ficou eletrônico
Fortificante não é mais Biotônico
Bicicleta virou Bike
Polícia e ladrão virou counter strike
Folhetins são novelas de TV
Fauna e flora a desaparecer
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato
Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita ?
Gal virou fênix
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira...
A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!
A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz...
.... De tudo.
Inclusive de notar essas diferenças.
(Luiz Fernando Veríssimo)
E tudo mudou...
O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto
O brilho virou gloss
O rímel virou máscara incolor
A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma
O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib
Que virou silicone
A peruca virou aplique,interlace,megahair, alongamento
A escova virou chapinha
'Problemas de moça' viraram TPM
Confeti virou MM
A crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou mousse
Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal
Ninguém mais vê...
Ping-Pong virou Babaloo
O a-la-carte virou self-service
A tristeza, depressão
O espaguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão
O que era praça virou shopping
A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD
A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email
O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do 'não' não se tem medo
O break virou street
O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também
O forró de sanfona ficou eletrônico
Fortificante não é mais Biotônico
Bicicleta virou Bike
Polícia e ladrão virou counter strike
Folhetins são novelas de TV
Fauna e flora a desaparecer
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato
Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita ?
Gal virou fênix
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira...
A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!
A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz...
.... De tudo.
Inclusive de notar essas diferenças.
(Luiz Fernando Veríssimo)
sábado, agosto 21, 2010
preliminares
.
O Tomás adorava relações anais. E era todos os dias, não queria outra coisa... Chegou a hora de morrer e lá foi ele bater às portas do Céu. Apareceu o S. Pedro e disse-lhe:
- Meu filho, tu só entras com a condição de não levares a mesma vida que lá na terra! Olha que aqui no Céu não se pode fazer isso, senão vais desterrado para o inferno...
- Ok, S. Pedro, eu não faço mais isso, o que eu não quero é ir para o inferno...
O S. Pedro vira-se para apanhar as chaves, que lhe tinham caído, e o Tomás carrega-lhe logo por trás!
- Meu filho, qual foi o nosso compromisso?
- Ó S. Pedro, só foi esta vez, ainda andava com o vício lá de baixo... Mas não volta a acontecer...
Daí a dias andavam os anjos todos encostados à parede e o S. Pedro zangou-se definitivamente.
- Tomás, vais para o inferno imediatamente!
Chega o Tomás às portas do inferno e é recebido pelo Diabo, que já sabia da história.
- Olha lá, Tomás, aqui não é como no céu. Se fazes o mesmo, estás mesmo tramado... vais para a fogueira!
Passados uns 15 dias o S. Pedro foi visitar o Inferno. As fogueiras estavam todas apagadas. O Diabo apareceu à porta com um capote alentejano, a soprar as mãos e cheio de frio:
- Ouve lá, ó Diabo, tu estás com frio? É para admirar... Que tal se tem portado o Tomás?
- Está calado... anda tudo cheio de frio... Até eu... Vê lá tu que ninguém se quer baixar para apanhar lenha para pôr na fogueira!!!...
O Tomás adorava relações anais. E era todos os dias, não queria outra coisa... Chegou a hora de morrer e lá foi ele bater às portas do Céu. Apareceu o S. Pedro e disse-lhe:
- Meu filho, tu só entras com a condição de não levares a mesma vida que lá na terra! Olha que aqui no Céu não se pode fazer isso, senão vais desterrado para o inferno...
- Ok, S. Pedro, eu não faço mais isso, o que eu não quero é ir para o inferno...
O S. Pedro vira-se para apanhar as chaves, que lhe tinham caído, e o Tomás carrega-lhe logo por trás!
- Meu filho, qual foi o nosso compromisso?
- Ó S. Pedro, só foi esta vez, ainda andava com o vício lá de baixo... Mas não volta a acontecer...
Daí a dias andavam os anjos todos encostados à parede e o S. Pedro zangou-se definitivamente.
- Tomás, vais para o inferno imediatamente!
Chega o Tomás às portas do inferno e é recebido pelo Diabo, que já sabia da história.
- Olha lá, Tomás, aqui não é como no céu. Se fazes o mesmo, estás mesmo tramado... vais para a fogueira!
Passados uns 15 dias o S. Pedro foi visitar o Inferno. As fogueiras estavam todas apagadas. O Diabo apareceu à porta com um capote alentejano, a soprar as mãos e cheio de frio:
- Ouve lá, ó Diabo, tu estás com frio? É para admirar... Que tal se tem portado o Tomás?
- Está calado... anda tudo cheio de frio... Até eu... Vê lá tu que ninguém se quer baixar para apanhar lenha para pôr na fogueira!!!...
sexta-feira, agosto 20, 2010
quinta-feira, agosto 19, 2010
preliminares
.
UM CARIOCA, UM MINEIRO E UM GAUCHO SE PERDEM NO ALASKA.
SEM TEREM O QUE COMER, RESOLVERAM CORTAR O PRÓPRIO CORPO.
NO ALMOÇO, O MINEIRO CORTOU UM PEDAÇO DE UMA DAS SUAS PERNAS E DISSE:
- AGORA TEMOS PERNIL PARA COMER;
NO JANTAR FOI A VEZ DO GAUCHO, QUE CORTOU UM PEDAÇO DAS SUAS NADEGAS E
DISSE:
- AGORA TEMOS LOMBINHO;
ÀS 11 DA NOITE CHEGOU A VEZ DO CARIOCA
AO TIRAR O PAU PRA FORA, O GAUCHO E O MINEIRO GRITAM:
- QUE BOM!!! TEREMOS LINGUIÇA!!!
RETRUCOU O CARIOCA :
- NANANINANINANÃO! NADA DE LINGUIÇA! BEBER LEITINHO E DORMIR!
UM CARIOCA, UM MINEIRO E UM GAUCHO SE PERDEM NO ALASKA.
SEM TEREM O QUE COMER, RESOLVERAM CORTAR O PRÓPRIO CORPO.
NO ALMOÇO, O MINEIRO CORTOU UM PEDAÇO DE UMA DAS SUAS PERNAS E DISSE:
- AGORA TEMOS PERNIL PARA COMER;
NO JANTAR FOI A VEZ DO GAUCHO, QUE CORTOU UM PEDAÇO DAS SUAS NADEGAS E
DISSE:
- AGORA TEMOS LOMBINHO;
ÀS 11 DA NOITE CHEGOU A VEZ DO CARIOCA
AO TIRAR O PAU PRA FORA, O GAUCHO E O MINEIRO GRITAM:
- QUE BOM!!! TEREMOS LINGUIÇA!!!
RETRUCOU O CARIOCA :
- NANANINANINANÃO! NADA DE LINGUIÇA! BEBER LEITINHO E DORMIR!
ABAETETUBA ,PARÁ
.
TEM SIDO MUITO GRANDE O CRESCIMENTO
DO NÚMERO DOS CYBERNAUTAS QUE NOS
ACESSAM A PARTIR DO BRASIL. (48%)
Hoje mesmo acessou-nos um cybernautra de ABAETETUBA , do Estado do Pará ,no norte do Brasil.
Afirma lêr quase diariamente a TRANCA e pede para revelarmos a sua cidade.
Aqui vai:

Fundação 1724
Distância até a capital 62 quilômetros
Área 1.610,743 km²
População 139.819 hab. est. IBGE/2009
Abaetetuba é um município brasileiro do estado do Pará.
PORTO DE ABAETETUBA
O distrito de Beja (no Pará) foi o berço da colonização de Abaetetuba. Por volta de 1635, padres capuchos vindos do Convento do Una em Belém, após percorrerem os rios da região, juntaram-se a uma aldeia de tribos nômades.O aglomerado foi chamado de Samaúma e depois batizado de Beja por Francisco Xavier de Mendonça Furtado.
Francisco de Azevedo Monteiro é considerado, no imaginário popular, o fundador, pois chegou para tomar posse desse território como proprietário de uma sesmaria. Na beira do rio Maratauíra, num local protegido das marés pela ilha de Sirituba e nas proximidades do sítio Campompema e da Ilha da Pacoca, fundou um pequeno povoado, em 1724.
O município de Abaetetuba, foi desmembrado do território da capital do Estado em 1880, de acordo com a Lei nº 973, de 23 de março que também constituiu o município como autônomo. Um ano depois, em 1881, o presidente interino da Câmara em Belém, José Cardoso da Cunha Coimbra instalou no município a Câmara Municipal de Abaeté.O nome primitivo do município era Abaeté que, na língua tupi, significa homem verdadeiro. Por meio do Decreto Lei nº 4.505, de 30 de dezembro de 1943, foi instituído o nome Abaetetuba. Atualmente, o Município é composto pelos distritos de Abaetetuba (sede) e Beja. (IDESP) Abaetetuba representa uma encantadora surpresa para quem a visita pela primeira vez. Simples em seu traçado e nas construções urbanas, a cidade cresceu às margens do Rio Maratauíra (ou Meruú), um dos afluentes do Rio Tocantins. Seu povo é alegre, hospitaleiro e, sobretudo, apaixonado por sua terra. Abaeté, na língua Tupi, significa "homem forte, valente, prudente e ilustre". Abaetetuba diz a fartura deste tipo de homem e mulher forte, valente e corajoso.
A vida dos abaetetubenses guarda tantas peculiaridades, que a soma delas acaba gerando uma cultura peculiar.
Etimologia
O nome primitivo do município era Abaeté que, na língua tupi, significa 'homem forte' física e moralmente (valente, prudente, sábio e ilustre). Por meio do Decreto Lei nº 4.505, de 30 de dezembro de 1943, foi instituído o nome Abaetetuba, para diferenciá-la de outra 'Abaeté'. Atualmente, o Município é composto pelo centro urbano da cidade de Abaetetuba e pelo distrito de Vila de Beja.
Economia
Cidade pólo de uma região que abrange os municípios de Moju, Igarapé-Miri e Barcarena (somando uma população de mais de 350 mil habitantes), Abaetetuba é a sexta maior cidade do estado e atualmente passa por um momento de crescimento econômico acelerado devido a excelente logística que a cidade proporciona, com fácil acesso aos Portos de Belém, Vila do Conde e ao sul do Pará, além da proximidade do Pólo Industrial na Vila dos Cabanos que fica a 30 km. Diversas empresas estão se instalando no município aproveitando também a grande rede de serviços da cidade, fato refletido no PIB municipal, que triplicou em quatro anos.
A atividade econômica predominante no município é o terceiro setor (comércio e serviços), que conta com uma ampla rede de estabelecimentos das mais diversas atividades.
Industria
A atividade industrial tem menor participação na economia abaetetubense, porém vem apresentando grande crescimento nos últimos anos, sobretudo nos ramos alimentício e de beneficiamento de produtos agro-florestais. De um modo geral as indústrias da cidade são de médio e pequeno portes, e distibuem-se principalmente nos ramos de bebidas, moveleiro, madeireiro, e oleiro-cerâmico. A cidade conta também com metalúrgicas e estaleiros, estes famosos pela primorosa carpintaria naval.
Agricultura
Abaetetuba é um daqueles típicos municípios em que sua produção de hortaliças atende perfeitamentea à sua demanda, através da significativa produção das hortas familiares, sobretudo na localidade Colônia Nova, km 07 da rodovia PA-151.
Mas no setor Agro-florestal,o município destaca-se como o 2º maior produtor de açaí do Pará, como 3º maior produtor de bacuri e cupuaçu, e como o maior produtor de manga do estado. Outras culturas também marcam fortemente a cadeia vegetal abaetetubense, como mandioca, coco, miriti e bacaba, que apresentam grande produção.
Turismo
O município representa uma encantadora surpresa para quem a visita pela primeira vez. A cidade cresceu às margens do Rio Maratauíra (ou Meruú), um dos afluentes do Rio Tocantins. Seu povo é alegre, hospitaleiro e, sobretudo, apaixonado por sua terra.
Abaetetuba é uma cidade que guarda tantas peculiaridades cuja soma acaba gerando a cultura da paixão pela terra, com matices de "bairrismo", que salta aos olhos de quem a visita pela primeira vez. Aquela profunda saudade, que faz os Filhos de Abaeté, falar dar maravilhas do seu torrão natal. Suas poesias sobre a "terra maratuia" são autênticas declarações de amor.
A cidade reúne elementos históricos, paisagísticos e culturais dignos de serem visitados e admirados. Exemplo disso são as belíssimas igrejas, antigas como a secular Igreja de São Miguel na Vila de Beja e a Matriz de Nossa Sra. da Conceição, e modernas como a de Nossa Sra. de Nazaré e o Santuário de Nossa Sra. do Perpétuo Socorro, um dos maiores do estado.
Há os elementos históricos que foram perdidos no passado, e outros que a persistência de muitos traz de volta. É o caso dos engenhos que tornaram a cachaça de Abaetetuba imortalizada nos versos do grande Ruy Barata, ao cantar "só lembrar da mardita me lembrei de abaeté…". Outro acervo folclórico que só existe na recordação dos mais velhos é bem representados pelos "fofoi" e "fofia".
Cultura
Os habitantes do município, tanto os da cidade como os do “centro” e das ilhas, estão apaixonados pela sua terra e seus rios. Além do "bairrismo", o que salta aos olhos de quem a visita pela primeira vez é o amor pela cultura herdada de seus pais. Espalhados pelo mundo afora, os “filhos de Abaeté” vivem com saudade de sua terra e estão sempre prontos para falar das maravilhas do seu torrão natal. Suas recordações sobre a "terra maratauíra" são autênticas declarações de amor.
Abaetetuba oferece algumas coisas dignas de serem visitadas e admiradas. Muitas se perderam no passado; outras são recuperadas pela persistência dos muitos apaixonados, que as trazem de volta. É o caso dos “engenhos da cachaça” que tornam a cachaça de Abaetetuba renomada e imortalizada nos versos do grande Ruy Barata, ao cantar " só lembrar da mardita me lembrei de Abaeté…".
Outro acervo folclórico, que só existe na recordação dos mais velhos, é bem representado pelos "fofoi" e "fofia". A partir de 2005, há um movimento de resgate e valorização de outras expressões culturais e folclóricas, como a “Tiração de Reis”, no dia dos Santos Reis (6 de janeiro), as “Pastorinhas” do período de Natal; as noites de Carnaval; as Festas Juninas celebradas de maneira popular nas ruas e nos bairros e de forma organizada com as inúmeras “Quadrinhas Juninas”.
TEM SIDO MUITO GRANDE O CRESCIMENTO
DO NÚMERO DOS CYBERNAUTAS QUE NOS
ACESSAM A PARTIR DO BRASIL. (48%)
Hoje mesmo acessou-nos um cybernautra de ABAETETUBA , do Estado do Pará ,no norte do Brasil.
Afirma lêr quase diariamente a TRANCA e pede para revelarmos a sua cidade.
Aqui vai:
Fundação 1724
Distância até a capital 62 quilômetros
Área 1.610,743 km²
População 139.819 hab. est. IBGE/2009
Abaetetuba é um município brasileiro do estado do Pará.
O distrito de Beja (no Pará) foi o berço da colonização de Abaetetuba. Por volta de 1635, padres capuchos vindos do Convento do Una em Belém, após percorrerem os rios da região, juntaram-se a uma aldeia de tribos nômades.O aglomerado foi chamado de Samaúma e depois batizado de Beja por Francisco Xavier de Mendonça Furtado.
Francisco de Azevedo Monteiro é considerado, no imaginário popular, o fundador, pois chegou para tomar posse desse território como proprietário de uma sesmaria. Na beira do rio Maratauíra, num local protegido das marés pela ilha de Sirituba e nas proximidades do sítio Campompema e da Ilha da Pacoca, fundou um pequeno povoado, em 1724.
O município de Abaetetuba, foi desmembrado do território da capital do Estado em 1880, de acordo com a Lei nº 973, de 23 de março que também constituiu o município como autônomo. Um ano depois, em 1881, o presidente interino da Câmara em Belém, José Cardoso da Cunha Coimbra instalou no município a Câmara Municipal de Abaeté.O nome primitivo do município era Abaeté que, na língua tupi, significa homem verdadeiro. Por meio do Decreto Lei nº 4.505, de 30 de dezembro de 1943, foi instituído o nome Abaetetuba. Atualmente, o Município é composto pelos distritos de Abaetetuba (sede) e Beja. (IDESP) Abaetetuba representa uma encantadora surpresa para quem a visita pela primeira vez. Simples em seu traçado e nas construções urbanas, a cidade cresceu às margens do Rio Maratauíra (ou Meruú), um dos afluentes do Rio Tocantins. Seu povo é alegre, hospitaleiro e, sobretudo, apaixonado por sua terra. Abaeté, na língua Tupi, significa "homem forte, valente, prudente e ilustre". Abaetetuba diz a fartura deste tipo de homem e mulher forte, valente e corajoso.
A vida dos abaetetubenses guarda tantas peculiaridades, que a soma delas acaba gerando uma cultura peculiar.
Etimologia
O nome primitivo do município era Abaeté que, na língua tupi, significa 'homem forte' física e moralmente (valente, prudente, sábio e ilustre). Por meio do Decreto Lei nº 4.505, de 30 de dezembro de 1943, foi instituído o nome Abaetetuba, para diferenciá-la de outra 'Abaeté'. Atualmente, o Município é composto pelo centro urbano da cidade de Abaetetuba e pelo distrito de Vila de Beja.
Economia
Cidade pólo de uma região que abrange os municípios de Moju, Igarapé-Miri e Barcarena (somando uma população de mais de 350 mil habitantes), Abaetetuba é a sexta maior cidade do estado e atualmente passa por um momento de crescimento econômico acelerado devido a excelente logística que a cidade proporciona, com fácil acesso aos Portos de Belém, Vila do Conde e ao sul do Pará, além da proximidade do Pólo Industrial na Vila dos Cabanos que fica a 30 km. Diversas empresas estão se instalando no município aproveitando também a grande rede de serviços da cidade, fato refletido no PIB municipal, que triplicou em quatro anos.
A atividade econômica predominante no município é o terceiro setor (comércio e serviços), que conta com uma ampla rede de estabelecimentos das mais diversas atividades.
Industria
A atividade industrial tem menor participação na economia abaetetubense, porém vem apresentando grande crescimento nos últimos anos, sobretudo nos ramos alimentício e de beneficiamento de produtos agro-florestais. De um modo geral as indústrias da cidade são de médio e pequeno portes, e distibuem-se principalmente nos ramos de bebidas, moveleiro, madeireiro, e oleiro-cerâmico. A cidade conta também com metalúrgicas e estaleiros, estes famosos pela primorosa carpintaria naval.
Agricultura
Abaetetuba é um daqueles típicos municípios em que sua produção de hortaliças atende perfeitamentea à sua demanda, através da significativa produção das hortas familiares, sobretudo na localidade Colônia Nova, km 07 da rodovia PA-151.
Mas no setor Agro-florestal,o município destaca-se como o 2º maior produtor de açaí do Pará, como 3º maior produtor de bacuri e cupuaçu, e como o maior produtor de manga do estado. Outras culturas também marcam fortemente a cadeia vegetal abaetetubense, como mandioca, coco, miriti e bacaba, que apresentam grande produção.
Turismo
O município representa uma encantadora surpresa para quem a visita pela primeira vez. A cidade cresceu às margens do Rio Maratauíra (ou Meruú), um dos afluentes do Rio Tocantins. Seu povo é alegre, hospitaleiro e, sobretudo, apaixonado por sua terra.
Abaetetuba é uma cidade que guarda tantas peculiaridades cuja soma acaba gerando a cultura da paixão pela terra, com matices de "bairrismo", que salta aos olhos de quem a visita pela primeira vez. Aquela profunda saudade, que faz os Filhos de Abaeté, falar dar maravilhas do seu torrão natal. Suas poesias sobre a "terra maratuia" são autênticas declarações de amor.
A cidade reúne elementos históricos, paisagísticos e culturais dignos de serem visitados e admirados. Exemplo disso são as belíssimas igrejas, antigas como a secular Igreja de São Miguel na Vila de Beja e a Matriz de Nossa Sra. da Conceição, e modernas como a de Nossa Sra. de Nazaré e o Santuário de Nossa Sra. do Perpétuo Socorro, um dos maiores do estado.
Há os elementos históricos que foram perdidos no passado, e outros que a persistência de muitos traz de volta. É o caso dos engenhos que tornaram a cachaça de Abaetetuba imortalizada nos versos do grande Ruy Barata, ao cantar "só lembrar da mardita me lembrei de abaeté…". Outro acervo folclórico que só existe na recordação dos mais velhos é bem representados pelos "fofoi" e "fofia".
Cultura
Os habitantes do município, tanto os da cidade como os do “centro” e das ilhas, estão apaixonados pela sua terra e seus rios. Além do "bairrismo", o que salta aos olhos de quem a visita pela primeira vez é o amor pela cultura herdada de seus pais. Espalhados pelo mundo afora, os “filhos de Abaeté” vivem com saudade de sua terra e estão sempre prontos para falar das maravilhas do seu torrão natal. Suas recordações sobre a "terra maratauíra" são autênticas declarações de amor.
Abaetetuba oferece algumas coisas dignas de serem visitadas e admiradas. Muitas se perderam no passado; outras são recuperadas pela persistência dos muitos apaixonados, que as trazem de volta. É o caso dos “engenhos da cachaça” que tornam a cachaça de Abaetetuba renomada e imortalizada nos versos do grande Ruy Barata, ao cantar " só lembrar da mardita me lembrei de Abaeté…".
Outro acervo folclórico, que só existe na recordação dos mais velhos, é bem representado pelos "fofoi" e "fofia". A partir de 2005, há um movimento de resgate e valorização de outras expressões culturais e folclóricas, como a “Tiração de Reis”, no dia dos Santos Reis (6 de janeiro), as “Pastorinhas” do período de Natal; as noites de Carnaval; as Festas Juninas celebradas de maneira popular nas ruas e nos bairros e de forma organizada com as inúmeras “Quadrinhas Juninas”.
eles disseram
este ELES DISSERAM ,hoje refere-se
a bocas que os nossos companheiros
disseram nos anos 70
.
...
Tenho sempre um lugar para si num ventrícolo do meu coração. Levo-a todos os dias a passear na pequena circulação.
(FILIPE à Fernanda). 1976
Puseram 2 bombas no Parque de estacionamento dos Restauradores. Uma de super, outra de normal.
(PARENTE) 1975
Sou latino, pequenote, mas na cama um campeão.
(CARLOS HENRIQUES - 1975
a bocas que os nossos companheiros
disseram nos anos 70
.
...
Tenho sempre um lugar para si num ventrícolo do meu coração. Levo-a todos os dias a passear na pequena circulação.
(FILIPE à Fernanda). 1976
Puseram 2 bombas no Parque de estacionamento dos Restauradores. Uma de super, outra de normal.
(PARENTE) 1975
Sou latino, pequenote, mas na cama um campeão.
(CARLOS HENRIQUES - 1975
V CIMEIRA DE MOSCAVIDE - ULTIMA HORA
.
ESTÁ REUNIDO O NOSSO CONCLAVE
MENSAL, NO RICHARDS 2,EM
MOSCAVIDE.

Em contacto telefónico para o local do esbarrunto, com o nosso companheiro e cimeiro Guedes Vaz, a TRANCA pode assegurar que tudo corre com a tagarelice habitual, e com a presença de um número elevado de delegados, apesar da época de "férias de férias" que atravessamos.
Na impossibilidade de ter podido estar presente, as imagens e os detalhes estão apalavrados e as carantonhas aparecerão aqui na tua TRANCA, logo que recebidas.
ESTÁ REUNIDO O NOSSO CONCLAVE
MENSAL, NO RICHARDS 2,EM
MOSCAVIDE.

Em contacto telefónico para o local do esbarrunto, com o nosso companheiro e cimeiro Guedes Vaz, a TRANCA pode assegurar que tudo corre com a tagarelice habitual, e com a presença de um número elevado de delegados, apesar da época de "férias de férias" que atravessamos.
Na impossibilidade de ter podido estar presente, as imagens e os detalhes estão apalavrados e as carantonhas aparecerão aqui na tua TRANCA, logo que recebidas.
TEXTO SOBRE PACHECO PEREIRA no DN
.
PACHECO PEREIRA É PROVAVELMENTE UM
DOS MAIORES EXEMPLOS DE GENTE QUE
NÃO MERECE O TEMPO QUE LHE DISPENSA-
MOS A OUVIR OU A LÊR.
O HOMEM NÃO SE ENXERGA E PERMITE-SE
DEBITAR AS MAIORES BACORADAS SOBRE
TUDO E NADA ,CONVENCENDO-SE DA SUA
SUPERIORIDADE MORAL E INTELECTUAL
SOBRE OS DEMAIS POBRES TOLOS.

"A paranóia
por NUNO AZINHEIRA
Pacheco Pereira é daqueles seres superiores. Que se acha acima da mediocridade do povo. É natural, ele odeia povo. E não percebe os gostos do povo. E não consegue entender a histeria do povo pelo futebol, e não consegue engolir que o povo goste de novelas, de reality shows, da praia de Carcavelos, de hambúrgueres do McDonald's. Pacheco conhece bem Marx, mas não sabe quem é a Rita Pereira. Pacheco conhece a vida toda de Cunhal, mas pensa que Angélico é o nome de um qualquer jogador de futebol de uma qualquer equipa que anda por aí.
Pacheco Pereira faz a sua vida há mais de 20 anos na televisão, mas tem um profundo desprezo pela televisão, porque ela é o veículo das banalidades que alimentam o po(l)vo. Imune a essas banalidades, Pacheco está no Olimpo e é de lá que, semanalmente, analisa o que lê nos jornais. Uma espécie de provedor dos leitores de um governo-sombra: ou seja, um oficial sem ofício.
E, apesar disso, o seu Ponto contra Ponto, o programa de opinião que assina na SIC Notícias, é interessante. Num registo Conversas em Família, Pacheco está sozinho. Ele e a câmara. A câmara e o espectador. E vai falando de jornalismo como se fosse jornalista, como se conhecesse a vida das redacções. Pacheco julga que conhece. Mas não conhece. Se conhecesse, não veria motivações políticas e manipulações em tudo o que mexe. Se conhecesse minimamente o estado a que chegou o jornalismo em Portugal, perceberia que a sua mente inventiva anda tão depressa que não conhece a palavra incompetência. Ora, isso não é só ignorância. É paranóia."
PACHECO PEREIRA É PROVAVELMENTE UM
DOS MAIORES EXEMPLOS DE GENTE QUE
NÃO MERECE O TEMPO QUE LHE DISPENSA-
MOS A OUVIR OU A LÊR.
O HOMEM NÃO SE ENXERGA E PERMITE-SE
DEBITAR AS MAIORES BACORADAS SOBRE
TUDO E NADA ,CONVENCENDO-SE DA SUA
SUPERIORIDADE MORAL E INTELECTUAL
SOBRE OS DEMAIS POBRES TOLOS.
"A paranóia
por NUNO AZINHEIRA
Pacheco Pereira é daqueles seres superiores. Que se acha acima da mediocridade do povo. É natural, ele odeia povo. E não percebe os gostos do povo. E não consegue entender a histeria do povo pelo futebol, e não consegue engolir que o povo goste de novelas, de reality shows, da praia de Carcavelos, de hambúrgueres do McDonald's. Pacheco conhece bem Marx, mas não sabe quem é a Rita Pereira. Pacheco conhece a vida toda de Cunhal, mas pensa que Angélico é o nome de um qualquer jogador de futebol de uma qualquer equipa que anda por aí.
Pacheco Pereira faz a sua vida há mais de 20 anos na televisão, mas tem um profundo desprezo pela televisão, porque ela é o veículo das banalidades que alimentam o po(l)vo. Imune a essas banalidades, Pacheco está no Olimpo e é de lá que, semanalmente, analisa o que lê nos jornais. Uma espécie de provedor dos leitores de um governo-sombra: ou seja, um oficial sem ofício.
E, apesar disso, o seu Ponto contra Ponto, o programa de opinião que assina na SIC Notícias, é interessante. Num registo Conversas em Família, Pacheco está sozinho. Ele e a câmara. A câmara e o espectador. E vai falando de jornalismo como se fosse jornalista, como se conhecesse a vida das redacções. Pacheco julga que conhece. Mas não conhece. Se conhecesse, não veria motivações políticas e manipulações em tudo o que mexe. Se conhecesse minimamente o estado a que chegou o jornalismo em Portugal, perceberia que a sua mente inventiva anda tão depressa que não conhece a palavra incompetência. Ora, isso não é só ignorância. É paranóia."
quarta-feira, agosto 18, 2010
a 18 de AGOSTO nasceu ANTÓNIO SALIERI
.
Antonio Salieri

Antonio Salieri (Legnago, 18 de agosto de 1750 – Viena, 7 de maio de 1825), compositor operístico italiano. Foi Compositor Oficial da Corte de José II, Arquiduque da Áustria. Sua música foi bastante conhecida na sua época. As lendas a respeito do seu relacionamento com Wolfgang Amadeus Mozart, com quem conviveu em Viena até a morte deste, foram criadas pela peça de teatro de Peter Shaffer, adaptada para o cinema, sob direção de Milos Forman, com o título Amadeus. O filme, vencedor de oito Óscares, em 1984, retrata um Salieri invejoso do gênio de Mozart e medíocre musicalmente. Tal imagem é resultante da liberdade ficcional dos realizadores, não correspondendo à figura histórica do compositor.
Criado no seio de uma família próspera de comerciantes, Salieri estudou violino e espineta com seu irmão Francesco, que era aluno de Giuseppe Tartini. Após a morte prematura de seus pais, mudou-se para Pádua, e a seguir para Veneza, onde estudou com Giovanni Battista Pescetti. Nesta cidade conheceu Florian Leopold Gassmann em 1766, que o convidou a servir na corte de Viena, onde o instruiu em composição baseada na obra de Johann Joseph Fux, Gradus ad Parnassum. Permaneceu em Viena até ao fim da sua vida. Em 1774, após a morte de Gassmann, Salieri foi nomeado Compositor da Corte pelo Imperador José II. Conheceu a sua esposa, Therese von Helfersdorfer, em 1774. (Desta união nasceriam oito filhos). Salieri tornou-se Maestro da Orquestra Imperial (Imperiales Königliches Kapellmeister) em 1788, cargo que manteve até 1824. Foi presidente do "Tonkünstler-Societät" (sociedade dos artistas musicais) de 1788 a 1795, vice-presidente após 1795, e responsável pelos seus concertos até 1818.
Alcançou uma elevada posição social, sendo frequentemente associado com outros celebrizados compositores, como Joseph Haydn ou Louis Spohr. Desempenhou um papel importante na música clássica do século XIX e ensinou compositores famosos como Ludwig Van Beethoven, Carl Czerny, Johann Nepomuk Hummel, Franz Liszt, Giacomo Meyerbeer, Ignaz Moscheles, Franz Schubert e Franz Xaver Süssmayr. Ensinou também ao filho mais novo de Mozart, Franz Xaver.
Salieri foi enterrado no Matzleinsdorfer Friedhof (os seus restos mortais foram transferidos mais tarde para o Zentralfriedhof) em Viena, Áustria. No seu serviço fúnebre, o seu próprio Requiem em Dó menor - composto em 1804 - foi executado pela primeira vez.
Antonio Salieri
Antonio Salieri (Legnago, 18 de agosto de 1750 – Viena, 7 de maio de 1825), compositor operístico italiano. Foi Compositor Oficial da Corte de José II, Arquiduque da Áustria. Sua música foi bastante conhecida na sua época. As lendas a respeito do seu relacionamento com Wolfgang Amadeus Mozart, com quem conviveu em Viena até a morte deste, foram criadas pela peça de teatro de Peter Shaffer, adaptada para o cinema, sob direção de Milos Forman, com o título Amadeus. O filme, vencedor de oito Óscares, em 1984, retrata um Salieri invejoso do gênio de Mozart e medíocre musicalmente. Tal imagem é resultante da liberdade ficcional dos realizadores, não correspondendo à figura histórica do compositor.
Criado no seio de uma família próspera de comerciantes, Salieri estudou violino e espineta com seu irmão Francesco, que era aluno de Giuseppe Tartini. Após a morte prematura de seus pais, mudou-se para Pádua, e a seguir para Veneza, onde estudou com Giovanni Battista Pescetti. Nesta cidade conheceu Florian Leopold Gassmann em 1766, que o convidou a servir na corte de Viena, onde o instruiu em composição baseada na obra de Johann Joseph Fux, Gradus ad Parnassum. Permaneceu em Viena até ao fim da sua vida. Em 1774, após a morte de Gassmann, Salieri foi nomeado Compositor da Corte pelo Imperador José II. Conheceu a sua esposa, Therese von Helfersdorfer, em 1774. (Desta união nasceriam oito filhos). Salieri tornou-se Maestro da Orquestra Imperial (Imperiales Königliches Kapellmeister) em 1788, cargo que manteve até 1824. Foi presidente do "Tonkünstler-Societät" (sociedade dos artistas musicais) de 1788 a 1795, vice-presidente após 1795, e responsável pelos seus concertos até 1818.
Alcançou uma elevada posição social, sendo frequentemente associado com outros celebrizados compositores, como Joseph Haydn ou Louis Spohr. Desempenhou um papel importante na música clássica do século XIX e ensinou compositores famosos como Ludwig Van Beethoven, Carl Czerny, Johann Nepomuk Hummel, Franz Liszt, Giacomo Meyerbeer, Ignaz Moscheles, Franz Schubert e Franz Xaver Süssmayr. Ensinou também ao filho mais novo de Mozart, Franz Xaver.
Salieri foi enterrado no Matzleinsdorfer Friedhof (os seus restos mortais foram transferidos mais tarde para o Zentralfriedhof) em Viena, Áustria. No seu serviço fúnebre, o seu próprio Requiem em Dó menor - composto em 1804 - foi executado pela primeira vez.
V CIMEIRA DE MOSCAVIDE
.
AMANHÃ TODOS OS CAMINHOS IRÃO
DAR DE NOVO A MOSCAVIDE
Apesar de ser o mês de Agosto espera-se uma boa casa, e muita disposição.
Aliás, Lisboa em Agosto vira uma aldeia grande e apetecível para os lisboetas que ficam na cidade, para curtirem as ruas sem enchentes, o Jazz em Agosto na Gulbenkhian, uma loira geladinha numa esplanada junto ao Tejo, se possível esparramado num daqueles pufos espalhados pela orla.
A sala grande do Richards 2, e as mentes distendidas de gente sem pressa para picar ponto, decerto vai ser uma cimeira de esbarrunto.
Levem máquininha para tirar imagens e mandem aqui pró Alentejo, pois desta vez não posso ir, e crónica sem "quadrinhos" é como filme a preto e branco e sem som.
AMANHÃ TODOS OS CAMINHOS IRÃO
DAR DE NOVO A MOSCAVIDE
Apesar de ser o mês de Agosto espera-se uma boa casa, e muita disposição.
Aliás, Lisboa em Agosto vira uma aldeia grande e apetecível para os lisboetas que ficam na cidade, para curtirem as ruas sem enchentes, o Jazz em Agosto na Gulbenkhian, uma loira geladinha numa esplanada junto ao Tejo, se possível esparramado num daqueles pufos espalhados pela orla.
A sala grande do Richards 2, e as mentes distendidas de gente sem pressa para picar ponto, decerto vai ser uma cimeira de esbarrunto.
Levem máquininha para tirar imagens e mandem aqui pró Alentejo, pois desta vez não posso ir, e crónica sem "quadrinhos" é como filme a preto e branco e sem som.
terça-feira, agosto 17, 2010
preliminares
.
Nem o Senhor Jesus aguentaria ser um professor nos dias de hoje.....
O Sermão da montanha (*versão para educadores*)
Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.
Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens.
Tomando a palavra, disse-lhes:
- “Em verdade, em verdade vos digo:
Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Felizes os misericordiosos, porque eles...”
Pedro o interrompeu:
- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?
André perguntou:
- É pra copiar?
Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!
Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?
João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?
Judas Iscariotes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?
Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!
Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?
Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?
Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.
Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?
Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e específicos? Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?
Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?
Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto. E vê lá se não vai reprovar alguém! Lembre-se que você ainda não é professor titular...
Nem o Senhor Jesus aguentaria ser um professor nos dias de hoje.....
O Sermão da montanha (*versão para educadores*)
Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.
Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens.
Tomando a palavra, disse-lhes:
- “Em verdade, em verdade vos digo:
Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Felizes os misericordiosos, porque eles...”
Pedro o interrompeu:
- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?
André perguntou:
- É pra copiar?
Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!
Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?
João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?
Judas Iscariotes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?
Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!
Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?
Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?
Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.
Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?
Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e específicos? Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?
Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?
Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto. E vê lá se não vai reprovar alguém! Lembre-se que você ainda não é professor titular...
GENTE NOSSA NA FORMULA 1?
.
O NOSSO COMPANHEIRO CHICO SANTOS COSTA
ESTÁ A SER DISPUTADO POR 2 GRANDES
ESCUDERIAS DA FORMULA 1.
FERRARI E MAC LAREN NÃO LHE LARGAM
O TÉLÉLÉ.

Após uma época em cheio nos rallyes por esse mundo fóra, o Chico está a ser assediado pelo "cavalino rampante" para substituir Felipe Massa para a próxima época.
O NOSSO COMPANHEIRO CHICO SANTOS COSTA
ESTÁ A SER DISPUTADO POR 2 GRANDES
ESCUDERIAS DA FORMULA 1.
FERRARI E MAC LAREN NÃO LHE LARGAM
O TÉLÉLÉ.
Após uma época em cheio nos rallyes por esse mundo fóra, o Chico está a ser assediado pelo "cavalino rampante" para substituir Felipe Massa para a próxima época.
ANANÉ de CABO VERDE via NEW YORK para a TRANCA
.
ANANÉ É NATURAL DA
ILHA DE SANTIAGO EM
CABO VERDE.E ESTRELA
DA MÚSICA NA BIG APPLE

From the islands off SANTGIAGO, CAPE VERT, the West Coast of Africa comes the artist Billboard magazine described as “combining earthiness with glamour and roots-deep house music knowledge with pop wise diversity”—Anané. The singer, songwriter, producer and DJ follows up the 2006 Japanese release of her debut album “Ananeselections” with “Ananesworld,” a mixture of dance, reggae, rock, R&B soul, world and Caribbean influences.
Music has been in Anané’s blood since growing up in the Cape Verdean capital of Santiago. “My aunts and uncles were known as the Xalinos and they made most of the musical instruments on the island, such as guitars, violins, and the uncommon Cavaqinho, a small four-string guitar,” she said about her musical lineage. Anané discovered her talent for singing during family gatherings called “serenades” where people would play guitars and percussion instruments and sing a “morna,” a melancholic but beautiful ode to past times spent on the islands.
Anané eventually decided to bring her talents to New York City where, armed with nothing more than a bag full of clothes and a heart full of dreams, she immersed herself in the city’s club culture. She met DJ/Producer Louie Vega, who tapped her as an integral member of the Elements of Life Collective, and Anané used that as a stepping stone to an international career that has included appearances at Japan’s world-renowned Blue Note, Europe’s celebrated Montreux Jazz Festival, Finland’s Pori Jazz, Holland’s North Sea Jazz Festival, Cape Town’s Jazz and Britain’s Womad Festival. Perhaps her biggest gig yet was in 2007 when world-famous entertainment empire Cirque De Soleil personally approached Anané to perform the opening song for the Super Bowl XLII pre-game show. Her performance of “One Dream” was seen by more than 140 million people worldwide.
Though she’s won over fans across the globe with her unique voice, singing is only one of Anané’s many talents. Anané is also a producer and songwriter who made a name for herself with her edgy remake of the 1970s classic “Let Me Love You” by Bunny Mack, as well as her emotional version of Yoko Ono’s “Walking On Thin Ice.” Now
ANANÉ É NATURAL DA
ILHA DE SANTIAGO EM
CABO VERDE.E ESTRELA
DA MÚSICA NA BIG APPLE
From the islands off SANTGIAGO, CAPE VERT, the West Coast of Africa comes the artist Billboard magazine described as “combining earthiness with glamour and roots-deep house music knowledge with pop wise diversity”—Anané. The singer, songwriter, producer and DJ follows up the 2006 Japanese release of her debut album “Ananeselections” with “Ananesworld,” a mixture of dance, reggae, rock, R&B soul, world and Caribbean influences.
Music has been in Anané’s blood since growing up in the Cape Verdean capital of Santiago. “My aunts and uncles were known as the Xalinos and they made most of the musical instruments on the island, such as guitars, violins, and the uncommon Cavaqinho, a small four-string guitar,” she said about her musical lineage. Anané discovered her talent for singing during family gatherings called “serenades” where people would play guitars and percussion instruments and sing a “morna,” a melancholic but beautiful ode to past times spent on the islands.
Anané eventually decided to bring her talents to New York City where, armed with nothing more than a bag full of clothes and a heart full of dreams, she immersed herself in the city’s club culture. She met DJ/Producer Louie Vega, who tapped her as an integral member of the Elements of Life Collective, and Anané used that as a stepping stone to an international career that has included appearances at Japan’s world-renowned Blue Note, Europe’s celebrated Montreux Jazz Festival, Finland’s Pori Jazz, Holland’s North Sea Jazz Festival, Cape Town’s Jazz and Britain’s Womad Festival. Perhaps her biggest gig yet was in 2007 when world-famous entertainment empire Cirque De Soleil personally approached Anané to perform the opening song for the Super Bowl XLII pre-game show. Her performance of “One Dream” was seen by more than 140 million people worldwide.
Though she’s won over fans across the globe with her unique voice, singing is only one of Anané’s many talents. Anané is also a producer and songwriter who made a name for herself with her edgy remake of the 1970s classic “Let Me Love You” by Bunny Mack, as well as her emotional version of Yoko Ono’s “Walking On Thin Ice.” Now
the three kings
.
Teacher:
“Can you tell the name of 3 great Kings who have brought happiness & peace into people's lives?”
Student:
“Smo-king, Drin-king and Fuc-king”
Teacher:
“Can you tell the name of 3 great Kings who have brought happiness & peace into people's lives?”
Student:
“Smo-king, Drin-king and Fuc-king”
preliminares
.
Visita ao Médico
Uma senhora levou a filha, de 17 anos, ao médico.
A menina andava com vômitos, tonturas, tinha
perdido o apetite.
O médico examinou a moça,fez exames e concluiu:
- Minha senhora, a sua filha está grávida de
3 meses.
- A minha filha, doutor??? - Assustou-se a mãe.
- Ela nunca esteve sozinha com um homem! Não
é verdade, Carla Susana?
- Sim. - disse a filha.
- Eu jamais me deitei com um homem.
Eu sequer >
beijei um homem!
- O médico, pacientemente tirou de sua gaveta um
par de binóculos,aproximou-se da janela e ficou
calado, a olhar para o infinito.
- Passados vários minutos, a mãe de Carla,
admirada,perguntou ao médico:
- Doutor, o que o senhor está fazendo?
Ao que o médico respondeu:
- Minha senhora, da última vez em que isto ocorreu
nasceu uma estrela no Oriente e chegaram três reis
magos. Desta vez eu não vou perder o espetáculo!!!
Visita ao Médico
Uma senhora levou a filha, de 17 anos, ao médico.
A menina andava com vômitos, tonturas, tinha
perdido o apetite.
O médico examinou a moça,fez exames e concluiu:
- Minha senhora, a sua filha está grávida de
3 meses.
- A minha filha, doutor??? - Assustou-se a mãe.
- Ela nunca esteve sozinha com um homem! Não
é verdade, Carla Susana?
- Sim. - disse a filha.
- Eu jamais me deitei com um homem.
Eu sequer >
beijei um homem!
- O médico, pacientemente tirou de sua gaveta um
par de binóculos,aproximou-se da janela e ficou
calado, a olhar para o infinito.
- Passados vários minutos, a mãe de Carla,
admirada,perguntou ao médico:
- Doutor, o que o senhor está fazendo?
Ao que o médico respondeu:
- Minha senhora, da última vez em que isto ocorreu
nasceu uma estrela no Oriente e chegaram três reis
magos. Desta vez eu não vou perder o espetáculo!!!
segunda-feira, agosto 16, 2010
MONTHY PYTHON - BLACK NIGHT
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Esta cena dos Monthy Python dp filme Holly Graal, é das mais conseguidas do filme e não deixp de me desmanchar a rir, mesmo já na milésima reprodução .
Esta cena dos Monthy Python dp filme Holly Graal, é das mais conseguidas do filme e não deixp de me desmanchar a rir, mesmo já na milésima reprodução .
eles disseram
.
AS saídas de Di Maria, Ramires e Ricardo Costa (este da Comisssão de Dicipliana da Liga de Clubes) enfraqueceram muito o Benfica que está no mercado a tentar colamatar as brechas .Consta que para o lugar de Ricardo Costa, o cérebro do processo do túneis ,Luiz Filipe Vieira vai contatar Leonor Pinhão.
(INIMIGO PUBLICO)
.
É nestas alturas que se vê a grandeza de um clube.Ao perceber que o Sporting ao perder na primeira jornada ia ser o bombo da festa durante a semana, o Benfica foi solidário e estalou-se também ao comprido
(barba & cabelo- a bola)
.
No alentejo dizem que não se lembram de um Verão tão quante, desde o Verão do ano passado
(inimigo publico)
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AS saídas de Di Maria, Ramires e Ricardo Costa (este da Comisssão de Dicipliana da Liga de Clubes) enfraqueceram muito o Benfica que está no mercado a tentar colamatar as brechas .Consta que para o lugar de Ricardo Costa, o cérebro do processo do túneis ,Luiz Filipe Vieira vai contatar Leonor Pinhão.
(INIMIGO PUBLICO)
.
É nestas alturas que se vê a grandeza de um clube.Ao perceber que o Sporting ao perder na primeira jornada ia ser o bombo da festa durante a semana, o Benfica foi solidário e estalou-se também ao comprido
(barba & cabelo- a bola)
.
No alentejo dizem que não se lembram de um Verão tão quante, desde o Verão do ano passado
(inimigo publico)
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V CIMEIRA DE MOSCAVIDE
A 16 DE AGOSTO nasceu o escritor CHARLES BUKOWSKI
.
Charles Bukowski

Henry Charles Bukowski Jr (16 de Agosto de 1920, Andernach – ± 9 de Março de 1994, Los Angeles) foi um poeta, contista e romancista alemão. Sua obra obscena e estilo coloquial, com descrições de trabalhos braçais, porres e relacionamentos baratos, fascinaram gerações de jovens à procura de uma obra com a qual pudessem se identificar.
Nascido na Alemanha, filho de um soldado americano, se mudou ainda criança para os EUA com seus pais. Foram primeiro para Baltimore em 1923, mas depois disso se mudaram para o subúrbio de Los Angeles. Foi uma criança atormentada por um pai extremamente autoritário e frustrado, que descontava os seus problemas o espancando pelos motivos mais fúteis. Quando atingiu a adolescência, somou-se a este problema o fato de ter o rosto e toda a parte superior do corpo literalmente tomada por inflamações que o obrigaram a submeter-se a tratamentos médicos no hospital público de sua cidade. Na escola, a situação também não é das melhores, tendo poucos amigos e sendo sempre o penúltimo a ser escolhido para o time de beisebol.
A falta de carinho familiar e a humilhação de ter um rosto deformado obrigam-no a fugir. Abandonou a escola para só voltar um ano depois. Neste meio tempo descobriu duas coisas que o ajudaram a tornar a sua vida suportável: o álcool e os livros. Teve problemas com alcoolismo e trabalhou em empregos temporários em várias cidades americanas, como carteiro, frentista e motorista de caminhão apesar de ter estudado jornalismo sem nunca se formar. Bukowski começou a escrever poesias aos 15 anos mas seu primeiro livro somente foi publicado 20 anos depois em 1955. Em 1962 estreou na prosa caracterizada pela descrição de sua vida pessoal. Escreveu, entre outros livros, "Mulheres", "Hollywood" e "Cartas na Rua".
Iniciou assim uma vida errante, bebendo em excesso e escrevendo alucinadamente. Os produtos destas noites e mais noites de trabalho eram enviados para as mais diversas publicações literárias independentes dos Estados Unidos, mas quase sempre recusados. A editora da revista Harlequin, Barbara Frye, no entanto, estava convencida de que Bukowski era um gênio. Começaram a se corresponder e, em determinado momento, Frye declarou que nenhum homem nunca se casaria com ela. Bukowski respondeu simplesmente: "Eu me casarei". Casaram-se logo depois de se conhecerem pessoalmente. Mas tão rápido quanto se conheceram, separaram-se.
Até este momento, Charles Bukowski era apenas um poeta - apesar de ter quase quarenta anos. Mas foi a partir de sua separação que começou a surgir a imagem de Bukowski que o tornaria famoso, seu alterego Henry Chinaski. Jim Christy, autor do livro The Buk Book, disse em uma vez que "ele havia sido um vagabundo, um imprestável, um proletário, um bêbado; bem, que fosse. Claro, outros trabalharam o mesmo território, mas o que diferenciava Bukowski do resto deles - os Knut Hamsun, Jack London, Maxim Gorky e Jim Tully - era que Bukowski era engraçado." Trabalhando esta imagem, Bukowski conseguiu criar um mito ao seu redor.
Tendo Ernest Hemingway e Fiódor Dostoiévski como principais influências. Com o escritor russo ele aprendeu: "Quem não quer matar seu pai"? O complexo de Édipo rodeia Chinaski por toda a obra. "Ele" é o cara sacana, "Ele" é o responsável por seu sofrimento, "Ele merece" morrer. Esse ódio por seu pai (na realidade um alcoólatra violento) permeia toda a obra do velho "Buk". Essa capacidade de transformar o dia-a-dia em poesia, de pegar as bebedeiras triviais, as angústias adolescentes e transforma-las em arte é a mágica de Bukowski.
Repulsa, nojo, ódio, amor, paixão e melancolia. Esses são alguns dos sentimentos que mais inspiraram Charles Bukowski, alemão que passou a vida nos becos dos Estados Unidos, na composição de toda sua obra. Cada poesia, cada romance e cada conto do escritor traz um pouco da vida do "Velho Safado", como ficou conhecido no mundo inteiro. E Howard Sounes é prova disso. O jornalista inglês assina "Charles Bukowski - Vida e loucuras de um Velho Safado" (Ed. Conrad); biografia considerada uma das mais completas e sérias do gênero.
Funcionário dos Correios até os 49 anos, Bukowski sonhou a vida inteira em ser reconhecido pelo seu trabalho como escritor. Dono de um talento nato, o poeta usava a simplicidade e a singularidade dos fatos mais rotineiros e transformava o cotidiano em obra de arte. Inconformado e, sempre, com uma garrafa na mão, ele sentava em sua antiga máquina de escrever e, com uma sutileza surpreendente, deixava fluir seus pensamentos sem censura alguma. Bukowski vivia em um mundo atormentado e distorcido, totalmente fora dos padrões impostos pela sociedade de sua época. O escritor nunca fez questão de esconder que seus trabalhos eram, quase sempre, autobiográficos. E sua falta de discrição era tão grande, que durante toda vida teve de lidar com a quebra de laços de amizade. Ele citava, sem qualquer preocupação, nomes e, quando muito inspirado, fazia duras críticas às pessoas que o cercavam. Algumas vezes os personagens "nada fictícios" ficavam sabendo das peripécias do poeta bêbado após a publicação dos textos.
Sua obra surtiu tanto efeito que alguns de seus contos e romances acabaram sendo adaptados para o cinema por alguns realizadores. Inclusive, o próprio Bukowski recebeu diversos convites para escrever argumentos, apesar de assumir que nunca gostou muito de filmes.
Bukowski tem sido erradamente identificado com a Geração Beat, por certos temas e estilo correlatos, mas sua vida e obra nunca mostraram essa inclinação. A cidade de Los Angeles, suas ruas e atmosfera, foram sua principal influência, tratando de histórias com temas simples, misturando por exemplo corridas de cavalo, prostitutas e música clássica. Ele escreveu mais de 50 livros, sem contar milhares de publicações baratas.
Uma de suas principais atividades durante anos foi a leitura de suas poesias em universidades e eventos culturais. Sua leitura debochada às vezes provocava escândalos e brigas com a platéia, algumas delas registradas em áudio. Já nos anos 1980, Bukowski desfrutou de certa fama, convivendo com artistas e tornando-se uma celebridade. Ele morreu de leucemia aos 73 anos, em 9 de Março de 1994, e em seu túmulo se lê "Don't Try", "Nem Tente" em português.
Romances
Cartas na Rua. São Paulo: Brasiliense, 1983. (edição original 1971)
Factotum. São Paulo: Brasiliense, 1985. (ed. original 1975)
Mulheres. São Paulo: Brasiliense, 1984. (ed. original 1978)
Misto quente. São Paulo: Brasiliense, 1984. (ed. original 1982)
Hollywood. Porto Alegre: L&PM, 1990. (ed. original 1989)
Pulp. Porto Alegre: L&PM, 1995. (ed. original 1995)
Contos, Poesia, Não Ficção
Ao Sul de Lugar Nenhum - Histórias da Vida Subterrânea. Porto Alegre: L&PM, 2008.
O Amor é um Cão dos Diabos. Porto Alegre: L&PM, 2007.
Vida desalmada. Florianópolis: Spectro, 2006.
Essa loucura roubada que não desejo a ninguém a não ser a mim mesmo amém. Curitiba: 7 Letras, 2005.
Tempo de vôo para lugar algum. Florianópolis: Spectro, 2004.
Hino da Tormenta. Florianópolis: Spectro, 2003.
Os 25 Melhores Poemas de Charles Bukowski. Rio de Janeiro: Bertrand, 2003.
O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio. Porto Alegre: L&PM, 1999.
A mulher mais linda da cidade. Porto Alegre: L&PM, 1997. (coletânea)
Numa Fria. Porto Alegre: L&PM, 1993.
N.York, 95 cents ao dia. Porto Alegre: L&PM, 1991 (quadrinhos).
Delírios Cotidianos. Porto Alegre: L&PM, 1991 (quadrinhos).
Fabulário Geral do Delírio Cotidiano. Porto Alegre: L&PM, 1986.
Notas de um velho safado. Porto Alegre: L&PM, 1985.
Crônica de um amor louco. Porto Alegre: L&PM, 1984.
Charles Bukowski
Henry Charles Bukowski Jr (16 de Agosto de 1920, Andernach – ± 9 de Março de 1994, Los Angeles) foi um poeta, contista e romancista alemão. Sua obra obscena e estilo coloquial, com descrições de trabalhos braçais, porres e relacionamentos baratos, fascinaram gerações de jovens à procura de uma obra com a qual pudessem se identificar.
Nascido na Alemanha, filho de um soldado americano, se mudou ainda criança para os EUA com seus pais. Foram primeiro para Baltimore em 1923, mas depois disso se mudaram para o subúrbio de Los Angeles. Foi uma criança atormentada por um pai extremamente autoritário e frustrado, que descontava os seus problemas o espancando pelos motivos mais fúteis. Quando atingiu a adolescência, somou-se a este problema o fato de ter o rosto e toda a parte superior do corpo literalmente tomada por inflamações que o obrigaram a submeter-se a tratamentos médicos no hospital público de sua cidade. Na escola, a situação também não é das melhores, tendo poucos amigos e sendo sempre o penúltimo a ser escolhido para o time de beisebol.
A falta de carinho familiar e a humilhação de ter um rosto deformado obrigam-no a fugir. Abandonou a escola para só voltar um ano depois. Neste meio tempo descobriu duas coisas que o ajudaram a tornar a sua vida suportável: o álcool e os livros. Teve problemas com alcoolismo e trabalhou em empregos temporários em várias cidades americanas, como carteiro, frentista e motorista de caminhão apesar de ter estudado jornalismo sem nunca se formar. Bukowski começou a escrever poesias aos 15 anos mas seu primeiro livro somente foi publicado 20 anos depois em 1955. Em 1962 estreou na prosa caracterizada pela descrição de sua vida pessoal. Escreveu, entre outros livros, "Mulheres", "Hollywood" e "Cartas na Rua".
Iniciou assim uma vida errante, bebendo em excesso e escrevendo alucinadamente. Os produtos destas noites e mais noites de trabalho eram enviados para as mais diversas publicações literárias independentes dos Estados Unidos, mas quase sempre recusados. A editora da revista Harlequin, Barbara Frye, no entanto, estava convencida de que Bukowski era um gênio. Começaram a se corresponder e, em determinado momento, Frye declarou que nenhum homem nunca se casaria com ela. Bukowski respondeu simplesmente: "Eu me casarei". Casaram-se logo depois de se conhecerem pessoalmente. Mas tão rápido quanto se conheceram, separaram-se.
Até este momento, Charles Bukowski era apenas um poeta - apesar de ter quase quarenta anos. Mas foi a partir de sua separação que começou a surgir a imagem de Bukowski que o tornaria famoso, seu alterego Henry Chinaski. Jim Christy, autor do livro The Buk Book, disse em uma vez que "ele havia sido um vagabundo, um imprestável, um proletário, um bêbado; bem, que fosse. Claro, outros trabalharam o mesmo território, mas o que diferenciava Bukowski do resto deles - os Knut Hamsun, Jack London, Maxim Gorky e Jim Tully - era que Bukowski era engraçado." Trabalhando esta imagem, Bukowski conseguiu criar um mito ao seu redor.
Tendo Ernest Hemingway e Fiódor Dostoiévski como principais influências. Com o escritor russo ele aprendeu: "Quem não quer matar seu pai"? O complexo de Édipo rodeia Chinaski por toda a obra. "Ele" é o cara sacana, "Ele" é o responsável por seu sofrimento, "Ele merece" morrer. Esse ódio por seu pai (na realidade um alcoólatra violento) permeia toda a obra do velho "Buk". Essa capacidade de transformar o dia-a-dia em poesia, de pegar as bebedeiras triviais, as angústias adolescentes e transforma-las em arte é a mágica de Bukowski.
Repulsa, nojo, ódio, amor, paixão e melancolia. Esses são alguns dos sentimentos que mais inspiraram Charles Bukowski, alemão que passou a vida nos becos dos Estados Unidos, na composição de toda sua obra. Cada poesia, cada romance e cada conto do escritor traz um pouco da vida do "Velho Safado", como ficou conhecido no mundo inteiro. E Howard Sounes é prova disso. O jornalista inglês assina "Charles Bukowski - Vida e loucuras de um Velho Safado" (Ed. Conrad); biografia considerada uma das mais completas e sérias do gênero.
Funcionário dos Correios até os 49 anos, Bukowski sonhou a vida inteira em ser reconhecido pelo seu trabalho como escritor. Dono de um talento nato, o poeta usava a simplicidade e a singularidade dos fatos mais rotineiros e transformava o cotidiano em obra de arte. Inconformado e, sempre, com uma garrafa na mão, ele sentava em sua antiga máquina de escrever e, com uma sutileza surpreendente, deixava fluir seus pensamentos sem censura alguma. Bukowski vivia em um mundo atormentado e distorcido, totalmente fora dos padrões impostos pela sociedade de sua época. O escritor nunca fez questão de esconder que seus trabalhos eram, quase sempre, autobiográficos. E sua falta de discrição era tão grande, que durante toda vida teve de lidar com a quebra de laços de amizade. Ele citava, sem qualquer preocupação, nomes e, quando muito inspirado, fazia duras críticas às pessoas que o cercavam. Algumas vezes os personagens "nada fictícios" ficavam sabendo das peripécias do poeta bêbado após a publicação dos textos.
Sua obra surtiu tanto efeito que alguns de seus contos e romances acabaram sendo adaptados para o cinema por alguns realizadores. Inclusive, o próprio Bukowski recebeu diversos convites para escrever argumentos, apesar de assumir que nunca gostou muito de filmes.
Bukowski tem sido erradamente identificado com a Geração Beat, por certos temas e estilo correlatos, mas sua vida e obra nunca mostraram essa inclinação. A cidade de Los Angeles, suas ruas e atmosfera, foram sua principal influência, tratando de histórias com temas simples, misturando por exemplo corridas de cavalo, prostitutas e música clássica. Ele escreveu mais de 50 livros, sem contar milhares de publicações baratas.
Uma de suas principais atividades durante anos foi a leitura de suas poesias em universidades e eventos culturais. Sua leitura debochada às vezes provocava escândalos e brigas com a platéia, algumas delas registradas em áudio. Já nos anos 1980, Bukowski desfrutou de certa fama, convivendo com artistas e tornando-se uma celebridade. Ele morreu de leucemia aos 73 anos, em 9 de Março de 1994, e em seu túmulo se lê "Don't Try", "Nem Tente" em português.
Romances
Cartas na Rua. São Paulo: Brasiliense, 1983. (edição original 1971)
Factotum. São Paulo: Brasiliense, 1985. (ed. original 1975)
Mulheres. São Paulo: Brasiliense, 1984. (ed. original 1978)
Misto quente. São Paulo: Brasiliense, 1984. (ed. original 1982)
Hollywood. Porto Alegre: L&PM, 1990. (ed. original 1989)
Pulp. Porto Alegre: L&PM, 1995. (ed. original 1995)
Contos, Poesia, Não Ficção
Ao Sul de Lugar Nenhum - Histórias da Vida Subterrânea. Porto Alegre: L&PM, 2008.
O Amor é um Cão dos Diabos. Porto Alegre: L&PM, 2007.
Vida desalmada. Florianópolis: Spectro, 2006.
Essa loucura roubada que não desejo a ninguém a não ser a mim mesmo amém. Curitiba: 7 Letras, 2005.
Tempo de vôo para lugar algum. Florianópolis: Spectro, 2004.
Hino da Tormenta. Florianópolis: Spectro, 2003.
Os 25 Melhores Poemas de Charles Bukowski. Rio de Janeiro: Bertrand, 2003.
O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio. Porto Alegre: L&PM, 1999.
A mulher mais linda da cidade. Porto Alegre: L&PM, 1997. (coletânea)
Numa Fria. Porto Alegre: L&PM, 1993.
N.York, 95 cents ao dia. Porto Alegre: L&PM, 1991 (quadrinhos).
Delírios Cotidianos. Porto Alegre: L&PM, 1991 (quadrinhos).
Fabulário Geral do Delírio Cotidiano. Porto Alegre: L&PM, 1986.
Notas de um velho safado. Porto Alegre: L&PM, 1985.
Crônica de um amor louco. Porto Alegre: L&PM, 1984.
domingo, agosto 15, 2010
preliminares
.
Jesus Cristo, cansado do tédio do Paraíso, resolveu voltar à terra para fazer o bem. Procurou o melhor lugar para descer e optou pelo Hospital de S. Francisco Xavier, onde viu um médico a trabalhar há muitas horas e a morrer de cansaço.
Para não atrair as atenções, decidiu ir vestido de médico. Jesus Cristo entrou de bata, passando pela fila de pacientes no corredor, até atingir o gabinete do médico.
Os pacientes viram e comentaram:
- Olha, vai mudar o turno...
Jesus Cristo entrou na sala e disse ao médico que podia sair, dado que ele mesmo iria assegurar o serviço. E, decidido, gritou:
- O PRÓXIMO!
Entrou no gabinete um homem paraplégico que se deslocava numa cadeira de rodas.
Jesus Cristo levantou-se, olhou bem para o homem, e com a palma da mão direita sobre a sua cabeça disse:
- LEVANTA-TE E ANDA!
O homem levantou-se, andou e saiu do gabinete empurrando a cadeira de rodas.
Quando chegou ao corredor, o próximo da fila perguntou:
- Que tal é o médico novo?
Ele respondeu:
- Igualzinho aos outros... nem exames, nem análises, nem medicamentos...
Nada! Só querem é despachar...
Jesus Cristo, cansado do tédio do Paraíso, resolveu voltar à terra para fazer o bem. Procurou o melhor lugar para descer e optou pelo Hospital de S. Francisco Xavier, onde viu um médico a trabalhar há muitas horas e a morrer de cansaço.
Para não atrair as atenções, decidiu ir vestido de médico. Jesus Cristo entrou de bata, passando pela fila de pacientes no corredor, até atingir o gabinete do médico.
Os pacientes viram e comentaram:
- Olha, vai mudar o turno...
Jesus Cristo entrou na sala e disse ao médico que podia sair, dado que ele mesmo iria assegurar o serviço. E, decidido, gritou:
- O PRÓXIMO!
Entrou no gabinete um homem paraplégico que se deslocava numa cadeira de rodas.
Jesus Cristo levantou-se, olhou bem para o homem, e com a palma da mão direita sobre a sua cabeça disse:
- LEVANTA-TE E ANDA!
O homem levantou-se, andou e saiu do gabinete empurrando a cadeira de rodas.
Quando chegou ao corredor, o próximo da fila perguntou:
- Que tal é o médico novo?
Ele respondeu:
- Igualzinho aos outros... nem exames, nem análises, nem medicamentos...
Nada! Só querem é despachar...
sábado, agosto 14, 2010
O ENCONTRO DESTE MÊS VAI TER LUGAR NO DIA 19, EM MOSCAVIDE
.
NESTE MÊS DE AGOSTO O NOSSO ENCONTRO
MENSAL VAI TER LUGAR NO DIA 19, NA
PRÓXIMA QUINTA FEIRA, NO RESTAURANTE
RICHARDS 2, EM MOSCAVIDE
Diz-nos a nossa PRIMEIRA DINA:
"Amigas e amigos
Decidimos, por motivo de férias, realizar o nosso almoço um pouco mais cedo do que é normal, não na última quinta feira de Agosto.
Tínhamos pensado ir ao D. João , em Benfica, mas como está encerrado optámos pelo "RICHARD`S 2" em Moscavide, já bem conhecido de todos nós.
O encontro terá lugar às 13 horas do dia 19. Peço-vos que confirmem, ou não, a vossa presença para que eu possa fazer a reserva de mesa. Esperarei até dia 17.
Bjs
Dina"

Como é já a quarta vez que a nossa CIMEIRA vai ter lugar no RICHARDS 2, ´já todos conhecem o local, que se situa no interior das instalações do CLUBE OLIVAIS E MOSCAVIDE.
como se lembram há muito espaço para arrumar o carro no parque privativo, podes levar o Porshe à vontade.
NESTE MÊS DE AGOSTO O NOSSO ENCONTRO
MENSAL VAI TER LUGAR NO DIA 19, NA
PRÓXIMA QUINTA FEIRA, NO RESTAURANTE
RICHARDS 2, EM MOSCAVIDE
Diz-nos a nossa PRIMEIRA DINA:
"Amigas e amigos
Decidimos, por motivo de férias, realizar o nosso almoço um pouco mais cedo do que é normal, não na última quinta feira de Agosto.
Tínhamos pensado ir ao D. João , em Benfica, mas como está encerrado optámos pelo "RICHARD`S 2" em Moscavide, já bem conhecido de todos nós.
O encontro terá lugar às 13 horas do dia 19. Peço-vos que confirmem, ou não, a vossa presença para que eu possa fazer a reserva de mesa. Esperarei até dia 17.
Bjs
Dina"

Como é já a quarta vez que a nossa CIMEIRA vai ter lugar no RICHARDS 2, ´já todos conhecem o local, que se situa no interior das instalações do CLUBE OLIVAIS E MOSCAVIDE.
como se lembram há muito espaço para arrumar o carro no parque privativo, podes levar o Porshe à vontade.
preliminares
.
Um velho polaco diz para outro "afinal tudo o que o Partido nos dizia sobre o comunismo era mentira", responde o outro "o pior é que o Partido dizia sobre o capitalismo era verdade".
Um velho polaco diz para outro "afinal tudo o que o Partido nos dizia sobre o comunismo era mentira", responde o outro "o pior é que o Partido dizia sobre o capitalismo era verdade".
LIGA DOS FANÁTICOS
.
A TRANCA VAI PASSAR A PUBLICAR
AS OPINIÕES ,AS REAÇÕES E AS
PROVOCAÇÕES PROFERIDAS NO DIA A
DIA DOS MAIS NOTÓRIOS FANÁTICOS
DO FUTEBOL PORTUGUÊS
No dia a dia chegam-nos através da Comunicação social, quer seja rádio,jornais televisão e outros meios, verdadeiras barbaridades da boca e da pena dos fanáticos dos seus cluibes.
Por aqui faremos passar esse chorilho de disparates, decerto com relevo para Miguel Sousa Tavares, Eduardo Barroso, Leonor Pinhão, Manuel Serrão,Silvio Cervan,Ricardo Araújo Pereira,José Diogo Quintela,
Os dois ultimos mascaram o seu fanatismo clubista com o estato de humorista.
Sou o fã nº.1 dos Gatos Fedorentos ,mas reconheço que ambos ,que são grandes na arte do himôr, são muito desastrados na pele de fanáticos dos seus clubes.
Passemos às ultimas destes "desportistas":
O Braga entrou na nova época com uma vitória clara por 3-1.À atenção do Porto: A luta pelo 2º.lugar vai continuar a ser dura.Talves não seja boa ideia continuar a emprestar jogadores ao principal rival em Janeiro
(RICARDO ARAUJO PEREIRA)
.
Claro que somos candidatos.O meu querido Sporting ,só por má fé,desonestidade intelectual ou ambas ,pode ser considerado apenas candidato ao 3º.lugar.Deixem-nos em paz
(EDUARDO BARROSO)
.
Grande jogo do F.C.Porto capaz de esclarecer dúvidas.Jogo mau e feio do Benfica e uma arbitragem inadmissivel.Ao mesmo tempo mostrou que o esplendor benfiquista eram ,como de costume, exageradas.
(MIGUEL SOUSA TAVARES)
A TRANCA VAI PASSAR A PUBLICAR
AS OPINIÕES ,AS REAÇÕES E AS
PROVOCAÇÕES PROFERIDAS NO DIA A
DIA DOS MAIS NOTÓRIOS FANÁTICOS
DO FUTEBOL PORTUGUÊS
No dia a dia chegam-nos através da Comunicação social, quer seja rádio,jornais televisão e outros meios, verdadeiras barbaridades da boca e da pena dos fanáticos dos seus cluibes.
Por aqui faremos passar esse chorilho de disparates, decerto com relevo para Miguel Sousa Tavares, Eduardo Barroso, Leonor Pinhão, Manuel Serrão,Silvio Cervan,Ricardo Araújo Pereira,José Diogo Quintela,
Os dois ultimos mascaram o seu fanatismo clubista com o estato de humorista.
Sou o fã nº.1 dos Gatos Fedorentos ,mas reconheço que ambos ,que são grandes na arte do himôr, são muito desastrados na pele de fanáticos dos seus clubes.
Passemos às ultimas destes "desportistas":
O Braga entrou na nova época com uma vitória clara por 3-1.À atenção do Porto: A luta pelo 2º.lugar vai continuar a ser dura.Talves não seja boa ideia continuar a emprestar jogadores ao principal rival em Janeiro
(RICARDO ARAUJO PEREIRA)
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Claro que somos candidatos.O meu querido Sporting ,só por má fé,desonestidade intelectual ou ambas ,pode ser considerado apenas candidato ao 3º.lugar.Deixem-nos em paz
(EDUARDO BARROSO)
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Grande jogo do F.C.Porto capaz de esclarecer dúvidas.Jogo mau e feio do Benfica e uma arbitragem inadmissivel.Ao mesmo tempo mostrou que o esplendor benfiquista eram ,como de costume, exageradas.
(MIGUEL SOUSA TAVARES)
gente nossa - o PAULO BANDEIRA
sexta-feira, agosto 13, 2010
TEXTO DE ANTÓNIO PINTO RIBEIRO no PUBLICO, sobre PACHECO PEREIRA
.
PACHECO PEREIRA DE FURIOSO ULTRA ESQUERDISTA
CONVOLADO EM PATÉTICO DEFENSOR DAS MAIS
CONSERVADORAS TEORIAS E REACIONÁRIAS IDEIAS
POLÍTICAS, CORROSIVO PROVOCADOR ATRAVÉS
DA PENA ,COMO AÇOUGUEIRO DE PALAVRAS, JÁ QUE
É DIFICIL FALAR EM ESCRITOR, OU JORNALISTA,
É AGORA RADIOGRAFADO NUM BRILHANTE TEXTO
DE ANTÓNIO PINTO RIBEIRO ,QUE A TRANCA AQUI
REPRODUZ:
O mundo decadente do dr Pacheco Pereira (opinião de António Pinto Ribeiro, hoje no Público)
"Público, 13 Agosto 2010
O dr. Pacheco Pereira decidiu fazer na revista Sábado um conjunto de comentários sobre a criação artística contemporânea em Portugal. O teor dos comentários indicava essa obsessão que o político tem por controlar tudo o que aparece no espaço público e revelava nos mesmos comentários que o seu mundo de referências culturais para a arte é um mundo decadente.
O dr. Pacheco Pereira, que é o político que mais espaço ocupa na comunicação social, tem um desejo incontido de querer arregimentar o país. O dr. Pacheco Pereira quer arregimentar a relação dos jornalistas com os políticos (lembramo-nos todos do triste episódio quando, enquanto líder da bancada do PSD, quis impor normas de acesso dos jornalistas aos deputados da AR), quer impor quais são os bons e os maus jornais, quer decidir quais as boas e as más notícias. No programa que tem na SIC, supostamente sobre comunicação social, é constrangedor ouvir o elevado número de lugarescomuns que profere sobre jornalismo, sem apresentar qualquer fundamentação teórica, quer dos cânones das ciências da comunicação, quer das teorias mais recentes sobre comunicação em espaço público.
Muito recentemente, o dr. Pacheco Pereira achou que também tinha algo a dizer sobre como arregimentar as artes em Portugal, em particular sobre todas as actividades artísticas que não conhece. E porquê? Porque se considera a si próprio um legislador de poéticas possíveis e autor de expressões que acha que são de um enorme contributo para a vida intelectual portuguesa, como esse exemplo de uma finura invulgar que é a palavra "culturalês", que ele criou para aplicar à linguagem utilizada por artistas. E vai daí, e do lugar da sua decadência cultural, tratar de opinar sobre o discurso das artes performativas em Portugal. Ao comentar como comentou um conjunto de grupos e de espectáculos o dr. Pacheco Pereira demonstrou o desconhecimento que manifesta em tudo o que diz respeito à cultura e à arte contemporâneas.
Pese embora não ver os espectáculos sobre cujos anúncios e o conteúdo se pronuncia, e pese embora, como o afirmou, ver filmes em casa, em DVD, do mesmo modo que alguém pode dizer que viu a Gioconda num calendário, o dr. Pacheco desta vez decidiu investir contra os artistas portugueses, porque não entende como estes possam ser subsidiados pelo Estado e pelos contribuintes, quando ele acha ridícula a linguagem por estes utilizada. O dr. Pacheco Pereira, que parece desconhecer que nos países da União Europeia, no Canadá e nos EUA a maioria das actividades produtivas são subsidiadas das mais diversas formas: da agricultura à investigação científica.
É um defensor dos mercados, desde que estes se comportem conforme ao seu mundo próprio, mas de facto nada sabe do mercado das artes, nem de subsídios como estratégias possíveis de criação na formação, nem de outras formas de investimento na criação de massa crítica. No seu mundo decadente os artistas e as personagens históricas nascem já como génios ou como personagens históricas, não experimentam, não falham, não erram, não persistem. A ignorância do dr. Pacheco Pereira é grande no que diz respeito às artes contemporâneas e à evolução que as suas múltiplas formas têm tomado desde as vanguardas da década de 1970. E por isso estranha que se conceba e realize um espectáculo para cinco pessoas. Há espectáculos para cinco, para um, para dez ou para centenas de espectadores e não é pela quantidade de público que se determina a sua qualidade, nem tão-pouco há uma relação directa entre custo e qualidade.
O dr. Pacheco Pereira deveria saber que a arte exige um pensamento sofisticado e que, a pronunciar-se sobre ela, deveria ter estudado, visto, investigado. Talvez, se tivesse lido alguns textos de Hal Foster, Didier-Huberman, Jacques Rancière, Giorgio Agamben, Penny Phelan, Susan Foster, Homi K. Bhabha, André Lepecki, ou mesmo alguns de autores mais antigos, como algumas páginas de Crítica da Faculdade de Julgar, de Kant, no que diz respeito à autonomia da arte ou Organon de Brecht no que diz respeito aos heróis demasiado humanos, não tivesse proferido tão soberbas opiniões. Afinal, toda avaliação do dr. Pacheco Pereira sobre os artistas que fazem arte contemporânea baseia-se em provas, em argumentação? Não, é apenas a sua opinião. Quero com isto dizer que todos os artistas portugueses são bons e o que fazem é excelente? Não. Há alguns muito pouco interessantes e há obras que muitas vezes nos levam a lamentar o tempo passado a contemplá-las.
Mas o contrário também é verdadeiro e bastante mais frequente: há artistas contemporâneos em Portugal a criar obras fantásticas, que alargam o mundo, que alargam a nossa percepção do mundo e nos transformam. E tal como na investigação em todos os ramos das ciências, na criação artística existem falhas, cometem-se erros e há tempo perdido, mas isso faz parte da natureza da produção contemporânea. Este tipo de artigos, como o do dr. Pacheco Pereira, não é inocente. Antes prepara e condiciona a opinião pública, que já muito facilmente considera como desperdício os subsídios concedidos aos artistas, apresentando-os como portadores de uma linguagem cifrada, inspirando-se e criando sobre coisas materiais do quotidiano e não bélicas, que é o que entusiasma o dr. Pacheco Pereira.
Mais uma vez, um pouco de estudo sobre a história da arte e ele perceberia que os quartos do hotel e o quotidiano de que falava o performer são matéria de trabalho artístico numa história que pode ser encontrada tanto em Bizâncio como nos infortúnios no cinema de Apiachtpong. Este tipo de artigos feitos a partir, de facto, de um lugar decadente, de um lugar sem esperança, são na sua falsa cautela com o erário público de uma enorme perversidade, pois servem de pretexto para retirar os subsídios aos artistas, porque supostamente o que estes produzem fica aquém dos mínimos.
Será que o dr. Pacheco Pereira já se questionou se o que ganha, tal como os seus colegas deputados, e que representa duas vezes e meia mais do salário de um artista português das artes performativas a recibos verdes, pode parecernos excessivo, dado que aquilo que vemos produzir por si e pela grande maioria dos seus colegas nos parece ser absolutamente irrisório? Ao que nos é dado ver de fora da AR através dos jornais e da TV, porque havemos de continuar a subsidiar os senhores deputados que produzem pouco, que têm uma linguagem pobre, maioritariamente desprovidos de qualquer criatividade política? Não, não estamos já a diabolizar os políticosdeputados. Seria de uma leviandade, pese embora que nos daria algum prazer imaginar legislatura, apenas como experiência, o orçamento da da República fosse trocado pelo do Teatro S. Carlos e vice-versa. Um dos problemas dos portugueses é o de muitas vezes não saberem comunicar.
Sim, os artistas portugueses deveriam saber escrever bom português como todos os cidadãos, mas não é isso que se espera deles: espera-se mais, espera-se que sejam capazes de transmitir a singularidade da sua obra, e para isso há especialistas que o fazem e bem mas... custa dinheiro. E portanto são eles que o fazem; mal sim, e às vezes com uma dose de ligeireza que não é correcta, mas que deriva da enorme instabilidade financeira em que vivem na maioria dos casos.
Mas imaginemos que o dr. Pacheco Pereira, nas suas aulas de história política, queria explicar o Lago dos Cisnes aos seus estudantes. Se tem recursos financeiros para isso contrata uma companhia de ballet para que os estudantes possam ver a obra a que se refere. Se não tem tais recursos, será ele próprio a interpretar o papel do Príncipe Sigfried e a ter de executar os vários entrechats, pirouettes, grands jetés à frente dos seus estudantes. Não me parece que a solução fosse mais feliz e mais convincente que a prosa do Miguel Bonneville sobre a sua performance [na foto] e que foi o alvo da grande crítica e indignação do historiador.
Não vivera o dr. Pacheco Pereira no seu mundo decadente e politicamente autocentrado e deveria admitir a sua enorme ignorância em muitas matérias, e em arte em especial, e então talvez começar por estudar, ler e voltar a estudar e depois ver espectáculos, e cinema, e ouvir música numa sala de concertos, e gostar ou desgostar, entusiasmar-se ou angustiar-se, emocionar-se, se ainda for capaz, e admitir a estranheza ou exaltar-se com a beleza que pode emergir no mundo de hoje, e então pronunciar-se. De outro modo tudo não passará de uma visão decadente sobre o mundo, revelando uma obscenidade preconceituosa contra a produção artística contemporânea. António Pinto Ribeiro - Ensaísta e programador cultural"
PACHECO PEREIRA DE FURIOSO ULTRA ESQUERDISTA
CONVOLADO EM PATÉTICO DEFENSOR DAS MAIS
CONSERVADORAS TEORIAS E REACIONÁRIAS IDEIAS
POLÍTICAS, CORROSIVO PROVOCADOR ATRAVÉS
DA PENA ,COMO AÇOUGUEIRO DE PALAVRAS, JÁ QUE
É DIFICIL FALAR EM ESCRITOR, OU JORNALISTA,
É AGORA RADIOGRAFADO NUM BRILHANTE TEXTO
DE ANTÓNIO PINTO RIBEIRO ,QUE A TRANCA AQUI
REPRODUZ:
O mundo decadente do dr Pacheco Pereira (opinião de António Pinto Ribeiro, hoje no Público)
"Público, 13 Agosto 2010
O dr. Pacheco Pereira decidiu fazer na revista Sábado um conjunto de comentários sobre a criação artística contemporânea em Portugal. O teor dos comentários indicava essa obsessão que o político tem por controlar tudo o que aparece no espaço público e revelava nos mesmos comentários que o seu mundo de referências culturais para a arte é um mundo decadente.
O dr. Pacheco Pereira, que é o político que mais espaço ocupa na comunicação social, tem um desejo incontido de querer arregimentar o país. O dr. Pacheco Pereira quer arregimentar a relação dos jornalistas com os políticos (lembramo-nos todos do triste episódio quando, enquanto líder da bancada do PSD, quis impor normas de acesso dos jornalistas aos deputados da AR), quer impor quais são os bons e os maus jornais, quer decidir quais as boas e as más notícias. No programa que tem na SIC, supostamente sobre comunicação social, é constrangedor ouvir o elevado número de lugarescomuns que profere sobre jornalismo, sem apresentar qualquer fundamentação teórica, quer dos cânones das ciências da comunicação, quer das teorias mais recentes sobre comunicação em espaço público.
Muito recentemente, o dr. Pacheco Pereira achou que também tinha algo a dizer sobre como arregimentar as artes em Portugal, em particular sobre todas as actividades artísticas que não conhece. E porquê? Porque se considera a si próprio um legislador de poéticas possíveis e autor de expressões que acha que são de um enorme contributo para a vida intelectual portuguesa, como esse exemplo de uma finura invulgar que é a palavra "culturalês", que ele criou para aplicar à linguagem utilizada por artistas. E vai daí, e do lugar da sua decadência cultural, tratar de opinar sobre o discurso das artes performativas em Portugal. Ao comentar como comentou um conjunto de grupos e de espectáculos o dr. Pacheco Pereira demonstrou o desconhecimento que manifesta em tudo o que diz respeito à cultura e à arte contemporâneas.
Pese embora não ver os espectáculos sobre cujos anúncios e o conteúdo se pronuncia, e pese embora, como o afirmou, ver filmes em casa, em DVD, do mesmo modo que alguém pode dizer que viu a Gioconda num calendário, o dr. Pacheco desta vez decidiu investir contra os artistas portugueses, porque não entende como estes possam ser subsidiados pelo Estado e pelos contribuintes, quando ele acha ridícula a linguagem por estes utilizada. O dr. Pacheco Pereira, que parece desconhecer que nos países da União Europeia, no Canadá e nos EUA a maioria das actividades produtivas são subsidiadas das mais diversas formas: da agricultura à investigação científica.
É um defensor dos mercados, desde que estes se comportem conforme ao seu mundo próprio, mas de facto nada sabe do mercado das artes, nem de subsídios como estratégias possíveis de criação na formação, nem de outras formas de investimento na criação de massa crítica. No seu mundo decadente os artistas e as personagens históricas nascem já como génios ou como personagens históricas, não experimentam, não falham, não erram, não persistem. A ignorância do dr. Pacheco Pereira é grande no que diz respeito às artes contemporâneas e à evolução que as suas múltiplas formas têm tomado desde as vanguardas da década de 1970. E por isso estranha que se conceba e realize um espectáculo para cinco pessoas. Há espectáculos para cinco, para um, para dez ou para centenas de espectadores e não é pela quantidade de público que se determina a sua qualidade, nem tão-pouco há uma relação directa entre custo e qualidade.
O dr. Pacheco Pereira deveria saber que a arte exige um pensamento sofisticado e que, a pronunciar-se sobre ela, deveria ter estudado, visto, investigado. Talvez, se tivesse lido alguns textos de Hal Foster, Didier-Huberman, Jacques Rancière, Giorgio Agamben, Penny Phelan, Susan Foster, Homi K. Bhabha, André Lepecki, ou mesmo alguns de autores mais antigos, como algumas páginas de Crítica da Faculdade de Julgar, de Kant, no que diz respeito à autonomia da arte ou Organon de Brecht no que diz respeito aos heróis demasiado humanos, não tivesse proferido tão soberbas opiniões. Afinal, toda avaliação do dr. Pacheco Pereira sobre os artistas que fazem arte contemporânea baseia-se em provas, em argumentação? Não, é apenas a sua opinião. Quero com isto dizer que todos os artistas portugueses são bons e o que fazem é excelente? Não. Há alguns muito pouco interessantes e há obras que muitas vezes nos levam a lamentar o tempo passado a contemplá-las.
Mas o contrário também é verdadeiro e bastante mais frequente: há artistas contemporâneos em Portugal a criar obras fantásticas, que alargam o mundo, que alargam a nossa percepção do mundo e nos transformam. E tal como na investigação em todos os ramos das ciências, na criação artística existem falhas, cometem-se erros e há tempo perdido, mas isso faz parte da natureza da produção contemporânea. Este tipo de artigos, como o do dr. Pacheco Pereira, não é inocente. Antes prepara e condiciona a opinião pública, que já muito facilmente considera como desperdício os subsídios concedidos aos artistas, apresentando-os como portadores de uma linguagem cifrada, inspirando-se e criando sobre coisas materiais do quotidiano e não bélicas, que é o que entusiasma o dr. Pacheco Pereira.
Mais uma vez, um pouco de estudo sobre a história da arte e ele perceberia que os quartos do hotel e o quotidiano de que falava o performer são matéria de trabalho artístico numa história que pode ser encontrada tanto em Bizâncio como nos infortúnios no cinema de Apiachtpong. Este tipo de artigos feitos a partir, de facto, de um lugar decadente, de um lugar sem esperança, são na sua falsa cautela com o erário público de uma enorme perversidade, pois servem de pretexto para retirar os subsídios aos artistas, porque supostamente o que estes produzem fica aquém dos mínimos.
Será que o dr. Pacheco Pereira já se questionou se o que ganha, tal como os seus colegas deputados, e que representa duas vezes e meia mais do salário de um artista português das artes performativas a recibos verdes, pode parecernos excessivo, dado que aquilo que vemos produzir por si e pela grande maioria dos seus colegas nos parece ser absolutamente irrisório? Ao que nos é dado ver de fora da AR através dos jornais e da TV, porque havemos de continuar a subsidiar os senhores deputados que produzem pouco, que têm uma linguagem pobre, maioritariamente desprovidos de qualquer criatividade política? Não, não estamos já a diabolizar os políticosdeputados. Seria de uma leviandade, pese embora que nos daria algum prazer imaginar legislatura, apenas como experiência, o orçamento da da República fosse trocado pelo do Teatro S. Carlos e vice-versa. Um dos problemas dos portugueses é o de muitas vezes não saberem comunicar.
Sim, os artistas portugueses deveriam saber escrever bom português como todos os cidadãos, mas não é isso que se espera deles: espera-se mais, espera-se que sejam capazes de transmitir a singularidade da sua obra, e para isso há especialistas que o fazem e bem mas... custa dinheiro. E portanto são eles que o fazem; mal sim, e às vezes com uma dose de ligeireza que não é correcta, mas que deriva da enorme instabilidade financeira em que vivem na maioria dos casos.
Mas imaginemos que o dr. Pacheco Pereira, nas suas aulas de história política, queria explicar o Lago dos Cisnes aos seus estudantes. Se tem recursos financeiros para isso contrata uma companhia de ballet para que os estudantes possam ver a obra a que se refere. Se não tem tais recursos, será ele próprio a interpretar o papel do Príncipe Sigfried e a ter de executar os vários entrechats, pirouettes, grands jetés à frente dos seus estudantes. Não me parece que a solução fosse mais feliz e mais convincente que a prosa do Miguel Bonneville sobre a sua performance [na foto] e que foi o alvo da grande crítica e indignação do historiador.
Não vivera o dr. Pacheco Pereira no seu mundo decadente e politicamente autocentrado e deveria admitir a sua enorme ignorância em muitas matérias, e em arte em especial, e então talvez começar por estudar, ler e voltar a estudar e depois ver espectáculos, e cinema, e ouvir música numa sala de concertos, e gostar ou desgostar, entusiasmar-se ou angustiar-se, emocionar-se, se ainda for capaz, e admitir a estranheza ou exaltar-se com a beleza que pode emergir no mundo de hoje, e então pronunciar-se. De outro modo tudo não passará de uma visão decadente sobre o mundo, revelando uma obscenidade preconceituosa contra a produção artística contemporânea. António Pinto Ribeiro - Ensaísta e programador cultural"
quinta-feira, agosto 12, 2010
loucura e subversão
.
Hermann no TAL CANAL, na melhor época da sua carreira.
Momentos houve, em que as lágrimas de tanto rir ,não me deixavem vêr as imagens
Hermann no TAL CANAL, na melhor época da sua carreira.
Momentos houve, em que as lágrimas de tanto rir ,não me deixavem vêr as imagens
EM SAGRES, AMANHÃ E DEPOIS, FESTIVAL SUPER BOCK,SUPER FEST
.
PARA QUEM ESTÁ CÁ POR BAIXO
PELO SUL, UM PULO A SAGRES
É RECOMENDÁVEL

O cartaz do festival Super Bock Surf Fest, que decorre nos dias 12 e 13 de Agosto em Sagres, está completo.
No Palco Super Bock no dia 12 vão passar Anthony B, Alborosie, David Fonseca, Soldiers of Jah Army e Mikkel Solnado; na Tenda Electrónica conta com DJ Patife e Sierra Sam. A 13 de Agosto, no palco Super Bock conta com Patrice, Vanessa da Mata, Freddy Locks e Mercado Negro; enquanto na Tenda Electrónica passam João Maria, Nuno Di Rosso e Miguel Neto.
Os portadores de passe poderão usufruir de campismo gratuito no Parque Orbitur de Sagres, classificado com 4 estrelas, entre os dias 11 a 14 de Agosto.
Os preços para este festival são de 25 Euros para o bilhete diário e de 40 Euros para o passe de dois dias
PARA QUEM ESTÁ CÁ POR BAIXO
PELO SUL, UM PULO A SAGRES
É RECOMENDÁVEL
O cartaz do festival Super Bock Surf Fest, que decorre nos dias 12 e 13 de Agosto em Sagres, está completo.
No Palco Super Bock no dia 12 vão passar Anthony B, Alborosie, David Fonseca, Soldiers of Jah Army e Mikkel Solnado; na Tenda Electrónica conta com DJ Patife e Sierra Sam. A 13 de Agosto, no palco Super Bock conta com Patrice, Vanessa da Mata, Freddy Locks e Mercado Negro; enquanto na Tenda Electrónica passam João Maria, Nuno Di Rosso e Miguel Neto.
Os portadores de passe poderão usufruir de campismo gratuito no Parque Orbitur de Sagres, classificado com 4 estrelas, entre os dias 11 a 14 de Agosto.
Os preços para este festival são de 25 Euros para o bilhete diário e de 40 Euros para o passe de dois dias
preliminares
.
LÓGICA DAS FREIRAS - Muito boa!
Duas freiras saíram do convento para vender biscoitos
Uma é Irmã Maria e a outra é a Irmã Léia.
Irmã Maria - Está ficando escuro e nós ainda estamos longe do convento !!!
Irmã Léia: - Você reparou que um homem está nos seguindo há uma meia hora?
Irmã Maria - Sim, o que será que ele quer?
Irmã Léia: - É lógico! Ele quer nos estuprar.:
Irmã Maria - Oh, não! Se continuarmos neste ritmo ele vai nos
alcançar, no máximo em 15 minutos. O que vamos fazer?
Irmã Léia: - A única coisa Lógica a fazer é andarmos mais rápido!!!
Irmã Maria - Não está funcionando.
Irmã Léia: - Claro que não! Ele fez a única coisa lógica a fazer, ele
também começou andar mais rápido.
Irmã Maria - E agora, o que devemos fazer? Ele nos alcançará em 1 minuto!
Irmã Léia: - A única coisa lógica que nos resta fazer, é nos separar!
Você vai para aquele lado e eu vou pelo outro. Ele não poderá
seguir-nos as duas, ao mesmo tempo.
Então, o homem decidiu seguir Irmã Léia.
A Irmã Maria chegou ao convento, preocupada com o que poderia ter acontecido à Irmã Léia.
Passado um bom tempo, eis que chega Irmã Léia.
Irmã Maria - Irmã Léia !!! Graças a Deus você chegou! Me conte o que aconteceu!!!
Irmã Léia: - Aconteceu o lógico. O homem não podia seguir-nos as duas, então ele optou por me seguir.
Irmã Maria - Então, o que aconteceu?
Irmã Léia: - O lógico, eu comecei a correr o mais rápido que podia e ele correu o mais rápido que ele podia, também...
Irmã Maria - E então?....
Irmã Léia: - Novamente aconteceu o lógico: ele me alcançou.
Irmã Maria - Oh, meu Deus! O que você fez?
Irmã Léia: - Eu fiz o lógico: levantei meu hábito.
Irmã Maria - Oh, Irmã Léia!!!! E o que o homem fez ?
Irmã Léia: - Ele, também, fez o lógico: abaixou as calças.
Irmã Maria - Oh, não!!!!! O que aconteceu depois?
Irmã Léia: - Aconteceu o óbvio, Irmã Maria. Uma freira com o hábito levantado consegue correr muito mais rápido do que um homem com as calças abaixadas !!!
SE VOCÊ PENSOU EM OUTRO FIM PARA A HISTÓRIA, REZE: 200 AVE-MARIAS E 100 PAI-NOSSOS, CRIATURA PERVERTIDA !!!!
E PEÇA A DEUS PARA LIMPAR SUA MENTE POLUÍDA.
PODE COMEÇAR A REZAR.
LÓGICA DAS FREIRAS - Muito boa!
Duas freiras saíram do convento para vender biscoitos
Uma é Irmã Maria e a outra é a Irmã Léia.
Irmã Maria - Está ficando escuro e nós ainda estamos longe do convento !!!
Irmã Léia: - Você reparou que um homem está nos seguindo há uma meia hora?
Irmã Maria - Sim, o que será que ele quer?
Irmã Léia: - É lógico! Ele quer nos estuprar.:
Irmã Maria - Oh, não! Se continuarmos neste ritmo ele vai nos
alcançar, no máximo em 15 minutos. O que vamos fazer?
Irmã Léia: - A única coisa Lógica a fazer é andarmos mais rápido!!!
Irmã Maria - Não está funcionando.
Irmã Léia: - Claro que não! Ele fez a única coisa lógica a fazer, ele
também começou andar mais rápido.
Irmã Maria - E agora, o que devemos fazer? Ele nos alcançará em 1 minuto!
Irmã Léia: - A única coisa lógica que nos resta fazer, é nos separar!
Você vai para aquele lado e eu vou pelo outro. Ele não poderá
seguir-nos as duas, ao mesmo tempo.
Então, o homem decidiu seguir Irmã Léia.
A Irmã Maria chegou ao convento, preocupada com o que poderia ter acontecido à Irmã Léia.
Passado um bom tempo, eis que chega Irmã Léia.
Irmã Maria - Irmã Léia !!! Graças a Deus você chegou! Me conte o que aconteceu!!!
Irmã Léia: - Aconteceu o lógico. O homem não podia seguir-nos as duas, então ele optou por me seguir.
Irmã Maria - Então, o que aconteceu?
Irmã Léia: - O lógico, eu comecei a correr o mais rápido que podia e ele correu o mais rápido que ele podia, também...
Irmã Maria - E então?....
Irmã Léia: - Novamente aconteceu o lógico: ele me alcançou.
Irmã Maria - Oh, meu Deus! O que você fez?
Irmã Léia: - Eu fiz o lógico: levantei meu hábito.
Irmã Maria - Oh, Irmã Léia!!!! E o que o homem fez ?
Irmã Léia: - Ele, também, fez o lógico: abaixou as calças.
Irmã Maria - Oh, não!!!!! O que aconteceu depois?
Irmã Léia: - Aconteceu o óbvio, Irmã Maria. Uma freira com o hábito levantado consegue correr muito mais rápido do que um homem com as calças abaixadas !!!
SE VOCÊ PENSOU EM OUTRO FIM PARA A HISTÓRIA, REZE: 200 AVE-MARIAS E 100 PAI-NOSSOS, CRIATURA PERVERTIDA !!!!
E PEÇA A DEUS PARA LIMPAR SUA MENTE POLUÍDA.
PODE COMEÇAR A REZAR.
quarta-feira, agosto 11, 2010
eles, os fanáticos) disseram
.
O ingrato mercenário João Moutinho pode juntar a terceira Super Taça às duas que já conquistou como capitão do meu Sporting a quem tudo deve, e isso ,incomodou-me.Mas como diz o povo, cão que não conhece o dono, nunca há-de conhecer o novo dono
(EDUARDO BARROSO) -SPORTING
.
Feio foi o festival de pancadaria protagonizado pelo Benfica perante a complacência de João Ferreira o arbitro do Tunel da Luz, e que aqui não conseguiu vêr nada que justificasse um amarelo em todo o jogo, ao Carlos Martins, que passou 90 minutos a distribuir pancada a todos os adversários que com ele se cruzassem
(MIGUEL SOUSA TAVARES). PORTO
.
O Sporting vendeu os seus jovens promissores MoutInho e Veloso,..mas em Alvalade ainda ficou uma jovem promessa- o Diogo Salomão, que tem encaNtado os adeptos e imprensa. A evolução de Salomão na sua primeira temporada como profissional, vai ser digna de toda a atenção por parte dos sportinguistas e por parte dos portistas.Vamos deixá-lo lá dois anos a rodar...
(LEONOR PINHÃO) -BENFICA
O ingrato mercenário João Moutinho pode juntar a terceira Super Taça às duas que já conquistou como capitão do meu Sporting a quem tudo deve, e isso ,incomodou-me.Mas como diz o povo, cão que não conhece o dono, nunca há-de conhecer o novo dono
(EDUARDO BARROSO) -SPORTING
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Feio foi o festival de pancadaria protagonizado pelo Benfica perante a complacência de João Ferreira o arbitro do Tunel da Luz, e que aqui não conseguiu vêr nada que justificasse um amarelo em todo o jogo, ao Carlos Martins, que passou 90 minutos a distribuir pancada a todos os adversários que com ele se cruzassem
(MIGUEL SOUSA TAVARES). PORTO
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O Sporting vendeu os seus jovens promissores MoutInho e Veloso,..mas em Alvalade ainda ficou uma jovem promessa- o Diogo Salomão, que tem encaNtado os adeptos e imprensa. A evolução de Salomão na sua primeira temporada como profissional, vai ser digna de toda a atenção por parte dos sportinguistas e por parte dos portistas.Vamos deixá-lo lá dois anos a rodar...
(LEONOR PINHÃO) -BENFICA
JOÃO ROUE COM A EQUIPA DE ANDEBOL DA TAP SERVIÇOS-SUIÇA
.
O NOSSO COMPANHEIRO DA TAP
GENEVE ,JOÃO ROQUE, QUE SE
TEM DISTINGUIDO NOS NOSSOS
PALPITES, APARECE AQUI COM
A EQUIPA DE ANDEBOL DOS
NOSSOS COLEGAS DA TAP-
SERVIÇOS ,DA DELEGAÇÃO DA
SUIÇA

Da esquerda para a direita, em cima, João Frias, João Roque, João Paulo, Hélder Baptista, Nuno Martins, Dhiren, Eduardo, Hélder Simões, Vargas e Gabriel.
Em baixo, na mesma ordem, Nuno Chaves, João Samuel, Rui Pedro, Valente e Diogo
Uma saudação muito especial da TRANCA para o JOÃO ROQUE e para os nossos colegas da TAP Suiça.
O NOSSO COMPANHEIRO DA TAP
GENEVE ,JOÃO ROQUE, QUE SE
TEM DISTINGUIDO NOS NOSSOS
PALPITES, APARECE AQUI COM
A EQUIPA DE ANDEBOL DOS
NOSSOS COLEGAS DA TAP-
SERVIÇOS ,DA DELEGAÇÃO DA
SUIÇA
Da esquerda para a direita, em cima, João Frias, João Roque, João Paulo, Hélder Baptista, Nuno Martins, Dhiren, Eduardo, Hélder Simões, Vargas e Gabriel.
Em baixo, na mesma ordem, Nuno Chaves, João Samuel, Rui Pedro, Valente e Diogo
Uma saudação muito especial da TRANCA para o JOÃO ROQUE e para os nossos colegas da TAP Suiça.
terça-feira, agosto 10, 2010
preliminares
.
MINHA MARAVILHOSA VIZINHA BATE NA PORTA, LOGO ABRO E ELA ME DIZ:
"Escuta, cheguei agora, estou com uma vontade louca de me divertir, de me embebedar, de trepar a noite toda.....você está ocupado esta noite ? "
"NÃO"
“Então pode ficar com o meu cachorro ?”
MINHA MARAVILHOSA VIZINHA BATE NA PORTA, LOGO ABRO E ELA ME DIZ:
"Escuta, cheguei agora, estou com uma vontade louca de me divertir, de me embebedar, de trepar a noite toda.....você está ocupado esta noite ? "
"NÃO"
“Então pode ficar com o meu cachorro ?”
GENTE NOSSA - RICARDO DINIS,CLAUDIA,ODINA,VERA,TERESA ABRAÇOS e TIAGO SACRAMENTO
a 10 de AGOSTO nasceu ANNA COTRIM
.
A TRANCA DESCONHECE SE EXISTE
ALGUM ELO DE PARENTESCO COM
O NOSSO COMPANHEIRO ABEL COTRIM
Anna Cotrim, (São Paulo, 10 de Agosto de 1964), é uma atriz brasileira.

Anna Cotrim, atriz paulistana, começou a fazer aulas de teatro ainda em São Paulo, no Teatro Escola Macunaíma. Se mudou para o Rio de Janeiro no final dos anos 70, ingressando nessa mesma época no Teatro Tablado, de Maria Clara Machado. Foi aluna e dirigida pela mestra do teatro infantil em vários espetáculos. Nos anos 90 fez 3 espetáculos junto a Cia dos Atores, entre eles "A Bao A Qu (um lance de dados)" uma das primeiras experiências e pesquisas de linguagem da companhia. Ainda em teatro, trabalhou também ao lado de Augusto Boal, Alcione Araújo, Rubens Corrêa ...
Em sua trajetória no cinema tem: "Outras Estórias" - longa-metragem de Pedro Bial (1997), "Tieta do Agreste", de Cacá Diegues (1995), "Era uma vez ...", do Argentino Arturo Uranga (1993) e "Lamarca", de Sérgio Rezende (1994).
Sua experiência na TV começou em 1994, no programa "Você Decide", especial de final de ano e contou com a direção de Roberto Talma. Participou das novelas: "Porto dos Milagres" (2001), "Agora é que são elas" (2003), "Páginas da Vida" (2006), "O Profeta" (2007) ...
Só em 2008, passou pelos programas: “Toma Lá, Dá Cá”, “Malhação”, “Duas caras”, “Dicas de um Sedutor”, “Por toda minha vida” (sobre a vida de Dolores Duran) e “Faça sua história”, todos na mesma emissora, Rede Globo.
No momento pode ser vista no programa infantil diário, ”Teca na TV”, no Canal Futura , no longa-metragem de Bruno Barreto, “Última Parada 174”, como Walquiria, (já em DVD) ou na Comunidade do Vidigal, pois Anna também da aulas de interpretação no Nós do Morro.
No Cinema
2009 - Nosso Lar - como mãe de Heloisa - Wagner de Assis - Longa metragem
2008 - Última Parada 174 - como Walquiria - Bruno Barreto - Longa metragem
1997 - Outras Estórias - como Felícia - Pedro Bial - Longa metragem
1997 - Amar - Carlos Gregório - Curta metragem
1996 - Tieta do Agreste - como Perpétua (jovem) - Cacá Diegues - Longa metragem
1996 - Susi Q - Marcello Maia - Curta metragem
1995 - Seu garçon faça o favor de me trazer depressa - Marcello Maia - Curta metragem
1994 - Lamarca - como Guerrilheira - Sérgio Rezende - Longa metragem
1994 - Era Uma Vez ... - como Gralha - Arturo Uranga - Longa metragem
Na TV
2010 - Cama de Gato - Médica qua faz o parto de Débora (Rede Globo)
2010 - Viver a Vida - Psiquiatra Marina Arruda (Rede Globo)
2009 - Caras e Bocas - Bedel (Rede Globo)
2009 - Paraíso - Fisioterapeuta (Rede Globo)
2009 - Chamas da Vida - Advogada Tatiana (Rede Record)
2008 - Faça sua História - Dra. Nadine (Rede Globo)
2008 - Por Toda Minha Vida - Helenita (Rede Globo)
2008 - Dicas de Um Sedutor - Débora (Rede Globo)
2008 - Duas Caras - Telma (Rede Globo)
2008 - Toma Lá, Dá Cá - Repórter (Rede Globo)
2007 - Teca na TV - Tia Verinha (Canal Futura)
2007 - Carga Pesada - Delegada Virginia (Rede Globo)
2006 - O Profeta - Maria (Rede Globo)
2005 - Floribella - Lampência (Band)
2003 - Agora É Que São Elas - Ximena (Rede Globo)
2002 - Sabor da Paixão - Helonice (Rede Globo)
2001 - Porto dos Milagres - Francinete (Rede Globo)
1999 - Seriado Mulher - Cidinha (Rede Globo)
1995 - Malhação - Repórter (Rede Globo)
1994 - Você Decide - Nina (Rede Globo)
No Teatro
2007 - Eu nunca disse que Prestava / Roteiro e Direção de Rodrigo Penna
2006 - Os Cigarras e os Formigas / Direção de Bernardo Jablonsky e Fabiana Valor
2004 - A Aurora da minha Vida / Texto e Direção de Naum Alves de Souza
2002 - Polaroides Explícitas / Direção de Ary Coslov
2000 - A Rosa Tatuada / Direção de Felipe Tenreiro
1997 - Tristão e Isolda / Direção de Enrique Diaz e César Augusto, com a CIA dos Atores
1993 - Só eles o Sabem / Direção de Enrique Diaz, com a CIA dos Atores
1991 - Colombo / Direção de Marcus Alvisi
1990 - A Bao A Qu / Concepção e Direção de Enrique Diaz, com a CIA dos Atores
1989 - Eu, Henrique Vianna, 17 anos, ... / Direção de Bernardo Jablonsky
1988 - O Encontro Marcado / Direção de Augusto Boal
1988 - A Serpente / Direção de Dudu Sandroni
1988 - Camaleão na Lua / Direção de Cacá Mourthé
1987 - O Ateneu / Direção de Carlos Wilson
1986 - O Boi e o Burro a caminho de Belém / Direção de Maria Clara Machado
1986 - O Patinho Feio / Direção de Toninho Lopes
1984 - Maroquinha Fru-Fru / Direção de João Carlos Motta
1984 - O Doente Imaginário / Direção de José Eudes
1983 - Os XII Trabalhos de Hércules / Direção de Carlos Wilson
1982 - Os Cigarras e os Formigas / Direção de Maria Clara Machado
1980 - João e Maria / Direção de Maria Clara Machado
A TRANCA DESCONHECE SE EXISTE
ALGUM ELO DE PARENTESCO COM
O NOSSO COMPANHEIRO ABEL COTRIM
Anna Cotrim, (São Paulo, 10 de Agosto de 1964), é uma atriz brasileira.
Anna Cotrim, atriz paulistana, começou a fazer aulas de teatro ainda em São Paulo, no Teatro Escola Macunaíma. Se mudou para o Rio de Janeiro no final dos anos 70, ingressando nessa mesma época no Teatro Tablado, de Maria Clara Machado. Foi aluna e dirigida pela mestra do teatro infantil em vários espetáculos. Nos anos 90 fez 3 espetáculos junto a Cia dos Atores, entre eles "A Bao A Qu (um lance de dados)" uma das primeiras experiências e pesquisas de linguagem da companhia. Ainda em teatro, trabalhou também ao lado de Augusto Boal, Alcione Araújo, Rubens Corrêa ...
Em sua trajetória no cinema tem: "Outras Estórias" - longa-metragem de Pedro Bial (1997), "Tieta do Agreste", de Cacá Diegues (1995), "Era uma vez ...", do Argentino Arturo Uranga (1993) e "Lamarca", de Sérgio Rezende (1994).
Sua experiência na TV começou em 1994, no programa "Você Decide", especial de final de ano e contou com a direção de Roberto Talma. Participou das novelas: "Porto dos Milagres" (2001), "Agora é que são elas" (2003), "Páginas da Vida" (2006), "O Profeta" (2007) ...
Só em 2008, passou pelos programas: “Toma Lá, Dá Cá”, “Malhação”, “Duas caras”, “Dicas de um Sedutor”, “Por toda minha vida” (sobre a vida de Dolores Duran) e “Faça sua história”, todos na mesma emissora, Rede Globo.
No momento pode ser vista no programa infantil diário, ”Teca na TV”, no Canal Futura , no longa-metragem de Bruno Barreto, “Última Parada 174”, como Walquiria, (já em DVD) ou na Comunidade do Vidigal, pois Anna também da aulas de interpretação no Nós do Morro.
No Cinema
2009 - Nosso Lar - como mãe de Heloisa - Wagner de Assis - Longa metragem
2008 - Última Parada 174 - como Walquiria - Bruno Barreto - Longa metragem
1997 - Outras Estórias - como Felícia - Pedro Bial - Longa metragem
1997 - Amar - Carlos Gregório - Curta metragem
1996 - Tieta do Agreste - como Perpétua (jovem) - Cacá Diegues - Longa metragem
1996 - Susi Q - Marcello Maia - Curta metragem
1995 - Seu garçon faça o favor de me trazer depressa - Marcello Maia - Curta metragem
1994 - Lamarca - como Guerrilheira - Sérgio Rezende - Longa metragem
1994 - Era Uma Vez ... - como Gralha - Arturo Uranga - Longa metragem
Na TV
2010 - Cama de Gato - Médica qua faz o parto de Débora (Rede Globo)
2010 - Viver a Vida - Psiquiatra Marina Arruda (Rede Globo)
2009 - Caras e Bocas - Bedel (Rede Globo)
2009 - Paraíso - Fisioterapeuta (Rede Globo)
2009 - Chamas da Vida - Advogada Tatiana (Rede Record)
2008 - Faça sua História - Dra. Nadine (Rede Globo)
2008 - Por Toda Minha Vida - Helenita (Rede Globo)
2008 - Dicas de Um Sedutor - Débora (Rede Globo)
2008 - Duas Caras - Telma (Rede Globo)
2008 - Toma Lá, Dá Cá - Repórter (Rede Globo)
2007 - Teca na TV - Tia Verinha (Canal Futura)
2007 - Carga Pesada - Delegada Virginia (Rede Globo)
2006 - O Profeta - Maria (Rede Globo)
2005 - Floribella - Lampência (Band)
2003 - Agora É Que São Elas - Ximena (Rede Globo)
2002 - Sabor da Paixão - Helonice (Rede Globo)
2001 - Porto dos Milagres - Francinete (Rede Globo)
1999 - Seriado Mulher - Cidinha (Rede Globo)
1995 - Malhação - Repórter (Rede Globo)
1994 - Você Decide - Nina (Rede Globo)
No Teatro
2007 - Eu nunca disse que Prestava / Roteiro e Direção de Rodrigo Penna
2006 - Os Cigarras e os Formigas / Direção de Bernardo Jablonsky e Fabiana Valor
2004 - A Aurora da minha Vida / Texto e Direção de Naum Alves de Souza
2002 - Polaroides Explícitas / Direção de Ary Coslov
2000 - A Rosa Tatuada / Direção de Felipe Tenreiro
1997 - Tristão e Isolda / Direção de Enrique Diaz e César Augusto, com a CIA dos Atores
1993 - Só eles o Sabem / Direção de Enrique Diaz, com a CIA dos Atores
1991 - Colombo / Direção de Marcus Alvisi
1990 - A Bao A Qu / Concepção e Direção de Enrique Diaz, com a CIA dos Atores
1989 - Eu, Henrique Vianna, 17 anos, ... / Direção de Bernardo Jablonsky
1988 - O Encontro Marcado / Direção de Augusto Boal
1988 - A Serpente / Direção de Dudu Sandroni
1988 - Camaleão na Lua / Direção de Cacá Mourthé
1987 - O Ateneu / Direção de Carlos Wilson
1986 - O Boi e o Burro a caminho de Belém / Direção de Maria Clara Machado
1986 - O Patinho Feio / Direção de Toninho Lopes
1984 - Maroquinha Fru-Fru / Direção de João Carlos Motta
1984 - O Doente Imaginário / Direção de José Eudes
1983 - Os XII Trabalhos de Hércules / Direção de Carlos Wilson
1982 - Os Cigarras e os Formigas / Direção de Maria Clara Machado
1980 - João e Maria / Direção de Maria Clara Machado
segunda-feira, agosto 09, 2010
consta
.
que...
IZMAILOV NO BENFICA POR TROCA COM MAKUKULA E 5 MILHÕES


In Correio Da Manha:
Segundo apurou o CM, o Benfica até estava receptivo a receber o russo de 27 anos num negócio que deveria rondar os cinco milhões de euros, mas Jorge Jesus queria ter o jogador já disponível mas este continua limitado no joelho direito a fazer tratamento, o que obstou à concretização do acordo. Seria uma compra pura, apesar de o Benfica ter um excedentário que já tinha sido falado nos corredores de Alvalade como opção de troca: o ponta-de-lança internacional português Makukula. Costinha assinou um mandato para a venda do atleta, que também já foi oferecido ao Maiorca.
que...
IZMAILOV NO BENFICA POR TROCA COM MAKUKULA E 5 MILHÕES
In Correio Da Manha:
Segundo apurou o CM, o Benfica até estava receptivo a receber o russo de 27 anos num negócio que deveria rondar os cinco milhões de euros, mas Jorge Jesus queria ter o jogador já disponível mas este continua limitado no joelho direito a fazer tratamento, o que obstou à concretização do acordo. Seria uma compra pura, apesar de o Benfica ter um excedentário que já tinha sido falado nos corredores de Alvalade como opção de troca: o ponta-de-lança internacional português Makukula. Costinha assinou um mandato para a venda do atleta, que também já foi oferecido ao Maiorca.
gente nossa - a LENA SOARES
A 9 DE AGOSTO foi inaugurada a CAPELA SISTINA
.
Capela Sistina
A Capela Sistina (em italiano: Cappella Sistina) é uma capela situada no Palácio Apostólico, residência oficial do Papa na Cidade do Vaticano. É famosa pela sua arquitetura, inspirada no Templo de Salomão do Antigo Testamento, e sua decoração em afrescos, pintada pelos maiores artistas da Renascença, incluindo Michelangelo, Raphael, Bernini e Sandro Botticelli.
A capela tem o seu nome em homenagem ao Papa Sisto IV, que restaurou a antiga Capela Magna, entre 1477 e 1480. Durante este período, uma equipe de pintores que incluiu Pietro Perugino, Sandro Botticelli e Domenico Ghirlandaio criaram uma série de painéis de afrescos que retratam a vida de Moisés e de Cristo, juntamente com retratos papais e da ancestralidade de Jesus. Estas pinturas foram concluídas em 1482, e em 15 de agosto de 1483, Sisto IV consagrou a primeira missa em honra a Nossa Senhora da Assunção.
Desde a época de Sisto IV, a capela serviu como um lugar tanto para religiosos, como funcionários para atividades papais. Hoje é o local onde se realiza o conclave, o processo pelo qual um novo Papa é escolhido.
Contexto histórico
A passagem do Quattrocento para o Cinquecento foi um dos momentos mais marcantes para a História da arte ocidental, quiçá mundial. A Itália, com epicentro em Florença, deu ao mundo uma tal gama de geniais artistas que parece milagrosa. "Não há como explicar a existência do gênio. É preferível apreciá-lo", diz Gombrich, tentando entender por que tantos grandes mestres nasceram no mesmo período.
A Capela Sistina é um dos locais mais propícios para aquilatar a dimensão desta explosão criativa. Para a sua feitura concorreram os maiores nomes de que dispunha a Itália no momento.
Sisto IV, como parte da política que empreendia para o restabelecimento do prestígio e fortalecimento do papado, convocou a Roma os maiores artistas da Itália. Florença era o centro de excelência até então. De lá e da Úmbria vieram os maiores nomes, fato que deslocaria para Roma a capitalidade cultural, que atingiria o zênite algumas décadas depois, com a eleição de Júlio II para ocupar a Cátedra de São Pedro. Para a história da cultura o significado do projeto e construção da Sistina é imenso, juntamente com as demais obras encomendadas por Sisto IV. Não somente porque marca o deslocamento da capitalidade cultural para Roma, mas por se tratar do ciclo pictórico de maior relevo da Itália no final do século XV, "constituindo além disso um documento inapreciável para observar as virtudes e os limites da pintura do Quattrocento'".
Com exceção de Ghirlandaio, os pintores que nela assinalaram seus talentos avançam com a sua obra o século seguinte e os gênios que mudaram os rumos da pintura no período estão todos estreitamente relacionados com eles: Ghirlandaio fora mestre de Michelangelo; Rafael aprendiz de Perugino; e no atelier de Verrocchio passaram: Leonardo, Perugino e Botticelli.
Mais que um liame entre o Quattrocento e o Cinquecento, esta geração de artistas "representa um ponto final, a constatação de uma crise. Algo que ficará manifesto pelo fato de que tanto Leonardo como Michelangelo construírem em boa medida suas respectivas linguagens sobre a negação da deles".[2]
Arquitetura e decoração
Baccio Pontelli foi o autor do projeto arquitetônico para a construção da capela. Este florentino era um dos responsáveis pela reformulação e revitalização urbanística que Sisto IV efetuava em Roma, tendo realizado dezenas de obras públicas.
Vista externa da Capela Sistina do alto da Basílica de São Pedro.No projeto, construído com a supervisão de Giovannino de Dolci entre 1473 e 1484, emprestaram seus dons: Perugino, Botticelli, Ghirlandaio, Rosselli, Signorelli, Pinturicchio, Piero di Cosimo, Bartolomeo della Gatta, Rafael e outros. Coroando este festival, alguns anos depois, um dos maiores gênios artísticos de todos os tempos: Michelangelo Buonarroti.
As dimensões do projeto de Baccio Pontelli tiveram como inspiração as descrições contidas no Antigo Testamento relativas ao Templo de Salomão. A sua forma é retangular medindo 40,93 m de longitude, 13,41 m e largura e 20,70 m de altura. Os numerosos artistas vestiram o seu interior, esculpindo e pintando as suas paredes, transformando-a em um estupendo e célebre lugar conhecido em todo o mundo pelas maravilhosas obras de arte que encerra.
Uma finíssima transenna de mármore, em que trabalharam Mino de Fiesole, Giovanni Dálmata e Andréa Bregno, divide a capela em duas partes desiguais. Os mesmos artistas levaram a cabo a construção do coro.
Internamente, as paredes, divididas por cornijas horizontais, apresentam 3 níveis:
o primeiro nível, junto ao chão em mármore - que, em alguns setores, apresenta o característico marchetado cosmatesco - simula refinadas tapeçarias. No lado direito, próximo à transenna está o coro;
o intermediário é onde figuram os afrescos narrando os episódios da vida de Cristo e de Moisés. A cronologia inicia-se a partir da parede do altar, onde se encontravam, antes da feitura do Juízo Final de Michelangelo, as primeiras cenas e um retábulo de Perugino representando a Virgem da Assunção, a quem foi dedicada a capela.
o nível mais alto, onde estão as pilastras que sustentam os pendentes do teto. Acima da cornija estão situadas as lunettes, entre as quais foram alocadas as imagens dos primeiros papas.
Capela Sistina
A Capela Sistina (em italiano: Cappella Sistina) é uma capela situada no Palácio Apostólico, residência oficial do Papa na Cidade do Vaticano. É famosa pela sua arquitetura, inspirada no Templo de Salomão do Antigo Testamento, e sua decoração em afrescos, pintada pelos maiores artistas da Renascença, incluindo Michelangelo, Raphael, Bernini e Sandro Botticelli.
A capela tem o seu nome em homenagem ao Papa Sisto IV, que restaurou a antiga Capela Magna, entre 1477 e 1480. Durante este período, uma equipe de pintores que incluiu Pietro Perugino, Sandro Botticelli e Domenico Ghirlandaio criaram uma série de painéis de afrescos que retratam a vida de Moisés e de Cristo, juntamente com retratos papais e da ancestralidade de Jesus. Estas pinturas foram concluídas em 1482, e em 15 de agosto de 1483, Sisto IV consagrou a primeira missa em honra a Nossa Senhora da Assunção.
Desde a época de Sisto IV, a capela serviu como um lugar tanto para religiosos, como funcionários para atividades papais. Hoje é o local onde se realiza o conclave, o processo pelo qual um novo Papa é escolhido.
Contexto histórico
A passagem do Quattrocento para o Cinquecento foi um dos momentos mais marcantes para a História da arte ocidental, quiçá mundial. A Itália, com epicentro em Florença, deu ao mundo uma tal gama de geniais artistas que parece milagrosa. "Não há como explicar a existência do gênio. É preferível apreciá-lo", diz Gombrich, tentando entender por que tantos grandes mestres nasceram no mesmo período.
A Capela Sistina é um dos locais mais propícios para aquilatar a dimensão desta explosão criativa. Para a sua feitura concorreram os maiores nomes de que dispunha a Itália no momento.
Sisto IV, como parte da política que empreendia para o restabelecimento do prestígio e fortalecimento do papado, convocou a Roma os maiores artistas da Itália. Florença era o centro de excelência até então. De lá e da Úmbria vieram os maiores nomes, fato que deslocaria para Roma a capitalidade cultural, que atingiria o zênite algumas décadas depois, com a eleição de Júlio II para ocupar a Cátedra de São Pedro. Para a história da cultura o significado do projeto e construção da Sistina é imenso, juntamente com as demais obras encomendadas por Sisto IV. Não somente porque marca o deslocamento da capitalidade cultural para Roma, mas por se tratar do ciclo pictórico de maior relevo da Itália no final do século XV, "constituindo além disso um documento inapreciável para observar as virtudes e os limites da pintura do Quattrocento'".
Com exceção de Ghirlandaio, os pintores que nela assinalaram seus talentos avançam com a sua obra o século seguinte e os gênios que mudaram os rumos da pintura no período estão todos estreitamente relacionados com eles: Ghirlandaio fora mestre de Michelangelo; Rafael aprendiz de Perugino; e no atelier de Verrocchio passaram: Leonardo, Perugino e Botticelli.
Mais que um liame entre o Quattrocento e o Cinquecento, esta geração de artistas "representa um ponto final, a constatação de uma crise. Algo que ficará manifesto pelo fato de que tanto Leonardo como Michelangelo construírem em boa medida suas respectivas linguagens sobre a negação da deles".[2]
Arquitetura e decoração
Baccio Pontelli foi o autor do projeto arquitetônico para a construção da capela. Este florentino era um dos responsáveis pela reformulação e revitalização urbanística que Sisto IV efetuava em Roma, tendo realizado dezenas de obras públicas.
Vista externa da Capela Sistina do alto da Basílica de São Pedro.No projeto, construído com a supervisão de Giovannino de Dolci entre 1473 e 1484, emprestaram seus dons: Perugino, Botticelli, Ghirlandaio, Rosselli, Signorelli, Pinturicchio, Piero di Cosimo, Bartolomeo della Gatta, Rafael e outros. Coroando este festival, alguns anos depois, um dos maiores gênios artísticos de todos os tempos: Michelangelo Buonarroti.
As dimensões do projeto de Baccio Pontelli tiveram como inspiração as descrições contidas no Antigo Testamento relativas ao Templo de Salomão. A sua forma é retangular medindo 40,93 m de longitude, 13,41 m e largura e 20,70 m de altura. Os numerosos artistas vestiram o seu interior, esculpindo e pintando as suas paredes, transformando-a em um estupendo e célebre lugar conhecido em todo o mundo pelas maravilhosas obras de arte que encerra.
Uma finíssima transenna de mármore, em que trabalharam Mino de Fiesole, Giovanni Dálmata e Andréa Bregno, divide a capela em duas partes desiguais. Os mesmos artistas levaram a cabo a construção do coro.
Internamente, as paredes, divididas por cornijas horizontais, apresentam 3 níveis:
o primeiro nível, junto ao chão em mármore - que, em alguns setores, apresenta o característico marchetado cosmatesco - simula refinadas tapeçarias. No lado direito, próximo à transenna está o coro;
o intermediário é onde figuram os afrescos narrando os episódios da vida de Cristo e de Moisés. A cronologia inicia-se a partir da parede do altar, onde se encontravam, antes da feitura do Juízo Final de Michelangelo, as primeiras cenas e um retábulo de Perugino representando a Virgem da Assunção, a quem foi dedicada a capela.
o nível mais alto, onde estão as pilastras que sustentam os pendentes do teto. Acima da cornija estão situadas as lunettes, entre as quais foram alocadas as imagens dos primeiros papas.
eles disseram
.
O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que tem medo, muito longo para os que lamentam, muito curto para os que festejam. Mas, para os que amam, o tempo é eternidade..." (William Shakespeare).
.
O guarda redes Roberto vai dar muitas alegrias nesta época.Mas provavelmente não será aos benfiquistas.
(BARBA & CABELO)
.
Sporting proibe uso de vuvuzelas para que treinador e jogadores possam ouvir os assobios do público
(INIMIGO PUBLICO)
O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que tem medo, muito longo para os que lamentam, muito curto para os que festejam. Mas, para os que amam, o tempo é eternidade..." (William Shakespeare).
.
O guarda redes Roberto vai dar muitas alegrias nesta época.Mas provavelmente não será aos benfiquistas.
(BARBA & CABELO)
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Sporting proibe uso de vuvuzelas para que treinador e jogadores possam ouvir os assobios do público
(INIMIGO PUBLICO)
domingo, agosto 08, 2010
preliminares
.
Duas tias riquissimas de boas famílias encontram-se casualmente com um loira nova-rica numa confeitaria da Foz.
Diz a primeira: - Ontem passei na Boavista e vi um relógio lindissimo cravejado de ouro e diamantes. Cheguei a casa e não resisti em contar ao meu marido. Qual é o meu espanto quando hoje à hora de almoço ele me apareceu em casa para me oferecer o relógio!
Comenta a segunda:- O Bernardo é o máximo querida e você merece!
- Fabuloso! Fabuloso! - comenta a Sónia Cristina.
Mas nem por coincidência, acrescentou a segunda, ontem passei no Shopping de Santa Catarina e vi um casaco de peles lindissimo. Qual não foi o meu espanto e eis que quando o fui experimentar a empregada da loja me diz que já estava reservado em meu nome!
- Linda supresa do Tomás, querida Pimpinha, é o máximo o seu marido!
E você merece!
- Fabuloso! Fabuloso! - comenta de novo a Sónia Cristina.
Nisto, e em todo o gozo, pergunta a Xaxão à Sónia Cristina:
- E você, querida? Com certeza o seu marido também lhe proporciona agradáveis surpresas...
- O meu Daniel é fabuloso, fabuloso. Ofereceu-me um curso de boas maneiras!
- Nunca é demais! - desdenhou a Xaxão.
Curiosa, pergunta-lhe a Pimpinha:- Querida, por que é que você repete tantas vezes "Fabuloso!
Fabuloso!"?- É que aprendi lá no curso que sempre que me apetece dizer como dantes em Miragaia "não me f----s, vai pró ca----o", aqui na Foz a gente deve dizer "Fabuloso! Fabuloso!"
Duas tias riquissimas de boas famílias encontram-se casualmente com um loira nova-rica numa confeitaria da Foz.
Diz a primeira: - Ontem passei na Boavista e vi um relógio lindissimo cravejado de ouro e diamantes. Cheguei a casa e não resisti em contar ao meu marido. Qual é o meu espanto quando hoje à hora de almoço ele me apareceu em casa para me oferecer o relógio!
Comenta a segunda:- O Bernardo é o máximo querida e você merece!
- Fabuloso! Fabuloso! - comenta a Sónia Cristina.
Mas nem por coincidência, acrescentou a segunda, ontem passei no Shopping de Santa Catarina e vi um casaco de peles lindissimo. Qual não foi o meu espanto e eis que quando o fui experimentar a empregada da loja me diz que já estava reservado em meu nome!
- Linda supresa do Tomás, querida Pimpinha, é o máximo o seu marido!
E você merece!
- Fabuloso! Fabuloso! - comenta de novo a Sónia Cristina.
Nisto, e em todo o gozo, pergunta a Xaxão à Sónia Cristina:
- E você, querida? Com certeza o seu marido também lhe proporciona agradáveis surpresas...
- O meu Daniel é fabuloso, fabuloso. Ofereceu-me um curso de boas maneiras!
- Nunca é demais! - desdenhou a Xaxão.
Curiosa, pergunta-lhe a Pimpinha:- Querida, por que é que você repete tantas vezes "Fabuloso!
Fabuloso!"?- É que aprendi lá no curso que sempre que me apetece dizer como dantes em Miragaia "não me f----s, vai pró ca----o", aqui na Foz a gente deve dizer "Fabuloso! Fabuloso!"
sexta-feira, agosto 06, 2010
sorteio UEFA
.
OS CLUBES PORTUGUESES FICARAM
A SABER QUEM LHES CABE PARA
SEREM ADMITIDOS NA FASE DE
GRUPOS DAS CHAMPIONS E NA
LIGA EUROPA
champions
SEVILHA-BRAGA
liga europa
PORTO-GENK
BRONDBY-SPORTING
MARITIMO-BATE BORISOV
OS CLUBES PORTUGUESES FICARAM
A SABER QUEM LHES CABE PARA
SEREM ADMITIDOS NA FASE DE
GRUPOS DAS CHAMPIONS E NA
LIGA EUROPA
champions
SEVILHA-BRAGA
liga europa
PORTO-GENK
BRONDBY-SPORTING
MARITIMO-BATE BORISOV
quinta-feira, agosto 05, 2010
ESTE MÊS
eles disseram
.
afinal o Benfica perdeu só 3 dos seus craks: oi Di Maria, o Ramires e o Ricardo Costa da Comissão Disciplinar da Liga.
(MST)
.
Mário Crespo reduz intensidade do sotaque britânico quando pronuncia "Freeport" porque o processo já não está em segredo de justiça
(INIMIGO PUBLICO)
.
cASTELO bRANCO QUER FAZER DE SI PRÓPRIO NUM FILME SOBRE A SUA VIDA SE bRADD pITT FIZER DE bETTY gRAFSTEIN
(I.P)
afinal o Benfica perdeu só 3 dos seus craks: oi Di Maria, o Ramires e o Ricardo Costa da Comissão Disciplinar da Liga.
(MST)
.
Mário Crespo reduz intensidade do sotaque britânico quando pronuncia "Freeport" porque o processo já não está em segredo de justiça
(INIMIGO PUBLICO)
.
cASTELO bRANCO QUER FAZER DE SI PRÓPRIO NUM FILME SOBRE A SUA VIDA SE bRADD pITT FIZER DE bETTY gRAFSTEIN
(I.P)
terça-feira, agosto 03, 2010
a 3 de AGOSTO, nasceu GENOLINO AMADO
.
Genolino Amado

Genolino Amado (Itaporanga, 3 de agosto de 1902 — Rio de Janeiro, 4 de março de 1989) foi um escritor, professor e jornalista brasileiro, imortal da Academia Brasileira de Letras.
Foi um dos catorze filhos do casal Melchisedech Amado e Ana Amado, irmão do também escritor e Acadêmico Gilberto Amado e primo de Jorge Amado. Genolino fez seus primeiros estudos em Itaporanga. Ainda bastante jovem foi para Salvador, onde cursou Humanidades - nome que então se dava ao curso preparatório para as faculdades - no Colégio Carneiro, do educador Ernesto Carneiro Ribeiro.
Em 1919 ingressou na Faculdade de Direito da Bahia, sendo colega de futuros escritores e juristas, tais como Nestor Duarte Guimarães, Pedro Calmon, Adalício Nogueira e Hermes Lima, que no futuro far-lhe-ia a saudação de ingresso no Silogeu Brasileiro. Entretanto, veio a concluir o curso no Rio de Janeiro, em 1924.
Mudando-se para São Paulo, abandona paulatinamente a advocacia, iniciando-se no jornalismo, no jornal Correio Paulistano, em substituição a Menotti del Picchia e por indicação deste. Usava, então, o pseudônimo "Geno". Suas crônicas surpreenderam por haverem agradado até mesmo ao acerbo crítico Agripino Grieco.
Em 1928 ocupou a função de Chefe da Censura em São Paulo, interrompendo a produção das suas crônicas, até quando perdeu o cargo em função da Revolução de 1930. Junto ao jornalismo nos Diários Associados, trabalhou como radialista nas principais emissoras da capital paulista, como a Rádio Record, levado por César Ladeira. Ladeira foi, ainda, o responsável por sua mudança para o Rio de Janeiro, em 1933, onde alcançou grande sucesso como radialista, desta feita em nível nacional.
No Rio, Genolino também exerce o magistério, quando da reforma geral do ensino promovida na então capital do país pelo educador Anísio Teixeira, sendo mais tarde um dos mestres que participaram da criação do primeiro curso de jornalismo, na então Faculdade Nacional de Filosofia e Letras. Nesta época escrevia para o amigo Ladeira as chamadas "Crônicas da Cidade Maravilhosa", cujo título inspirou o compositor André Filho a compor a marcha carnavalesca Cidade Maravilhosa, e que iam ao ar pela Rádio Mayrink Veiga.
Apresentou, ainda, o Biblioteca no Ar, que foi duas vezes premiado como o melhor programa cultural das emissoras brasileiras. Liderou a audiência, também, quando se transferiu para a Rádio Nacional, apresentando o programa Crônica da Cidade.
Foi em 1954, no último governo de Getúlio Vargas, diretor da Agência Nacional - órgão oficial de imprensa do governo federal brasileiro.
Ocupou, ainda, o cargo de procurador do Estado, pelo então estado da Guanabara. Seus pareceres foram muitos deles publicados na revista especializada do órgão.
[editar] Literatura
As funções públicas, bem como o trabalho de radialista, fizeram com que sua produção literária fosse esparsa, tendo começado apenas em 1937. Apesar disto, seus poucos livros alcançaram relativo sucesso, como a comédia Avatar que, traduzida, chegou a ser adotada na Academia Militar de West Point, nos Estados Unidos da América. Sua peça Dona do Mundo foi premiada com medalha de ouro pela Associação Brasileira de Críticos Teatrais.
Além das obras de cunho próprio, realizou algumas traduções, como a obra autobiográfica Minha Vida, de Charles Chaplin. Seu livro O Reino Perdido, de 1971, onde narra sua experiência no magistério, fê-lo receber o convite para concorrer a uma vaga na Academia Brasileira.
Bibliografia
Vozes do Mundo, ensaios (1937);
Um Olhar sobre a Vida, ensaios (1937);
Os Inocentes do Leblon, crônicas (1946);
O Pássaro Ferido, crônicas (1948);
Avatar, teatro (1948);
Dona do Mundo, comédia (1948).
O Reino Perdido, memórias (1971);
Um Menino sergipano, memórias (1977).
Academia Brasileira de Letras
Foi eleito a 9 de agosto de 1973 para ocupar a cadeira 32 da Academia, cujo membro-fundador foi Carlos de Laet e que tem por patrono Manuel de Araújo Porto-alegre, como seu quinto ocupante, sendo recebido em 14 de novembro deste mesmo ano por Hermes Lima, seu ex-colega de faculdade.
Genolino Amado
Genolino Amado (Itaporanga, 3 de agosto de 1902 — Rio de Janeiro, 4 de março de 1989) foi um escritor, professor e jornalista brasileiro, imortal da Academia Brasileira de Letras.
Foi um dos catorze filhos do casal Melchisedech Amado e Ana Amado, irmão do também escritor e Acadêmico Gilberto Amado e primo de Jorge Amado. Genolino fez seus primeiros estudos em Itaporanga. Ainda bastante jovem foi para Salvador, onde cursou Humanidades - nome que então se dava ao curso preparatório para as faculdades - no Colégio Carneiro, do educador Ernesto Carneiro Ribeiro.
Em 1919 ingressou na Faculdade de Direito da Bahia, sendo colega de futuros escritores e juristas, tais como Nestor Duarte Guimarães, Pedro Calmon, Adalício Nogueira e Hermes Lima, que no futuro far-lhe-ia a saudação de ingresso no Silogeu Brasileiro. Entretanto, veio a concluir o curso no Rio de Janeiro, em 1924.
Mudando-se para São Paulo, abandona paulatinamente a advocacia, iniciando-se no jornalismo, no jornal Correio Paulistano, em substituição a Menotti del Picchia e por indicação deste. Usava, então, o pseudônimo "Geno". Suas crônicas surpreenderam por haverem agradado até mesmo ao acerbo crítico Agripino Grieco.
Em 1928 ocupou a função de Chefe da Censura em São Paulo, interrompendo a produção das suas crônicas, até quando perdeu o cargo em função da Revolução de 1930. Junto ao jornalismo nos Diários Associados, trabalhou como radialista nas principais emissoras da capital paulista, como a Rádio Record, levado por César Ladeira. Ladeira foi, ainda, o responsável por sua mudança para o Rio de Janeiro, em 1933, onde alcançou grande sucesso como radialista, desta feita em nível nacional.
No Rio, Genolino também exerce o magistério, quando da reforma geral do ensino promovida na então capital do país pelo educador Anísio Teixeira, sendo mais tarde um dos mestres que participaram da criação do primeiro curso de jornalismo, na então Faculdade Nacional de Filosofia e Letras. Nesta época escrevia para o amigo Ladeira as chamadas "Crônicas da Cidade Maravilhosa", cujo título inspirou o compositor André Filho a compor a marcha carnavalesca Cidade Maravilhosa, e que iam ao ar pela Rádio Mayrink Veiga.
Apresentou, ainda, o Biblioteca no Ar, que foi duas vezes premiado como o melhor programa cultural das emissoras brasileiras. Liderou a audiência, também, quando se transferiu para a Rádio Nacional, apresentando o programa Crônica da Cidade.
Foi em 1954, no último governo de Getúlio Vargas, diretor da Agência Nacional - órgão oficial de imprensa do governo federal brasileiro.
Ocupou, ainda, o cargo de procurador do Estado, pelo então estado da Guanabara. Seus pareceres foram muitos deles publicados na revista especializada do órgão.
[editar] Literatura
As funções públicas, bem como o trabalho de radialista, fizeram com que sua produção literária fosse esparsa, tendo começado apenas em 1937. Apesar disto, seus poucos livros alcançaram relativo sucesso, como a comédia Avatar que, traduzida, chegou a ser adotada na Academia Militar de West Point, nos Estados Unidos da América. Sua peça Dona do Mundo foi premiada com medalha de ouro pela Associação Brasileira de Críticos Teatrais.
Além das obras de cunho próprio, realizou algumas traduções, como a obra autobiográfica Minha Vida, de Charles Chaplin. Seu livro O Reino Perdido, de 1971, onde narra sua experiência no magistério, fê-lo receber o convite para concorrer a uma vaga na Academia Brasileira.
Bibliografia
Vozes do Mundo, ensaios (1937);
Um Olhar sobre a Vida, ensaios (1937);
Os Inocentes do Leblon, crônicas (1946);
O Pássaro Ferido, crônicas (1948);
Avatar, teatro (1948);
Dona do Mundo, comédia (1948).
O Reino Perdido, memórias (1971);
Um Menino sergipano, memórias (1977).
Academia Brasileira de Letras
Foi eleito a 9 de agosto de 1973 para ocupar a cadeira 32 da Academia, cujo membro-fundador foi Carlos de Laet e que tem por patrono Manuel de Araújo Porto-alegre, como seu quinto ocupante, sendo recebido em 14 de novembro deste mesmo ano por Hermes Lima, seu ex-colega de faculdade.
domingo, agosto 01, 2010
GENTE NOSSA - o FIUZA
.
O FIUZA É UMA FIGURA INCONTORNÁVEL
DA HISTÓRIA DO ANTIGO RC.

Entrou para o RC em Março de 1970, no mesmo dia que o Herdeiro e Sereno, e numa semana em que o fizeram o Cascada, o Correia, o Serrão, o Paz, o Paulino, o Falé, o Vitor Guerra, o Loreto e mais 3 que me não recordo,
Esteve no RC até 72, altura em que se transferiu, primeiramente para o checkin, depois para Comissário de bordo, tendo então concluido a licenciatura em medicina e saído da TAP para a carreira de Médico.
Na TAP, e logo desde o inicio foi sendo conhecido por "Doutor Passarinho" ,dada a sua já acentuada inclinação para clinicar.
Foi personagem central de algumas das mais saborosas quesilias com as chefias de então, como aqui na TRANCA já referi nas "estórias do rc" :
"ESTÓRIAS DO RC
......O horário de turnos, sobretudo o de H24, exerce sobre quem o pratica, uma acção, ao mesmo tempo marginal e amortecedora.
Marginal, na medida em que nos afasta, quer da rotineira semana de tarefas e obrigações extra-laborais, sempre a horas e lugares iguais, quer mesmo de estar sempre com os mesmos colegas ,as mesmas horas no local de trabalho, moldando a atitude e forma de levar o dia a dia à margem da maioria.
Amortecedora, pois, ao relativisar o "nome" dos dias da semana, leva-nos a acabar com a tão famosa "angústia do domingo à tarde".
A atitude perante a venalidade rídicula das erupções patéticas dos pequenos poderes, fica mais ágil, mais humorada, mais saudável.
A TRANCA-ON-LINE, vai publicar algumas das "estórias" ocorridas ao longo dos anos de brasa do RC, e que de algum modo, exemplificam a forma de estar das "gentes de turnos"
Lembramos hoje um momento delicioso, ocorrido no Verão de 72:
Local - Sala do pré-flight no antigo sétimo andar do 25, no turno das 4 meia noite. Para quem não sabe, o pré-flight, era uma posição de Controle, que controlava os voos nos últimos 3 dias antes da partida, e para onde, geralmente, eram colocados por Planning semanal, os mais experientes..
Naquela noite, o FIUZA , ocupava uma dessas posições pela primeira vez. e havia acabado de enviar 2 voos para o telex.
Enviar voos, era escrever à mão , numa folha pré-formatada, todos os nomes dos passageiros dum determinado voo, seguidos do Rec.Loc e dos voos "continunig", se os houvesse, entregando depois no telex, com os endereços dos aeroportos de saída. Neste turno, o supervisor de serviço era o Carlos Marques, que muito senhor do seu posto, gritou bem alto:
-"Quem é que mandou o 238" (voo de Bissau)?
-"Fui eu", respondeu o Fiuza.
-"Isto está mal, o endereço nao está bem blablabla" repreendeu com maus modos!!!
-"Oh Marques, desculpe, mas é a primeira vez que estou aqui no pré-flight"
Passados uns minutos, de novo o vozeirão do Marques, fez estremecer até os sets:
-"O quê? Outra vez" , "Quem foi que mandou o voo do Rio?"
-"Fui eu Marques, mas já¡ tinha mandado há bocado, antes de me ter corrigido"
-"Isto assim não dá ,olhe que isto da próxima vez vai para cima" insistiu.
-"Ah isso é que não vai", reagiu o FIUZA, com aquele ar dele, meio a sorrir...
-"Nao vai?????" indignou-se o Marques, e levantando-se do lugar , "Então e porquê "?"
-"Oh Marques, porque "lá em cima está o tiroliroliro e cá em baixo está o tiroliroló" (risos)!!!
A sala estalou de rir, e o Marques, apercebendo-se do ridiculo, sorriu tambem e sentou-se.... "
O FIUZA É UMA FIGURA INCONTORNÁVEL
DA HISTÓRIA DO ANTIGO RC.

Entrou para o RC em Março de 1970, no mesmo dia que o Herdeiro e Sereno, e numa semana em que o fizeram o Cascada, o Correia, o Serrão, o Paz, o Paulino, o Falé, o Vitor Guerra, o Loreto e mais 3 que me não recordo,
Esteve no RC até 72, altura em que se transferiu, primeiramente para o checkin, depois para Comissário de bordo, tendo então concluido a licenciatura em medicina e saído da TAP para a carreira de Médico.
Na TAP, e logo desde o inicio foi sendo conhecido por "Doutor Passarinho" ,dada a sua já acentuada inclinação para clinicar.
Foi personagem central de algumas das mais saborosas quesilias com as chefias de então, como aqui na TRANCA já referi nas "estórias do rc" :
"ESTÓRIAS DO RC
......O horário de turnos, sobretudo o de H24, exerce sobre quem o pratica, uma acção, ao mesmo tempo marginal e amortecedora.
Marginal, na medida em que nos afasta, quer da rotineira semana de tarefas e obrigações extra-laborais, sempre a horas e lugares iguais, quer mesmo de estar sempre com os mesmos colegas ,as mesmas horas no local de trabalho, moldando a atitude e forma de levar o dia a dia à margem da maioria.
Amortecedora, pois, ao relativisar o "nome" dos dias da semana, leva-nos a acabar com a tão famosa "angústia do domingo à tarde".
A atitude perante a venalidade rídicula das erupções patéticas dos pequenos poderes, fica mais ágil, mais humorada, mais saudável.
A TRANCA-ON-LINE, vai publicar algumas das "estórias" ocorridas ao longo dos anos de brasa do RC, e que de algum modo, exemplificam a forma de estar das "gentes de turnos"
Lembramos hoje um momento delicioso, ocorrido no Verão de 72:
Local - Sala do pré-flight no antigo sétimo andar do 25, no turno das 4 meia noite. Para quem não sabe, o pré-flight, era uma posição de Controle, que controlava os voos nos últimos 3 dias antes da partida, e para onde, geralmente, eram colocados por Planning semanal, os mais experientes..
Naquela noite, o FIUZA , ocupava uma dessas posições pela primeira vez. e havia acabado de enviar 2 voos para o telex.
Enviar voos, era escrever à mão , numa folha pré-formatada, todos os nomes dos passageiros dum determinado voo, seguidos do Rec.Loc e dos voos "continunig", se os houvesse, entregando depois no telex, com os endereços dos aeroportos de saída. Neste turno, o supervisor de serviço era o Carlos Marques, que muito senhor do seu posto, gritou bem alto:
-"Quem é que mandou o 238" (voo de Bissau)?
-"Fui eu", respondeu o Fiuza.
-"Isto está mal, o endereço nao está bem blablabla" repreendeu com maus modos!!!
-"Oh Marques, desculpe, mas é a primeira vez que estou aqui no pré-flight"
Passados uns minutos, de novo o vozeirão do Marques, fez estremecer até os sets:
-"O quê? Outra vez" , "Quem foi que mandou o voo do Rio?"
-"Fui eu Marques, mas já¡ tinha mandado há bocado, antes de me ter corrigido"
-"Isto assim não dá ,olhe que isto da próxima vez vai para cima" insistiu.
-"Ah isso é que não vai", reagiu o FIUZA, com aquele ar dele, meio a sorrir...
-"Nao vai?????" indignou-se o Marques, e levantando-se do lugar , "Então e porquê "?"
-"Oh Marques, porque "lá em cima está o tiroliroliro e cá em baixo está o tiroliroló" (risos)!!!
A sala estalou de rir, e o Marques, apercebendo-se do ridiculo, sorriu tambem e sentou-se.... "
penalty CALVENTE
.
EZEQUIEL CALVENTE um junior sub 19 da Espanha, acaba de concretizar uma nova forma de marcar penalties.
Foi no decorrer do ESPANHA-ITALIA do Campeonato do Mundo da Categoria que tal sucedeu, e parece tornar-se em mais um case-study, tal como o foi o Penalty-Panenka do Checo do mesmo nome.
Reparem na troca de pés fantástico na hora de bater
EZEQUIEL CALVENTE um junior sub 19 da Espanha, acaba de concretizar uma nova forma de marcar penalties.
Foi no decorrer do ESPANHA-ITALIA do Campeonato do Mundo da Categoria que tal sucedeu, e parece tornar-se em mais um case-study, tal como o foi o Penalty-Panenka do Checo do mesmo nome.
Reparem na troca de pés fantástico na hora de bater
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