sexta-feira, dezembro 28, 2012

quarta-feira, dezembro 26, 2012

lisboa, hoje

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PASSEI NO ROSSIO, SENTI A CIDADE
A CÔR, O MOVIMENTO, CHEIRA BEM
CHEIRA A LISBOA.






CIMEIRA DA TASQUINHA 27 DE DEZEMBRO

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É JÁ AMANHÃ DIA 27 QUE SE REALIZA
O NOSSO ENCONTRO DE DEZEMBRO , DESTA
VEZ COM O NICK-NAME DE CIMEIRA DA
TASQUINHA.




É um regresso às origens, se se recordam foi na TASQUINHA que tudo começou, onde se realizou a nossa primeira Cimeira, em 2006.




Da nossa Ministra dos Transportes e Eventos MANUELA BRITO E SILVA recebeu a TRANCA esta CONVOCATÓRIA.



Pede-me a Dina que divulgue a informação (de última hora, devido à quadra natalícia e não só...) que o almoço deste mês terá lugar nos IRMÂOS ROCHA no POTE D'AGUA (para não dizer ALVALADE)na Rua Reinaldo Ferreira,14a . O encontro será às 12h30 à porta dos mesmo e o almoço realizar-se-à com qualquer número de manducantes. O menú será à escolha.






Quem quiser e puder responda para este mail (mbsilva@gmail.com) ou envie sms para o meu telemòvel ( 96 512 99 98 ) ainda hoje para podermos marcar mesa logo pela fresca. Senão... cara alegre e fé em Deus, lá havemos de arranjar lugares sentados!!!

Beijaços e abraçaços

terça-feira, dezembro 25, 2012

LISBOA AO LUSCO FUSCO

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A 25 DE DEZEMBRO nasceu SIMONE

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Simone Bittencourt de Oliveira, conhecida simplesmente como Simone (Salvador, 25 de dezembro de 1949), é uma cantora brasileira.


(DA TRANCA para LUANDA


Filha de Otto Gentil de Oliveira e Letícia Bittencourt de Oliveira, Simone nasceu prematura de oito meses no bairro de Brotas (Bahia) e sétima filha entre nove irmãos.[1] Em 1966, mudou-se para São Caetano do Sul, cursou Educação Física em Santos, onde foi colega dos jogadores de futebol Pelé, Emerson e Leivinha, e deu aulas no bairro de Santana, na capital paulista..[2]

Jogadora profissional de basquete, chegou a ser convocada duas vezes para a Seleção Brasileira de Basquetebol, mas devido a duas entorses,[2] foi cortada antes do embarque e na segunda, durante o campeonato mundial de 1971, ficou no banco de reservas.

quinta-feira, dezembro 20, 2012

PORTO ANTIGO

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A RUA DE SANTA CATARINA
EM 1705




Brincava-se o Carnaval na rua no Porto, com esta intensidade, na Rua Santa Catarina.

RICHARD ZENITH GANHOU O PRÉMIO PESSOA 2012

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RICHARD ZENITH O ESCRITOR E TRADUTOR
NORTE AMERICANO, ACABA DE GANHAR
A EDIÇÃO 2012 DO PRÉMIO PESSOA.



O escritor norte-americano Richard Zenith é o vencedor do Prémio Pessoa 2012. Zenith é investigador pessoano, tradutor e crítico literário, responsável pela tradução para inglês de autores como Camões, Sophia de Mello Breyner, Drummond e Antero de Quental.

O anúncio foi feito, como habitualmente, no Palácio de Seteais em Sintra por Francisco Pinto Balsemão, que preside ao júri também constituído por Fernando Faria de Oliveira (Vice-Presidente), António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, João Lobo Antunes, José Luís Porfírio, Maria de Sousa, Mário Soares, Miguel Veiga, Rui Magalhães Baião, Rui Vieira Nery e Viriato Soromenho-Marques.

De acordo com o presidente do júri, Pinto Balsemão, a proposta do nome de Richard Zenith foi feita por duas pessoas exteriores ao Prémio Pessoa: Rui Vilar e Nicolau Santos. Balsermão lembrou que Zenith, nascido nos EUA, se tornou“cidadão de Portugal por dedicação e louvor a uma obra, a de Fernando Pessoa, uma literatura, a nossa, e uma língua, a portuguesa”. É um “estudioso e investigador da obra e figura de Fernando Pessoa, Richard Zenith tem posto o conhecimento acumulado ao longo de décadas ao serviço disciplinado e metódico de uma paixão”, acrescentou.

"Esta investigação conduziu a um entendimento mais consistente de domínios relativamente inexplorados de uma aventura pessoana, registados e fixados nos escritos autobiográficos e na fotobiografia de Pessoa. Com lucidez, Richard Zenith é não apenas um editor da obra pessoana, um explicador da heteronímia, mas também o grande tradutor da sua poética para a língua inglesa", diz a acta do júri sobre o premiado que é natural de Washington DC, tendo obtido a licenciatura em Letras na University of Virginia. Viveu na Colombia, no Brasil e em França antes de se radicar em Lisboa, em 1987.

"A dedicação de Richard Zenith à língua e à literatura portuguesas levou-o ainda a traduzir para inglês autores clássicos e contemporâneos como Antero de Quental, Sophia de Mello Breyner, Nuno Júdice e António Lobo Antunes, Richard Zenith conta igualmente com uma produção original de poemas e contos dispersos por publicações várias".


Richard Zenith é não apenas um editor da obra pessoana, um explicador da heteronímia, mas também o grande tradutor da sua poética para a língua inglesa
Júri do Prémio Pessoa
O júri lembrou ainda que Richard Zenith foi um dos curadores da exposição "Fernando Pessoa, Plural como o Universo", que esteve entre Fevereiro e Maio na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. A relação de Zenith com Fernando Pessoa é o centro de uma história que atravessou já fronteiras, sendo uma das mais autorizadas vozes sobre o poeta português.

Para o historiador José Sarmento de Matos, Zenith entende a língua portuguesa "na dimensão mais profunda da sua evolução e dos segredos da sua idiossincrasia, levando a palma à maioria esmagadora dos próprios portugueses". O historiador escrevia, em Março deste ano no PÚBLICO, que o trabalho de Zenith era elegante e peculiar, chamado a atenção "para uma ou outra fraseologia menos apurada nos seus contornos" por força do "seu olhar sempre atento." Esta ideia de viagem por entre os textos surgirá de um modo de pensar a escrita de Pessoa.

Quando guiou o PÚBLICO na exposição Fernando Pessoa Plural que, depois de apresentada no Brasil se mostrou na Gulbenkian, Zenith falava de Pessoa como "um escritor que estava sempre em movimento e defendia que uma pessoa com uma mente activa não se podia fixar numa só opinião.

Mas a obra de Zenith não se esgota em Pessoa. Camoniano por paixão, o autor foi responsável, em 2009, por traduzir a lírica de Camões numa edição acompanhada por ilustrações de João fazenda. Sonetos e Outros Poemas, editado pela Planeta, mostrava que gostar de Camões e Pessoa não era uma contradição. "Estamos a assistir a um renovado movimento em torno do Renascimento português que faz lembrar a actividade de Jorge de Sena nas décadas de 60 e 70", dizia o autor em entrevista publicada no Ípsilon, sobre um livro que reunia 40 sonetos e outros 12 poemas que pretendiam "representar as várias formas poéticas" da lírica. Escolhidos por Zenith, os textos mostravam "o desconcerto do mundo, a inexorável passagem do tempo ou a experiência de exílio". Se a lírica camoniana é considerada "menor" relativamente a Os Lusíadas, lembrava Zenith, contudo, esta é a "coroa de glória tranquila para uma tumultuosa vida interior".

O prémio, de 60 mil euros, uma iniciativa do jornal Expresso (do grupo Impresa de que é presidente executivo Pinto Balsemão) patrocinada pela Caixa Geral dos Depósitos, reconhece a actividade de pessoas portuguesas com papel significativo na vida cultural e científica do país.

Os escritores Herberto Helder, Vasco Graça Moura, a pianista Maria Joao Pires, o bispo D. Manuel Clemente ou a cientista Maria do Carmo Fonseca são alguns dos nomes já premiados com o galardão que vai já na 26ª edição. O filósofo e ensaísta Eduardo Lourenço foi o premiado da edição do ano passado.

A TAP NÃO É VENDIDA A EFROMOVICH

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"A secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque, afirmou hoje que a proposta do grupo Synergy para a compra da TAP foi rejeitada, porque não deu "as garantias adequadas".
"Não foram cumpridos os requisitos previstos no caderno de encargos", explicou a governante, ressalvando que a proposta de German Efromovich era "positiva, coerente e alinhada com a estratégia do Governo".

Em conferência da imprensa, Maria Luís Albuquerque explicou que em cima da mesa estava um encaixe líquido para o Estado de 35 milhões de euros e a recapitalização da empresa superior a 300 milhões, em duas fases, a que acrescia a assunção de um passivo na ordem dos 1,5 mil milhões de euros.

Maria Luís Albuquerque adiantou que agora o Governo vai ponderar "uma estratégia para a venda da TAP, tendo em conta os compromissos internacionais", assumidos com a 'troika'.
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quarta-feira, dezembro 19, 2012

A VENDA DA TAP ,VISTA PELO EL PAIS

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O EL PAIS DE HOJE FALA
DA VENDA DA TAP ..




"El Gobierno pone en venta Portugal


El año se cierra con una avalancha de privatizaciones de empresas emblemáticas: desde la compañía aérea TAP a la televisión pública RTP, pasando por los aeropuertos

Un año de ajustes y privatizaciones


Trabajadores de la aerolínea TAP se manifiestan contra la privatización, hoy en el aeropuerto de Lisboa. / francisco seco (AP)



El Gobierno portugués, en pocos días, se deshará de la compañía aérea nacional, la TAP; de los aeropuertos portugueses; decidirá la suerte (privada) de su televisión pública, la RTP, y venderá de paso los astilleros de Viana do Castelo. Lo de se vende Portugal no es ninguna originalidad y ya ha salido en alguna publicación portuguesa con un fatalismo pesimista muy de estos días. Mientras, los ciudadanos, abrumados por recortes de servicios públicos y subidas de impuestos equivalentes a la cuantía de un mes de salario, asisten entre estupefactos y deprimidos a esta ceremonia del despojamiento que comenzó hace un año, cuando la parte estatal de la principal eléctrica del país, la EDP, pasó a manos del gigante chino Three Gorges (Tres gargantas) por 2.700 millones de euros. La empresa china se aseguraba una base para abordar desde allí el mercado latinoamericano y el Estado portugués ingresaba dinero que servía para limpiar las telarañas de la caja y enjugar la inmensa deuda que ahoga el país.

Todas estas operaciones están decididas hace tiempo, de hecho, desde que en abril de 2011 el Gobierno de entonces, dirigido por el socialista José Sócrates, pedía un rescate de 78.000 millones de euros para evitar la bancarrota. El Gobierno se comprometió con la troika (UE, FMI y BCE, las instituciones que prestaban el dinero) entre otras medidas, a privatizar las joyas empresariales estatales.

Todo se acelera a final de este año: el Gobierno portugués decidirá el jueves, en un Consejo de Ministros, si acepta la oferta del magnate colombiano-brasileño Germán Efromovich para hacerse, por unos 350 millones de euros, con la TAP. Financieramente hablando, la compañía puede difícilmente calificarse de joya, ya que arrastra una deuda de 1.200 millones de euros. Con todo, uno de los miembros del Comité de Empresa —que se opone a la privatización— aseguraba hace poco que la oferta de Efremovich “es una limosna”. Y añadió una razón que no cotiza en Bolsa: “Lo que no se puede hacer es vender así la soberanía nacional”.

Endeudada, avejentada (aunque con beneficios), incapaz de recapitalizarse a base de inyecciones estatales debido a que lo prohíbe la normativa europea, la TAP se encuentra en un aparente callejón sin salida. En los últimos meses, durante el proceso de venta, varias compañías internacionales se han interesado por las condiciones pero, al final, solo hay un candidato y una oferta encima de la mesa: la de Efromovich, presidente del conglomerado Synergy, con una veintena de empresas, varias compañías aéreas, entre las que se cuenta Avianca, con una facturación anual de 5.000 millones de euros, 30.000 empleados y, según el diario Público, ciertos contactos con el poderoso ministro de Asuntos Parlamentarios, el polémico Miguel Relvas. Efromovich, según la prensa portuguesa, promete enjugar la deuda de TAP, recapitalizar con 315 millones la compañía y, además, aportar otros 36 a las magras arcas del Estado. A cambio, obtiene una compañía renqueante pero con una posición estratégica ideal como plataforma para saltar al mercado europeo y al oriental. Algo así como lo que hicieron con la electricidad hace un año los chinos de Three Gorges, pero en sentido contrario.

En el Consejo de Ministros de la próxima semana (no hay consejo sin privatización este mes), el Gobierno elegirá a uno de los cuatro grupos postulantes (uno francés, otro alemán, otro brasileño y otro argentino) para vender, por más de 2.500 millones de euros, la concesión de la boyante explotación de los aeropuertos portugueses. Aquí no hay deuda, ni delicadas cuestiones relativas a la soberanía nacional sino la urgente necesidad de liquidez: la gestión de los diez aeropuertos portugueses (incluidos los de las islas de Madeira y Azores) es un buen negocio. De ahí que el precio, según varias informaciones, resulte particularmente significativo. El grupo francés Vinci, dispuesto a poner encima de la mesa una suma cercana a los 3.000 millones de euros, según informaciones especializadas portuguesas, es el favorito para alzarse con la puja, pero todavía nada es seguro.


Este año no se envía concursante a Eurovisión para ahorrar

También antes de que termine el año, según adelantó el viernes el Jornal de Negócios, el Estado venderá, por menos de diez millones de euros, los astilleros de Viana do Castelo, con 630 trabajadores y 250 millones de euros de deuda. Un grupo ruso y otro brasileño optan a hacerse con la gestión.

Y en las próximas semanas, según la prensa portuguesa, el Gobierno abordará otra operación delicada: la privatización de la televisión pública. A lo largo de los meses se ha hablado de varias alternativas: vender a otra cadena uno de los dos canales generalistas, vender el 49% de las acciones a otro grupo, o reestructurar toda la organización a base de reducirla a la espera de que la coyuntura económica mejore.

El diario Expresso aseguraba el sábado pasado que el Estado, por la privatización de su televisión, no ingresará más allá de 20 millones de euros. Pero dejará de amortizar pérdidas. Según este mismo diario, en los últimos diez años, la RTP (que ha decidido no enviar concursante a Eurovisión para ahorrar) ha recibido cerca de 1.000 millones de euros. Ya ha surgido un candidato a hacerse con la RTP, en su totalidad o en parte, en la fórmula que decida el Gobierno. Se trata del grupo angoleño Newshold, propietario del semanario portugués Sol, que el pasado viernes, mediante un comunicado remitido a la prensa portuguesa se declaró “interesado en presentar una candidatura seria”. No deja de ser paradójico (y simbólico) que, casi 40 años después de la independencia de las antiguas colonias lusas en África, un potente grupo angoleño producto de un país joven y con un crecimiento económico pujante pretenda apropiarse de la televisión emblema de la antigua metrópoli"

segunda-feira, dezembro 17, 2012

TAP, MAIS PRÉMIOS INTERNACIONAIS

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A TAP CONTINUA A IMPÔR-SE
NA AVIAÇÃO COMERCIAL ,VOL-
TANDO A SER PREMIADA PELA
EXCELÊNCIA DOS SEUS SERVI-
ÇOS.


Portugal conquista três «óscares» do turismo mundial




A TAP e os luxos dos hotéis algarvios Vila Joya e Conrad Algarve valeram a Portugal três World Travel Awards. A gala dos "óscares" do turismo mundial, para os quais havia 15 nomeações lusas, decorreu esta quarta-feira em Nova Deli, Índia.

A hotelaria algarvia de luxo continua a dar frutos. O Vila Joya, de Albufeira, foi declarado o melhor resort boutique do mundo - o que acontece sem grandes surpresas já que tem dominado este calvário nos últimos anos - e o Conrad Algarve foi declarado o melhor novo resort. Aos dois prémios algarvios conseguidos na ronda mundial dos WTA, junta-se a distinção para a TAP de melhor companhia aérea de ligações para a América do Sul.

Há sete anos que o Vila Joya, com a praia da Galé aos pés e nascido pela vontade de um casal alemão, não deixa créditos por mãos alheias. E, uma vez mais, deixou para trás gigantes como o tailandês Six Senses Samui ou o Pacific Resort Aitutaki, nas Ilhas Cook. A verdade é que, desde 2006, o título de melhor resort boutique do mundo lhe pertence e 2012 não muda esta sina. O empreendimento algarvio voltou a seduzir os World Travel Awards, somando até à data sete títulos mundiais de melhor resort boutique, cinco óscares europeus na mesma categoria e ainda dois prémios regionais para melhor hotel boutique - em 2007, arrecadou ainda o prémio português para a melhor suite. O Vila Joya é ainda campeão no que diz respeito à restauração: mantém há anos duas estrelas Michelin (que revalidou recentemente).

A noite tem outro vencedor luso que é também uma vedeta algarvia. O Conrad Algarve Palácio da Quinta, que faz parte do universo Hilton (que no Algarve gere também também o Vilamoura As Cascatas), abriu em Setembro e foi para o painel mundial o melhor resort a inaugurar este ano. Na corrida estavam grandes investimentos hoteleiros na Turquia, Marrocos ou Tailândia, entre outros. O cinco estrelas algarvio era ainda candidato a melhor novo hotel de luxo mas perdeu o prémio para o Angel's Peninsula, da Turquia. Em Outubro, o Conrad foi o anfitrião dos WTA Europa, tendo sido premiado, à escala europeia, como melhor novo resort numa cerimónia que daria mais cinco distinções a Portugal.

Para a gala mundial em Nova Deli, realizada no hotel The Oberoi, Portugal levava mais 12 nomeações. Mas ficou-se pela honra. A TAP, além de melhor companhia para voar de e para a América do Sul, também concorria entre os melhores nas ligações europeias - perdeu para a Lufthansa. O Algarve, indicado para melhor destino de praia, viu-se ultrapassado pelas Ilhas Turcas e Caicos e Lisboa, na corrida pelos títulos de melhores destino, destino de cruzeiros e porto de cruzeiros, assistiu às vitórias da Índia, Peru e Dubai, respectivamente.

domingo, dezembro 16, 2012

NOMEADOS PARA O S GLOBOS DE OURO DE 2013

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COMO SEMPRE A TRANCA REVELA
A LISTA DOS NOMEADOS PARA
OS GLOBOS DE OURO 2013.

Foram anunciados os nomeados do Golden Globes 2013, aquela cerimónia de entrega de prémios que é uma espécie de antevisão dos Óscares. Entre os indicados, Lincoln de Steven Spielberg se destaque pelas sete nomeações incluindo a de Melhor Filme Dramático, Melhor Actor (Daniel Day-Lewis) e Melhor Realizador, de seguida surge Argo de Ben Affleck e Django Unchained de Quentin Tarantino, ambos com cinco nomeações. Os vencedores serão anunciados no dia 13 de Janeiro no International Ballroom de Beverly Hilton.



MELHOR FILME DRAMÁTICO:



"Argo"
"Dark Zero Thirty"
"Django Unchained"
"Life of Pi"
"Lincoln"

MELHOR MUSICAL OU COMÉDIA:

"Les Miserables"
"Moonrise Kingdom"
"Salmon Fishing in the Yemen"
"Silver Linings Playbook”
"The Best Exotic Marigold Hotel"

MELHOR REALIZADOR:

Ang Lee ("Life of Pi")
Ben Affleck ("Argo")
Kathryn Bigelow ("Dark Zero Thirty ")
Quentin Tarantino ("Django Unchained")
Steven Spielberg ("Lincoln")


MELHOR ACTOR NUM FILME DRAMÁTICO:

Daniel Day-Lewis ("Lincoln")
Denzel Washington ("Flight")
Joaquin Phoenix ("The Master")
John Hawkes ("The Sessions")
Richard Gere ("Arbitrage")


MELHOR ACTRIZ NUM FILME DRAMÁTICO:

Helen Mirren ("Hitchcock")
Jessica Chastain ("Dark Zero Thirty")
Marion Cotillard ("Rust and Bone")
Naomi Watts ("Le Impossible")
Rachel Weisz ("The Deep Blue Sea")

MELHOR ACTOR NUM MUSICAL OU COMÉDIA:

Bill Murray ("Hyde Park on Hudson")
Bradley Cooper ("Silver Linings Playbook ")
Ewan McGregor ("Salmon Fishing in the Yemen")
Hugh Jackman ("Les Miserables")
Jack Black ("Bernie ")

MELHOR ACTRIZ NUM MUSICAL OU COMÉDIA:

Emily Blunt ("Salmon Fishing in the Yemen ")
Jennifer Lawrence ("Silver Linings Playbook ")
Judi Dench ("O Exótico Hotel Marigold")
Maggie Smith ("Quartet")
Meryl Streep ("Hope Springs")

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO:

Alan Arkin ("Argo")
Christoph Waltz ("Django Unchained")
Leonardo DiCaprio ("Django Unchained")
Philip Seymour Hoffman ("The Master")
Tommy Lee Jones ("Lincoln")

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA:

Amy Adams ("The Master")
Anne Hathaway ("Les Miserables")
Helen Hunt ("The Sessions")
Nicole Kidman ("The Paperboy")
Sally Field ("Lincoln")

MELHOR ARGUMENTO:

"Argo" (Chris Terrio)
"Dark Zero Thirty" (Mark Boal)
"Django Unchained" (Quentin Tarantino)
"Lincoln" (Tony Kushner)
"Silver Linings Playbook" (David O. Russell)

MELHOR FILME ANIMADO:

"Brave”
"Frankenweenie"
"Hotel Transylvania"
"Rise of the Guardians"
"Wreck-it Ralph"


MELHOR FILME ESTRANGEIRO:

"A Royal Affair" (Dinamarca)
"Amour" (França)
"Kon-Tiki" (Noruega)
"Rust and Bone" (Bélgica/França)
"The Intouchables" (França)

a 16 de DEZEMBRO nasceu BEETHOVEN

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BEETHOVEN NASCEU A 16 DE DEZEMBRO



Ludwig van Beethoven nasceu em 16 de dezembro de 1770, em Bonn, Alemanha. Mas sua ascendência era holandesa: o nome de sua família é derivado do nome de uma aldeia na Holanda, Bettenhoven (canteiro de rabanetes), e tem a partícula van, muito comum em nomes holandeses - não confundir com o nobiliárquico alemão von. O avô do compositor, também Ludwig van Beethoven, contudo, era originário da Bélgica, e a família estava há poucas décadas na Alemanha.

Vovô van Beethoven era músico. Trabalhava como Kappelmeister (diretor de música da corte) do eleitor de Colônia e era um artista respeitado. Seu filho, Johann, que viria a ser o pai de Ludwig, menos talentoso, o seguiu na carreira, mas sem igual êxito. Depois da morte do pai, entregou-se ao alcoolismo, o que traria muitos problemas emocionais ao filho famoso.

Johann percebeu que o pequeno Ludwig (que fora batizado assim em homenagem ao avô) tinha talento incomum para música e tratou de encaminhá-lo à carreira de músico do eleitor. Mas o fez de forma desastrosa. Obrigava o filho a estudar música horas e horas por dia, e não raro o batia. A educação musical de Beethoven tinha aspectos de verdadeira tortura.

Desde os treze anos Ludwig ajudou no sustento da casa, já que o pai afundava-se cada vez mais na bebida. Trabalhava como organista, cravista ensaiador do teatro, músico de orquestra e professor, e assim precocemente assumiu a chefia da família. Era um adolescente introspectivo, tímido e melancólico, freqüentemente imerso em devaneios e "distrações", como seus amigos testemunharam.

Em 1784, Beethoven conheceu um jovem conde, de nome Waldstein, e tornou-se amigo dele. O conde notou o talento do compositor e o enviou para Viena, para que se tornasse aluno de Mozart. Mas tudo leva a crer que Mozart não lhe deu muita atenção, embora reconhecendo seu gênio, e a tentativa de Waldstein não logrou êxito - Beethoven voltou em duas semanas para Bonn.

Em Bonn, começou a fazer cursos de literatura - até para compensar sua falta de estudoo geral, já que saíra da escola com apenas 11 anos - e lá teve seus primeiros contatos com as fervilhantes idéias da Revolução Francesa, que ocorria, com o Aufklärung (Iluminismo) e com o Sturm und Drang (Tempestade e Ímpeto), correntes não menos fervilhantes da literatura alemã, de Goethe e Schiller. Esses ideais tornariam fundamentais na arte de Beethoven.

Apenas em 1792 que Beethoven haveria de partir definitivamente para Viena. Novamente por intermédio do conde Waldstein, dessa vez Ludwig havia sido aceito como aluno de Haydn - ou melhor, "papai Haydn", como o novo pupilo o chamava. A aprendizagem com o velho mestre não foi tão frutífera quanto se esperava. Haydn era afetuoso, mas um tanto descuidado, e Beethoven logo tratou de arranjar aulas com outros professores, para complementar seu estudo.

Seus primeiros anos vienenses foram tranqüilos, com a publicação de seu opus 1, uma coleção de três trios, e a convivência com a sociedade vienense, que lhe fora facilitada pela recomendação de Waldstein. Era um pianista virtuose de sucesso nos meios aristocráticos, e soube cultivar admiradores. Apesar disso, ainda acreditava nos ideais revolucionários franceses.

Então surgiram os primeiros sintomas da grande tragédia beethoveniana - a surdez. Em 1796, na volta de uma turnê, começou a queixar-se, e foi diagnosticada uma congestão dos centros auditivos internos. Tratou-se com médicos e melhorou sua higiene, a fim de recuperar a boa audição que sempre teve, e escondeu o problema de todos o máximo que pôde. Só dez anos depois, em 1806, que revelou o problema, em uma frase anotada nos esboços do Quarteto no. 9: "Não guardes mais o segredo de tua surdez, nem mesmo em tua arte!".

Antes disso, em 1802, Beethoven escreveu o que seria o seu documento mais famoso: o Testamento de Heiligenstadt. Trata-se de uma carta, originalmente destinada aos dois irmãos, mas que nunca foi enviada, onde reflete, desesperado, sobre a tragédia da surdez e sua arte. Ele estava, por recomendação médica, descansando na aldeia de Heiligenstadt, perto de Viena, e teve sua crise mais profunda, quando cogitou seriamente o suicídio. Era um pensamento forte e recorrente. O que o fez mudar de idéia? "Foi a arte, e apenas ela, que me reteve. Ah, parecia-me impossível deixar o mundo antes de ter dado tudo o que ainda germinava em mim!", escreveu na carta.

O resultado é o nascimento do nosso Beethoven, o músico que doou toda sua obra à humanidade. "Divindade, tu vês do alto o fundo de mim mesmo, sabes que o amor pela humanidade e o desejo de fazer o bem habitam-me", continua o Testamento. Para Beethoven, sua música era uma verdadeira missão. A Sinfonia no. 3, Eroica, sua primeira obra monumental, surge em seguida à crise fundamental de Heiligenstadt.

No terreno sentimental, outra carta surge como importante documento histórico: a Carta à Bem-Amada Imortal. Beethoven nunca se casou, e sua vida amorosa foi uma coleção de insucessos e de sentimentos não-correspondidos. Apenas um amor correspondido foi realizado intensamente, e sabemos disso exatamente através dessa carta, escrita em 1812. Nela, o compositor se derrama em apaixonadíssimos sentimentos a uma certa "Bem-Amada Imortal":

"Meu anjo, meu tudo, meu próprio ser! Podes mudar o fato de que és inteiramente minha e eu inteiramente teu? Fica calma, que só contemplando nossa existência com olhos atentos e tranqüilos podemos atingir nosso objetivo de viver juntos. Continua a me amar, não duvida nunca do fidelíssimo coração de teu amado L., eternamente teu, eternamente minha, eternamente nossos".

A identidade da "Bem-Amada Imortal" nunca ficou muito clara e suscitou grande enigma entre os biógrafos de Beethoven. Maynard Solomon, em 1977, após inúmeros estudos, concluiu que ela seria Antonie von Birckenstock, casada com um banqueiro de Frankfurt - seria, portanto, um amor realizado, mas ao mesmo tempo impossível, bem beethoveniano. Ludwig permaneceria solteiro.

Em 1815, seu irmão Karl morreria, deixando um filho de oito anos para ele e a mãe cuidarem. Porém Beethoven nunca aprovou a conduta da mãe dessa criança - também Karl - e lutou na justiça para ser seu único tutor. Foram meses de um desgastante processo judicial que acabou com o ganho de causa dado ao compositor. Agora Beethoven teria que cuidar de uma criança, ele que sempre fora desajeitado com a vida doméstica.

Nos anos seguintes, Beethoven entraria em grande depressão, da qual só sairia em 1819, e de forma exultante. A década seguinte seria um período de supremas obras-primas: as últimas sonatas para piano, as Variações Diabelli, a Missa Solene, a Nona Sinfonia e, principalmente, os últimos quartetos de cordas.

Foi nessa atividade, cheio de planos para o futuro (uma décima sinfonia, um réquiem, outra ópera), que ficou gravemente doente - pneumonia, além de cirrose e infecção intestinal. No dia 26 de março de 1827, morreria Ludwig van Beethoven - segundo a lenda, levantando o punho em um último combate contra o destino.

Sua Obra

Beethoven é reconhecido como o grande elemento de transição entre o Classicismo e o Romantismo. De fato, ele foi um dos primeiros compositores a dar papel fundamental ao elemento subjetivo na música. "Saída do coração, que chegue ao coração", disse a respeito de uma de suas obras. Toda obra beethoveniana é fruto de sua personalidade sonhadora e melancólica, um tanto épica, verdadeiramente romântica.

Mas ele não abandonou as formas clássicas herdadas de Mozart e de "papai" Haydn. Beethoven soube fazer arte inovadora nos moldes tradicionais, sem os destruir, mas alargando suas fronteiras. Esse processo transfigurador aconteceu gradualmente, e culminou em obras como os últimos quartetos de cordas, radicalmente distantes dos similares de Mozart, por exemplo.

O estilo de Beethoven tem características marcantes: grandes contrastes de dinâmica (pianíssimo x fortíssimo) e de registro (grave x agudo), acordes densos, alterações de compasso, temas curtos e incisivos, vitalidade rítmica e, em obras na forma-sonata, desenvolvimentos longos em detrimento de exposições mais concentradas.

Estudiosos costumam dividir a obra beethoveniana em três fases, seguindo a linha definida pelo musicólogo Wilhelm von Lenz. A primeira daria conta das obras escritas entre 1792 e 1800, ou seja, suas primeiras peças publicadas, já em Viena. Isso incluiria os trios do Opus 1, a Sonata Patética, os dois primeiros concertos para piano e a Primeira Sinfonia, obras ainda tradicionais, mas que já apresentam alguns aspectos pessoais. A segunda fase corresponderia ao período de 1800 a 1814, marcado pelo Testamento de Heiligenstadt e pela Carta à Bem-Amada Imortal - em outras palavras, pela surdez e pelas decepções amorosas. São características dessa fase obras como a Sinfonia Eroica, a Sonata Ao Luar, os dois últimos concertos para piano. A última fase, de 1814 à 1827, ano de sua morte, seria o período das obras monumentais e das grandes inovações: a Nona Sinfonia, a Missa Solene, os últimos quartetos de cordas.

Beethoven se dedicou a todos os gêneros de sua época. Compôs uma ópera, Fidelio, com seu tema tipicamente beethoveniano - fidelidade conjugal e o amor pela liberdade -, música para teatro (destaque para a abertura Egmont), balé (As Criaturas de Prometeu), oratório (Cristo no Monte das Oliveiras), lieder (o ciclo À Bem-Amada Distante é bem representativo), duas missas (entre elas a monumental Missa Solene), variações (as Variações sobre uma Valsa de Diabelli são as mais conhecidas) e obras de forma livre (a Fantasia para Piano, Coro e Orquestra é uma delas).

Porém Beethoven ficaria mais conhecido pelos quatro grandes ciclos dedicados às formas clássicas: as sonatas, os concertos, os quartetos de cordas e, claro, as sinfonias.

sexta-feira, dezembro 14, 2012

CRÓNICA DA FESTA DE NATAL DA REDE-TAP (ex-RC)

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A TRADIÇÃO DO NOSSO PESSOAL
FAZER UMA "FESTA-SNACK" DE
NATAL, MANTÊM-SE.




Desde os anos 70 , o pessoal do então RC, não deixava passar o mês de Natal sem fazer uma festinha-snck de Natal, no então 7º.andar do Edificio 25 ,(para quem não sabe, no reduto TAP ,Aeroporto de Lisboa).

Nos anos 90 ,houve um enorme split do RC, que se partiu em inumeros outros departamentos, como o REV, BACKOFFICE,LISRY,ETC.
Hoje em dia a estrutura é denominada de REDE.

Pois bem, a festa de Natal nunca deixou de se fazer, e este ano teve a sua edição 2012.



Aos companheiros no activo, juntaram-se alguns dos que já não picam o ponto, mas que mantêm com o seu antigo local de trabalho, ou melhor, com os seus antigos colegas ,uma ligação de amizade que torna este dia de reencontro um momento prazeiroso.

Estou neste número, e mais uma vez subi ao 5º.andar do 27.

A mesa esteve como sempre generosamente preenchida, naquele que é conhecido como o melhor cardápio de lisboa.


O ataque às iguarias foi como sempre feito em tropel




os elogios e as exclamações de satisfação soaram amiúde

e algumas receitas foram trocadas

tudo numa boa disposição que é tradicional





Este ano ,como sempre, estiveram alguns senadores da História do RC,
como o Herberto Gomes


que confraternizaram e lembraram velhos episódios passados nesta sala e também no open space do 7º.andar do 25.





Os colegas que recebemnos há vinte e tal anos atrás,novinhos em folha, como maçaricos a dar os primeiros passos na Companhia, como a Antónia, a Sofia,o Nuno Paiva,o Pedro Calqueiro, são agora os decanos do REV, e fizeram questão de posar com os que agora já não picam o ponto


como o Pereira de Sousa, o Peixoto, o Guedes Vaz, a Adelaide,a Ana Novais, a Ana Franco, o Marcelino, este voisso escriba - Zé Herdeiro e o Herberto Gomes.


Em relação ao Natal do Ano passado houve 2 estreias ,2 jovens que entretanto entraram, 1 para a minha antiga linha. os Domesticos, agora - Portugal-Espanha e outra para as Tarifas -Europa.
o jovem da esquerda fez a sua estreia neste Natal.


Este ano não esteve presente a Marta, que se encontra destacada na nossa Delegação de Amsterdão, e a quem a TRANCA saúda carinhosamente, recordando a sua participação na Festa de Natal de 2010.

A MARTA no Natal de 2010.

Ao longo da Festa muitas poses para a fotografia e a câmera


A FILIPA, A VERA e a

A SÓNIA E O NUNO MATOS

O PEDRO RITA E ANA BOGALHO


A ANÓNIA, o HERBERTO GOMES e a SOFIA

...agora com o PEREIRA DE SOUSA, O ZÉ HERDEIRO e a TERESA MENDES






E pronto, a festa foi boa, para o ano que vem há mais, nem que seja em Bogotá...








terça-feira, dezembro 11, 2012

almoço-festa de natal da rede 2012

.
VAI TER LUGAR NA PRÓXIMA
5ª.FEIRA, DIA 13, A TRADI-
CIONAL FESTA DE NATAL DA
REDE-TAP


No 5º.andar do Edificio 27, o nosso pessoal da REDE, vai realizar mais uma Festa -confraternização de Natal.

Da Paula Correia e da Sofia recebi mensagens no sentido de convidar os antigos "residentes" ,agora em férias IATA, a aparecer pelas 13 horas ,a mesa estará posta dos melhores manjares da cidade.
aaaaaaaaaa
Esta tradição remonta dos primeiros anos dom antigo RC, nessa época no edificio 25, 7º,andar, e era o dia em ue se trocavam prendas e se degustavam as iguerias que cada um trazia de casa.

Recordo aqui algumas imagens dos ultimos anos :

Em 2006, coincidiu com a saída do Miranda ,da Teresa Allen e da Manuela




Em 2007, foi um ano de grande renovação.

O grupo das 4 magnificas


e a festa esteve animada




Em 2008 foi assim:








Em 2009



em 2010






e em 2011




A SOFIA E O HERBERTO GOMES NO NATAL DE 2011

E pronto amanhã há mais.

PRAGAS DO ALGARVE

-
O ZÉ MANEL GUEDES VAZ
DESCOBRIU AS PRAGAS
DO ALGARVE


e enviou-nos para a TRANCA

Pragas de Alvor (Algarve) ....!!!

Ah mês bençoades amigues, vejem bém
algumas das pragas rogadas pelo filhos de Alvor!!!!!!!!


1. Ah maldeçoade! Que tevesses uma dor de barriga tã grande, tã grande, tã grande, que te desse pra correr, que cande más corresses más te doesse e que cande parasses arrebentasses.

2. Ah maldeçoade, havias de ter uma doença tã grande, tã grande, tã grande... ca água do mar transfermada em tinta na desse pa escrever o nome dela.

3. Oh maldeçoade, só queria que tevesses sem um tostão ferade na aljebêra,
que visses uma cartêra cheia de notas caída na rua e quando te fosses
abaixar pr'á apanhar te caísse a tampa do pête.

4. Oh maldeçoade havia de te crescer um par de cornos tã grandes e tã
pequenos, que dois cucos a cantarem, cada um na sua ponta, nã se ouvissem um ao outro.

5. Amaldeçoade môce, havia de te dar uma dor tã grande, tã grande, que só te passasse com o sumo de pedra.

6. Havias de ter uma fome tã grande ou tã pequena, que cabessem os
alcatruzes todos que tem o mar dentro da tua barriga.

7. Ah moça marafada, havias de apanhar tante sol, tante sol, que
t'aderretesses toda e fosse preciso apanhar-te às colheres como a banha.

8. Que te desse uma traçã no b'raco desse cu, que tevesses sem cagar oito
dias e quando cagasses só cagasses figos de pita inteiros.

9. Ah marafada, havias de fecar tão magra, tão magra, que passasses po
b'raco duma agulha de braços abertos.

10. Ah maldeçoada, havia de te dar uma dor tã fina, tã fina, que ficasses
enrolada que nem um carro de linhas.

11. Havia de lhe dar uma febre tã grande, e tã pequena, que lhe derretesse a
fevela do cinte e os betons da farda.

12. Permita Dês que toda a comida que hoje quemeres, amanhã a vás cagar ao cemitério já de olhos fechados.

13. Oh maldeçoado môce, havias de ter uma dor tã grande, tã grande, que te
desse p'andar. Mas que andasses tante, tante, que gastasses as pernas até
aos joelhes.

terça-feira, dezembro 04, 2012

JOSÉ CASCADA expõe

,
O NOSSO COMPANHEIRO E CO-FUNDADOR
DA TRANCA, JOSÉ CASCADA INAUGUROU
MAIS UMA EXPOSIÇÃO



Foi de novo na Avenida de de Berna que apresentou os seus trabalhos.






A TRANCA esteve lá e deixa aqui algumas imagens.






Alguns dos nossos companheiros do RC disseram presente,prestigiaram o Cascada e quando assim é, há a cavaqueira do costume e as memórias soltam-se.



Há muito que não via a Guida , que aproveitei para convocar para as nossas
Cimeiras ,sob pena de lhe levantarmos processo disciplinar e severos castigos.




Basta de palavras, venham mais imagens











PENSAMENTO

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"Se eu soubesse que um dia a América seria governada por um de nós, jamais teria mudado de cor."

Michael Jackson

a 4 de Dezembro nasceu THOMAS CARLYLE

.
Thomas Carlyle (Ecclefechan, 4 de dezembro de 1795 — Londres, 5 de fevereiro de 1881) foi um escritor, historiador e ensaísta escocês.



Vida e obra

Educado para ser pastor protestante, estudou na Universidade de Edimburgo. Em 1817, ao ler De l' Allemagne, de Mme. de Staël, ficou fortemente impressionado pela literatura e filosofia alemãs, dedicando-se ao estudo da língua para ler os autores no original. Traduziu Wiljelm Meister de Goethe e escreveu uma Vida de Schiller, além de uma história da literatura alemã, que deixou inacabada.

A publicação de Sartor Redartus, romance bastante original, não despertou grande atenção, enquanto que História da Revolução Francesa, publicada algum tempo depois, marcou o início de seu imenso prestígio como escritor. Considerada sua obra-prima, é também considerada um importante marco na historiografia romântica. Por essa época também escreveu: Chartism, de 1839 e Past and Present, de 1843.

Sua idéia de que a história pode ser interpretada através da vida dos heróis e dos chefes serviu-lhe de base para uma série de obras importantes: Oliver Cromwell's Letters and Speeches (Cartas e discursos de Oliver Cromwell), de 1845; Life of John Sterling (Vida de John Sterling), de 1851; History of Frederic II of Prussia (Vida de Frederico II da Prússia), que escreveu entre 1858-65.

Em 1865 Carlyle foi nomeado reitor da Universidade de Edimburgo e ali recebeu a notícia da morte de sua esposa. Escreveu então Reminiscences (Reminiscências), em 1883 e Letters and Memorials of Jane Welsh Carlyle (Memórias de Jane Welsh Carlyle).

domingo, dezembro 02, 2012

ITATIBA, ESTADO DE SÃO PAULO

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ITATIBA É UMA DAS CIDADES ONDE
TEMOS AMIGOS LEITORES DA TRANCA




Itatiba é um município do estado de São Paulo, no Brasil. Faz parte da Região Metropolitana de Campinas. Localiza-se ao noroeste da capital do estado, estando a cerca de setenta quilômetros desta. Sua população estimada em 2009 era de aproximadamente 100 000 habitantes, com o Censo de 2010 a população está em 101 450 habitantes. A cidade é conhecida como "Princesa das Colinas". É famosa também pela indústria de tecido e metalúrgica [carece de fontes].

História

A fundação de Itatiba deu-se, provavelmente, entre o penúltimo e o último quartel do século XVIII, não se sabendo porém em que ano, precisamente, chegaram ao local os primeiros habitantes; posto que o primeiro censo registrado ocorreu em 1786 e para que houvesse moradores no local, certamente, estes haviam se instalado em anos anteriores. As notícias da descoberta de novas terras férteis logo chegaram à Atibaia e Jundiaí, fazendo com que novas famílias chegassem para se dedicar ao plantio. Dentre os pioneiros, encontrava-se o Sargento de Milícias Antônio Rodrigues da Silva, que havia trazido consigo uma imagem de Nossa Senhora do Belém e em louvor da qual erigiu, em 1814, uma pequena capela, no atual bairro do Cruzeiro. Com o aumento da população, o templo tornou-se pequeno. Assim, em 1827, os moradores decidiram construir uma outra capela e em 1829, solicitaram que a localidade fosse elevada para a categoria de Freguesia. No entanto, o pedido não foi atendido, sendo necessário se fazer outro. Após o segundo pedido alcançaram sucesso: pelo Decreto Imperial de 9 de Dezembro de 1830, dom Pedro I criava a Freguesia de Nossa Senhora do Belém, na então Vila de Jundiaí.

Em 1857, deu-se a elevação da Freguesia para Vila, com o nome de Belém de Jundiaí. Conservando a mesma denominação, a Vila foi promovida a cidade no ano de 1876. A modificação do nome ocorreu um ano mais tarde (1877) quando a Vila passou a se chamar Itatiba, que significa "abundância de pedras" na língua tupi guarani.

A primeira grande riqueza da cidade foi o café. Na segunda metade do século XIX, Itatiba, que fazia parte da área pioneira do plantio em direção ao Oeste Paulista, alcançava uma grande produção cafeeira. Tal fato proporcionou um enorme desenvolvimento econômico para a cidade que, devido a sua grande produção, tinha uma ferrovia - Estrada de Ferro "Carril Itatibense".

Após sucessivas crises, dentre elas a de 1929, a produção decaiu e Itatiba passou a adotar um perfil mais industrial. Apesar da crise, o café trouxe para Itatiba uma grande quantidade de imigrantes italianos, muitos deles tendo sua descendência na cidade até os dias de hoje.

As primeiras grandes indústrias que se instalaram no município pertenciam ao ramo têxtil, de fósforos e de calçados. A partir dos anos 1960, a cidade conheceu um novo surto de desenvolvimento: data dessa época a instalação das primeiras indústrias ligadas ao ramo moveleiro, que tinham como característica principal a produção de móveis em estilo colonial. Por essa especialidade, Itatiba passou a ser conhecida como a "Capital Brasileira do Móvel Colonial".

Origem do Nome

A mudança do nome da cidade para Itatiba gerou certa controvérsia. Os primeiros que pensaram na alteração do nome da cidade foram o Padre Francisco de Paula Lima e o Maestro Elias Álvares Lobo (figura importantíssima da música erudita brasileira, autor da primeira ópera brasileira cantada em língua portuguesa: A Noite de São João, com letra de José de Alencar) que, na época, residia na cidade. Pelas informações que chegaram a São Paulo, os moradores queriam um nome indígena que traduzisse em português o termo Pedra Branca. No entanto, o nome sugerido pelo vereador Antonio Augusto de Castro foi o de Itatiba, que não significa pedra branca e sim Muita Pedra (Itá = pedra + Tyba = grande quantidade, ajuntamento). A discussão foi travada na Assembleia Provincial e alguns deputados chegaram a dizer que teria havido um erro de tradução: se a cidade desejava chamar-se Pedra Branca, o correto seria adotar-se o nome de Itatinga e não Itatiba. Porém, o ofício da Câmara Municipal da cidade dizia Itatiba - devido talvez a algum lapso como disseram os deputados - e com este novo nome a cidade foi oficializada pela Lei 36 de 8 de maio de 1877.[7]

gente nossa - o ESTEVENS

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o ANGELO ESTEVENS , para os que não se lembram,foi nosso colega na TAP,naquela salinha ao lado do RC, no telex, e presentemente reside em Búzios, no Estado do Rio.

É um activo companheiro na nossa SALA DE CONVIVIO DO RC , no facebook.

sábado, dezembro 01, 2012

TAP

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AÍ ESTÁ UMA IDEIA IMPENSÁVEL
VER A NOSSA TAP SER VENDIDA
A ESTRANGEIROS



01/12/2012 | 00:00 | EM Dinheiro Vivo

O prazo para a Synergy entregar a proposta vinculativa para comprar a TAP termina sexta-feira, dia 7, mas é provável que Germán Efromovich se antecipe. A única candidata à privatização da companhia aérea portuguesa deve oferecer um valor entre 1,8 e 2 mil milhões de euros, um preço que permite recapitalizar a companhia (para o que são precisos cerca de 500 milhões), cobrir a dívida de cerca de 1,2 mil milhões e ainda garantir algum encaixe financeiro ao Estado. Dificilmente mais do que 150 milhões de euros.

Apesar de ser um valor considerável, na verdade, não só o Estado recebe uma pequena fatia como o empresário não terá de pôr o dinheiro todo (os tais 1,8 a 2 mil milhões) sobre a mesa. A parte destinada aos cofres públicos, sim; mas o resto não é bem assim. A dívida da TAP, por exemplo, não é para ser paga imediatamente, é provável que até seja renegociada, já que Efromovich tem outros empréstimos, o que pode até valer uma redução dos juros ou aumento dos prazos de pagamento.

Quanto à recapitalização da companhia (500 milhões), esta liquidez tem mesmo de entrar, mas não fica parada na TAP. Como o Dinheiro Vivo avançou há três semanas, o Deutsche Bank mostrou-se interessado em apoiar a operação. Se a venda se concretizar, a Synergy terá de investir na companhia aérea portuguesa - renovação de frota e reformulação de rotas -, mas o ritmo de gastos não será avassalador.

O negócio da TAP deverá ficar, assim, resolvido na próxima semana e o da venda dos aeroportos uma semana depois, cumprindo-se os prazos estabelecidos pelo governo no início do ano - ainda que os contratos só sejam assinados e o encaixe financeiro só venha a ocorrer em 2013.